Buscar

24 fevereiro 2017

Cagece sensibiliza foliões durante carnaval no Maciço de Baturité

Resultado de imagem para Agua torneiraAmanhã (24) e sábado (25), a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) estará presente na programação carnavalesca do Maciço de Baturité com ações de sensibilização nos municípios de Pacoti, Mulungu, Baturité e Guaramiranga. A ação visa estimular o uso consciente da água por meio de blitze ambientais, com foco na Campanha ‘Todos Pela Água’ e apresentações educativas do teatro de fantoches da companhia. Além disso, a Cagece também vai oferecer oficina de reciclagem na qual os foliões poderão criar seus próprios adereços de carnaval a partir de material reciclável.
“A proposta é fazer um carnaval sustentável para incentivar as pessoas a cuidarem do meio ambiente e chamar a atenção para a importância de se economizar água, tendo em vista que a gente ainda está em período de seca”, pontua a gerente de Responsabilidade e Interação Social da Cagece, Flávia Taleires.
Na sexta (24), a Cagece estará em Baturité, das 9h às 17h, com oficina de reciclagem e blitz ambiental que contará com distribuição de bottons e panfletos informativos da Campanha ‘Todos Pela Água’. No mesmo dia, às 18h30, a companhia estará em Pacoti com a apresentação do teatro de fantoches que, além de sensibilizar para o uso consciente da água, vai alertar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
No sábado (25), a companhia leva a oficina de reciclagem para os foliões de Mulungu; e mais tarde, às 10h30, a apresentação do teatro de fantoches e ação de sensibilização da campanha Todos Pela Água em Guaramiranga.
Durante as ações serão disponibilizadas molduras para selfies e haverá também distribuição de copos do “Água de Beber”, projeto da companhia que visa mostrar à população que a Cagece atende a todos os padrões de potabilidade.

Fonte: Ceará Agora

Ministro do STF manda soltar goleiro Bruno

O Ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal de Federal (STF), concedeu o habeas corpus para o goleiro Bruno Fernandes, em liminar deferida na última terça-feira (21). Ele foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, sua ex-namorada, e também pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho.
O ministro Marco Aurélio Mello entendeu que Bruno tem direito a responder em liberdade enquanto aguarda o resultado dos recursos à condenação.
“A esta altura, sem culpa formada, o paciente está preso há 6 anos e 7 meses. Nada, absolutamente nada, justifica tal fato. A complexidade do processo pode conduzir ao atraso na apreciação da apelação, mas jamais à projeção, no tempo, de custódia que se tem com a natureza de provisória”, diz trecho da decisão.
A decisão não se aplica a outras eventuais condenações que o jogador esteja sujeito. A medida precisa ser comunicada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que foi feito nesta sexta-feira (24), e ao juiz de Execução Penal em Minas Gerais.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) ainda não foi notificado da decisão.
O advogado Lúcio Adolfo informou que já está com uma cópia e que provindencia a comunicação junto à Apac, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ainda segundo o defensor, o jogador deve deixar o local ainda nesta sexta-feira (24).
"Ele está preso exclusivamente em face do processo pela morte de Eliza. Só advogado neste caso, mas tenho conhecimento que já houve o cumprimento referente à condenação no Rio", disse Adolfo. Em 2010, Bruno foi condenado por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio.


Condenação

Em 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e também pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho.
Bruno foi condenado a 17 anos e 6 meses em regime fechado por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima), a outros 3 anos e 3 meses em regime aberto por sequestro e cárcere privado e ainda a mais 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. A pena foi aumentada porque o goleiro foi considerado o mandante do crime, e reduzida pela confissão do jogador.
Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi achado. Ela tinha 25 anos e era mãe do filho recém-nascido do goleiro Bruno, de quem foi amante. Na época, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade.

Fonte: G1

TSE suspende cassação de mandato de mãe do cantor Wesley Safadão

Imagem relacionadaO ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deferiu ação cautelar nesta quinta-feira, 23, suspendendo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) que cassou, em 30 de janeiro deste ano, os diplomas do prefeito e da vice-prefeita de Aracoiaba, Antônio Cláudio Pinheiro (PSDB) e Maria Valmira Silva de Oliveira (PSDB), empresária conhecida como Dona Bill e mãe do cantor Wesley Safadão, que disputaram a Prefeitura da Cidade pela Coligação “Novas Ideias Para Mudar (PP/PDT/PT/PMB/PSD)”.
No mês passado, os cargos dos dois políticos foram cassados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2016. Na ocasião, a relatora do Recurso Eleitoral nº 103-67, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral, desembargadora Nailde Pinheiro Nogueira, considerou em seu voto que houve abuso de poder no episódio de doação de ambulâncias. O voto da relatora foi acompanhado pelos demais juízes do tribunal.
De acordo com o advogado Livelton Lopes, o pedido da ação, protocolada no dia 6 de fevereiro, foi baseado em uma “série de irregularidades durante o julgamento de abuso de poder dos dois candidatos”.
Segundo o documento, a decisão do ministro Herman Benjamin foi baseada na Lei 13.165/2015 do Código Eleitoral, que diz: "as decisões dos Tribunais Regionais sobre quaisquer ações que importem cassação de registro, anulação geral de eleições ou perda de diplomas somente poderão ser tomadas com a presença de todos os seus membros".
Na época da cassação dos mandatos, o juiz Cássio Felipe Goes Pacheco compôs o quórum da Corte, mas considerou-se inapto a participar o julgamento, caracterizando a suspensão do mandato do prefeito e da vice-prefeita “incontroversa”.

Trecho da decisão:

Ademais, o periculum in mora é incontroverso, pois 'é de todo inconveniente a sucessividade de alterações na superior direção do Poder Executivo, pelo seu indiscutível efeito instabilizador na condução da máquina administrativa e no próprio quadro psicológico dos munícipes, tudo a acarretar descrédito para o Direito e Justiça Eleitoral”

Ante o exposto, defiro a liminar pleiteada pelos autores e concedo efeito suspensivo ao recurso especial interposto na AIJE 103-67, com retorno dos candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito até o julgamento desse feito.


Conforme o advogado Livelton Lopes, o TSE já comunicou a decisão ao TRE-CE e o prefeito e a vice-prefeita devem voltar às suas atividades na Prefeitura de Aracoiaba, a 83 quilômetros de Fortaleza, em breve.