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25 janeiro 2017

Camilo Santana baixa decreto proibindo patrocínio do Estado para o Carnaval

camilororovO governador Camilo Santana (PT) assinou decreto, que saiu publicado no Diário Oficial do último dia 24, vetando patrocínio ou apoio financeiro para eventos carnavalescos.
A justificativa do Palácio da Abolição é a situação de emergência vivida no Ceará, em razão da seca prolongada. A prioridade é aplicar recursos no apoio a ações de abastecimento dágua.
A vedação só não se aplica, de acordo com o decreto, a despesas relacionadas com as atividades desenvolvidas no âmbito do Sistema Estadual de Cultura (SIEC).

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Fonte: O POVO

Prefeito Antônio Cláudio assina convênios de mais de R$ 4 milhões em obras para Aracoiaba

Na manhã desta terça-feira (24), o prefeito de Aracoiaba Antônio Cláudio Pinheiro, acompanhado do Secretário de Governo Nazareno Bezerra, celebrou convênio com a Caixa Econômica Federal e a FUNASA, os quais possibilitarão a execução de obras estruturantes.
Ao todo serão investidos mais de R$ 4 milhões na pavimentação de vias públicas: Alto da Manu, Raimundo Paz Barreto, Tiradentes, Ruas entorno do Cemitério e Cadeia Pública, Arisco, Mini Estádio do Jaguarão, Sistema de Abastecimento de Água de Jaguarão até Furnas. Construção de duas praças no Arraial Santa Isabel, Pavimentação Paralelepípedo da CE 060 ao Santuário Mãe das Dores Arraial Santa Isabel. Todas as obras terão contrapartida da prefeitura.
Segundo o prefeito Antônio Cláudio, as obras são de grande importância para a cidade e chegam em boa hora.  “Iremos trabalhar com eficiência, garantindo obras e melhorias em Aracoiaba”.
Por sua vez o prefeito Antônio Cláudio, salientou a importância estratégica, pontuando também sua determinação em continuar trabalhando para promover mais desenvolvimento aos distritos e localidades. “Desde o primeiro momento em que assumimos o executivo aracoiabense, as nossas ações têm se voltado para a coletividade, que já foi beneficiada por importantes obras e continuará sendo, dada a necessidade de uma Aracoiaba unida para seguir fortalecida pelos trilhos do progresso”, disse, finalizando em seguida.
Para o Secretário de Governo, Nazareno Bezerra, a secretaria está atenta às necessidades do município, buscando atender as demandas e trabalhando de forma conjunta com as demais secretarias para o desenvolvimento da cidade. “Temos o compromisso de oferecer aos nossos munícipes o suporte necessário para o bem estar da população”.

Fonte: ASCOM

Indenização deve causar alta de 9% nas contas de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou ontem que, por conta da indenização que será paga às transmissoras de energia, poderá haver um impacto médio de 8% a 9% nas contas de luz. Para a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) o aumento nacional nas contas de luz será, em média, de 9,2%. A distribuidora cearense, Enel, não informa o impacto no Ceará, que deverá ser repassado no reajuste a entrar em vigor em 22 de abril.
Entre 2017 e 2024, consumidores terão que pagar cerca de R$ 65 bilhões, embutidos nas contas de energia. O valor serve para compensar os transmissores por investimentos feitos antes de 2000, mas que ainda não tinham sido totalmente pagos. A Aneel tenta aliviar o choque inicial ponderando que a transmissão de energia é apenas um dos itens que compõem a tarifa.
“Existem previsões de consultorias do setor que informam que mesmo com esse aumento em transmissão, por conta de outros custos como encargos setoriais e compra de energia, as tarifas de energia devem cair no primeiro semestre de 2017”, disse em nota enviada ao O POVO. “O impacto para os consumidores ainda não está definido”, frisou.
A previsão é que o repasse das indenizações às contas de luz comece em julho. Segundo a Aneel, o repasse ao consumidor será feito adicionando o custo extra nos reajustes das tarifas das distribuidoras. Adianta que para as concessionárias que tiverem suas tarifas reajustadas antes, caso da Enel, a agência deve incluir um custo estimado.
O impacto da indenização às transmissoras nas contas de luz vai ser maior para alguns consumidores e menor para outros, dependendo da região. No Norte, por exemplo, próximos a centros geradores de energia e onde o consumo é menor, devem haver menos impacto. Consumidores que estão em regiões mais distantes das usinas e que consomem mais, como áreas do Sudeste, devem sentir mais.
A tarifa de transmissão deve ficar quase três vezes maior, mas o impacto para o consumidor final não será tão grande porque, em média, ela responde por cerca de 3% do total da conta de luz.

Fonte: O POVO