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14 fevereiro 2017

UFC é a 10ª melhor do País, segundo Ranking Web of Universities

Conforme o Ranking Web of Universities, a Universidade Federal do Ceará (UFC) passou da 12ª para a 10ª posição entre as maiores instituições de ensino superior brasileiras.
A lista é elaborada pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), órgão vinculado ao Ministério da Educação da Espanha. Os dados fazem parte da edição de janeiro deste ano.
Os pesquisadores do CSIC avaliam diversas fontes de dados, levando em consideração critérios como número de resultados indexados de pesquisas, citações de autores, quantidade de backlinks originados por redes externas e quantidade de artigos entre os 10% mais citados em 26 disciplinas. No topo do ranking está a Universidade de São Paulo. Confira a lista completa.
Também no ano passado, o Ranking Universitário da Folha já havia apontado a UFC como a 10ª melhor do País, avanço de uma posição com relação ao período anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pela melhora nos indicadores de ensino e inovação, bem como pelo resultado no quesito internacionalização.

Ranking mundial

A universidade cearense também avançou no ranking mundial, passando da posição 666, ocupada no segundo semestre de 2016, para a de número 600. No total, são pesquisadas 11.995 instituições em todo o mundo.
O crescimento foi ainda mais acelerado entre as universidades do BRICS, conjunto de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul: a UFC passou da 68ª posição, ocupada em 2016, para a 30ª. Já entre os países da América Latina, a Instituição avançou quatro lugares e chegou à 18ª posição.
Entre esses levantamentos, está o QS Universities Ranking. No ano passado, a UFC subiu sete posições, aparecendo como a 87ª melhor instituição da América Latina. O QS considera a reputação internacional da instituição e diversos indicadores de desempenho, como número de artigos produzidos por pesquisador, citações, participações em redes de pesquisa e impacto das novas tecnologias.
Apesar de avaliarem aspectos diferentes da vida acadêmica (o que justifica a discrepância entre alguns resultados dos levantamentos), os rankings tornaram-se ferramentas que permitem comparar o desempenho das universidades diante de inúmeros indicadores.

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