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08 junho 2016

Japonês da Federal é preso em Curitiba

Agente da Polícia Federal Newton Hidenori Ishii (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)O agente federal Newton Ishii, chamado de Japonês da Federal e que ficou conhecido em fotos de prisões da Operação Lava Jato, foi preso na terça-feira (7) em Curitiba. O mandado foi expedido pela Vara de Execução Penal Justiça Federal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense. Até 9h57 a Polícia Federal não havia informado o motivo da prisão.


Nome citado na Lava Jato
O nome de Newton Ishii foi citado na gravação que levou à prisão o senador Delcídio Amaral, em Brasília. No áudio, o senador fazia tratativas com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, buscando um plano de fuga para Cerveró, que estava preso na carceragem da PF em Curitiba.

O agente é citado durante a conversa quando o grupo discute quem estaria vazando informações para revistas. Delcídio chega a chamar um policial que seria ele de "japonês bonzinho", sendo tratado como o responsável pela carceragem da PF em Curitiba, para onde são levados os presos da Lava Jato.
A Polícia Federal disse, na ocasião, que iria apurar se o nome citado na conversa era o do agente.


Réu na Operação Sucuri
O agente é réu em uma ação que surgiu a partir da Operação Sucuri. As investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O caso tramita sob segredo de Justiça.


Fonte: G1

Justiça obriga Capistrano a pagar R$ 100 mil por erro médico

Capistrano. Este Município do Maciço de Baturité deverá pagar R$ 100 mil de indenização a uma mulher que perdeu o bebê durante o parto em decorrência de um erro médico.  A decisão foi proferida pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). O Desembargador do caso, Paulo Francisco Banhos Ponte, avaliou que o erro “resultou no comprometimento grave do estado de saúde da [paciente] e a perda do seu filho”.
O fato aconteceu em maio de 2012. Segundo os autos, a gestante deu entrada na maternidade da cidade em trabalho de parto e ao ser atendida por uma médica, teria advertido que a gestação era de risco. Mesmo assim, a médica resolveu fazer o parto normal. O procedimento apresentou complicações e a médica transferiu a gestante para Baturité, mas o feto não resistiu e morreu. A vítima ainda foi transferida para Fortaleza sob risco de morte.
A mulher resolveu entrar com uma ação na justiça. A Juíza Patrícia Fernanda Toledo Rodrigues, determinou que o Município pagasse R$ 100 mil, mas o ente público recorreu. O caso julgado no TJCE teve a sentença mantida e voltou a obrigar o Município a fazer o pagamento à gestante.
O desembargador destacou que “a conduta da médica, agente do Município, foi negligente e desproporcional, acarretando em verdadeira violência obstétrica na paciente que, apesar de ter dito uma gravidez considerada de risco”.
Nos autos do processo, a justiça alega que a médica que fez o procedimento não era servidora do município, e que havia sido contratada por meio de acordo verbal.
Fonte: DN