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26 maio 2016

REFORMA ADMINISTRATIVA - Isarel Vital é o novo Secretário de Educação de Aratuba

A Chefe de Gabinete, Isabel Fernandes da Silva empossou na ultima segunda-feira, 23, como novo Secretário Municipal de Educação o Professor Israel Vidal em substituição a Francisco Barroso.
A posse do novo Secretário aconteceu no salão de eventos do Centro de Referencia da Assistência Social – CRAS. O destaque da solenidade foi para a contribuição que o papel de Professor Israel já deu para o desenvolvimento educacional de Aratuba, sua qualificação profissional e o modelo de gestão desenvolvido por ele na Nucleada da Região Tope.
Israel assume a pasta da educação como uma promessa de somar esforços na evolução educacional do município, dinamizando as atividades administrativas e estruturais.
O evento foi prestigiado pela primeira dama Janaina Santos,  por diretores, coordenadores e técnicos da Educação Municipal, e contou ainda com presença da Secretária de Assistência Social Koelyne Barbosa; do Ex-Prefeito Wolner Santos e da Ex-Primeira Dama Eliane Santos.
Como Gestor da Escola José Mendes da Cruz, na localidade do Tope, o atual Secretário de educação rompeu as fronteiras e reaproximou a comunidade do universo, escolar, difundiu a cultura e capacitou os estudantes para o mercado formal de trabalho.
Além de ser detentor de um profundo saber pedagógico, Israel é um nato defensor da universalização do saber.
No ano de 2011 ingressou na rede municipal de ensino como professor da Escola Maria Júlia e em 2012 passou a lecionar na escola Maria Júlia e José Joacy Pereira. No início do ano de 2013 ele assumiu a direção da Escola José Mendes da Cruz na Região Tope e atualmente exercendo a função de secretário de municipal, chega ao primeiro escalão do governo como um homem de pulso firme.
O novo Secretário de Educação é Bacharel em Filosofia pela faculdade Católica de Fortaleza e Licenciado em Filosofia pela Faculdade Kurios (FAK) de Maranguape. Especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica pela mesma instituição. Licenciado em Pedagogia, também pela FAK, especialista no ensino de Filosofia e Sociologia pela Universidade Candido Menezes, Especialista em Gestão de Pessoas pelo Centro Universitário Campos de Andrade atualmente cursando Administração Pública pela Unilab.
Fotos: PMA

Vítima de estupro divulgado nas redes sociais é submetida a exames

homens-causam-revolta-apos-publicacao_724813A jovem de 17 anos que teve imagens publicadas nas redes sociais por dois homens que diziam que ela tinha acabado de ser estuprada foi submetida a exames médicos na manhã desta quinta-feira, 26. Segundo a avó da moça, em entrevista à rádio CBN, a vítima foi encontrada por um agente comunitário, na zona oeste da cidade, e levada para a casa da família.
A avó disse ter ficado chocada com o vídeo, em que um dos homens afirma que a jovem pode ter sido estuprada por mais de trinta criminosos. “Essa aqui, mais de 30, engravidou”, diz um homem não identificado.
“O vídeo é chocante, eu assisti, ela está completamente desligada”, afirmou a avó. Ela disse que a neta tem o hábito de frequentar comunidades e passar alguns dias sem dar notícias, desde os 13 anos. A família, no entanto, nunca teve notícias de que a moça sofresse abusos. A vítima é mãe de um menino de três anos.
A suspeita de estupro coletivo é investigada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). A jovem já foi ouvida e as investigações estão sob sigilo. Segundo informações do portal G1, dois homens que publicaram imagens da moça desacordada e nua foram identificados. Um mora em Santa Cruz e outro na Cidade de Deus, na zona oeste. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
A publicação e o compartilhamento de imagens da jovem violentada causou revolta nas redes sociais. Internautas pediram que as imagens não sejam compartilhadas.
Fonte: Ceará Agora

ARATUBA - Eleições de 2016 sem a presença de Jean Martins

O vereador de Aratuba (CE) Jean Martins, conhecido como a voz das comunidades, deverá ficar inelegível nas eleições deste ano. A decisão do Tribunal de Justiça, do fim junho de 2015, já foi tramitada e julgada. Jean Martins foi acusado pela ANATEL por conta de problemas burocráticos da extinta FM SINTONIA.
Cuida o presente feito de ação penal pública movida pelo Ministério Público Federal em desfavor de JEAN MARTINS DOS SANTOS, imputando-lhe a prática prevista no art. 183 da Lei nº. 9.472/97.
O vereador afirmou em entrevista concedida ao radialista Wellington Lima na Som Zoom Sat de Aratuba que o processo não tem relação com a vida pública. "Isso é a ANATEL querendo cassar meus direitos políticos. Nessa época eu não era político, mas nada melhor do que o tempo para resolver as coisas", diz.
Jean Martins é um homem público, que vive a serviço de seu povo, ele afirmou ainda na entrevista concedida ao radialista Wellington Lima que não será mais candidato, atendendo um apelo de sua família. Segundo declarações do próprio parlamentar, sua decisão não tem nenhuma relação com o processo que ele enfrenta neste momento.  
Mesmo vivendo este mar de turbulência em sua vida política, o vereador Jean Martins deixa seu legado na política aratubense com um homem que vive em função das comunidades, na árdua missão de ajudar ao próximo. 

OUÇA O ÁUDIO DA ENTREVISTA DO VEREADOR 



Temer quer votar saída definitiva de Dilma até agosto

1022094-temer_1323A revelação de que Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobrás), teve homologada sua delação premiada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pode alterar os prazos do processo de impeachment no Senado. Governistas se articulam para antecipar o trâmite e a oposição a Michel Temer tenta arrastar ainda mais a análise do afastamento de Dilma Rousseff.
Conforme apurou o Estado, Machado citou mais nomes em sua delação além dos divulgados até agora (Romero Jucá, José Sarney e Renan Calheiros, todos do PMDB). De acordo com as fontes ouvidas pela reportagem, Temer não está implicado diretamente no depoimento de Machado, mas pilares importantes de sua base de sustentação política aparecem na delação premiada e nas conversas do ex-executivo da Transpetro.
Essa informação aumentou o grau de apreensão nos bastidores dos Poderes ontem, 25, e fez crescer o temor de um novo período de recrudescimento da crise política, o que causaria instabilidade para a gestão do presidente em exercício e poderia atrapalhar sua estratégia de recuperação da economia, neste momento dependente da aprovação de medidas no Congresso.
Do lado da presidente afastada, a estratégia é apostar em um ambiente político conturbado em busca de inviabilizar politicamente Temer.
Pressa
Ontem, 25, a comissão que analisa o processo de impeachment voltou aos trabalhos e já discutiu um cronograma. De acordo com a sugestão do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), o processo pode se encerrar já no início de agosto nessa instância. A proposta adianta em um mês a previsão inicial do presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB), que era de 120 dias.
Durante a sessão, a senadora governista Simone Tebet (PMDB-MS) sugeriu ainda uma redução de 20 dias no cronograma apresentado pelo relator. A senadora defendeu que o prazo para alegações finais da defesa e da acusação pode ser encurtado de 30 para 10 dias. Este prazo, segundo ela, está previsto no Código de Processo Penal. “O Brasil não pode esperar. A insegurança jurídica e a instabilidade podem impedir novos investimentos, geração de emprego e uma recuperação da economia mais rápida. 180 dias é muito, 120 dias é muito. Em três meses temos condições de apresentar um bom trabalho”, disse Simone após a sessão.
O calendário sugerido ainda precisa ser aprovado pelos demais senadores da comissão na próxima quinta-feira, mas já causou desconforto entre os petistas. Como o PT e aliados são hoje minoria no colegiado, a tendência é de que o cronograma seja aprovado. Além de antecipar a saída de Dilma, a ideia é encerrar o impeachment antes do início da campanha para eleições municipais, marcada para 16 de agosto.
No calendário de Anastasia, a pronúncia do réu, fase em que se verifica se as acusações são procedentes, será votada no plenário do Senado em 1º de agosto. Pela Lei do Impeachment, são dadas 48 horas para notificação e, em seguida, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, tem até dez dias para marcar o julgamento final da presidente. Assim, a última votação deve ocorrer até 15/8.
O relator se dispôs a discutir a possibilidade de estender ou encurtar os prazos, mas ponderou que apenas a fase probatória pode ser modificada. Anastasia separou duas semanas para essa etapa, em que são ouvidas testemunhas, apresentados documentos e realizadas perícias. Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o período é muito curto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora

Ministro do STF dá cinco dias para Temer explicar reforma no governo

Luís-Roberto-BarrosoO ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nessa quarta-feira (26/05) que o presidente em exercício, Michel Temer, preste esclarecimentos por escrito em cinco dias sobre a reforma administrativa que realizou no governo.
A reforma, realizada após o afastamento da presidente Dilma Rousseff em razão do processo de impeachment que tramita no Senado, incluiu nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios e alteração da política externa.
A decisão de Barroso foi tomada devido a uma ação apresentada no último dia 23 pelo PDT, que questionou a mudança de projetos e anulação de atos da presidente afastada. O ministro já negou pedido semelhante formulado por um diretório do PT.
O PDT pediu uma liminar (decisão provisória) para suspender as mudanças sob o argumento de que o afastamento de Dilma é temporário (por até 180 dias) e que Temer não poderia mudar o programa de governo da presidente afastada.
“O vice-presidente da República, que não se encontra investido na titularidade do cargo – pois o exerce temporariamente em razão da admissão do procedimento de impeachment –, atua como se titular fosse e roga a si atribuições que sequer poderiam a ele ser delegadas (CF, art. 84, parágrafo único), e o faz com usurpação”, diz o texto da ação do PDT.
O ministro Barroso afirmou, na decisão, que existe uma presunção da validade dos atos estatais e por isso Temer deve ser ouvido sobre o pedido do PDT antes de qualquer decisão. Não há prazo para que a ação seja julgada.
Com informações do G1.
Fonte: Ceará Agora

Lula quer nova eleição se Dilma voltar ao cargo

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaEsperançoso de que Dilma Rousseff possa retomar o mandato no rastro das crises que atingiram o governo Temer, o PT traçou um roteiro de sobrevivência no poder. O ex-presidente Lula defendeu em reunião com senadores do partido que, se reassumir o mandato, Dilma deve pedir um plebiscito para antecipar as eleições presidenciais. Raciocina que Dilma não terá força política para concluir o governo e isso inviabilizaria o partido numa disputa só em 2018. Ontem, Lula e senadores estiveram com a presidente. Ela mais ouviu do que falou.
No encontro no Palácio da Alvorada, Lula avaliou que o governo Temer tem ajudado a trazer Dilma de volta mais do que os movimentos sociais ou os senadores aliados. Só 12 dos 22 senadores convidados compareceram à reunião com Dilma. Lula deixou o jantar por volta das 22 horas, dizendo que teria outra agenda. Ninguém ousou perguntar com quem.
Fonte: Ceará Agora

Possibilidades de novos áudios preocupa governo Temer

renan-sarney-e-temerAssessores do presidente interino, Michel Temer, relatam um clima de apreensão no governo depois de receberem a informação de que o Ministério Público pode ter mais gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado reforçando suspeitas de que a cúpula do PMDB estaria atuando para tentar brecar a Operação Lava Jato.
Como “vacina”, auxiliares de Temer defendem que ele se blinde de potenciais dores de cabeça e afaste em até 30 dias ministros citados na Operação Lava Jato ou que respondam a acusações judiciais, como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Maurício Quintella (Transportes).
Henrique Alves é alvo de dois pedidos de inquérito, ainda sem aval da Justiça, por suposto envolvimento no esquema de desvios ligados à Petrobras. Quintella (PR) é suspeito de participação em desvios de verba destinados ao pagamento de merenda escolar em Alagoas. Ambos negam as acusações.
De acordo com informações obtidas pela equipe de Temer, as gravações divulgadas até agora pela Folha seriam apenas parte do material entregue por Machado à Procuradoria-Geral da República, com quem ele fechou uma delação premiada, homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Nas palavras de um assessor presidencial, o que preocupa o governo interino é o “fator do imponderável” sobre novas denúncias e a possibilidade de novos áudios causarem debandadas na base aliada às vésperas de votações de medidas econômicas no Congresso.
Na segunda-feira (23), no mesmo dia da divulgação de gravação do ex-ministro Romero Jucá (Planejamento) com Machado em que ele sugere um pacto para barrar a Lava Jato, o PV anunciou posição de independência no Congresso. O receio é que partidos como PSDB e DEM repitam o gesto caso as denúncias se aproximem do presidente interino.
Para um aliado do presidente interino, alguns auxiliares terão de se sacrificar para evitar que se tornem “tetos de vidro” de uma administração que tem um prazo curto para provar que pode continuar à frente do país, já que o processo de impeachment de Dilma Rousseff deve ser finalizado até setembro.
Além da gravação entre Jucá e Machado, a Folha revelou gravações do ex-presidente da Transpetro com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente José Sarney.
Com informações da Folha de São Paulo.
Fonte: Ceará Agora