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26 abril 2016

Cachê de Wesley Safadão despenca com crise, garante colunista

Em alguns casos, o cachê de Safadão chegou a cair em até 75% | Foto: DivulgaçãoNem mesmo Wesley Safadão, que vive um dos melhores anos da carreira, conseguiu se desvencilhar da crise política e econômica ao qual o Brasil vive. Segundo o colunista Ricardo Feltrin, do portal UOL, o cachê do forrozeiro chegou a cair em até R$ 600 mil.
O colunista credita a queda nas receitas dos cantores brasileiros à baixa receita de órgãos federais, estaduais e municipais para organizar eventos. De acordo com Feltrin, há artistas nacionais que têm até 65% do faturamento anual em eventos públicos, o que representa um grande impacto nos cachês.
E Wesley Safadão foi um dos ídolos nacionais mais afetados. A coluna do Uol apurou, junto a empresários artísticos de São Paulo, que o cachê do cantor cearense chegou a despencar em até 75% para alguns eventos.
Em outubro de 2015, por exemplo, Safadão cobrava entre R$ 500 mil e R$ 800 mil por uma apresentação. Agora, no entanto, o astro fecha eventos por até R$ 200 mil, o que não deixa de o credenciar entre os artistas mais bem pagos do Brasil.
Grandes nomes do sertanejo também foram afetados, como Jorge e MateusVitor e Léo e Gusttavo Lima. Confira abaixo a lista dos principais artistas que tiveram os cachês rebaixados, conforme o colunista:
Wesley Safadão: R$ 500 mil a R$ 800 mil – agora R$ 200 mil
Jorge & Mateus: R$ 400 mil – agora R$ 320 mil
Ivete Sangalo: R$ 350 mil – agora R$ 250 mil
Claudia Leitte: R$ 300 mil – agora R$ 175 mil
Gusttavo Lima: R$ 320 mil – agora R$ 220 mil
Fernando e Sorocaba: R$ 250 mil a 300 mil – agora R$ 150 mil
Victor & Léo: R$ 240 mil a R$ 280 mil – agora R$ 110 mil
Luan Santana: R$ 200 mil – agora R$ 160 mil
Paula Fernandes: R$ 150 mil – agora R$ 120 mil
Anitta: R$ 80 mil – agora R$ 40 mil
Nando Reis: R$ 65 mil – agora R$ 35 mil
Naldo Beni: R$ 30 mil – agora R$ 6 mil

Fonte: Som do Fole

Divulgar horários e locais de blitze em redes sociais pode virar crime

Captura de Tela (149)
O Detran do Rio Grande do Sul encaminhou para a Câmara dos Deputados um projeto de lei que criminaliza a divulgação de locais de blitzes policiais. Autoridades afirmam que essas informações são usadas por bandidos para fugir da polícia.

Caso uma lei deste tipo seja sancionada, muitos usuários do WhatsApp, por exemplo, terão que rever seus comportamentos. Em vários grupos movimentados de Quixadá e de outros municípios da região é comum que alguns membros divulguem a localização de blitzes policiais.
Nos grupos do Monólitos Post, que contam com um vasto número de mambros, as regras para participar não são muitas, mas uma delas inclui a proibição de divulgar localização de blitzes. Alguns apontam isto como limitação da liberdade de expressão, mas ao menos por enquanto preferimos evitar esse tipo de divulgação. É claro que o debate sobre o assunto está aberto.
Para assistir matéria sobre este tema veiculada no Fantástico, noticioso da Rede Globo, clique AQUI.

Produtor rural aposta 10 vacas paridas que Dilma fica no Governo

dilmaA bolsa de aposta está aberta em várias partes do Brasil com o cenário de discussão do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. Uma das mais inusitadas apostas surge na Região do Inhamuns, onde um produtor rural, que é advogado, quer apostar 10 vacas paridas como a presidente Dilma não perderá o mandato. O correspondente do Jornal Alerta Geral, na Região dos Inhamuns, Alverne Lacerda, narra a tentativa de aposta do produtor rural que, para muitos, não encontrará dificuldades para fechar a aposta.

Fonte: Ceará Agora

Dilma já admite defender convocação de novas eleições

cover-3693A presidente Dilma Rousseff admite, nos bastidores, a possibilidade de defender a proposta que prevê a convocação de eleições presidenciais para encurtar em dois anos o seu mandato, mas ainda avalia o melhor momento de assumir a estratégia. Ministros próximos a Dilma dizem que isso já é “fato consumado” porque ela não terá governabilidade com o País dividido, mesmo se não sofrer impeachment no julgamento final do Senado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta segunda-feira, 25, com Dilma e tratou do assunto. Pela primeira vez desde que teve a nomeação suspensa para a Casa Civil, há 41 dias, Lula foi ao Palácio do Planalto. À noite, jantou com Dilma e com ministros, no Alvorada. Para Lula, porém, a hora é de concentrar esforços no movimento de resistência ao impeachment.
A ideia de novas eleições conta com o apoio da maioria do PT e até do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que há anos trava disputa com o vice-presidente Michel Temer sobre os rumos do PMDB. Até recentemente, Dilma resistia a aceitar a abreviação do seu mandato, mas, segundo auxiliares, começou a perceber que precisa fazer um gesto de “pacificação”. Ela descarta a renúncia, mas acha que a proposta de eleições diretas pode ser uma contraofensiva ao que chama de “golpe”.
Em conversas reservadas, ministros do PT argumentam que o plano, por si só, tem o condão de pôr Temer contra a parede. Além disso tudo será feito para atrair o PSDB do senador Aécio Neves (MG), que quer vetar a participação de integrantes de seu partido em eventual governo Temer.
Apesar de manter o discurso oficial de que é possível virar o jogo do impeachment, senadores do PT e de partidos da base aliada do governo dão como certa a aprovação do afastamento de Dilma na primeira votação, no plenário do Senado, prevista agora para 15 de maio. Se este cenário for confirmado, a presidente será obrigada a se afastar por até 180 dias.
PEC
Pelo cronograma traçado em gabinetes do Palácio do Planalto, o envio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso, sugerindo eleições presidenciais em outubro – mês das disputas pelas Prefeituras -, ocorreria justamente nesse período. A PEC precisa ser votada em dois turnos em cada Casa do Congresso e só é aprovada se obtiver três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49).
“Vou lutar até que eleições diretas sejam realizadas, se eu for afastada do cargo, uma situação hipotética, que eu não acredito. Eu acredito que é desconfortável afastar uma pessoa inocente. Eu sou vítima de uma conspiração”, afirmou Dilma, em entrevista ao Wall Street Journal.
Para Lula, se a presidente for mesmo afastada, a chance de ela retornar ao Planalto é remota. Mesmo assim, a estratégia consiste em infernizar a vida de Temer durante o provável “exílio” de Dilma, para expor as “fragilidades” do peemedebista e montar uma espécie de “governo paralelo”, em oposição ao novo ocupante do Planalto.
A ordem é resistir até o julgamento final no Senado – que pode ocorrer em setembro -, entremeando a defesa política com recursos ao Supremo Tribunal Federal. “Se Temer assumir, ele não dura três meses no cargo porque não aceitaremos isso. Haverá protestos em todo o País”, insistiu o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “Nós não imaginamos que o PT queira exercitar a sua capacidade de fazer oposição fora da luta política convencional” provocou o ex-ministro Eliseu Padilha (PMDB), aliado de Temer.
De qualquer forma, o PT também já prepara uma narrativa para disputar a eleição presidencial de 2018. Embora seja alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e esteja na mira do Ministério Público, Lula ainda é o único nome do PT com potencial para concorrer à sucessão de Dilma.
Nas fileiras do partido há quem diga que, com a crise se agravando a cada dia, o impeachment da presidente pode representar a “salvação” de Lula. O raciocínio é que, se isso não ocorrer, ela continuará “sangrando” até 2018. Se sair antes, porém, o PT poderá usar o discurso do “golpe” e de que teve uma presidente “apeada do poder”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora

Neto do Pai João participa de inauguração do abastecimento de água das localidades de Videl e Barriguda

A cerimônia de inauguração do abastecimento de água ocorreu na noite do último sábado (23), a obra vai beneficiar a população das comunidades de Videl e Barriguda (Região Sertão). O evento contou com a presença do prefeito, Ivan Neto, dos secretários municipais, do vereador Ivanir Bernardo, do presidente da Câmara, Neto do Pai João, além de outras autoridades e da população local.
Ivan Neto disse que essa é a primeira etapa de abastecimento do sertão, região Marés. A obra foi construída com recursos próprios. “Mesmo com todas as dificuldades que o país, estados e municípios passam, venho fazendo de tudo para que a nossa Aratuba se desenvolva e é nas comunidades que vejo uma maior necessidade de nossas ações, por isso a minha preocupação em levar para elas principalmente a água e nas principais vias, o melhor em estradas que é o asfalto”, acrescentou.
O presidente da Câmara, Neto do Pai João, parabenizou a comunidade pela conquista e o prefeito Ivan Neto pelo esforço em atender a demanda das comunidades e reafirmou que o parlamento sempre irá acompanhar o desenvolvimento de Aratuba. “Estamos ali na Câmara para aprovar os projetos em favor do nosso município”, comentou Neto. ··.

Senado elege comissão que vai analisar processo de impeachment contra Dilma

1015257-25042016-capa-img_8362-O plenário do Senado elegeu nesta segunda-feira (25) os 21 titulares e 21 suplentes da comissão especial que vai examinar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A instalação oficial do colegiado, com a eleição do presidente, do vice e do relator, acontece nesta terça-feira (26),às 10h. O senador Raimundo Lira é o indicado pelo PMDB para presidir a comissão do impeachment no Senado.
A comissão elege, nesta terça-feira, o presidente e o relator. Segundo o Regimento Interno do Senado, caberá ao presidente da comissão indicar o relator.
Após a instalação da comissão, começa a contar o prazo de dez dias úteis para que o relator apresente o parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado e a aprovação se dá por maioria simples.
Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, a decisão final cabe ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão será lido e, após 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado é necessária a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores. Por exemplo, se 75 senadores estiverem presentes, serão necessários 38 votos para o processo de impeachment ser aceito na Casa.
São esses os membros eleitos da comissão:
PMDB – 5 vagas
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Indicado pelo PMDB para presidir a Comissão do Impeachment no Senado, Raimundo Lira está na sua segunda legislatura como senador. Ele já havia ocupado o cargo entre os anos de 1987 e 1994. À época, ele foi eleito pelo PMDB. Mas em 1989, foi para o PRN (partido no qual Fernando Collor se elegeria presidente). Em 1994, tentou a reeleição pelo PFL e perdeu. Depois deste período, ficou afastado da política. Em 2010, ele entrou como suplente de Vital do Rêgo Filho. Lira assumiu a cadeira no Senado após Vital ir para o TCU em 2014.
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Mineira de nascimento, Rose de Freitas está no Senado representando o estado do Espírito Santo desde 2015 (eleita). Antes, ela havia sido eleita para diversas outros cargos. Em 1982, foi deputada estadual pelo PMDB. Em 1986, virou deputada federal. No meio do mandato, foi para o PSDB. Se reelegeu em 1990 e perdeu as eleições estaduais em 1994. Rose acabou voltando à Câmara dos Deputados como suplente em 1998 e como titular em 2002. Em 2006, ela voltou ao PMDB e conseguiu se reeleger em 2006 e 2010.
Simone Tebet (PMDB-MS)
Simone é filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet (que morreu em 2006). Com 46 anos, ela está na primeira legislatura como senadora, mas tem um currículo longo no Mato Grosso do Sul. Foi eleita deputada estadual em 2002, prefeita de Três Lagoas (MS) em 2004 e 2008 e vice-governadora do estado em 2010.
Dário Berger (PMDB-SC)
Convocado para a comissão de última hora, na vaga de José Maranhão (PMDB-PB), Dário Berger foi ex-prefeito das cidades de São José (1997-2004) e Florianópolis (2005-2012). Antes de integrar o PMDB, ela era do PFL. Além de político (desde 1989), Berger é administrador de empresas.
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Senador desde 2011 pelo Mato Grosso do Sul, Waldemir Moka começou a carreira política em 1983 quando foi vereador em Campo Grande. Depois, foi eleito deputado estadual por três mandatos. Em 1999, se elegeu deputado federal e foi reeleito por duas vezes. Todas as eleições de Moka foi representando o PMDB. Além de político, ele é médico.
Bloco Parlamentar da Oposição (PSDB-DEM-PV) – 4 vagas
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Um dos nomes mais forte do PSDB atualmente, Aloysio Nunes lutou contra a ditadura militar e chegou a ser exilado do país por participar de movimentos contrários ao regime. Depois de ser filiado ao PCB, ele ajudou a fundar o PMDB e entrou no PSDB em 1997. Foi ministro do governo Fernando Henrique Cardoso. É senador desde 2007 e em 2014 foi vice de Aécio Neves na disputa da Presidência da República.
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Ex-governador de Minas, Antonio Anastasia trabalhou por mais de dez anos na administração pública do estado e do governo federal antes de entrar para a política. A primeira eleição foi como vice da chapa de Aécio Neves (também senador por Minas Gerais) em 2006. Com a saída de Aécio para concorrer ao Senado, Anastasia assumiu o governo. Em 2010, ele foi reeleito. Ficou como governador até 2014, quando se elegeu senador.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Filho do ex-governador Ronaldo Cunha Lima, Cássio tem uma extensa carreira política na Paraíba. Além da eleição para o Senado, em 2014, ele já acumulou três eleições para prefeito de Campina Grande e duas eleições para governador. Na última vez que foi governador, ele acabou cassado por irregularidades nas eleições. Cunha Lima começou a carreira política no PMDB. Em 2001, ele foi para o PSDB, partido que está até hoje.
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Senador desde 2015 (eleito em 2014), Caiado teve a primeira aparição política como candidato à Presidência da República. Ele concorreu ao cargo em 1989, quando ficou em 10º lugar. No ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Ele ficou no cargo por cinco legislaturas. Caiado é um dos líderes da bancada ruralista no Congresso. Em seu site oficial, há a informação de que ele foi o criador oficial da bancada.
Bloco de Apoio ao Governo (PT-PDT) – 4 vagas
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Senadora pelo Paraná desde 2011, Gleisi Hoffman se filiou ao PT em 1989. Durante alguns anos, trabalhou na administração pública no Paraná (inclusive na Hidrelétrica Itaipu) e no Mato Grosso do Sul. Em 2006, tentou eleição para o Senado, mas perdeu. Em 2008, tentou a disputa pela prefeitura de Curitiba, mas também foi derrotada. Em 2011, Gleisi assumiu como ministra-chefe da Casa Civil, cargo que ficou até 2014. Ela é uma das investigadas na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Senador desde 2011, Lindberg Farias já havia ocupado os cargos de prefeito de Nova Iguaçu e deputado federal pelo Rio de Janeiro. O senador, que foi um dos símbolos do movimento dos caras-pintadas, foi filiado ao PCdoB e ao PSTU antes de entrar no PT em 2011. Lindberg também é investigado na Operação Lava Jato.
José Pimentel (PT-CE)
Bancário aposentado, Pimentel é senador desde 2011, José Pimentel havia sido, por quatro oportunidades, deputado federal pelo Ceará. Em 2008, ele assumiu o Ministério da Previdência Social do governo Lula. Pimentel ficou por dois anos no cargo. Atualmente, ele é líder do governo no Congresso Nacional.
Telmário Mota (PDT-RR)
Autodenominado o “senador do povo”, Telmário Mota tem uma carreira política relativamente curta. Antes de ser senador, o único cargo político que havia ocupado foi o de vereador de Boa Vista (RR), entre 2007 e 2010. Em 2008, ele tentou ser eleito prefeito da cidade cidade, mas perdeu. Em 2011, foi derrotado nas eleições para o Senado. Telmário foi bancário e é formado em economia.
Bloco Parlamentar Socialismo e Democracia (PSB-PPS-PCDOB-REDE) – 3 vagas
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Foi eleito deputado estadual em 1982. Em 1986 e 1990, elegeu-se deputado federal. Em 1992, chegou à prefeitura de Petrolina, que voltou a ocupar após vencer os pleitos de 2000 e 2004. Em 2007, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco no governo de Eduardo Campos. A partir de 2011, foi ministro da Integração Nacional, no primeiro mandato de Dilma Rousseff, até outubro de 2013. Assumiu a vaga no Senado de Jarbas Vasconcelos, após ser eleito em 2015. O senador é um dos investigados na Operação Lava Jato.
Romário (PSB-RJ)
Romário é um dos senadores mais conhecido na atualidade. Antes de ocupar a cadeira no Congresso, ele foi campeão mundial pela Seleção Brasileira de futebol em 1994 e melhor jogador do mundo. A mudança dos campos para a política veio em 2011, quando foi eleito deputado federal. Ele ocupa o cargo de senador desde 2015. Dentro do Congresso, preside a CPI do Futebol.
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
É filiada ao PCdoB desde 1980. Foi vereadora em Manaus entre 1989 e 1999 e deputada federal por três mandatos consecutivos — de 1999 a 2011, quando elegeu-se ao Senado. Ocupa a função de primeira procuradora especial da Mulher no Senado. É líder do PCdoB e titular de 13 comissões e conselhos na Casa.
Bloco Parlamentar Democracia Progressista (PP-PSD) – 3 vagas
Ana Amélia (PP-RS)
Foi eleita pelo Rio Grande do Sul em 2010, com 3,4 milhões de votos. É titular de sete comissões — entre as quais estão a Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher; a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. É , ainda, suplente de outras três. Exerce a função de vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte e integra a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Em 2014, concorreu ao governo gaúcho.
José Medeiros (PSD-MT)
José Medeiros assumiu cadeira no Senado por ser primeiro suplente de Pedro Taques, empossado governador de Mato Grosso em 2015. Chegou a ser candidato a deputado federal pelo PPS em 2010, mas acabou desistindo para compor a suplência de Pedro Taques na disputa pelo Senado. Antes de assumir a cadeira na Casa, Medeiros foi presidente do PPS em Rondonópolis (MT). Em março de 2016, filiou-se ao PSD.
Gladson Cameli (PP-AC)
Em sua carreira política, já foi filiado ao PFL e ao PPS. Em 2006, no PP, foi eleito deputado federal, sendo reeleito quatro anos depois. Conquistu a vaga de senador com 58,37% dos votos válidos e assumiu a vaga de Anibal Diniz. É investigado na Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Bloco Moderador (PTB-PR-PSC-PRB-PTC) – 2 vagas
Wellington Fagundes (PR-MT)
Fagundes foi,por seis mandatos, deputado federal antes de ser eleito senador. No último pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito senador da República, com 646.344 votos e assumiu a vaga de Jayme Campos. É vice-líder do Governo, líder do PR no Senado, presidente da Comissão Senado do Futuro (CSF) – e presidente da Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog).
Zezé Perrella (PTB-MG)
José Perrella de Oliveira Costa é empresário e chegou ao Senado em 2011, após a morte do titular do mandato, Itamar Franco. Sua vida pública está ligada à presidência do Cruzeiro Esporte Clube, exercida de 1995 a 2002 e de 2009 a 2011. Foi eleito deputado federal em 1998 pelo PFL e deputado estadual em 2006 pelo PDT. Desde março de 2016, está no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Fonte: Ceará Agora

INTERIOR - Professores iniciam greve

Juazeiro do Norte. Teve início ontem a greve dos professores da rede de ensino estadual. Os servidores reivindicam um aumento de 12,67% (10,67% de reposição da infiação de 2015 e 2% de ganho real), além da convocação dos professores reclassificados no concurso de 2013, efetivação dos direitos de estabilidade, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e ampliação definitiva da carga horária. 
No Cariri, professores das principais cidades aderiram. Segundo a Associação dos Professores de Estabelecimentos Oficiais Ceará (Apoec), das 14 escolas estaduais do Crato, 13 paralisaram as atividades nesta segunda-feira. Só a escola profissionalizante Governador Virgílio Távora segue com as atividades normais. Em Juazeiro do Norte, professores de 16 das 18 escolas estaduais aderiram à paralisação e, em Barbalha, todas as três escolas tiveram as aulas suspensas.
Segundo Roberto Oliveira, secretário executivo de políticas públicas da Apoec, "há a expectativa de que professores das escolas que ainda não paralisaram as atividades o façam nas próximas horas". Na manhã desta terça, professores e alunos cratenses realizam ato pelas principais ruas, com destino à Praça Siqueira Campos, no Centro. Roberto explica que, durante a manifestação, será discutida a pauta de reivindicações. "É interessante que a população, sobretudo os alunos, saibam os reais motivos dessa greve, para tanto, iremos realizar manifestações ao longo da semana", concluiu.
No centro-sul, estudantes do Ensino Médio de Iguatu e cidades vizinhas realizaram, no sábado (23), um ato pelas ruas em apoio à greve dos professores e pela melhoria da Educação. Segundo os alunos, o movimento foi espontâneo. Eles se concentraram na Praça da Matriz, com faixas e cartazes em apoio aos docentes que também participaram. 
No Sertão Central, apesar de a vice-presidente regional da Apoec, Auricélia Vasconcelos, ter dito que "contava com a greve geral de todas as cidades da região", professores de Ibicuitinga ainda não aderiram o movimento. Em Quixadá, 250 professores, entre efetivos e temporários estão em greve. Cinco das seis escolas estão com as aulas suspensas. Na cidade, a maior queixa dos docentes é a falta de estrutura de algumas unidades. 
Sobral, no Norte do Estado, possui 12 escolas estaduais, na sede, e mais cinco, nos distritos de Taperuaba, Rafael Arruda, Aracatiaçu, Jaibaras e Jordão. Seis aderiram à greve, paralisando as atividades nessa segunda-feira. "Nessa terça-feira (26) estaremos numa grande concentração durante toda a manhã, na Praça de Cuba, no Centro, para fazermos um balanço do primeiro dia e reforçar o movimento", disse Gilvan Azevêdo, da Apeoc. 

Fonte: DN 

TSE quer identificar celular que propagou boatos sobre Bolsa Família

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Maria Thereza de Assis Moura determinou na última sexta-feira que uma empresa de telefonia identifique, no prazo de dez dias, o proprietário de uma linha de celular que teria distribuído, durante as eleições de 2014, mensagens vinculando a continuidade do programa Bolsa Família ao resultado da disputa presidencial.
A decisão foi tomada nas ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer por abuso de poder político e econômico, além da suspeita de que a campanha dos dois pode ter sido abastecida com dinheiro desviado da Petrobras, conforme informações obtidas dentro do âmbito das investigações da operação Lava Jato.
Os torpedos ligavam a possível eleição do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que acabou como segundo colocado da disputa eleitoral, ao fim do Bolsa Família e eram assinadas pelo governo federal. O Palácio do Planalto negou qualquer ligação com as mensagens.
O número que teria replicado as mensagens é de um aparelho que está registrado no Rio de Janeiro. Além dos dados do proprietário relacionados ao período entre julho e outubro de 2014, o TSE também requisitou relação de outras linhas do mesmo usuário e quantas mensagens foram por elas enviadas no período.
Relatora das ações que pedem a perda do mandato de Dilma e Temer, a ministra Maria Thereza atendeu a pedido da defesa da presidente e determinou a retirada dos autos da ação uma comparação da petista com o diabo, feita pelo PSDB.
O PSDB incluiu no documento uma reprodução de uma frase polêmica lançada por Dilma pouca antes da campanha, de que se podia fazer ‘o diabo’ numa eleição, e escreveu: ‘Vade retro, Satanás”. Os advogados de Dilma no TSE pedem que seja riscado dos autos esse trecho, sob a justificativa de ser ofensivo à presidente.
O vice-presidente Michel Temer, hoje adversária da petista, solicitou ao TSE o desmembramento dos dois processos, o que lhe permitiria responder à parte por sua prestação de contas. A Corte ainda não se posicionou acerca da questão. (das agências)
Fonte: O POVO

Intimidação. Camilo Santana afirma ter recebido ameaças anônimas

O governador Camilo Santana (PT) afirmou ontem que nos últimos meses sofreu ameaças de morte anônimas, que teriam partido de membros de facções criminosas que atuam no Ceará. Tentativas de intimidação materializadas através de mensagens para os perfis pessoais do chefe do Executivo Estadual nas redes sociais e telefonemas. Segundo ele, as ações seriam uma retaliação à postura do Estado em combater a criminalidade e fariam parte da série de atentados registrados no Estado desde o início do ano.
“Já recebi ameaças por Facebook e ameaças anônimas. E se isso é uma tentativa de intimidar o governador, nós não vamos nos intimidar. Vamos continuar trabalhando firme e forte”, assegurou, sem dar detalhes. As declarações foram feitas durante o lançamento do Bilhete Único Intermunicipal, realizado pela manhã, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
Para Camilo, o motivo das ameaças está relacionado às ferramentas utilizadas pelo Governo no combate à criminalidade, como a aprovação da lei que objetiva o bloqueio do sinal de celulares nos presídios estaduais — que ainda não foi regulamentada — e as transferências de detentos considerados de alta periculosidade para presídios federais.
“Já transferimos 13 grandes criminosos do Ceará para o Mato Grosso, para Rondônia, presídios federais que têm um controle muito mais rigoroso que os presídios estaduais, inclusive com bloqueio de celular. E tudo o que eles não querem é ir pra presídio federal. Nós já transferimos 13 e vamos continuar transferindo”, reagiu.
Desde janeiro, 28 atentados ou ameaças foram registrados no Ceará. Destes, 13 ocorreram entre os dias 2 e 6 de março, na Grande Fortaleza. Outras 15 ações criminosas se deram entre os dias 5 e 21 abril, em vários municípios. Prédios e veículos, públicos e privados, foram atacados.
Na ocasião, O POVO divulgou que a maioria dos ataques teria sido ordenada de dentro dos presídios do Estado, como a ameaça com carro-bomba deixado próximo à Assembleia Legislativa, cuja ordem partiu de dentro da penitenciária de Pacatuba.
Facções
De início, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) negou a versão. Porém, com o avanço das investigações, através de entrevistas concedidas por delegados de Polícia Civil, a pasta admitiu que parte dos atos foram ordenados por membros de facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV), que teve um dos membro presos esta semana pelo ataque ao 23º Distrito Policial, no Conjunto Nova Metrópole, em Caucaia.

Já a denúncia anônima alertando para uma ameaça de bomba no prédio do Fórum Clóvis Beviláqua, na última quarta-feira, teria sido feita por um telefonema anônimo que partiu do Estado do Piauí, segundo o governador.
“Está se tentado criar uma desestabilização da Segurança Pública. Precisamos ter muita responsabilidade, mas nós não vamos abrir um milímetro sequer em combater o crime no Estado do Ceará”, completou.
SERVIÇO
Como se cadastrar

É preciso levar original e cópia de CPF, RG e comprovante de endereço com CEP a um dos pontos de cadastramento. O cartão do Bilhete Único Metropolitano é gratuito e a primeira recarga necessária custa R$ 7,20, a ser paga por boleto bancário. O valor poderá ser usado para pagamento de passagens a partir de 1º de junho. Dez dias após o pagamento do boleto, o usuário poderá buscar o cartão do Bilhete Único com seu nome e foto.


Onde de cadastrar
Em Fortaleza: Vapt Vupt do Terminal de Messejana, Terminal do Antônio Bezerra, Terminal da Parangaba, praça José de Alencar, sede do Sindiônibus. Em Caucaia: Praça Fausto Dário Sales. Em Maracanaú:North Shopping Maracanaú
SAIBA MAIS
Segundo o superintendente do Detran-CE, Igor Ponte, a previsão é que o uso do bilhete único seja estendido para os veículo de transporte complementar somente em 2017.

Para fazer a recarga, o usuário poderá inserir o valor que desejar. O procedimento pode ser realizado em um dos pontos de cadastramento, em um estabelecimento comercial credenciado, ou pela internet pelo site www.vtefortaleza.com.br. O valor da passagem varia de acordo com o município.
Fonte: O POVO

Papa: a felicidade é Cristo, não um aplicativo no celular

13051600_1194568980554704_854355184788911131_nOs jovens voltaram a se encontrar com o Papa Francisco este domingo (24/04), desta vez para a Santa Missa por ocasião do Jubileu dos Adolescentes.
O cenário para este encontro foi novamente a Praça S. Pedro, depois da maratona de confissões sábado pela manhã – ocasião em que Francisco confessou 16 moças e rapazes.
Com a participação de cerca de 100 mil fiéis, a homilia do Pontífice foi inspirada no Evangelho do dia, no mandamento de Jesus aos discípulos, “amai-vos uns aos outros como eu vos ameis”.
“O amor é a carteira de identidade do cristão, é o único ‘documento’ válido para sermos reconhecidos como discípulos de Jesus. Se este documento perde a validade e não for renovado, deixamos de ser testemunhas do Mestre”, disse Francisco, que reconheceu que amar não é fácil. É exigente e requer esforço, pois significa oferecer algo de nós mesmos: o próprio tempo, a própria amizade e as próprias capacidades. Não é o amor das novelas. É livre, porque não possui.
O segredo para amar é Jesus, acrescentou o Papa, que oferece o dom maior, um dom para a vida: Ele nos oferece uma amizade fiel, da qual nunca nos privará. A principal ameaça que impede de crescer como se deve é ninguém se importar conosco, é nos sentirmos deixados de lado. Ao contrário, o Senhor está sempre conosco. Ele no espera pacientemente e aguarda o nosso «sim».
A felicidade não é um ‘app’ no celular
Francisco falou ainda do desejo de liberdade que os adolescentes sentem. Ser livre, afirmou ele, não significa fazer aquilo que se quer, mas é o dom de poder escolher o bem: é livre quem procura aquilo que agrada a Deus, mesmo que nos obrigue a escolhas corajosas. Ser livre é saber dizer sim e não. “Não se contentem com a mediocridade, ficando cômodos e sentados; não confiem em quem os distrai da verdadeira riqueza, dizendo que a vida só é bela se possuir bens materiais. A felicidade não tem preço, nem se comercializa; não é um ‘aplicativo’ que se baixa no celular: nem a versão mais atualizada os ajudará a torná-los livres e grandes no amor.”
Com efeito, o amor é o dom livre de quem tem o coração aberto; é uma responsabilidade que dura toda a vida; é um compromisso diário, feito também de sonhos. “Ai dos jovens que não sabem sonhar. Se um jovem dessa idade não sonha, já está aposentado.” O amor não se realiza falando dele, mas o colocando em prática! Para crescer no amor, o segredo também é o Senhor. “Quando parecer difícil dizer não àquilo que é errado, ergam os olhos para a cruz de Jesus e não larguem a sua mão que os conduz para o alto”, indicou o Papa. Esta mão que, muitas vezes, pode ser a de um pai, de uma mãe ou de um amigo para não nos deixar caídos. “Deus nos quer em pé, sempre.”
Treinar o amor
Mas também para amar é preciso treinamento, disse Francisco, como os campões esportivos, começando desde já com empenho e afinco. Como programa diário desse treinamento, o Papa sugeriu as obras de misericórdia. “Assim, se tornarão campeões de vida, campeões de amor, e serão reconhecidos como discípulos de Jesus. E lhes garanto: a alegria será completa.”
Ao final da Missa, o Papa percorreu toda a Praça S. Pedro a bordo de seu papamóvel para saudar os fiéis.
Fonte: Shalom