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17 abril 2016

FOTOS - João Paulo Oliver & Banda Sertasoul na Costelaria Central


 

 

 

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Fotos: Flávio Silva

CUT pede ao STF entrada na Câmara para acompanhar votação do impeachment

FOTO: UOLOs diretores da Central Única dos Trabalhadores (CUT) recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de sexta-feira, 15, na tentativa de conseguirem uma liberação de entrada no Congresso Nacional amanhã, 17, dia da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O “salvo conduto” pede acesso a todos os setores da Câmara, especialmente às galerias do plenário.
Eles alegam na peça que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “assumidamente a favor” do impedimento da petista e impossibilita o ingresso da sociedade civil organizada na Casa.
“É de conhecimento geral, também, que o Presidente da Câmara dos Deputados, Sr. Eduardo Cunha, vem sistematicamente proibindo a entrada da população nas instalações do Poder Legislativo Federal, em especial os manifestantes vinculados à Central Única dos Trabalhadores, que são contrários ao impeachment e que não puderam, durante toda a semana de 11 a 15 abril de 2016, entrar no Congresso Nacional para manifestar sua opinião, de forma democrática, aos parlamentares”, escrevem os dirigentes da CUT na peça.
Os sindicalistas reclamam da restrição de acesso à Câmara no período de impeachment. A presidência da Casa restringiu o acesso ao plenário a parlamentares, servidores e jornalistas credenciados. Alguns acessos normalmente utilizados serão fechados. Em comunicado, a Diretoria Geral informou que a determinação visa garantir a segurança e a proteção de pessoas e do patrimônio do prédio.
A CUT alega ao STF que não recebeu uma apresentação de “qualquer forma de organização” da entrada de pessoas nas galerias do Congresso.
Fonte: 

'Conquistar votos é uma guerra', diz Lula em encontro com movimentos sociais

lula constituicaoO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã deste sábado, 16, que deve continuar negociando com governadores e deputados hoje para conseguir votos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
“Conquistar votos é uma guerra, parece a Bolsa de Valores, sobe e desce toda hora, então temos que ficar negociando o tempo todo. Hoje, eu ainda vou conversar com três governadores”, comentou em um breve discurso durante evento público com movimentos sociais e sindicatos, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
Lula criticou o vice-presidente da República, Michel Temer, e disse que, se ele quer ser presidente, deve disputar eleições, e não tentar promover um golpe. “O PMDB é um partido grande, o Temer pode se candidatar em 2018, e aí nós vamos debater, discutir ideias”, afirmou. “Por que tentar encurtar o mandato da Dilma se ela não cometeu nenhum crime de responsabilidade?”, questionou.
O ex-presidente lembrou que ele e diversos membros dos movimentos sociais presentes no evento são da geração do golpe militar de 1964, sendo que muitos morreram na luta pela democracia. “Nós resistimos 21 anos até conseguir retomar a democracia”.
Segundo Lula, parece que a elite brasileira não gosta muito de democracia, porque é só as classes mais baixas conquistarem algumas coisas que a elite se incomoda. Ele lembrou os exemplos de Getúlio Vargas e João Goulart, que sofreram grandes pressões das elites.
Lula disse que o PT nunca pregou o ódio e a discórdia e sabe conviver com divergência de opiniões, mas respeitando as regras democráticas. Já a oposição, segundo ele, tem um conceito de democracia diferente. “A democracia deles não respeita o direito a diferenças. E não adianta carregar bandeiras verdes e amarelas para dizer que são mais brasileiros que a gente”, afirmou. “Nós somos trabalhadores. Baderneiro é quem quer derrubar a Dilma com um golpe no Congresso Nacional”.
Segundo Lula, a luta é pela democracia e o respeito à Constituição, por isso é importante conversar com os deputados para convencê-los a barrar o impeachment. “Nós não vamos sair do Brasil, não vamos nos exilar, vamos lutar pela democracia”, garantiu.
Ele lembrou que amanhã, durante a votação do impeachment na Câmara, pode ter gente que queira “provocar, causar tumultos”, mas os apoiadores do governo não podem aceitar provocações.
Fonte: Ceará Agora

Polícia registra quarto ataque a antena de telefonia

Imagem enviada ao Ceará Agora, via WhatsappUma homem foi preso e um adolescente apreendido na noite dessa sexta-feira, 15, quando promoviam o quarto ataque a antena de telefonia celular, registrado em uma semana. Além de incendiar o equipamento, que fica na Rua Mário Filho, no Bairro Mondubim, a dupla pichou na parede as letras PCC, iniciais de uma facção criminosa.
No mesmo dia uma outra torre, desta vez no Bairro Canindezinho, já havia sido atacada e a base do Programa Crack, é Possível Vencer, no Bairro Genibaú, foi alvejada por disparos de arma de fogo. A Polícia investiga para saber se as ações estão ligadas.
Fonte: Ceará Agora

Dilma deixa o Alvorada e continua reuniões no Planalto

dilma camilo cid
A presidente Dilma Rousseff deixou na tarde deste sábado, 16, o Palácio da Alvorada e foi para o Palácio do Planalto continuar as reuniões para barrar o impeachment.

Mais cedo, a presidente cancelou a visita que faria a apoiadores de seu governo que estão acampados em Brasília para concentrar todas os seus esforços na busca de votos para derrotar o impeachment no plenário da Câmara. A votação está marcada para este domingo.
Pela manhã, uma série de aliados esteve no Alvorada. Um deles foi o governador do Piauí, Wellington Dias, que afirmou que, dos dez deputados do Estado, seis vão votar contra o afastamento da presidente. O ex-governador Cid Gomes (PDT) e o deputado Sibá Machado (PT-AC) também estiveram com a presidente.
Fonte: Ceará Agora