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12 abril 2016

Usuários publicam menos conteúdo pessoal e preocupa o Facebook

O 1,6 milhão de usuários do Facebook vêm postando menos sobre suas vidas pessoais e compartilhando mais conteúdo de terceiros -como notícias, memes e vídeos. É o que apontam dados confidenciais da empresa divulgados pelo "The Information", um site sobre notícias de tecnologia.
Os números mostram que, enquanto o total de compartilhamentos vem caindo, em média, 5,5% ao ano, o compartilhamento de conteúdo original cai 21% a cada ano. 
Dentre os usuários ativos do app, apenas 39% postam conteúdo original semanalmente; destes, 6% já vêm direcionando os posts a um grupo específico de amigos, e não a todo o feed. As informações se referem ao período que vai a até meados de 2015.
Ainda segundo o "The Information", um dos funcionários familiarizados com a situação conta que o motivo para tal comportamento é o aumento do número de amigos de cada usuário. A grande "audiência" da rede social teria feito pessoas migrarem posts de cunho pessoal para plataformas com menor audiência, como o Snapchat e até mesmo o Instagram -que pertence ao próprio Facebook.

Rede aposta em novas medidas 

O comportamento pode ser prejudicial ao Facebook, pois a falta de posts pessoais pode afastar o usuário das redes. Se a timeline se tornar um simples feed de notícias e memes, há dúvidas sobre a frequência com que as pessoas se sentiriam motivadas a visitar o site. 
Por isso, no ano passado, o Facebook reuniu uma equipe em Londres responsável por ajudar a conter a queda no conteúdo original postado. Foram tomadas medidas como um novo desenho do aplicativo para celulares, que tornou os posts mais fáceis de serem feitos. 
Outro exemplo é o recurso "Neste Dia", lançado no ano passado e que relembra os usuários de datas comemorativas e recordações ocorridas em determinada data, incentivando-os a compartilhar o ocorrido. 
A ação mais recente do Facebook nesse sentido inclui a expansão do Live Video a todos os usuários. A ideia é que, com a ferramenta para produção de vídeos ao vivo, os usuários se sintam encorajados a usar o Facebook para compartilhar momentos pessoais -de forma semelhante ao que ocorre com o Snapchat.

Fonte: DN

Pesquisa aponta desconfiança dos usuários com os comunicadores online

A maioria dos internautas consideram os canais de comunicação online algo não confiável, e ainda assim os utilizam regularmente, inclusive para discutir temas privados. Estas foram as conclusões de uma pesquisa da Kaspersky Lab com a B2B International.
Segundo o estudo, os usuários consideram programas de troca de mensagens por fotos como os mais inseguros, 70% dos entrevistados veem essas ferramentas dessa forma. Além disso, 62% não confiam nas aplicações móveis de mensagens instantâneas (incluindo redes sociais), 61% desconfiam de chamadas online (VoIP) e 60% não acham os serviços de vídeo chat seguros. 
Por outro lado, os entrevistados indicaram os comunicadores em redes sociais (37%), os aplicativos móveis de troca de mensagens (25%) e as chamadas online (15%) como as ferramentas de comunicações online mais utilizadas por eles. Curiosamente, os homens fazem chamadas VoIP com mais frequência do que as mulheres (17% vs. 14%), enquanto elas usam mais as redes sociais (41% vs. 35%). De acordo com os entrevistados, as ferramentas não são utilizadas apenas em casa, mas também em lugares públicos - no escritório e durante viagens. 
Estas conclusões estão alinhadas com os resultados do quiz “conhecimentos cibernéticos” da Kaspersky Lab, que apontaram que 35% dos internautas ao redor do mundo trocam informações privadas por meio de qualquer app disponível para eles. Apenas 28% afirmaram que não discutem questões pessoais on-line. 
Naturalmente ninguém precisa parar de usar as soluções online de mensagens, porém é importante tomar o cuidado necessário ao enviar informações pela internet. É importante também que o usuário escolha com cuidado suas comunicações pessoais e apenas use dispositivos protegidos com senhas e uma solução de segurança. 
Para a Kaspersky Lab, existe e sempre existiu uma tensão entre o direito individual à privacidade de dados e a preocupação com a segurança. Este cenário não mudará, a não ver que haja uma mudança nas prioridades dependendo do contexto geopolítico e de segurança. O mais importante é encontrar o equilíbrio certo, pois a criptografia é o coração da privacidade de dados e, como as recentes notícias internacionais mostraram, o debate está e destaque. 
“Não há dúvidas que desenvolver produtos com mais segurança tornará o mundo um lugar melhor e temos que aplaudir os recentes esforços da Apple e WhatsApp visando a proteção da privacidade dos usuários por meio da adoção de uma criptografia fim-a-fim em seus serviços de mensagens instantâneas”, afirma Aleks Gostev, chefe do time de especialistas em segurança (GReAT) da Kaspersky Lab. 
De acordo com o especialista, estas atitudes tornam o e-mail a forma mais vulnerável entre as comunicações digitais, pois serviços gratuitos transferem as mensagens no formato de textos simples e o usuário não tem nenhuma garantia se os dados estão seguros. Então não é surpresa alguma que ele seja o principal vetor de ciberataques, pois permite que golpistas tenham acesso às redes dos usuários/empresas, suas informações e seu dinheiro.
A Kaspersky Lab vê diariamente ataques mirando banco de dados de e-mail. E o mais recente e, certamente, o maior exemplo foi o vazamento de dados dos chamados Panama Papers, que acredita se surgiu após uma violação em um servidor de e-mail no ano passado.
“A criptografia fim-a-fim vai prevenir ataques como o Man in the Middle, onde um criminoso intercepta uma conexão do usuário com o servidor. Porém esta proteção é raramente oferecida e a comunicação por e-mail é o método que mais precisar de criptografia hoje. Quanto mais cedo, melhor. E esta decisão precisa ser tomada pelos grandes provedores. O WhatsApp fez o certo: cifrou tudo, para todos os seus 1 bilhão de usuários, de uma só vez. Agora deve ser a vez dos e-mails”, opina Gostev.

Fonte: DN

Eleitor com mobilidade reduzida tem até 4 de maio para se transferir de seção

títuloNo próximo dia 4 de maio termina o prazo para que os eleitores com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida peçam a transferência para votar em uma seção especial. Após pedir a transferência, eles precisam informar à Justiça Eleitoral o tipo de restrição que têm. Essa segunda etapa dever ser feita até 4 de agosto.
Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país estão registrados quase 700 mil eleitores com algum tipo de deficiência.  As normas para atender a essas pessoas estão em resoluções do próprio TSE.
Aprovada em 2002, uma das resoluções estabelece que os juízes eleitorais devem criar as seções destinadas aos eleitores com algum tipo de deficiência. Nas localidades onde não for possível criar uma seção destinada a essas pessoas, uma que já existe deve ser aproveitada para funcionar como especial. A resolução estabelece ainda que as seções especiais devem ficar em locais de fácil acesso e ter estacionamento próximo, entre outros aspectos. Em 2010, o tribunal passou a permitir que esse eleitor seja acompanhado por uma pessoa de confiança para votar.
Além das seções especiais, a Justiça utiliza alguns recursos para auxiliar os eleitores. Entre eles está o teclado em braile (sistema de leitura com o tato para deficientes visuais) nas urnas eletrônicas.
Fonte: Agência Brasil 

Renato Aragão pode perder até R$ 1 milhão em processo

O humorista Renato Aragão perdeu em segunda instância um processo movido pela atriz Fernanda Brasil, protagonista do filme A Filha dos Trapalhões, de 1984, lançado pela produtora de Renato.
Fernanda pede indenização sobre os direitos de imagem, uma vez que o longa já foi relançado várias vezes, e já recebeu R$ 20 mil por danos morais, que ainda serão corrigidos com juros e correção. O valor dos danos materiais ainda será calculado por um perito judicial, mas há estimativas de que ultrapasse a cifra de R$ 1 milhão. O processo também envolve a Europa Filmes, a TV Globo e a Infoglobo.
Em entrevista ao colunista Leo Dias, Fernanda contou sobre o momento em que resolveu entrar na Justiça: “Um amigo me deu um DVD desde filme de presente e disse: ‘Você deve estar rica, hein’. Aí eu cheguei à conclusão de que não poderia mais ficar parada”. Renato Aragão não foi encontrado para comentar o caso.
Fonte: Ceará Agora

Comissão do Impeachment aprova parecer pelo afastamento de Dilma

FOTO: ANDRÉ DUSEK/ ESTDAÃOA Comissão Especial do Impeachment da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta segunda-feira, 11, o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade da abertura do processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff. Foram 38 votos a favor e 27 contrários.
O parecer aprovado será encaminhado ao plenário da Câmara, onde será lido na sessão imediatamente após a votação. A leitura do relatório deve ocorrer nesta terça-feira (12) em sessão ordinária da Casa. Posteriormente, a peça será publicada no Diário Oficial da Câmaraveiculado na próxima quarta-feira (13).
Após a publicação, 48 horas depois, o parecer entrará na pauta de votações da Câmara, como primeiro item a ser discutido e votado. A previsão, até o momento, é que a discussão seja iniciada na próxima sexta-feira (15). A votação em si deve ocorrer no próximo domingo (17).
Para ser aprovado, serão necessários os votos de dois terços dos deputados, ou seja, 342, dos 513 parlamentares. Se aprovado, o parecer será encaminhado ao Senado, que analisará a admissibilidade do processo em sessão plenária. Se o relatório não obtiver os 342 votos  na Câmara, a denúncia será arquivada.
Fonte: Ceará Agora