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11 abril 2016

Ex-vereador é assassinado com tiros na cabeça no interior do Ceará

Um ex-vereador foi assassinado neste domingo (10), em São João do Jaguaribe, na Região do Jaguaribe. De acordo com a Polícia Militar, o crime foi no Sítio São Braz, zona rural do município. Ainda segundo a polícia, o ex-vereador, Benedito Mendes Cabral, de 66 anos, foi morto com vários tiros de pistola ponto quarenta, muitos deles na cabeça.
A polícia informou ainda que dois homens chegaram em uma moto e atiraram.
A vítima já havia sido vereador da cidade deLimoeiro do NorteA Polícia Militar avalia a possibilidade de um crime de execução, mas não tem evidências dos motivos que teriam levado ao homicídio. Até a manhã desta segunda-feira (11), ninguém foi preso.

Fonte: G1/CE

Líder em pesquisa, Lula já fala em eleições gerais

lula-melhor-presidenteO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em reuniões com integrantes do PT e líderes partidários, que, caso não tenha autonomia para tocar o governo após uma eventual vitória de Dilma Rousseff no impeachment, deixará que avancem no partido e entre os aliados as discussões pela realização de eleições gerais.
A ideia de Lula tem respaldo de lideranças do PMDB como o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), que mantém distância do vice-presidente Michel Temer, sucessor de Dilma no caso de o impeachment passar no Congresso. Na semana passada, Renan defendeu a realização de eleições gerais. A senadores, o peemedebista disse não descartar a criação de uma comissão especial para reunir todas as propostas em debate.
As conversas entre Lula e Renan se intensificaram desde que o ex-presidente voltou a atuar diretamente nas negociações com o Congresso.
Segundo lideranças do governo, não foi por acaso que o peemedebista afirmou na última semana que “vê com bons olhos” a realização da eleição geral, mesmo não havendo nenhuma proposta concreta sobre o tema. “Acho que, se a política não arbitrar saídas para o Brasil, não podemos fechar nenhuma porta”, disse Renan na terça-feira.
A estratégia de uma nova eleição geral antes de 2018 é tratada de forma sigilosa para não melindrar integrantes da base aliada que ainda estão indecisos em relação à votação do impeachment.
O debate no plenário sobre o afastamento de Dilma deve ter início no próximo dia 15. A ideia surge, entretanto, em meio aos levantamentos de intenção de votos que apontam o petista na frente de uma possível disputa pelo Palácio do Planalto.
A mais recente pesquisa do instituto Datafolha mostra Lula na liderança das intenções de voto para presidente com 21% no cenário em que disputa com os candidatos mais prováveis. Ele é seguido de perto por Marina Silva (Rede), que conta hoje com 19% e pelo senador Aécio Neves (PSDB), com 17%. Jair Bolsonaro (PSC) tem 8% e Ciro Gomes (PDT), 7%.
O posicionamento do petista a favor da antecipação das eleições gerais se deve, em parte, ao receio de que, se Dilma conseguir se salvar no Congresso, ela volte a atuar sem ouvir os conselhos de seu “tutor”, principalmente em áreas como a economia, considerada crucial para a “refundação” do governo.
Economia
Nas conversas em Brasília, a avaliação de Lula tem sido a de que a crise econômica é o principal indutor dos problemas enfrentados no Congresso. O foco de possíveis mudanças na economia pós-impeachment deverá ser a classe média e a classe média baixa. Para isso, Lula quer retomar a ideia de “dinamizar a economia” com a facilitação da liberação de crédito.
As mudanças defendidas pelo ex-presidente têm encontrado, contudo, resistências do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Para ele, o uso das reservas internacionais, por exemplo, pode ser um sinal ruim aos investidores estrangeiros.
Apesar de possíveis resistências dentro do Palácio do Planalto, o sentimento é de que, se não houver uma guinada conduzida pelo ex-presidente, ele e o PT vão “sangrar” até a próxima eleição de 2018, podendo não ter forças para manter o projeto de poder em curso desde 2001. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora

Durante uma briga, Pai mata o próprio filho com golpe de faca no pescoço em Milhã

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Casa onde o crime aconteceu, em Milhã. (Foto: Portal DM)
Um homem identificado como Chico Araújo matou o próprio filho, um agricultor de nome Antônio Eudes Soares, de 41 anos, durante uma briga na localidade de Serra Verde, na Zona Rural de Milhã.
Segundo informações preliminares, o pai atingiu o filho com um profundo golpe de faca no pescoço e vários outros pelo corpo, matando-o de imediato.
Após o crime, o genitor assassino, já idoso, fugiu do local. A Polícia reliza buscas, mas até o momento não conseguiu capturar o acusado.
O crime deverá ser investigado pela Polícia Civil de Senador Pompeu.

À véspera da votação do impeachment, governo 'libera' R$ 7,5 bi para idosos

indoor---senado-aprova-isencao-do-ir-aos-aposentados-acima-de-60-anos-beneficiados-pela-previdencia-social-projeto-ira-a-camara-1267561992859_956x500Para seguir a recomendação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de pôr “dinheiro na mão do povo”, o governo tira uma nova carta da manga. Às vésperas da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados Caixa e Banco do Brasil começam a avisar a cerca de 4,6 milhões de brasileiros com idade acima de 70 anos que cada um tem direito a receber, em média, R$ 1.607.
No total, serão injetados R$ 7,5 bilhões na economia quando esses beneficiários sacarem as contribuições que foram realizadas ao PIS/Pasep até a data da promulgação da Constituição de 1988, juntamente com os rendimentos de todos esses anos. Segundo o Tesouro Nacional, gestor do fundo, 3,79 milhões dos cotistas com mais de 70 anos eram empregados da iniciativa privada – por isso devem sacar o benefício na Caixa – e 830 mil eram do quadro de servidores públicos – portanto, devem buscar o dinheiro no Banco do Brasil.
O Fundo PIS/Pasep foi abastecido até outubro de 1988 pelas contribuições que empresas e órgãos públicos faziam para cada um dos contratados. Quando o dinheiro foi reunido em um único fundo a maior parte dos cotistas não se enquadrava nas exigências para sacar os benefícios. Depois, o fundo foi caindo no esquecimento.
Uma campanha intensiva para que as pessoas busquem o dinheiro que têm direito está sendo avaliada por alguns integrantes do governo como uma das poucas boas notícias que a presidente pode dar às vésperas da decisão do afastamento dela pelos deputados. Cogita-se até mesmo a possibilidade de Dilma aproveitar uma cerimônia no Palácio do Planalto para, em meio a um grande anúncio de medidas de estímulo à economia, incorporar a benesse.
Esse direito é diferente do abono salarial, um adicional pago todo ano para quem recebe, em média, até dois salários mínimos por mês. Além de ter mais de 70 anos, outros casos dão direito ao benefício, como aposentadoria e doença grave. Quando o cotista já tiver morrido, os herdeiros dele podem sacar o dinheiro. Para saber se tem algo a receber, quem trabalhou antes de 1988 deve procurar a Caixa ou o BB com documento com foto e o número do PIS ou Pasep.
Segundo os números mais atuais, de junho de 2015, o fundo tem 30 5 milhões de cotistas, sendo 25,5 milhões de empregados da iniciativa privada e 5 milhões de servidores públicos. Nem todos porém, atendem aos critérios que dão direito a sacar todo o saldo da conta. O saldo médio geral é de R$ 1.135.
Divulgação
A Controladoria-Geral da União (CGU) recomendou, em dezembro de 2014, que o fundo deveria “envidar esforços” para localizar os beneficiários. “É necessário aprimorar as formas de divulgação sobre o Fundo PIS/Pasep para que os benefícios cheguem até seus cotistas”, diz o texto do órgão de controle. As pessoas que não se enquadram nas exigências para sacar todo o saldo da sua conta podem anualmente pegar o rendimento do dinheiro investido. No entanto, segundo a CGU, apenas a metade dos beneficiários fizeram isso.
O governo nunca se empenhou em colocar a recomendação em prática até mesmo porque os recursos do Fundo PIS/Pasep servem como fonte para a linha de crédito do BNDES para aquisição de máquinas e equipamentos. Do total de R$ 37,9 bilhões de ativos do fundo, a carteira do Finame está em torno de R$ 19 bilhões.
Representante dos trabalhadores da iniciativa privada no conselho diretor do fundo, o economista Marcos Perioto, ligado à Força Sindical, diz que o governo quer cruzar os dados dos beneficiários com as informações da Receita Federal e do Ministério do Trabalho e Previdência para uma maior efetividade da campanha. “Qualquer iniciativa nesse sentido é positiva para as pessoas sacarem os recursos em vez de fazer essa poupança forçada para o governo”, afirma.
Procurados, Caixa e BB confirmaram que estão enviando malas diretas para os beneficiários com idade igual ou superior a 70 anos. Os bancos também vão divulgar nas redes sociais, por meio de telefone e internet, além de afixar cartazes nas unidades. Segundo a Caixa, mais de 4 mil agências no Brasil estão habilitadas a prestar informações e efetuar os pagamentos para os beneficiários que atenderem aos requisitos do PIS. No BB, são mais de 5 mil para atender os antigos servidores públicos, cotistas do Pasep. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Ceará Agora

'Placar do Impeachment': Comissão tem maioria pró-impeachment

camara deputadosDos 65 titulares da Comissão Especial do impeachment da Câmara, 35 declaram ser favoráveis ao afastamento da presidente Dilma Rousseff, segundo o Placar do Impeachment do jornal O Estado de S. Paulo. O colegiado formou maioria a favor do processo de impedimento de Dilma na quinta-feira, com a mudança de posicionamento do deputado Paulo Maluf (PP-SP).
Com o voto de Maluf, a comissão passou a ter parlamentares suficientes para aprovar o parecer do relator, Jovair Arantes (PTB-GO), que diz que a denúncia contra a presidente detém “todas as condições jurídicas e políticas” para ser aceita.
Do total de titulares da comissão, 20 deputados se dizem contra o afastamento de Dilma, 8 estão indecisos e 2 não quiseram responder. Até as 23h15 de ontem, o placar registrava 291 votos a favor do impeachment e 115 contra. Havia, ainda, 61 indecisos e 46 no grupo dos que não quiseram responder. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora