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29 março 2016

Cabo do Exército é morto em assalto quando entregava convites de chá de panela

A Polícia está à procura dos dois suspeitos de terem assassinado um cabo do 23º Batalhão de Caçadores (BC) do Exército Brasileiro (EB), durante uma tentativa de assalto ocorrida no bairro Messejana, no último sábado (26). De acordo com informações do EB, José Edvan Melo de Carvalho Júnior, de 24 anos, estava com a noiva entregando convites para o chá de panelas deles, quando foi abordado por dois homens que ocupavam uma motocicleta.
Conforme o coronel Luís Benício, relações públicas da 10ª Região Militar, o cabo não reagiu ao assalto e mesmo assim foi baleado. “Ele estava em um automóvel Celta com a noiva, quando dois homens em uma moto se aproximaram e anunciaram o assalto. Ele não reagiu e mesmo assim levou um tiro na barriga”, declarou Benício com base em informações repassadas pela Polícia. 
Ainda conforme o o咤cial, José Edvan Júnior foi socorrido e encaminhado ao Hospital Distrital Edmilson Barros de Oliveira, o ‘Frotinha de Messejana’, onde foi submetido a uma cirurgia, mas morreu, na madrugada de domingo, enquanto esperava uma vaga para ser removido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade de saúde. 
Até o momento nenhum dos envolvidos no caso foi preso, mas as diligências a procura da dupla estão em curso.

Comoção 

O cabo do EB foi sepultado, no último domingo, no cemitério Jardim Metropolitano, no município de Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza 

Fonte: DN

Disputas municipais. A eleição de 2016 que já começou

Atualizada às 14h21 do dia 21/12 
Pelo menos 12 prefeituras cearenses sofreram mudanças nos seus comandos desde 2013, primeiro ano de mandato dos gestores que foram eleitos em 2012. Em outros três municípios, prefeitos tentam na justiça manter seus mandatos. As razões mais comuns pelas quedas ou afastamentos de prefeitos são casos de corrupção na administração pública e cassação de registro de candidaturas por alguma irregularidade encontrada pelas autoridades públicas.

De acordo com levantamento feito pelo O POVO.dom, com informações do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), da Associação dos Prefeitos do Estado do Ceará (Aprece) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE), gestores de 5 cidades chegaram a ser afastados, mas conseguiram retornar aos seus cargos pelas vias judiciais; 7 administradores municipais deixaram os governos. Um deles, apenas, por vontade própria, para se candidatar ao cargo de deputado estadual; outros 3 municípios têm seus prefeitos com os mandatos cassados pelo TRE, porém ainda aguardando definição por parte do Tribunal Superior Eleitoral.

Baturité
A instabilidade de entra e sai de prefeitos das administrações gera diferentes formas de disputas entre aliados e opositores. Eleito em 2012, o prefeito de Baturité, Bosco Cigano (Pros), foi afastado duas vezes pela Câmara Municipal e retornou ao posto em junho deste ano. No período de afastamento, tomou posse a vice-prefeita, Cristiane Braga (PT). A vice e o prefeito são rompidos politicamente. Somando-se à disputa dos dois ex-aliados, os vereadores da Câmara Municipal são inconstantes. Ora afastam o prefeito, ora tornam-se base aliada. 

O POVO.dom visitou o município e conversou com o prefeito. Apesar dos dois afastamentos pela Casa Legislativa, Cigano garantiu que atualmente tem maioria e consegue governar sem prejuízo para a população. No entanto, no dia da presença da reportagem, o transporte escolar estava paralisado. O prefeito delegou a paralisação aos vereadores oposicionistas. “Um (vereador) rompeu hoje comigo no programa de rádio. Ele era um dos meus maiores defensores, mas foi ficando insatisfeito”. O gestor diz que a oposição já trabalha para derrotá-lo no ano que vem. A vice-prefeita afirmou à reportagem que será candidata contra o ex-aliado nas eleições municipais de 2016.
Fonte: O POVO

PMDB fortalece Temer e entregará 7 pastas e 600 cargos no rompimento com Dilma

temer-pmdb_c78652b6Num raro movimento de união partidária na história do partido, o PMDB vai aprovar na tarde desta terça-feira (29/03) o rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. A decisão, que deve ser tomada por aclamação em convenção partidária e levará à entrega de sete ministérios e outros 600 cargos na máquina pública federal, têm por objetivo fortalecer o vice-presidente e presidente do partido, Michel Temer, beneficiário direto de um eventual impeachment de Dilma.
A iniciativa do PMDB, maior partido da Câmara e do Senado e que preside as duas Casas Legislativas, reforça também o isolamento da presidente às vésperas da votação do pedido de abertura de processo de afastamento dela pelos deputados.
Na conversa que teve em São Paulo no domingo (27), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou em vão dissuadir o presidente do partido de comandar um afastamento do partido em relação ao governo. Na ocasião, o vice deixou claro que o partido trabalhará pelo impeachment de Dilma.
Na eleição de 2002, o PMDB seguiu rachado na eleição de Lula – naquela disputa, o partido participou com a ex-deputada Rita Camata (ES) como vice do então candidato tucano, José Serra. Em seguida, aproximaram-se aos poucos da gestão do petista, ganhando ministérios, compuseram a chapa à reeleição de Lula em 2006 e, nas eleições de 2010 e 2014, Temer foi vice na chapa de Dilma. Atualmente, só perde para o PT em participação no governo.
Ontem, logo após uma reunião em que o vice e o presidente do Senado e um dos principais aliados da petista no Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), fecharam um acordo do desembarque do partido, um aliado de Temer, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, antecipou-se à decisão da convenção e pediu exoneração do cargo.
Os outros seis ministros do partido terão até o dia 12 de abril para deixar os postos. São eles: Marcelo Castro (Saúde), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Eduardo Braga (Minas e Energia), Mauro Lopes (Secretaria de Aviação Civil), Kátia Abreu (Agricultura) e Helder Barbalho (Secretaria de Portos). Nos bastidores, Castro e Braga são os que mais resistiam a entregar os cargos. Kátia Abreu, por sua vez, poderia até deixar a legenda.
A decisão do PMDB de romper com o governo deve se dar por aclamação, em que não haverá o registro de voto nominal dos 119 integrantes do Diretório Nacional da legenda aptos a votar. Para não ser acusado da pecha de que patrocina uma eventual derrubada de Dilma, Temer não comparecerá ao ato partidário que será realizado em uma das comissões da Câmara, previsto para começar às 15 horas. Deverá caber ao 1º vice-presidente do partido, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a condução dos trabalhos.
O desembarque oficial do maior partido do Congresso da Esplanada dos Ministérios poderá levar à saída de outras legendas da base aliada de Dilma. Partidos de centro do espectro político têm sido instados a abandonar a petista e a liberar as bancadas a votarem como quiser em relação ao impeachment da presidente, mesmo tendo participação no governo: o PP (com o Ministério da Integração Nacional), o PR (com os Transportes) e o PSD (com as Cidades).
Esse grupo deve reforçar a articulação dos principais partidos de oposição em favor da queda de Dilma, uma vez que eles abandonaram uma saída para a crise política pela cassação da chapa Dilma e Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a consequente novas eleições, se ocorresse ainda este ano. A demora pela via do TSE, que não tem prazo para apreciar as ações da campanha da presidente, pesou contra.
Diante do fortalecimento de Temer, que tende a aglutinar o PMDB e atrair partidos hoje na base de Dilma, o Palácio do Planalto decidiu lançar mão de duas estratégias principais para impedir que haja pelo menos 342 votos de deputados federais no plenário a favor da abertura do processo.
A primeira é atuar no varejo dos partidos – e não em suas direções – a fim de cabalar apoios. A outra é colar a imagem de que o vice conspira com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e réu na Operação Lava Jato, para derrubá-la.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora

Acordo para livrar Cunha da cassação envolve renúncia ao cargo

cunha sessãoDe acordo com a colunista Mônica Bergamo da Folha de São Paulo, começa a ser alinhavado um acordo para livrar Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da cassação, caso Temer assuma o governo. Ele renunciaria à presidência da Câmara dos Deputados sob o argumento de que o novo governo precisaria articular nova maioria no parlamento. Seria suspenso pelo conselho de ética, mas manteria o cargo, garantindo o foro privilegiado.
Segundo Mônica o acerto só será possível, no entanto, caso o STF (Supremo Tribunal Federal) não atenda ao pedido da Procuradoria Geral da República, que defende que Cunha seja afastado do cargo.
Com informações da Folha de São Paulo.
Fonte: Ceará Agora

Aratuba se despede da ex-primeira dama, Suerda Santos

Foi sepultado na manhã desta terça-feira (29), em Aratuba, o corpo da ex-primeira-dama, Suerda Santos, que morreu na manhã da última segunda-feira, 28, na Capital.

Dona Suerda era casada com o saudoso Ivan Santos, ex-prefeito de Aratuba, pai do ex-prefeito Wolner Santos e avô do prefeito Ivan Neto.

Em nota oficial o legislativo aratubense, lamentou o falecimento de Dona Suerda.

A família Santos tem uma ligação muito forte com a história política e comunitária de Aratuba. Vários de seus integrantes ocuparam cargos públicos, contribuindo de forma expressiva para para o desenvolvimento do município.

“Esse momento entristece não só aos familiares, mas toda a comunidade a comunidade de Aratuba”, disse o vereador Gerson Castelo.

Marina Silva diz que Temer na Presidência provocaria "bololô"

Foto: Carol Caminha/GshowA ex-ministra Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, disse na madrugada desta terça-feira, durante entrevista ao apresentador Jô Soares, no Programa do Jô, da TV Globo, que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, se aprovado, cumpriria uma “formalidade”, mas não sua “finalidade”.
Se o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumisse, segundo ela, ocorreria um “bololô”. A expressão foi usada antes pelo apresentador, para se referir à possibilidade de afastamento da presidente e do vice, que provocaria, segundo ele, uma confusão ainda maior que o impeachment. Para Marina, no entanto, Dilma e Temer têm responsabilidades equivalentes pela atual crise. “Os dois partidos (PT e PMDB) estão implicados igualmente”, afirmou Marina.
A ex-ministra voltou a defender que a melhor saída para a crise seria a impugnação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que provocaria novas eleições se ocorresse ainda em 2016.
Jô tratou a entrevistada como candidata e perguntou se ela já teria escolhido nomes para o Ministério.
Marina negou que já tenha tomado qualquer decisão. “Não é uma mentira branca nem mentira negra ou preta”, disse a ex-ministra, rejeitando a insinuação de que ela estaria escondendo suas pretensões. “É a mais profunda verdade e pago um preço muito alto quando digo que não sei se serei candidata. Meu objetivo de vida não é ser presidente, é ver o Brasil melhor”, afirmou.
A líder da Rede Sustentabilidade afirmou que pensa na possibilidade de concorrer ao Planalto, mas que não quer “instrumentalizar” a crise. “O mais importante é dar contribuição genuína. (…) Não fico ligada em pesquisa de opinião. É um registro de um momento. E é um momento muito delicado da vida do nosso país, com inflação, desemprego, juros altos e descrença nas lideranças políticas”, afirmou a ex-ministra.
Marina foi candidata a presidente em 2010, pelo PV, e em 2014, pelo PSB – na vaga herdada de Eduardo Campos, morto em desastre aéreo durante a campanha.
Fonte: Estadão Conteúdo
Fonte: Ceará Agora

Temer diz a Lula que PMDB está fora do governo

lula temerEm conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final da tarde de domingo, 27, em São Paulo, o vice-presidente Michel Temer descartou a possibilidade de que o PMDB continue no governo Dilma Rousseff. Segundo interlocutores do petista, Temer teria dito que o processo de afastamento está muito adiantado nas bases do partido e é praticamente certo que o PMDB decida nesta terça-feira, 29, pelo desembarque.
Nesta segunda-feira, 28, em entrevista a veículos de imprensa estrangeiros, também em São Paulo, Lula deu como certa a saída do PMDB do governo. Segundo o ex-presidente, a estratégia para barrar o impeachment de Dilma a partir de agora é atrair setores do partido à revelia da direção peemedebista, a exemplo do que aconteceu em 2003, quando integrantes do PMDB assumiram postos no primeiro governo Lula sem que a sigla tivesse aderido formalmente.
“Vai acontecer o que aconteceu em 2003 e vamos ter uma espécie de coalizão sem a concordância da direção. Não sei se é possível mas acho que é”, disse Lula.
De acordo com ele, os sete ministros peemedebistas disseram que não vão deixar os cargos, independentemente da decisão da direção na reunião de amanhã, e vão ajudar nas articulações para manter setores do partido contra o impeachment.
“Pelo que estou sabendo, os ministros do PMDB não sairão. Vou conversar com muita gente do PMDB”, disse Lula aos jornalistas estrangeiros.
No meio da tarde, o ex-presidente viajou para Brasília acompanhado do presidente do PT, Rui Falcão, para uma série de conversas com parlamentares de vários partidos, principalmente do PMDB. O petista incluiu Temer entre as futuras conversas, mas um novo encontro não foi agendado.
Segundo interlocutores de Lula, a dúvida do governo agora é quanto ao tamanho da ala peemedebista que vai abandonar Dilma. Lula e o PT vão agir para evitar que a reunião desta terça-feira reforce a ideia de que Temer está passando um rolo compressor sobre o PMDB e arraste consigo partidos menores que ainda se mantém fiéis ao governo.
Fonte: Ceará Agora

Prefeito de Baturité é cassado por 11 votos a 2

O prefeito do município de Baturité, João Bosco Pinto Saraiva (Pros), conhecido como “Bosco Cigano”, teve seu mandato cassado após sessão extraordinária realizada pela Câmara Municipal na noite desta segunda-feira (28). Dos 13 vereadores da cidade, 11 votaram a favor e 2 contra a cassação.
Com a decisão dos vereadores, João Bosco deve ter o mandato extinto e a vice-prefeita Cristiane Braga (PT) deve assumir a prefeitura de Baturité. Segundo a ata da Câmara Municipal, os parlamentares concordaram, ao votar, que o então prefeito cometeu infração política e administrativa. 
“Bosco Cigano” já havia sido afastado do mandato em outras ocasiões. No ano passado, a Justiça Estadual determinou que o gestor se afastasse da prefeitura por 180 dias. Dentre as suspeitas na ocasião, estavam irregularidades na licitação feita para contratação de empresa para realizar a coleta de lixo e supostas cobranças indevidas de taxas aos feirantes da cidade. 
Até a publicação desta matéria, a reportagem não conseguiu entrar em contato com João Bosco. 

Fonte: DN