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22 fevereiro 2016

Baturité corre o risco de ficar fora do consorcio da policlínica

Policlinica de Baturité
Os municípios de Aracoiaba, Aratuba, Baturité, Capistrano, Guaramiranga, Itapiúna, Mulungu e Pacoti formam o consórcio público de saúde da microrregião de saúde de Baturité, responsável pela gestão da Policlínica  Clóvis Amora Vasconcelos.–  ofertados A população de oito municípios do Maciço de Baturité não está mais se deslocando para Fortaleza para realizar consultas médicas em otorrinolaringologia e oftalmologia e exames de endoscopia digestiva, especialidades que apresentavam maior carência de oferta de serviços na região. Esses serviços agora são garantidos na Policlínica Clóvis Amora Vasconcelos, construída pelo governo do Estado.

Em abril, os municípios da 4ª microrregião de saúde, que somam 133 mil habitantes, demandaram um número ainda reduzido de atendimentos em relação à oferta de serviços. Foram 178 consultas médicas especializadas, 173 exames de imagem e 10 atendimentos em especialidades não médicas, totalizando 361 atendimentos realizados, para uma oferta de 2.125 atendimentos. O encaminhamento de pacientes para a policlínica é feito pelas secretarias municipais de saúde, a partir da solicitação de consultas e exames feitas pelos médicos da atenção básica de saúde.
A distribuição de vagas para atendimento é proporcional à população de cada município. Toda a regulação é feita por computador pelo Sisreg III, sistema on-line criado pelo Ministério da Saúde para o gerenciamento de todo complexo regulatório indo da rede básica à internação hospitalar, visando a humanização dos serviços, maior controle do fluxo e otimização na utilização dos recursos.

Mas a população de Baturité corre o risco de ficar sem estes serviços, segundo o vereador Ozanan Moreira, o prefeito João Bosco Pinto saraiva (Bosco Cigano) não renovou o contrato com a instituição que segundo ele já se venceu e ainda deve o repasse de meses anteriores referente a prestação dos serviços. Segundo o mesmo os serviços não foram suspensos pois o mesmo pediu um prazo, pois haverá uma reunião nesta quarta – feira para tratar deste problema que afeta diretamente as pessoas mais simples de nossa cidade.
A situação de Baturité cada dia fica mais caótica, sem dispor de um hospital publico, a UMPA totalmente sucateada e o total descompromisso do gestor municipal com a saúde de Baturité deixa as famílias de nossa cidade cada vez mais e mercê da sorte, sendo cada um por se e Deus por todos.
Hoje a única instituição com capacidade e qualidade para atender as pessoas de nossa cidade esta sem condições de fornecer seus serviços em virtude da irresponsabilidade do poder público e o faz de conta com a saúde se torna cada dia mais visível para a população de Baturité.
Texto e Pesquisa: João Paulo Freitas 
Foto: Tv Maciço

Fonte: TV Maciço

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