Buscar

21 dezembro 2015

Após erro, Miss Filipinas é coroada Miss Universo

A Miss Filipinas, Pia Alonzo Wurtzbach, foi coroada Miss Universo 2015, na
noite deste domingo (20), depois que o apresentador do concurso cometeu
um erro ao anunciar como vencedora a Miss Colômbia. A coroa foi retirada
da colombiana e repassada para Pia logo em seguida. Veja como foi:
Portanto, a segunda colocada foi a representante da Colômbia, e a terceira
foi a candidata dos EUA. 
O Miss Universo foi realizado no The AXIS, Planet Hollywood Resort and
Casino, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
 
A gaúcha Marthina Brandt, representante do Brasil, ficou entre as 15
mulheres mais bonitas do mundo.


Fonte: DN

Lula afirma à PF que hospedou pecuarista na Granja do Torto

lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou em depoimento à Polícia Federal sua relação de amizade com o pecuarista José Carlos Bumlai, preso na Operação Lava Jato. No depoimento, colhido nesta semana, Lula disse que recebeu o empresário em Brasília e que “não sabe precisar quantas vezes” o pecuarista se hospedou na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República.

Conforme revelou o Estado na sexta-feira, antes de o depoimento se tornar público, os investigadores fizeram diversos questionamentos a Lula sobre suas relações com Bumlai. O empresário, preso em Curitiba, confessou ter tomado, em seu nome empréstimo de R$ 12 milhões no banco Schahin para o caixa 2 do PT – o valor nunca foi pago.
No depoimento, Lula afirma que conheceu Bumlai na campanha para as eleições presidenciais de 2002, quando gravou um programa eleitoral sobre agricultura em uma fazenda do empresário. O ex-presidente disse que não falou com Bumlai sobre empréstimo em benefício do PT e que “jamais tratou sobre dinheiro ou valores” sobre o empresário ou realizou qualquer transação financeira.
O ex-presidente declarou que Bumlai “nunca pediu qualquer cargo” e nega ter tratado com o empresário sobre as indicações dos ex-diretores Néstor Cerveró ou Jorge Zelada para a Petrobrás. O petista afirmou achar que “todos os seus filhos e noras” possuem relação de amizade com Bumlai. Ao listar o nome dos familiares, o ex-presidente afirma que não recorda os nomes completos de todas as noras.
O ex-presidente fez ainda uma defesa enfática do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto – preso desde abril e condenado na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula declarou à PF não acreditar “que Vaccari tenha obtido vantagens indevidas a partir dos contratos celebrados pela Petrobrás, uma vez que era conhecedor da legislação”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Ceará Agora

Novo ministro da Fazenda diz que com o tempo todos os problemas serão resolvidos

Nelson-Barbosa
Ainda em seu gabinete no Ministério do Planejamento, Nelson Barbosa concedeu neste sábado, 19, sua primeira entrevista exclusiva como novo titular da Fazenda. Disse que vai “aperfeiçoar a política econômica” para promover uma “retomada mais rápida do crescimento da economia” e mandou um recado ao mercado financeiro, que recebeu mal o anúncio de seu nome. “Podem ficar tranquilos que com o tempo necessário vamos resolver todos os problemas.” O ministro evitou comparar a gestão Levy com a linha que pretende adotar no comando da economia. Ele diz que seu maior desafio ainda é o fiscal e elege como principal reforma a da Previdência, que espera enviar ao Congresso no início de 2016. “Não podemos ficar paralisados por causa de uma turbulência política”, declarou. Confiante, previu a aprovação da CPMF até maio. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

O PT e os movimentos sociais veem na sua chegada à Fazenda a oportunidade de mudar a política econômica. Como atender ao pleito dos que defendiam o “Fora Levy”?
Para que tenhamos uma recuperação sustentável do crescimento é preciso ter estabilidade fiscal e controle da dívida pública, que passa pela elevação do resultado primário. Sem estabilidade, o crescimento pode até se recuperar por um ano, mas não se sustenta. Por mais paradoxal que seja, recuperar a estabilidade fiscal adotando as medidas necessárias é a melhor maneira de promover a recuperação do crescimento e do emprego. O principal fator que levou à revisão das metas fiscais este ano foi a queda de arrecadação do governo, em grande parte fruto da queda da atividade econômica. Temos de trabalhar para construir as duas coisas: estabilidade e recuperação do crescimento. Neste momento é preciso controlar a inflação, elevar o resultado primário do governo para dissipar as incertezas macroeconômicas.
O sr. vai mudar a política econômica?
Vamos aperfeiçoar a política econômica. Promover estabilização e retomada mais rápida do crescimento. Com aprovação das medidas que estão no Congresso e com a adoção de medidas institucionais e regulatórias que melhorem o funcionamento da economia.
O sr pretende adotar as bandas fiscais (meta flexível para as contas públicas)?
Essa é uma discussão de reforma fiscal. Meu foco agora é bem prático: finalizar as gestões orçamentárias para 2015; para 2016 propusemos uma mudança da meta e a adoção de uma margem fiscal, caso fosse necessária. Nas discussões foi aceita a redução da meta para 0,5% mas não a margem. Não cabe agora questionar isso. A decisão está dada e vamos perseguir. Ao longo do tempo esse debate vai ser amadurecido e deve ser feito de forma mais ampla. Se houver necessidade, podemos retornar a essa discussão de reforma fiscal. O consenso que está emergindo é que é preciso controlar o crescimento do gasto. Há várias formas técnicas e políticas de fazer isso.
Como o sr. está vendo a questão do impeachment da presidente?
Do ponto de vista técnico, das razões fiscais apontadas, não vejo uma base técnica sólida para o pedido de impeachment. Isso é antes de tudo uma decisão política. Acho que nas últimas semanas o governo atuou corretamente, tanto do ponto de vista político quanto junto aos principais atores da sociedade. Tenho certeza de que não há motivo para um impeachment da presidente. E o governo, principalmente a área política, está coordenando as ações necessárias para isso. Espero também que essa incerteza diminua ao longo dos próximos meses.
Parte do empresariado é a favor do impeachment. Como buscar a reaproximação?
Cabe ao governo buscar apoio, colaboração de todos. Dos empresários, do sistema financeiro e também dos trabalhadores. Mesmo nessa situação de retração de atividade, vários e vários empresários nos procuram oferecendo oportunidade de crescimento do investimento. Acho que a gente tem que criar as condições para que o setor privado possa aproveitar as diversas oportunidades de crescimento do investimento. Pode ser que haja divisão dentro do empresariado, mas quero trabalhar com todos os setores da economia.
O sr. vai assumir o cargo sob desconfiança do mercado. Como reverter isso?
Mais forte do que qualquer declaração que eu possa dar, basta olhar as ações que foram tomadas e as que estão programadas para os próximos 12 meses. Isso fala por si mesmo da manutenção do compromisso do governo brasileiro com o reequilíbrio fiscal e a construção das bases para um novo ciclo de crescimento. À medida que ficar mais e mais claro, essa volatilidade vai diminuir.
Sua imagem está sendo associada à fracassada matriz macroeconômica (política econômica adotada no primeiro mandato de Dilma). O sr. trabalhou nessa matriz?
Não gosto de debater política econômica com base em rótulo, estereótipo ou caricatura. A diferença entre governo e academia é que estamos aqui para resolver problemas, não para provar ou refutar teses. É importante interpretar o passado, mas mais importante ainda é aprender com os erros e com os acertos do passado. Recentemente saiu uma avaliação do período dos governos do PT em que houve crescimento da renda per capita de todos os segmentos da população, sendo que a dos mais pobres foi a que cresceu mais. Considero isso um sucesso sob qualquer critério que se possa medir a política econômica. No mundo, nos últimos anos, o Brasil é um dos poucos países em que a desigualdade diminuiu. Considero isso um sucesso e tenho orgulho de ter participado de uma equipe que propiciou esse resultado. Não estou focado em debater interpretações do passado, mas em resolver os problemas do presente para construir um futuro melhor.
Levy deixou o governo fazendo várias críticas sobre o medo do governo de fazer reformas. Qual será a sua prioridade?
Nosso maior desafio é o fiscal. Se conseguirmos controlar o crescimento do gasto público, vamos conseguir ter os resultados primários e reduzir a dívida pública. Isso vai ajudar a recuperação do crescimento de um lado e o controle da inflação de outro lado. Além disso, adotar uma série de medidas para melhorar o funcionamento da economia, as chamadas reformas institucionais, reformas micro, reformas estruturais, há vários nomes para isso.
Como será garantida a meta de 0,5% do PIB diante do cenário político conturbado e receitas não garantidas, como a CPMF?
Tenho alguma experiência na condução de diálogos com o Congresso Nacional e podemos avançar nisso. Estão todos interessados em ajudar o Brasil a superar essas dificuldades. Se cada um fizer a sua parte, tenho certeza que vamos superar muito mais rápido do que todo mundo espera. A DRU (desvinculação das receitas da União) não foi aprovada e é outra medida que estamos empenhados.
Qual é a reforma principal?
A Fazenda finalizou uma proposta de PIS e Cofins e não estou informado de todos os detalhes. Então seria uma atitude irresponsável emitir qualquer opinião antes de me inteirar sobre esta proposta. A reforma do ICMS eu conheço bem, acho que é uma proposta interessante que está tramitando no Congresso e vamos continuar nessa iniciativa. A principal ação neste momento para o início do próximo ano é apresentarmos uma proposta da Previdência para equacionar e dar sustentabilidade ao que hoje é um dos principais gastos primários do governo.
O senhor defende a idade mínima de 60 e 65 anos?
Você pode chegar com um fator 85/95 móvel ou chegar com idade mínima com atualização gradual, sendo essa idade mínima também móvel. São diferentes caminhos para se chegar a um mesmo objetivo que é uma previdência sustentável.
Com a crise política não fica difícil fazer a reforma da Previdência?
Não podemos ficar paralisados por causa de uma turbulência política, pelo contrário.
Haverá um limite para gastos do governo?
Acho que essa é uma discussão de reforma fiscal se precisamos ter regra para estabelecer o limite do gasto fiscal. Acho que essa é uma direção que devemos caminhar.
O sr vai pagar todas os R$ 57 bilhões de ‘pedaladas’ (pagamentos atrasados do Tesouro)? O ministro Levy defendia um parcelamento da dívida com o FGTS.
Vou me informar de todos os detalhes com o Tesouro e vamos anunciar uma decisão nos próximos dias.
Fonte: Ceará Agora

Sem Cunha como deputado, outro investigado assumiria impeachment

deputado-waldir-maranhao-vice-presidente-camara-federal-940x540
Em caso de afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do comando da Câmara por determinação do Supremo Tribunal Federal, o comando do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff ficará nas mãos de outro investigado na Lava Jato: Waldir Maranhão (PP-MA), aliado do ex-presidente José Sarney e do próprio Eduardo Cunha.

Isso ocorrerá se a Corte julgar procedente o pedido de afastamento do peemedebista feito semana passada pela Procuradoria-Geral da República. O entendimento é o de que a substituição de um pelo outro será automática e não levará à realização de novas eleições internas.
A possibilidade de Maranhão presidir a Câmara já é comparada por governistas e oposicionistas à gestão de Severino Cavalcanti (PP-PE). Acusado em 2005 de cobrar propinas de empresários que administravam restaurantes na Câmara, Severino renunciou ao mandato às vésperas da instauração de processo disciplinar no Conselho de Ética porque não conseguia mais presidir a Casa. Sempre que ele tentava presidir as sessões, havia tumulto.
O STF vai decidir sobre o afastamento só em fevereiro, na volta do recesso do Judiciário. O caso está nas mãos do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, mas a expectativa é de que ele compartilhe a decisão com seus colegas.
Os parlamentares entendem que só haveria eleição para presidente da Casa se Cunha renunciasse ou fosse cassado. Essa discussão, no entanto, ainda não foi aprofundada porque aliados e adversários do peemedebista dizem que ainda é cedo para testar nomes. Do “baixo clero”, Maranhão destituiu o deputado Fausto Pinato (PRB-SP) da relatoria do processo por quebra de decoro parlamentar contra Cunha.
Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, f apontou Maranhão como um dos parlamentares beneficiados pelo esquema de corrupção e desvios na Petrobrás. O deputado do PP também é alvo de dois inquéritos no Supremo em que é acusado de crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Ceará Agora

Datafolha: mesmo com ameaça de impeachment aprovação do governo Dilma sobe dois pontos

dilmaSegundo pesquisa Datafolha publicada pelo jornal Folha de S.Paulo neste domingo, 20, a aprovação ao governo de Dilma Rousseff teve leve crescimento e passou dos 10% apresentados em novembro, para 12% neste mês de dezembro. O número de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo passou de 67% para 65%, o que mostra mais uma conquista da presidente.
A pesquisa indica os seguintes percentuais sobre como os eleitores avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT):
– Ótimo/bom: 12%
– Regular: 22%
– Ruim/péssimo: 65%
– Não sabe: 1%

Segundo o instituto, Dilma atingiu o pico de 71% em agosto e recuou nas duas pesquisas seguidas, voltando agora à situação de junho deste ano, com 65% -o terceiro pior patamar desde o início do seu primeiro mandato, em 2011.
Na última pesquisa, realizada em novembro, o governo Dilma recebeu a aprovação de 10%, que consideravam sua gestão ótima ou boa, e a reprovação de 67%, que viam seu governo como ruim ou péssimo.
Impeachment
Os entrevistados também foram questionados se consideravam que, com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff aceito pela Câmara, se os deputados devem votar pelo seu afastamento. Para que o processo siga para o Senado, onde o caso será julgado, é preciso que dois terços dos 513 deputados votem pela abertura do impeachment. Os resultados foram:

– Sim: 60%
– Não: 34%
– Indiferente: 3%
– Não sabe: 3%

A pesquisa quis ainda saber se os entrevistados entendem que Dilma deveria renunciar. Os resultados foram:
– Sim: 56%
– Não: 41%
– Não sabe: 4%

Congresso
O Datafolha apurou ainda a aprovação do Congresso Nacional pelos brasileiros, que opinaram o seguinte:

Ótimo/bom: 8%
Regular: 34%
Ruim/péssimo: 53%
Não sabe: 5%

Eduardo Cunha
A pesquisa também quis saber a opinião dos entrevistados em relação à possibilidade de cassação do mandato do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Sim: 82%
Não: 8%
Indiferente: 2%
Não sabe: 7%

O Brasil tem jeito?
Sobre a afirmação de que o Brasil “tem jeito”, os entrevistados responderam o seguinte:

Sim: 87%
Não: 9%
Depende: 4%
Não sabe: 1%

A aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff passou de 10 por cento em novembro para 12 por cento este mês, em um leve sinal de melhora em um ano marcado pela queda na popularidade da presidente, de acordo com pesquisa Datafolha publicada pelo jornal Folha de S.Paulo neste domingo. Em outro sinal de melhora para Dilma, o número de pessoas que consideraram o governo ruim ou péssimo passou de 67 por cento no mês passado para 65 por cento em dezembro. O número de entrevistados que apontou o governo como regular permaneceu estável em 22 por cento, segundo o levantamento. Os números confirmam tendência de recuperação da imagem de Dilma, que tinha 71 por cento de desaprovação e 8 por cento de aprovação em agosto, segundo o Datafolha. Dilma enfrenta cenário complicado devido a um período de recessão econômica e a uma crise política que resultou na deflagração de um processo de impeachment contra a presidente no Congresso Nacional, além das investigações da operação Lava Jato contra a corrupção.
O Datafolha ouviu 2.810 pessoas em 172 municípios de todo o país nos dias 16 e 17 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. As somas podem passar ou ficar abaixo dos 100% por conta de arredondamentos.
Fonte: Ceará Agora

Datafolha: na corrida pela presidência Aécio tem 26%, Lula, 20% e Marina, 19%

Aécio-Lula-Marina
De acordo com pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo no jornal Estado de S. Paulo, a três anos da disputa, o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), lidera as pesquisas que simulam eleição para presidente da República nos dois cenários testados com seu nome pelo Datafolha. Sem Aécio no páreo, a ex-­ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) aparece numericamente à frente do ex­-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas em situação de empate técnico.

Aécio alcança 26% no cenário que tem o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, como candidato do PMDB. Lula e Marina disputam a segunda posição com 20% e 19%, respectivamente.
Numa simulação em que o candidato do PSDB passa a ser o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Marina Silva aparece em primeiro lugar com 24%, enquanto Lula, em empate técnico com sua ex­-subordinada, alcança 21%. O tucano fica em terceiro lugar, com 14%.
Dessa vez, o Datafolha listou nos cartões de resposta da pesquisa os nomes do ex-­ministro e ex­-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) e do deputado federal Jair Bolsonaro (PP). O primeiro, que nos últimos dias deu entrevistas fazendo uma defesa contundente do mandato da presidente Dilma Rousseff, alcançou 6% ou 7% das intenções de voto, conforme o cenário oferecido aos entrevistados. O segundo, defensor da ditadura (1964­1985) e adepto do impeachment de Dilma Rousseff, marcou 4% ou 5%.
O Datafolha também testou cenários alternando nomes do PMDB na simulação de eleição presidencial. Mas não constatou diferença significativa nos resultados. Num dos cenários, o vice-­presidente da República, Michel Temer, alcança 2% das intenções de voto. Em outro, fica com apenas 1%, numericamente atrás dos 2% de Luciana Genro (PSOL) e dos 2% de Eduardo Jorge (PV). Os mesmos percentuais ocorrem quando o candidato peemedebista à Presidência é o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.
O Datafolha ouviu 2.810 pessoas em 172 municípios de todo o país nos dias 16 e 17 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. As somas podem passar ou ficar abaixo dos 100% por conta de arredondamentos.
Pesquisa Datafolha mostra os seguintes percentuais de intenção de voto em quatro simulações da corrida presidencial:
Cenário 1
Aécio Neves (PSDB): 26%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Jair Bolsonaro (PP): 4%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Paes (PMDB): 1%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 14%
Não sabe: 5%

Cenário 2
Marina Silva (Rede): 24%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 21%
Geraldo Alckmin (PSDB): 14%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Jair Bolsonaro (PP): 5%
Luciana Genro (PSOL): 3%
Eduardo Paes (PMDB): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 17%
Não sabe: 6%

Cenário 3
Aécio Neves (PSDB): 27%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Jair Bolsonaro (PP): 4%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Michel Temer (PMDB): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 14%
Não sabe: 5%

Cenário 4
Marina Silva (Rede): 24%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 22%
Geraldo Alckmin (PSDB): 14%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Jair Bolsonaro (PP): 5%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Michel Temer (PMDB): 1%
Nenhum: 17%
Não sabe: 6%

Fonte: Ceará Agora

Vereador Hérberlh Mota participou de confraternização em Baturité

No último dia 18 de dezembro, o Vereador Hérberlh Mota esteve participando da confraternização da Faculdade do Maciço de Baturité - FMB. O evento aconteceu no auditório da faculdade e pode contar com todos que de forma direta ou indireta contribuíram para o engrandecimento da instituição! Segundo o Vereador Hérberlh, foi "um momento especial, pois eu vi a FMB nascer, e hoje a gente fica muito feliz por fazer parte dessa história e ver que valeu a pena apostar naquele então projeto de se desenvolver a educação de nível superior no nosso Baturité, e porque não na nossa região!", comentou o Vereador.
Hérberlh ainda aproveitou a oportunidade e parabenizou o Professor Edilson Castro, sua esposa Abigail Castro e seus filhos que juntamente com o casal de amigos, Márcio e Lucilene Freire, além da equipe pedagógica serem a força motriz para a transformação da vida de todos que, hoje, tem a oportunidade de se graduar sem precisar se deslocar para outros municípios. 

Fonte: Assessoria Hérberlh Mota

Como mudar a cor do chat no Facebook Messenger

Facebook Messenger ganhou novos recursos para que o usuário personalize as conversas. Entre as ferramentas, o destaque vai para a função que permite definir diferentes cores aos chats. O recurso pode ser utilizado para organizar visualmente cada conversa ou apenas para deixar as janelas mais bonitas.
Veja a seguir como mudar a cor de um chat do Facebook Messenger em dispositivos Android e no iPhone(iOS).

– No iPhone
Passo 1. Abra o Facebook Messenger na sessão “Recentes” e clique em um dos chats. Em seguida, toque no nome do usuário no topo da janela;
Acessando as funcionalidades de um chat do Facebook Messenger no iPhone (Foto: Reprodução/Marvin Costa)
Passo 2. Acesse a opção “Cor” e toque na tonalidade que deseja definir no chat.
Alterando a cor de um chat do Facebook Messenger no iPhone (Foto: Reprodução/Marvin Costa)
– No Android
Passo 1. Abra o Facebook Messenger e toque em uma conversa. Em seguida, toque no ícone “i” no canto superior direito da tela;
Acessando a tela de configurações de um chat do Facebook Messenger no Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)
Passo 2. Toque em “Cor” e defina a tonalidade desejada para utilizar no chat.
Alterando a cor de um chat do Facebook Messenger no Android (Foto: Reprodução/Marvin Costa)
Pronto. Aproveite a dica para deixar suas conversas do Messenger organizadas por cores.

Fonte: Techtudo