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05 novembro 2015

Situação do Hospital de Quixeramobim é tratada em audiência com secretário da Saúde

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O possível fechamento do Hospital Pontes Neto em Quixeramobim e o não funcionamento do Hospital Regional do Sertão Central (HRSC) pautaram reunião entre o secretário da Saúde, Henrique Javi, e lideranças políticas daquela Região. Também estiveram presentes à reunião todos os vereadores de Quixeramobim e vereadores de Pedra Branca e Madalena. A audiência foi intermediada pelo deputado estadual Odilon Aguiar, que também esteve presente. “A possibilidade de fechamento de uma unidade de saúde não atinge apenas um município, mas todos os municípios do Sertão Central e regiões vizinhas, como os Inhamuns”, destacou o deputado.

O prefeito de Quixeramobim, Cirilo Pimenta, relatou durante a reunião a situação financeira do município e ressaltou sobre a impossibilidade de arcar com as despesas do Hospital Pontes Neto. Segundo ele, as despesas da unidade são de R$ 2 milhões por mês, mas o repasse é de R$ 530 mil (R$ 230 mil do Governo do Estado e R$ 300 mil do Governo Federal), o que impossibilita o seu funcionamento e que, devido à questão financeira, deverá fechar as portas no próximo dia 10.
O secretário Henrique Javi demonstrou preocupação com o problema e afirmou que o Governo fará o possível para que o hospital não feche e que encaminhará ao Conselho de Gestão e Recursos Financeiros do Estado (Cogerf) as demandas do Hospital Pontes Neto. Sobre o não funcionamento do HRSC, Henrique Javi explicou que o Hospital está licitando equipamentos que serão custeados pelo Estado.
O Hospital Regional do Sertão Central atenderá 20 municípios de três macrorregiões da saúde (regional de Canindé, regional de Quixadá e regional de Tauá), correspondendo a uma população de 650 mil habitantes
Fonte: Ceará Agora

Dilma sanciona regra progressiva para aposentadorias e veta 'desaposentação'

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A presidente Dilma Rousseff converteu em lei o texto da Medida Provisória 676/2015, que criou uma nova fórmula para o cálculo de aposentadorias conhecida como regra 85/95. A lei está publicada na edição desta quinta-feira (05/11), do Diário Oficial da União (DOU) com muitos vetos, entre eles aos dispositivos que instituíam a chamada “desaposentação”, possibilidade de recálculo do benefício que seria dada a pessoas que continuam a trabalhar mesmo depois de aposentadas. Esse ponto não constava do texto original da MP e foi incluído pela Câmara e mantido no Senado.

Na justificativa do veto, a presidente afirmou que “as alterações introduziriam no ordenamento jurídico a chamada ‘desaposentação’, que contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples. A alteração resultaria, ainda, na possibilidade de cumulação de aposentadoria com outros benefícios de forma injustificada”, além de conflitar com as condições para a concessão do auxílio-acidente, previstas na lei que trata dos planos de benefícios da Previdência Social, a Lei 8.213/1991.
A regra 85/95 progressiva sancionada hoje foi apresentada pelo governo depois que Dilma vetou, em junho, um projeto no qual os parlamentares incluíram a fórmula 85/95 original, que determinava que o cidadão poderia se aposentar quando o tempo de contribuição à Previdência somado à idade da pessoa tivesse como resultado 85, para mulheres, ou 95, para homens.
A reedição da proposta, agora transformada em lei, inclui nessa regra um escalonamento que aumenta o tempo de contribuição e de idade necessários para a aposentadoria, considerando o aumento da expectativa de vida do brasileiro. O texto aprovado pela Câmara, no entanto, sofreu alterações em relação à proposta do governo e foi mantido pelo Senado.
Pela nova lei, a fórmula 85/95 só será aplicada na íntegra se houver um tempo de contribuição mínima de 35 anos, no caso dos homens, ou de 30 anos, no caso das mulheres. Se esse tempo de contribuição não for atingido, mesmo que a soma da idade com a contribuição atinja o patamar 85/95, incidirá sobre a aposentadoria o fator previdenciário, que reduz o valor do benefício.
A lei fixa a progressividade da pontuação 85/95, com a soma do tempo de idade e contribuição subindo em um ponto a cada dois anos, somente a partir de 2018. A medida enviada pelo Executivo previa o escalonamento já em 2017. Pela regra aprovada, a exigência para a aposentadoria passa a ser 86/96 em 31 de dezembro de 2018; 87/97 em 31 de dezembro de 2020; 88/98 em 31 de dezembro de 2022; 89/99 em 31 de dezembro de 2024; e 90/100 em 31 de dezembro de 2026. Há ainda uma condição especial para a aposentadoria de professores. Para esses profissionais, o tempo mínimo de contribuição exigido será de 25 anos, no caso das mulheres, e 30 anos, para os homens.
O texto sancionado traz outros vetos, como a dispositivos que garantiriam condição de segurado especial a dirigentes e membros de cooperativas de crédito rural, que ampliariam as hipóteses de concessão de seguro-defeso e que criariam critérios específicos para seguro-desemprego de trabalhador rural, entre outros.
fonte: Estadão Conteudo
Fonte: Ceará Agora

Saiba como prevenir e tratar o HPV

Human Papillomavirus, popularmente conhecido como HPV, é um vírus que provoca lesões de pele e mucosa tanto em homens como em mulheres. Os sintomas mais comuns são o aparecimento de verrugas na vagina, pênis e ânus. Mas em boa parte das vezes, a infecção por HPV aparece de maneira assintomática e as lesões - neste caso chamadas de subclínicas - podem passar despercebidas ao exame de rotina. 

Portanto, atenção redobrada. O professor do Departamento de Urologia da Santa Casa de São Paulo, Julio José Máximo de Carvalho, explica que são mais de 150 tipos de HPV existentes. 

O que torna essa infecção ainda mais séria é que alguns desses vírus têm relação íntima com o desenvolvimento do câncer de colo de útero. "98% dos casos de câncer de colo de útero estão relacionados com a presença dos vírus HPV tipos 16 e 18", afirma Carvalho. 

Saiba como prevenir e tratar o HPV - Foto: Getty Images
Saiba como prevenir e tratar o HPV
Ele estima que cerca de 30% das mulheres está atualmente contaminada por um dos tipos de vírus HPV. A boa notícia é que apenas 4% delas desenvolvem câncer de colo de útero. O especialista explica também que, na maioria dos casos, as lesões causadas são transitórias e combatidas espontaneamente pelo sistema imune, sem maiores danos ao organismo. 

Mesmo assim, é muito importante realizar o diagnóstico de maneira precoce. "Além do exame de Papanicolau, capaz de identificar a presença de células cancerosas, é também importante a realização periódica da Genitoscopia. Trata-se de um exame onde o médico verifica microscopicamente a existência de lesões no colo do útero e nos genitais", explica.

Além disso, o especialista recomenda que homens e mulheres adquiram o hábito de fazer o auto-exame para verificar a presença de alguma lesão desconhecida na região da vagina ou pênis. "Porém, a partir do momento em que a infecção está instalada, é imprescindível combater as lesões, mesmo aquelas não visíveis a olho nu", afirma. 

Uso do preservativo diminui a possibilidade de transmissão do HPV
Segundo ele, os tratamentos são diversos e dependem do caso. Para a eliminação das verrugas, geralmente é usado o método da cauterização química ou elétrica. Em outras situações, pode ser recomendado o uso de cremes e medicamentos via oral que têm ação imunológica protetora das células. 

É possível prevenir? Como o HPV geralmente é transmitido através da relação sexual, o uso do preservativo diminui consideravelmente a possibilidade de transmissão do vírus, apesar de não evitá-la totalmente. Por isso, usar camisinha é recomendado inclusive entre parceiros casados.

O urologista aconselha, ainda, evitar o tabagismo e o uso de drogas que podem interferir negativamente no sistema imunológico, facilitando a infecção por HPV. A multiplicidade de parceiros sexuais também favorece a transmissão do vírus 

Por fim, é importante lembrar que já existem vacinas contra o HPV capazes de proteger dos tipos de vírus mais presentes no câncer de colo de útero. Mas, por enquanto, essas vacinas não estão disponíveis na rede pública de saúde brasileira. Sua inclusão no Programa Nacional de Imunização (PNI) ainda está sendo estudada pelo Ministério da Saúde.

Fonte: Minha Vida

Saúde - O que é HPV?

O que é HPV?

Sinônimos: vírus do papiloma humano
O HPV é um condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV - alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. Entretanto, a infecção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta em câncer. O exame de prevenção do câncer ginecológico, o Papanicolau, pode detectar alterações precoces no colo do útero e deve ser feito rotineiramente por todas as mulheres.

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O HPV é uma DST que pode causar câncer principalmente no colo do útero e no ânus

Não se conhece o tempo em que o HPV pode permanecer sem sintomas e quais são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de lesões. Por esse motivo, é recomendável procurar serviços de saúde para consultas periodicamente.

Causas

A principal forma de transmissão do vírus do HPV é pela via sexual. Para ocorrer o contágio, a pessoa infectada não precisa apresentar sintomas. Mas, quando a verruga é visível, o risco de transmissão é muito maior. O uso da camisinha durante a relação sexual geralmente impede a transmissão do HPV, mas não garante total proteção contra o vírus, pois a transmissão pode ocorrer por meio do contato pele a pele entre as regiões genitais descobertas, pelo contato com as áreas infectadas (dedos, mãos e boca) e também por contaminação via lesões próximas aos genitais. De qualquer forma, seu uso é importantíssimo, pois ajuda a prevenir contra o HPV e, principalmente, contra diversas doenças sexualmente transmissíveis.
HPV: doença sexualmente transmissível pode causar verrugas genitais - SAIBA MAIS
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 sintomas

Sintomas de HPV

A infecção pelo HPV normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis. No homem, é mais comum na cabeça do pênis (glande) e na região do ânus. Na mulher, os sintomas mais comuns do HPV surgem na vagina, vulva, região do ânus e colo do útero. As lesões do HPV também podem aparecer na boca e na garganta. Tanto o homem quanto a mulher podem estar infectados pelo vírus sem apresentar sintomas.

 tratamento e cuidados

Tratamento de HPV

Na presença de qualquer sinal ou sintoma do HPV, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado para o HPV.

 prevenção

Prevenção

Vacina

Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo do útero: a vacina bivalente e a vacina quadrivalente. Essas vacinas, na verdade, previnem contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra, bivalente, é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.
De acordo com a literatura científica, as vacinas contra o HPV previnem aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero, aqueles causados pelos HPV 16 e 18. Isso não elimina, porém, a necessidade de as mulheres passarem por consultas de rotina ao ginecologista para a realização do exame Papanicolaou (preventivo).
A vacina contra o HPV é mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema e um momento importante para avaliar se há existência de DST. Ainda há muitas perguntas sem respostas relativas à vacina do HPV:
  • A vacina do HPV só previne contra as lesões précancerosas ou também contra o desenvolvimento do câncer de colo de útero?
  • Qual o tempo de proteção conferido pela vacina do HPV?
  • Levando-se em conta que a maioria das infecções por HPV é facilmente debelada pelo sistema imunológico, como a vacinação afeta a imunidade natural contra o HPV?
  • Como a vacina afeta outros tipos de HPV associados ao câncer de colo de útero e condilomas (verrugas)?
A vacina do HPV funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.
A duração da imunidade conferida pela vacina do HPV ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, desde 2007. Até o momento, só se tem convicção de cinco anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso delimitar qual é o seu alcance sobre a incidência e a mortalidade do câncer de colo do útero.
Fonte: Minha Vida

Castanhão seca e ruínas da velha Jaguaribara surgem

JAGUARIBARA
Com apenas 13,5% do seu volume total, o Açude Castanhão seca a cada dia, possibilitando que as ruinas da velha cidade de Jaguaribara já possam ser vistas. A redução das águas do maior açude do Estado é a demonstração que o sinal vermelho já foi acionado. Dos 153 açudes monitorados pela Companha de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), 126 estão com volume inferior a 30%.

O volume acumulado em todos os reservatórios do Estado chega a 2,6 milhões de m³, o que representa apenas 14,3% da capacidade total.  A situação de outros grandes reservatórios do Estado também é preocupante. O Araras, em Varjota, acumula apenas 7,11% do seu volume; o Forquilha, 5,12%; o Orós ainda conta com 36,39% do seu volume e o Trussu, 33%. Já o açude do Cedro, tem apenas 0,90% de água acumulada e o Pentecoste 2,03%. Caso a situação de estiagem persista em 2016, o abastecimento de água no estado entrará em colapso até o meio do próximo ano.
Fonte: Ceará Agora

Grande Porto: Violência abala Caucaia com assassinato de coreano

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Os moradores de Caucaia voltaram a ser abalados, nessa quarta-feira (04/11), com a brutalidade e a frieza dos bandidos que assassinaram, dentro da Agência do Bradesco, um empresário coreano identificado como Taechwan Roh. As informações preliminares apuradas pela reportagem do Jornal Grande Porto, com base em relatos de populares e de policiais, apontam que o coreano teria sacado R$ 200 mil, conduzindo o dinheiro, ao tentar sair a agência bancária, em duas mochilas.

Dois bandidos, de acordo com depoimentos de policiais, o atacaram dentro da agência. O coreano, que estava acompanhado de um funcionário, tentou reagir. Um vigilante sacou a arma e fez disparos mesmo com a presença de clientes na área interna do banco. Vidraças foram quebradas o que provocou ainda mais angústia.
Dois outros comparsas, que integrariam o bando criminoso, estariam fora da agência para dar suporte aos colegas da bandidagem e conseguiram fugir. A Polícia prendeu, como suspeitos do crime, Sergio Alves, 26 anos e Patrick Kelvin Fati da Costa, 21 anos, moradores da Vila Leblon, em Fortaleza.   Sérgio e Patrick estão recolhidos à Delegacia Metropolitana de Caucaia.
Os criminosos foram implacáveis. Um deles disparou dois tiros contra o coreano, sendo que um dos disparos o acertou na testa e outro projétil o atingiu na região do tórax. O coreano agonizou e, ainda, dentro da agência, recebeu os primeiros atendimentos da enfermeira Maria Tereza que nada pode fazer para salvá-lo. Os últimos 15 dias tem sido de apreensão e muito medo entre comerciantes, trabalhadores das lojas e clientes. O presidente da CDL, Igo Guerra, em entrevista ao Jornal Grande Porto, relatou, na edição da semana passada, que, após assaltos a duas lojas no Centro, foi ao comando de policiamento local e recebeu a garantia que a segurança seria reforçada.
Oito dias depois dessa mobilização, a violência volta a assustar e deixar em pânico os moradores, comerciantes e comerciários. Agora, as lideranças políticas, empresariais, de entidades de trabalhadores e os moradores precisam se mobilizar para cobrar da Secretaria de Segurança Pública mais ações contra a criminalidade. Colaborou Lael Semente.
Fonte: Ceará Agora