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06 outubro 2015

Wesley Safadão e Bell Marques no Réveillon do Marina


E mais news sobre o Réveillon do Marina Park 2016, Splendour: No Paraíso da Ilhas, garantem que ele vai causar frisson na cidade e trazer o novo ano com alegria ao nível máximo. O cantor Wesley Safadão está confirmado como convidado do 1º DVD da carreira solo de Bell Marques, que será gravado em um dos maiores réveillons de hotel do Brasil.

Fonte: CNEWS

Dilma pede que ministros dialoguem mais com o Congresso

No momento em que enfrenta dificuldades com sua base aliada na Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff orientou ontem sua equipe ministerial a dialogar com o Congresso Nacional. Em cerimônia de posse de dez ministros, realizada no Palácio do Planalto, a petista afirmou que seus novos e antigos auxiliares têm o dever de manter contato permanentemente com deputados federais, partidos políticos e com movimentos sociais.
A falta de diálogo é uma das principais críticas feitas ao atual governo federal, tanto por movimentos de esquerda como por parlamentares da própria base aliada. “A principal orientação que dou aos novos ministros, e aos ministros que continuam no governo, é: trabalhem ainda mais, com mais foco, com mais eficiência, buscando fazer mais com menos. Dialoguem muito e sempre com a sociedade, com os parlamentares, com os partidos e com os movimentos sociais”, disse.
Em meio à ameaça de abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados, a petista ressaltou que seu governo irá até o final de 2018 e reafirmou que a reforma ministerial tem também como objetivo garantir “mais equilíbrio” à coalizão que a apoiou na disputa do ano passado. “Nós temos um Brasil para governar até 2018”, afirmou.
Em discurso, a petista afirmou que o corte de oito pastas e a redução dos salários de ministros é uma medida de reequilíbrio fiscal. Ela anunciou que a Comissão Permanente para a Reforma do Estado, que terá como objetivo reorganizar a administração federal, será presidida pelo ministro Nelson Barbosa (Planejamento). Segundo a petista, o grupo será composto ainda pelos ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Jaques Wagner (Casa Civil), além de nomes de fora do governo federal que serão convidados a participar.
Novidades
As duas principais novidades na reforma ministerial são a troca de Aloizio Mercadante na Casa Civil por Jaques Wagner (que deixa a Defesa) e a demissão do petista Arthur Chioro (Saúde) para abrir espaço para um deputado peemedebista na pasta que estava sob o comando do PT. As duas mudanças foram sugeridas por Lula, que na quinta (1º) reuniu-se com Dilma em Brasília.

O ex-presidente sai fortalecido com a reforma, com três nomes de sua confiança: Jaques Wagner, Ricardo Berzoini, que assumirá a Secretaria de Governo, e Edinho Silva (Comunicação Social). Já Aldo Rebelo (PC do B) irá para a Defesa no lugar de Wagner. Na nova configuração, o PMDB passou de seis para sete ministérios no governo. (Da Folhapress).
Fonte: O POVO

Homem morre após veículo ir parar no fundo de açude em Boa Viagem

20151004140357-1-1440x564_cPor volta das 14 horas da tarde deste domingo, 04, uma morte por afogamento foi registrada no município de Boa Viagem.
Um veículo de cor prata, com placas de Fortaleza, que vinha sendo conduzido por Geraldo Soares Cavalcante, 59 anos, aposentado, foi encontrado no fundo do açude Vieirinha, que fica próximo à Estação de Tratamento de Água do S.A.A.E.
Segundo informações, o homem teria acelerado o veículo em direção ao açude. Testemunhas afirmaram que, após o veículo cair sobre a água, afundou de forma lenta e a vítima, ainda com vida, parecia não ouvir as pessoas que estavam à beira d’água acompanhando o acidente. As características do incidente são de suicídio.
Na última semana, a vítima tentou tirar a própria vida com uma faca, tendo-a cravado na altura do abdômen.

Bancários de Quixadá e região entram em greve a partir desta terça-feira, 06

12141540_1024008034305733_3219220458032645525_nO Sindicato dos Bancários realiza assembleia nesta segunda-feira, dia 5, às 19 horas, na sede do sindicato, em Fortaleza, (Rua 24 de Maio, 1289, Centro) para organizar a adesão à greve nacional da categoria marcada para amanhã.
A paralisação vai afetar as sedes dos bancos e as agências, mas os caixas eletrônicos devem permanecer em funcionamento.
Os bancários pedem um reajuste salarial de 16%, além de prevenção contra assaltos e sequestros, com a permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.
Os bancários pedem ainda o fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações. A proposta da Fenaban oferece um reajuste de 5,5% no salário e não trata das outras questões específicas.
As agências do Sertão Central e região também irão aderir à paralisação. Nesta segunda-feira, as agências de Quixadá ficaram lotadas. Todos queriam resolver assuntos urgentes antes da deflagração da greve.

Agência da empresa Guanabara é assaltada em Quixadá

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Agência da empresa Guanabara em Quixadá.
A agência da empresa Guanabara emQuixadá, localizada no Terminal Rodoviário da cidade, foi assaltada na tarde desta segunda-feira, 05.
De acordo com um funcionário da empresa com quem conversamos, e cujo nome será preservado, era por volta das 14h30 quando um indivíduo se aproximou do balcão de atendimento e colocou um envelope em cima do móvel. Por baixo do envelope, o homem segurava uma arma de fogo.
Após anunciar o assalto, o bandido levou um celular de propriedade do funcionário e a quantia de R$ 470,00 que estava no caixa da empresa.
Audacioso, o criminoso não usava capacete, como geralmente acontece, mas estava de cara limpa. Apesar disso, ele não foi reconhecido pelos funcionários e fugiu em direção ignorada.
A PM foi acionada, esteve no local prestando apoio e diligenciou na tentativa de capturar o bandido, porém, não teve êxito. O local não tem câmeras de segurança. Elas poderiam ajudar na identificação do assaltante.

De acordo com o funcionário da empresa, no mês de setembro a agência de outra empresa, localizada no mesmo Terminal Rodoviário, também foi assaltada. “As coisas aqui em Quixadá estão muito difíceis”, afirmou.

Empresa holandesa pagará R$ 1 bilhão à Petrobras

BRASÍLIA - O acordo de leniência que a Controladoria-Geral da União (CGU) vai fechar com a SBM obrigará a empresa holandesa a pagar cerca de R$ 1 bilhão de indenização à União. Os recursos serão todos destinados aos cofres da Petrobras. A SBM é acusada de pagar propina em troca de contratos com a estatal brasileira, e o caso está sendo investigado pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. Na semana passada, o ministro-chefe da CGU, Valdir Simão, confirmou que as negociações para assinatura do acordo de leniência estão em fase final e serão encerradas nos próximos dias.
O texto do acordo, segundo pessoas envolvidas nas negociações, prevê que pelo menos 65% do valor da indenização terão de ser pagos em dinheiro e serão revertidos para a Petrobras. Os 35% restantes poderão ser pagos na forma de prestação de serviços à estatal. Caberá à Petrobras negociar com a SBM quais serviços serão contratados para a empresa pagar o que deve.
A empresa holandesa solicitou que seja incluída no acordo uma cláusula permitindo que ela possa voltar a participar de licitações da estatal brasileira. O pedido foi aceito. Em contrapartida, a SBM terá que concordar em aderir ao novo sistema de “política de integridade” da estatal.

Entre as exigências às empresas privadas participantes estão a adoção de transparência nas planilhas de custos e a possibilidade de serem responsabilizadas não só as empresas, mas também os dirigentes dessas empresas, em caso de irregularidades. Pela nova política da Petrobras, até o CEO da empresa pode ser arrolado como responsável em caso de eventual dano à estatal brasileira.
A mesma “política de integridade” será aplicada às mais de 13 mil empresas que estão no cadastro de fornecedores da Petrobras. A estatal pretende iniciar processo semelhante com as empreiteiras envolvidas na Operação Lava-Jato. O primeiro passo é submeter as empresas a um questionário sobre regras de compliance, em que devem ser informados os mecanismos existentes de prevenção de atos irregulares. As empresas também precisam aceitar serem submetidas a auditorias da própria Petrobras.
No final de setembro, a Petrobras já havia divulgado comunicado público informando que voltará a convidar a SBM Offshore e empresas de seu grupo a participar de concorrências públicas da estatal. A nota fazia, no entanto, uma ressalva: a SBM só seria efetivamente contratada se assinasse o acordo de leniência com a CGU e o Ministério Público Federal. Os termos do acordo serão submetidos ao Tribunal de Contas da União e já têm o aval da Petrobras.

NA HOLANDA, PAGAMENTO FOI DE US$ 240 MILHÕES

No ano passado, a holandesa SBM Offshore, que atua na área de leasing de plataformas de petróleo, fechou acordo para pagar US$ 240 milhões ao governo holandês. Com esse acordo, a empresa conseguiu evitar processos em seu país por corrupção. O acordo ainda rendeu a suspensão de investigações na Justiça dos Estados Unidos.
Em dezembro, uma série de reportagens do GLOBO, produzidas a partir de documentos de auditoria interna da SBM, mostrou que, no caso da Petrobras, as propinas podiam chegar a 10% do valor dos contratos. Os documentos listavam pessoas envolvidas nas transações irregularidades. Entre os nomes citados estavam o lobista Júlio Faerman, que já fez acordo de delação premiada na Operação Lava-Jato; o ex-diretor da Petrobras Renato Duque; e o ex-gerente da estatal Pedro Barusco.
A investigação indicou ainda que havia 13 contratos de aluguel e venda de plataformas com indícios fortes de pagamento de propina. O jornal mostrou que um dos contratos foi assinado pela Petrobras com cláusulas em branco. Esses documentos foram remetidos à CPI da Petrobras. O contrato em branco era para a construção da plataforma P-57, em 2008. No total, a plataforma custou US$ 1,2 bilhão, e só em propinas foram pagos US$ 36,3 milhões.
A série de reportagens mostrou ainda que, um ano depois, a Petrobras pagou um adicional de US$ 25 milhões para antecipar a entrega da P-57. A solenidade, com a presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorreu no dia 7 de outubro de 2010. A negociação para que os prazos de entrega da plataforma fossem reduzidos, para o ato se encaixar no calendário eleitoral — a então ministra Dilma Rousseff concorria à Presidência da República —, teve a participação de Júlio Faerman. A relação de contratos com propina incluía também os navios-plataforma Marlim Sul, Capixaba, Brasil, Anchieta e P-53, todos na bacia de Campos.
O envolvimento da SBM em pagamento de propina veio à tona em fevereiro do ano passado. Na época, a imprensa da Holanda noticiou que a SBM pagou comissões a várias empresas estrangeiras; uma delas era a estatal brasileira. O total de propinas era de US$ 250 milhões, sendo US$ 139 milhões só para pessoas ligadas à Petrobras. Os casos de corrupção ocorreram entre 2007 e 2011, segundo admitiu a própria SBM.
No último mês, técnicos da Controladoria-Geral da União concentraram seu trabalho no caso da empresa holandesa. A Petrobras também foi acionada para enviar mais detalhes técnicos dos contratos. Durante o processo de negociação, a estatal repassou aos técnicos da CGU os parâmetros para estimar os prejuízos decorrentes de contratos com a SBM. O mesmo está sendo feito com os outros cinco acordos de leniência que estão sendo analisados pela Controladoria. Especialistas que acompanham de perto o caso acreditam que o acerto com a SBM será o maior entre os seis casos instaurados, considerando o volume de contratos da estatal com a empresa holandesa.
Na CGU, havia temor de que as notícias sobre perda do status de ministério da Controladoria pudessem inviabilizar o fechamento do acordo. Na avaliação da Controladoria, caso passasse a ser subordinada a outro ministério, poderia ser questionado o poder do chefe da instituição para assinar o acordo de leniência.
Durante as negociações internas do governo para definição sobre os cortes de ministérios, o governo foi alertado para os reflexos de eventual perda de status da CGU tanto nas investigações de corrupção como nos acordos de leniência em negociação. O ministro Valdir Simão chegou a avisar que, por estimular internamente política de valorização da casa, não teria condições de permanecer no cargo se a CGU perdesse o status de ministério. Na semana passada, o governo anunciou os cortes com a CGU mantendo poder e atribuições.
Fonte: O GLOBO