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10 setembro 2015

Estudantes fazem desfile de roupa reciclada em Aratuba

A Escola Estadual se destaca no Maciço de Baturité pelo envolvimento do Núcleo Gestor e o protagonismo dos alunos em qualquer atividade que a entidade realiza.


O lixo se transformou em roupa conceitual, que vai servir de inspiração para a moda nas ruas, nas mãos dos alunos da Escola Estadual José Joacy Pereira, em Aratuba. Foram produzidos mais de 10 itens, entre camisas, saias e vestidos. Todos com o ideal de sustentabilidade.


O ponto alto do desfile que aconteceu na última quarta-feira (02),  foi o vestido de noiva, feito com copos descartáveis. “Foi um desafio muito grande, porque é um vestido longo só com acessórios reciclados, mas valeu a pena. Os copos plásticos usados foram recolhidos no refeitório onde os alunos lanchavam e em outros lugares. O detalhe máximo é a desenvoltura do adorno em vermelho, também produzido a partir do material reciclado”, explicou Rita Paz, diretora da instituição.

Todas as roupas para o desfile foram confeccionadas com materiais reciclados pelos próprios alunos da escola. O evento faz parte das atividades do SuperAção. Uma competição solidária, que mobiliza a escola e pessoas da comunidade para a realização de melhorias na infraestrutura, além de sensibilizar e conscientizar os principais envolvidos do projeto para temas de interesse coletivo.



Em outras peças, foram usados jornais, revistas e garrafas PET. Todos os modelos estavam lindos e chamaram a atenção da plateia. A modelo e uma das idealizadoras do vestido vencedor não escondia o orgulho.

“A reciclagem é ótima, em vez de jogar fora as coisas, podemos criar várias novidades, assim como nossos alunos criaram”, disse Gerson Castelo, professor.


Além do desfile ocorreu ainda concurso de desenhos e grafites que posteriormente serão pintados nos muros da escola.

Informações Gerson Castelo

Wesley Safadão ganha carro de presente da família em aniversário no Porto das Dunas

(Imagem: Reprodução/Snapchat)O cantor Wesley Safadão reuniu amigos e familiares em sua residência no Porto das Dunas, na noite de terça­-feira (8). Em comemoração aos seus 27 anos o vocalista ganhou um veículo Troller de presente de sua mãe, conhecida por Dona Bill, e familiares. A garagem do cantor já possui uma Ferrari avaliada R$ 1,3 milhão.
A festa contou com a presença dos artistas Tony Guerra, Márcia Felipe, Vicente Nery, iohannes, Simone das coleguinhas e Zezo, além dos humoristas Tirullipa e Ery Soares. O comediante Tirullipa brincou com o cantor presenteando com uma linha de shampoo e condicionador. A Banda Conde do Forró animou a noite dos convidados com suas canções românticas “Me Doí” e “Destruiu nosso amor“.
No último domingo (6), o cantor foi homenageado pelos fãs em grande estilo na terra da música sertaneja, em Goiânia. O palco do Festival Villa Mix 2015, o maior do mundo certificado pelo Guinness Book, foi o local da festa.

Confira imagens da festa:

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(Foto: Reprodução/Snapchat)

(Foto: Reprodução/Snapchat)

(Foto: Reprodução/Instagram)

Fonte: DN

RITA de REDENÇÃO > Longa­metragem sobre santa será exibido em praça pública

Rita de Redenção (1)Redenção. Uma das festividades católicas mais tradicionais no Ceará, a novena de Santa Rita, realizada desde 1917 em Redenção, terra da abolição da escravatura, receberá um presente muito especial na noite desta quinta­-feira, 10. Os devotos da santa das causas impossíveis assistirão o longa-metragem “Rita de Redenção”. O filme, dirigido pelo cineasta Cássio Araújo, tem como pano de fundo os festejos de Santa Rita, que acontecem há quase um século, envolvendo milhares de fiéis, sendo a maior manifestação popular da região.
Rita de Redenção (2)
Segundo o cineasta, “Rita de Redenção” foca na devoção dos fiéis e no novenário dedicado à santa, que acontece anualmente nesta cidade no mês de setembro. Além da celebração religiosa, o roteiro inclui aspectos da vida de Santa Rita. “Ela nasceu em Roccaporena, na Itália, a seis quilômetros da cidade de Cássia, em 1381. Nesta cidade casou e ficou e viúva. Depois entrou para o convento. Dos 40 aos 76 anos, viveu reclusa. Foi humilhada no convento e obrigada a aguar todos os dias uma parreira morta, que depois de muitos anos voltou a florescer. A obediência é considerada sua grande virtude”, explicou.
Juntamente com a diretora de fotografia Jane Malaquias, o diretor da produção cinematográfica esteve nas cidades de Roccaponera e em Cássia, onde filmaram em locais nos quais a santa viveu. Pela primeira vez os devotos e o público conhecerão a terra da santa. As imagens complementam a produção que tem trilha sonora de João Mamulengo. A música tema do filme, “Perfume de Deus”, é interpretada pelos consagrados cantores cearenses Fagner e Amelinha.
CÁSSIO ARAÚJO - AMELINHA -FAGNERSegundo representantes da Paróquia de Redenção, este ano o novenário acontece de 10 a 20 de setembro. Haverá procissão na abertura e no enceramento. A celebração supera a devoção à padroeira da cidade, Nossa Senhora da Imaculada Conceição, o que motivou Cássio Araújo a ex-pô­la através da sétima arte. Agora, o povo de Redenção terá a oportunidade de assistir a sua própria história de fé e devoção a Santa Rita. 
O longa-­metragem terá sua primeira exibição pública às 20 horas, na Praça da Matriz, logo após o hasteamento da bandeira da co-­padroeira.

Números 

1h18 é o tempo de duração do longa “Rita de Redenção” 
5 mil, público estimado na abertura dos festejos deverá assistir o filme

Mais Informações 
Fresta Produções 
Telefone: (85) 9 8790­1112 

Paróquia de Redenção 
Telefone: (85) 3332­1055

Fonte: DN

FIO MACIÇO > Sebrae realiza Feira Integrada de Oportunidades em Baturité

Fio Maciço 2 DN
Baturité. A partir desta quinta-­feira, 10, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estará realizando em Baturité, a Fio Maciço – Feira Integrada de Oportunidades do Maciço de Baturité. Segundo os organizadores, o espaço de negócios, montado na Praça Santa Luzia, no Centro da cidade, estará aberto ao público até o próximo sábado, 12. Dezenas de empresas de vários segmentos estarão expondo as novidades e a qualidade dos seus serviços.
Conforme a articuladora do Escritório Regional do Sebrae no Maciço de Baturité, Fabiana Gizele da Costa, este ano o espaço de negócios da região será dividido em ilhas. O novo conceito vai otimizar o tempo dos visitantes, de modo que, se alguém quiser conhecer as novidades da área da beleza por exemplo e efetivar negócios, basta ir a ilha do Spa FIO. Quem tiver preferência por negócios envolvendo artesanato, poderá ir direito a Arte FIO. As outras duas ilhas são a do Mercado FIO e a da Style FIO, destinadas a esses outros dois segmentos de negócios. 
Além da disposição dos estandes em setores, outra inovação da Feira deste ano será a Praça de Alimentação, que seguirá a tendência do momento. Batizada de Food Park, irá priorizar a alimentação rápida, com novas abordagens gastronômicas para os mais variados pratos, inclusive os mais tradicionais do Maciço de Baturité.
Na programação UP, como o novo modelo está sendo tratado, o Sebrae incluiu na ilha do SPA oficinas de técnicas de maquilagem, depilação e designer de sobrancelhas, cortes e cores com Mary Kay, Harlenilde Maia e Germana Hair. Na quinta e na sexta­-feira haverá desfile comercial. No sábado, será a vez do Festival de Moda, também apresentado pela Nad Model. Shows musicais encerram as três noites da Fio Maciço. O Boticário, Banco do Nordeste, o Hotel Padre Cícero, a Moto Mania, Izaac Veículos e a Prefeitura de Baturité são alguns dos parceiros da Feira.

Números 

3 mil é o público diário esperado na Fio Maciço 
36 estandes estarão expostos na Feira 

Fio Maciço 2015 
De 10 a 12 de setembro 
Das 18 às 23 horas – Entrada gratuita 
Praça Santa Luzia – Baturité 

Sebrae – Escritório Regional do Maciço de Baturité
Av. Sete de Setembro, 961 – Baturité 
Telefone: (85) 3347­0288 

Fonte: DN

População de Canindé quer redução de salário de prefeito e de vereadores

Canindé - Movimento popular 09.09.15 (1)
Foto:Everton Félix
Canindé. Um movimento popular, encabeçado por moradores de Canindé, está se fortalecendo nas redes sociais em busca de pelo menos 2.500 assinaturas para apresentar uma emenda à Lei Orgânica Municipal. Iniciada no dia da Independência, a mobilização pretende reduzir o salário do prefeito, do vice, de secretários e também dos vereadores. Para conseguirem apresentar a proposta na Câmara Municipal eles precisam da assinatura de pelo menos 5% dos eleitores. Conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Canindé tem atualmente 56.525 eleitores. 
Conforme informações divulgadas nas redes sociais, a emenda propõe a redução do salário mensal do prefeito, de R$ 12.900,00 atuais para R$ 6.304,00. O valor corresponde a oito salários mínimos. O vice­-prefeito, que atualmente recebe R$ 8.600,00 terá redução para R$ 3.152,00 ou quatro salários mínimos. Os vereadores passarão a receber dois salários mínimos, R$ 1.576,00 ao invés dos R$ 8.016,00. 
A reportagem do Diário do Nordeste tentou manter contato telefônico com a Prefeitura de Canindé e a Câmara Municipal, todavia, até a publicação desta edição as ligações não haviam sido atendidas. O vice­-prefeito reassumiu a gestão municipal, interinamente, ainda na sexta­-feira, 4, véspera do feriadão, após a Câmara de Vereadores aprovar o pedido cassação do mandato do prefeito Celso Crisóstomo. Um dia antes, dois vereadores, Francisco Alan de Oliveira Uchôa, conhecido como “Panta” e José Alexandre Sousa Anastácio, foram afastados dos cargos por determinação da Justiça.
Fonte: DN

Em meio à crise, principais programas sociais do governo Dilma sofrem cortes

pronatec
Alguns dos principais programas sociais do governo federal já estão, na prática, sofrendo cortes. Passados oito meses do ano, o programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), por exemplo, gastou 16% do orçamento previsto para 2015. No Pronatec, que oferta cursos de ensino técnico e profissionalizante, o número de vagas diminuiu, menos da metade da verba foi executada e a previsão para 2016 é reduzir ainda mais esses valores. Outros programas, como o Bolsa Família e o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), estão conseguindo escapar dos cortes, mas também não devem ser expandidos. Enquanto isso, o orçamento de 2016 prevê gastos de R$ 252,6 bilhões com a folha de pessoal: uma elevação de R$ 21,7 bilhões em relação a 2015.

Os gastos com os programas sociais foram levantados pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados a pedido do jornal O Globo, e mostram que a pior situação é do MCMV. Do orçamento de R$ 19,9 bilhões em 2015, R$ 3,2 bilhões foram pagos até o fim de agosto. Se considerados os restos a pagar, ou seja, recursos de orçamentos anteriores gastos somente agora, o montante sobe para R$ 8,1 bilhões. Para 2016, o projeto de Orçamento encaminhado ao Congresso prevê R$ 15,5 bilhões, valor que também deverá ser contingenciado. Em 2014, o cenário foi outro. Levantamento feito pelo gabinete do senador José Agripino (DEM-RN) mostra que o governo executou 100% dos R$ 16,7 bilhões previstos e até agosto, R$ 6,85 bilhões já haviam sido pagos — mais que o dobro deste ano.
Sem dinheiro e sem pompa, o governo apresenta hoje a terceira etapa do MCMV: primeiro para representantes dos movimentos sociais, no início da tarde, e depois para os empresários do setor da construção, no fim do dia. Segundo um empresário, neste momento, o programa não deverá contar com recursos para as famílias mais pobres, com renda de até R$ 1.600, que praticamente ganham a casa custeada pela União.
Em maio, já tinha sido anunciada uma tesourada de R$ 6,9 bilhões no programa. Na última terça-feira, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, afirmou que investimentos em áreas como o MCMV terão de se adequar à realidade orçamentária. Um dia antes, no pronunciamento de Sete de Setembro feito pela internet, a presidente Dilma Rousseff já tinha deixado aberta a possibilidade de programas sociais serem “reavaliados”. Procurado, o Ministério das Cidades, responsável pelo MCMV, não respondeu aos questionamentos do jornal O Globo.
Na educação, o Pronatec é o mais afetado. Dos R$ 4 bilhões previstos este ano, R$ 1,7 bilhão, ou 42,35% do total, foram pagos até o começo de setembro. O projeto de Orçamento do ano que vem será ainda menor: R$ 1,6 bilhão. Tradicionalmente, o ritmo de execução do orçamento sobe no fim do ano. Mas mesmo que isso ocorra, o governo não cumprirá uma das promessas feitas por Dilma durante a campanha à reeleição. Ela falou em 12 milhões de novas vagas no segundo mandato (2015-2018). Agora, o MEC fala em 1,3 milhão em 2015, e o Plano Plurianual (PPA) prevê mais 5 milhões entre 2016 e 2019, totalizando 6,3 milhões de vagas em cinco anos.
O Bolsa Família não será afetado pelos cortes, mas, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, também não será expandido. O orçamento do programa, de R$ 27,69 bilhões em 2015, será de R$ 28,79 bilhões em 2016. A execução do orçamento de 2015 segue o esperado: 65,05% da verba já foram pagos.
O ritmo de execução do Ciência sem Fronteiras, que oferece bolsas de graduação e pós-graduação a estudantes brasileiros no exterior, vai bem. De R$ 4,19 bilhões, mais de dois terços, R$ 2,8 bilhões, já foram pagos. Mas para 2016 o orçamento será reduzido para R$ 2,15 bilhões. O Fies, que financia o curso superior em instituições privadas, não terá cortes. O programa, que teve restrições de verba no primeiro semestre deste ano, recebeu um crédito extra e viu seu orçamento subir de R$ 12,4 bilhões para R$ 16,6 bilhões. Ao todo, R$ 8,98 bilhões já foram pagos. Em 2016, estão previstos R$ 18,2 bilhões ao programa.
O Mais Médicos, maior vitrine do governo na área de saúde, teve um orçamento de R$ 3,02 bilhões em 2015. Já foram pagos R$ 1,64 bilhão (54,21%). Para 2016, estão previstos R$ 3,3 bilhões. Segundo o Ministério da Saúde, o programa beneficia 63 milhões de pessoas. A intenção é elevar para 70 milhões até o fim de 2018.
Com informações do O Globo
Fonte: Ceará Agora

Mortalidade infantil no Brasil caiu 73% nos últimos 25 anos

pezinho bebê neném
A mortalidade infantil no Brasil caiu 73% nos últimos 25 anos, segundo dados divulgados hoje (9) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o relatório Níveis e Tendências da Mortalidade Infantil 2015, o índice de mortes entre crianças brasileiras menores de 5 anos passou, em 1990, de 61 óbitos para cada mil nascidas vivas para 16 óbitos para cada mil nascidas vivas em 2015.

Apesar dos avanços, a OMS destacou que as disparidades persistem no país. O estudo indica que, dos cerca de 5,5 mil municípios brasileiros, mais de mil registraram taxa de mortalidade infantil de até cinco óbitos para cada mil nascidas vivas em 2013, enquanto em 32 cidades a taxa superava 80 óbitos para cada mil nascidas vivas.
Além disso, crianças indígenas que vivem no Brasil têm duas vezes mais chance de morrer antes de completar o primeiro ano de vida que as demais. Segundo o relatório, esse tipo de exemplo demonstra que, mesmo em países com níveis relativamente baixos de mortalidade infantil, são necessários maiores esforços para reduzir as disparidades entre diferentes grupos sociais.
“Assim sendo, ainda há muito trabalho a ser feito para que cada criança tenha a oportunidade justa de sobreviver, mesmo em países com baixos índices de mortalidade infantil”, concluiu a OMS.
Fonte: Ceará Agora

Para Aécio, 'governo da presidente Dilma acabou'

FOTO: AÍLTON DE FREITAS/ O GLOBO
FOTO: AÍLTON DE FREITAS/ O GLOBO
A redução da nota de crédito do país, que tirou o país da zona de bons pagadores — o chamado grau de investimento — abasteceu a artilharia da oposição. O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse, em comunicado, que o fato mostra que “o governo da presidente Dilma acabou”. Para o tucano, o fato era um “desastre anunciado”. “Infelizmente, a perda do grau de investimento do Brasil e a perspectiva de revisão negativa nos próximos doze meses mostram que o governo da presidente Dilma acabou. Um desastre anunciado. Resultado da incompetência e dos erros do governo”, disse Aécio, no comunicado.
O tucano repetiu que o governo vem cometendo erros na condução da política econômica. Ele alertou que o governo da petista “não tem base política” para aprovar reformas estruturais no Brasil. “O Brasil perdeu hoje o grau de investimento fruto de erros sucessivos de política econômica dos últimos seis anos, agravados pelo desvio de recursos públicos e aparelhamento político das estatais. O cenário é ainda mais grave porque estamos em um governo no qual a presidente terceirizou a sua política econômica. Um governo que não tem hoje uma base política com força para aprovar reformas estruturais e um governo que não tem sequer um plano de governo”, disse o tucano.
CRÍTICAS À POLÍTICA ECONÔMICA
O tucano disse que em 2008 o país conquistou o grau anterior ainda fruto de ações tomadas nos dois governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “No entanto, afirmou, a partir de 2009, o PT colocou em prática a sua política equivocada de intervenção na economia, expansão desenfreada de gastos públicos, crescimento exagerado da dívida pública em dez pontos do PIB de 2009 a 2014. A oposição tentou na campanha de 2014 discutir rumos para o ajuste da economia e foi atacada pela propaganda partidária do PT que negava a existência de uma grave crise econômica que se aprofundava em decorrência da não adoção de medidas corretivas pelo governo em conjunto com a expansão da despesa pública para eleger a presidente candidata”, disse Aécio, que foi candidato a presidente nas eleições de outubro.
Em nota, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), chamou a perda do grau de investimento de “tragédia anunciada” e disse que seria uma comprovação da “incompetência” da presidente Dilma e da falta de condições de conduzir o país na crise econômica.
“A presidente Dilma simplesmente ignorou todos os alertas que foram feitos há tempos pela oposição e por especialistas sobre o agravamento da crise. Posou de arrogante e preferiu buscar culpados para a crise, em vez de apresentar soluções. A perda do grau de investimento coroa o fracasso deste governo que não tem uma política econômica, não tem rumo e não tem mais jeito. No momento em que o país enfrenta uma recessão sem precedentes, com o pior resultado na geração de empregos formais dos últimos 15 anos, a perda do selo de bom pagador é um banho de água fria nos investimentos, imprescindíveis para a retomada do crescimento”, afirmou.
Sampaio ironizou declaração do então presidente Lula, em 2008, quando a S&P concedeu o grau de investimento ao Brasil. Na ocasião, Lula afirmou que o título significava que o Brasil era um país sério e mundialmente respeitado.
“Infelizmente e por obra dos próprios governos do PT, de Lula e Dilma, hoje o Brasil está com o nome sujo na praça”, afirmou.
No Rio para o lançamento do livro “A miséria da política”, FH também comentou a perda do grau de investimento:
— Pedra cantada. Consequência do que foi feito. E uma realidade inquietante — disse ele após a notícia ser levada para a mesa de debate por um presente. — Estamos saindo do caminho aceitável. E grave.
Para ele, o governo não pode ignorar esse acontecimento pois ele indica que “estamos saindo do caminho aceitável no mundo contemporâneo”, mas que, se o governo agir a tempo, pode ser apenas momentâneo e revertido.
PARA AGRIPINO, É O ‘INÍCIO DO CAOS’
O presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que o rebaixamento é o “início do caos” e significa que os investidores internacionais se afastarão do Brasil. Para Agripino, o fato se deve à perda de comando da presidente.
— Perder o grau significa o início do caos. O que nos dava esperança eram os investimentos externos. Os investidores passarão ao largo do Brasil. e a recessão vai se agravar. O que é difícil vai ficar mais difícil e o que é ruim vai ficar péssimo. A presidente Dilma já vinha no processo de perda de controle — disse Agripino.
O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), disse que o rebaixamento significa a “falência do atual governo”.
— É o atestado internacional da falência do atual governo, o total descrédito desse governo perante o cenário internacional. Ir do grau de investimento para o grau de especulação é algo inimaginável. Se já temos uma situação difícil interna, teremos uma situação calamitosa no cenário internacional.
O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho, lamentou o episódio e disse que caberá à população arcar com as consequências.
– Cada vez mais assistimos a um governo desmanchar e impor à população brasileira um custo muito elevado. A culpa é da administração do PT e da presidente Dilma. Cultivaram um governo perdulário, produziram um desastre nas contas públicas e a população está sendo penalizada. Significará mais ônus para o povo. Significa uma recessão ainda mais profunda e desemprego ainda mais elevado – diz o deputado.
Para Mendonça, a perda do grau de investimento demonstra uma situação de “ingovernabilidade”.
– É uma sentença de ingovernabilidade e da incapacidade da presidente Dilma de comandar os destinos do Brasil. É a decretação da ingovernabilidade absoluta. Isso alimenta o impeachment. O governo que tem quase um ano de reeleito e foi incapaz de apresentar uma agenda com o mínimo de credibilidade, que pudesse minimizar os efeitos de uma crise que foi gerada pelo próprio PT e tirar o país dessa situação caótica – afirma o líder do DEM.
PARA RENAN, SÓ RETOMADA MUDA QUADRO ATUAL
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que só a retomada do crescimento econômico pode tirar o Brasil da atual situação, ao comentar o rebaixamento do grau de investimento do país pelas agências internacionais.
Renan afirmou que vem avisando que a solução dos problemas do país passa pelo aquecimento da economia.
— Temos dito, e queria repetir, que a única maneira de resolver esses problemas que afetam o Brasil é pela retomada do crescimento econômico. O ajuste fiscal foi feito, o Legislativo colaborou, mas só a retomada do crescimento econômico tira o Brasil dessas condições _ disse Renan.
Ele destacou que o Legislativo tem “colaborado” com o país. Apesar dos embates quanto às medidas a serem adotadas para o governo aumentar a arrecadação.
— O fundamental é que o Legislativo, o Senado especialmente, está fazendo tudo para superarmos essa dificuldade. Apresentamos uma agenda, estamos avançando na apreciação desses pontos. Definitivamente, precisamos fazer as reformas estruturais, dar eficiência ao gasto público e retomar o crescimento. O que for preciso para que sigamos esse caminho, tem que ser priorizado.
O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), defendeu que o governo tome medidas “urgentes” para cortar gastos e apresente propostas para recuperar o crescimento.
– É um fato grave, algo que o país temia, mas se conhecia o risco. Demonstra a necessidade de medidas urgentes para cortar gastos, conter a criação de novas despesas e discutir a recomposição das receitas e como se retoma o crescimento econômico em um médio prazo, até porque não tem passe mágico para isso acontecer. Levy vem cumprindo seu papel. Mas precisa não só ser fiador do ajuste, como fazer propostas para o crescimento. Isso mostra que Dilma tem que fazer ajustes, diminuir gastos e cortar ministérios. E o Congresso precisa ter atenção com temas em tramitação que gerem gastos – afirmou o peemedebista.
ALIADOS MINIMIZAM DECISÃO DA AGÊNCIA
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que esse rebaixamento já era esperado e que isso deve ao quadro de instabilidade política interna.
— Era uma coisa, digamos, esperada.
O líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que “não é o fim do mundo” o Brasil ser rebaixado pela S&P e que a agência não tem a última palavra sob o ponto de vista econômico. Delcídio disse que o governo tem feito o dever de casa, mas reconheceu que é hora de agir e que não há mais tempo para “testes e lero-lero”.
— Não é o fim do mundo. A Standar&Poors não é a última palavra sob o ponto de vista econômico. Basta ver a bolha imobiliária americana que levou o mundo em 2008 aquela situação de extrema dificuldade e o mundo até hoje não se recuperou e ngn enxergou isso naquela época. Agora, temos que fazer nossa lição de casa com humildade. Temos os projetos, como a repatriação (de recursos que estão no exterior). É a vida que segue — disse Delcídio.
Para o líder, é hora de agir, de o governo tomar as medidas para reverter o déficit e permitir a retomada do crescimento econômica. O senador disse que é não há mais tempo de se fazer testes com propostas, como ocorreu com a CPMF.
— Não tem mais testes. Não podemos ficar de lero-lero. Temos que agir, temos que fazer, temos que ter gestos. Isso vai nos levar a implementar as medidas que falamos hoje. É o caso da repatriação, da avaliação dos programas do governo, é atacar questões estruturais, como o caso da Previdência. O fato desse rebaixamento ter aparecido hoje, ele mostra que vamos trabalhar, trabalhar em cima dessas propostas que estão aí colocadas. Realmente mudar esse cenário, esse pessimismo. Mas o governo fez dever de casa. O pacote encaminhado pelo governo… todas as medidas fiscais foram aprovadas aqui.
Por sua vez, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), disse que o rebaixamento é ruim para o Brasil, mas que isso não derruba governo.
— Não posso acreditar que vocês imaginem que uma agência de avaliação possa derrubar o governo. É uma crise e ela tem que ser ultrapassada. Era possível que isso acontecesse. É ruim para o Brasil. O meu partido tem uma preocupação fundamental com o país de chegar a esse ponto _ disse Eunício.
Para o líder do PDT, André Figueiredo (CE), que apesar de dizer que a perda do grau de investimento é “irrelevante” para o país, afirmou que o Brasil está “refém” de Joaquim Levy.
– É irrelevante para nós, porque temos a clareza de que essa é uma tentativa do mercado de cada vez mais intimidar o governo e os brasileiros. Ficamos cada vez mais reféns do ministro Joaquim Levy. Isso prova que ele não representa a segurança ao mercado. Ele não está cumprindo o papel para que foi designado, que era dar segurança ao mercado, controlar a taxa Selic e manter o câmbio estável. O Brasil tem que fazer uma opção: ou continua a diminuir as desigualdades sociais, ou cuida dos interesses do mercado – afirmou o pedetista.
O líder do Solidariedade, Arthur Maia (SDD-BA), destacou que a medida trará consequências “severas” para os cidadãos.
– Isso vai ter consequências muito severas para a vida dos cidadãos. A perda do grau de investimento vai elevar a taxa de juros e vai ser desastroso para quem está devendo no cartão de crédito, crediário, cheque especial. Isso podia ter sido evitado se a presidente Dilma tivesse tomado medidas de contenção de gastos. O povo brasileiro que não quis contribuir com a campanha para reeleger Dilma agora vai pagar a conta da forma mais perversa: com desemprego e aumento da inflação – afirmou o deputado.
O deputado acredita que o ministro Joaquim Levy não pode ser apontado responsável pela situação e que ele sofre “boicote” por parte do PT e do ministro Nelson Barbosa (Planejamento).
– Não acho que a culpa seja do Levy. Hoje ele defende a tese minoritária no governo mais conservadora e vem sofrendo boicote internamente, principalmente por parte do ministro Nelson Barbosa, que quer manter a política petista do estado gastador – diz Maia.
Com informações do O Globo
Fonte: Ceará Agora

Trio furta malote com R$ 50 mil de agência bancária em Acopiara

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A Polícia procura por três homens que nesta quarta-feira, 09, roubaram um malote contendo R$ 50 mil que estava dentro de uma agência bancária em Acopiara, a 345 km de Fortaleza. Segundo o Comando de Policiamento do Interior (CPI), o trio se passava por clientes da agencia do Banco do Brasil quando um dos componentes aproveitou um momento de descuido e se apoderou do malote.

Um funcionário percebeu a ação, mas quando avisou a outro colega, os suspeitos já haviam fugido. Buscas estão sendo feitas, mas até o momento ninguém foi preso. Imagens do circuito interno devem ajudar na investigação.
Fonte: Ceará Agora