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14 abril 2015

Amor platónico e a baixa auto-estima


Quando pensamos em amor platónico, geralmente voltamos à nossa adolescência, àquela paixão pelo professor ou professora, pelo garoto ou garota mais popular da escola ou pelos ídolos da TV e do cinema. Um amor idealizado, com um tom de glamour, ilustrado por cenas e beijos imaginários.

Crescemos, e esses sonhos ficam no passado. Porém, quantas vezes não acabamos reproduzindo os antigos amores platónicos de uma nova maneira? Eles passam a ser direcionados a pessoas mais próximas, são amores aparentemente mais "possíveis". Porém, ainda assim, mantêm a inviabilidade da concretização do vínculo amoroso. Uma distância do ser amado que se manifesta em diferenças que podem ocorrer no âmbito social, de idade, hierárquico, por meio de uma relação proibida, ou simplesmente por um bloqueio em demonstrar o sentimento, que acaba tornando a pessoa amada inalcançável. Assim, percebemos que todas as manifestações do amor platónico guardam a mesma característica: a impossibilidade.

A PESSOA DESEJADA SIMBOLIZA ALGO QUE NOS FALTA

Esses amores impossíveis costumam refletir algo que admiramos: a beleza, a inteligência, o charme ou alguma habilidade especial de certa pessoa que nos faz desejá-la. Ao olharmos para essa profunda admiração, que pode chegar à idolatria, é interessante perceber que aquilo que tanto apreciamos no outro é na verdade aquilo que, de alguma forma, não conseguimos enxergar em nós mesmos.

Se pensarmos bem, a adolescência é uma fase em que a autoestima e a individualidade passam a ser mais decisivas na nossa vida. O amor platónico adolescente representa esse referencial daquilo que queremos ser e ter, podendo ser positivo ao estimular a busca por aquilo que se deseja - a princípio visto como algo externo, em outra pessoa.

O fator platónico do amor torna inalcançável externamente aquilo que, na realidade, buscamos dentro de nós mesmos.

Projetamos externamente as possibilidades para conquistar aquilo que só será alcançado dentro de nós, mas que colocamos fora do nosso alcance, de alguma forma nos distanciando de nossa própria realização. A pergunta a se fazer é: por que continuamos a tornar inalcançável justamente o que mais desejamos, projetando isso no outros?

O LADO CÓMODO DAS ILUSÕES

Viver as ilusões de um amor platónico faz parte de nosso amadurecimento afetivo. Porém, a repetição dessa situação requer a compreensão do que está por trás dessa busca inconsciente pelo impossível. É fácil perceber que esse tipo de amor traz implícito um medo, uma fuga. Alimentar-se da ilusão, ainda que não traga a tão sonhada concretização do amor, é mais seguro e confortável do que encarar a realidade e todos os confrontos inevitáveis na vivência dos relacionamentos. A vida real é muito mais sem graça, menos glamourosa e bem mais trabalhosa do que o amor idealizado. O final feliz dos filmes e contos de fadas não é a regra geral para a maioria das relações afetivas.

POR QUE TEMOS MEDO DE ENCARAR OS MEDOS?

Muitas vezes ficamos prisioneiros da nossa dificuldade de nos mostrar, de nos expor e de nos colocar para o outro. Com medo de nos sentirmos expostos, submissos, e até mesmo humilhados por uma possível rejeição, fechamo-noss em nós mesmos. O nosso maior desejo é viver o amor, porém, o nosso maior medo é demonstrá-lo para quem amamos. Assim o que mais queremos passa a ser nosso maior medo.

Os motivos que criam o medo de viver o amor real podem ter as mais variadas raízes: vivenciar quando criança um relacionamentos nocivo dos pais, vivenciar pessoalmente, e/ou ver a sua volta experiências afetivas traumáticas, situações traumáticas de rejeição e abandono que ficam gravadas no campo emocional (ainda que hoje possam não parecer um problema). A rejeição traz sempre uma dor muito intensa. Porém, essa dor geralmente tem raízes mais profundas, e é nelas que devemos nos focar para encontrar caminhos para viver o amor de maneira mais verdadeira e saudável.

A dor da rejeição representa uma fragilidade, criando uma ferida que nos faz deixar de acreditar em nós mesmos, enfraquecendo a autoestima e poder pessoal.

O AMOR PLATÔNICO COMO UMA OPORTUNIDADE

Por meio dos amores platónicos a vida desafia-nos a vencer os nossos medos, e com isso fortalecer a autoestima e o poder pessoal. Tais experiências convidam-nos a superar a nós mesmos, para assim estarmos aptos para viver o amor de verdade!

Reflexões:
Você tende a apaixonar-se por pessoas inalcançáveis?
Você tem preguiça de interagir socialmente?
Você tem dificuldades em lidar com as diferenças pessoais?
A intensa admiração por alguém faz você ignorar outras características da pessoa não tão positivas assim?

Quanto maior o número de respostas positivas, maior a probabilidade de você sentir atração por amores platónicos. Procure refletir e perceber, de acordo com os aspetos abordados no artigo, quais medos podem estar lhe afastando da vivência real dos relacionamentos afetivos. Caso sinta dificuldade, a orientação terapêutica pode ser de grande ajuda.

Fonte: Personare

Deputado defende extinção do exame da OAB e pede audiência pública

Deputado Ely Aguiar
Em pronunciamento na Assembleia, o deputado Ely Aguiar (PSDC) defendeu que o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é inconstitucional. O parlamentar informou que pedirá audiência para discutir o tema, que volta à tona devido a projeto de lei do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para acabar com o exame.

“Entendo que o exame é arbitrário, que atropela a Constituição e que não tem sentido. Temos hoje no Brasil 1,5 milhão de jovens que são bacharéis em direito e que não podem exercer a profissão porque não passaram no exame, que segundo dizem, é pior que um vestibular”, critica. “Como é que uma pessoa estuda, passa vários anos estudando e é impedido por um provimento da OAB de exercer a sua profissão?”, questiona.
O deputado lembrou ainda da situação de estudantes de baixa renda, que financiam o curso, e podem vir a não exercer a profissão por causa do exame, não tendo como pagar a dívida.
Fonte: DN

Deputados são hostilizados durante protesto no Aeroporto de Fortaleza

Discussão
O bate-boca entre o deputado federal Adail Carneiro (PHS) e o presidente do Sindicato Apeoc, Anízio melo, chamou atenção de quem passava pela área de embarque doméstico do Aeroporto de Fortaleza no início da manhã desta terça (14)
Os deputados federais André Figueiredo(PDT), Raimundo Gomes de Matos (PSDB) eAdail Carneiro (PHS) foram hostilizados por cerca de 50 servidores públicos na manhã desta terça-feira (14) no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza.
Os servidores, mobilizados pelo Sindicato Apeoc, e ligados às áreas da saúde e educação, protestavam contra o Projeto de Lei 4330, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 8 de abril, que permite a terceirização de funcionários em todas as atividades exercidas pelas empresas do País. Entre os parlamentarem cearenses, Adail carneiro (PHS), André Figueiredo (PDT), Raimundo Gomes de Matos (PbSDB), Antônio Balhmann (PROS), Arnon Bezerra (PTB), Danilo Forte (PMDB), Domingos Neto (PROS), Genecias Noronha (SD), Gorete Pereira (PR) e Leônidas Cristino (PROS) votaram a favor da aprovação do texto-base do Projeto de Lei.
O deputado Adail Carneiro bateu boca com manifestantes, que o chamavam de 'traidor' devido ao seu posicionamento a favor do projeto de lei. Os deputados federais Raimundo Gomes de Matos e André Figueiredo evitaram o encontro com os manifestantes. Na ocasião, Chico Lopes (PCdoB) foi elogiado pelos servidores pela posição contrária à aprovação do projeto na Câmara.
Em entrevista ao colunista José Maria Melo, o professor Anizio Melo, presidente do Sindicato Apeoc, classificou a aprovação do PL 4330 como uma quebra à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Dos 464 parlamentares presentes na Casa, 324 votaram a favor e 137 foram contrários ao projeto de lei sobre o tema, que tramita há 11 anos.
Fonte: DN

Jair Bolsonaro é condenado por declarações homofóbicas e racistas

Bolsonaro
Segundo a Agência Brasil, o gabinete do deputado informou que ele deve se posicionar ainda nesta terça-feira (13)
RENATO ARAÚJO/ABR
O deputado federal Jair Bolsonaro terá que indenizar, por danos morais, em R$ 150 mil oFundo de defesa dos Direitos Difusos (FDDD), do Ministério da Justiça. A ação contra o deputado foi motivada pordeclarações feitas por ele em março de 2011 no programa "CQC", da TV Bandeirantes. A decisão foi dada pela Justiça do Rio.
Na época, foram feitas diversas perguntas a Bolsonoro. Quando questionado sobre o que faria se tivesse um filho gay, ele respondeu que isso não aconteceria com seus filhos pois eles tiveram "boa educação". Veja o vídeo:
Já a cantora Preta Gil quis saber como ele reagiria se um de seus filhos se envolvesse com uma mulher negra. “Eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o seu”, respondeu Bolsonaro.
Além disso, o deputado afirmou que não viajaria em um avião pilotado por um cotista.
A sentença foi dada por Luciana Santos, juíza responsável pelo caso, que destacou que “não se pode deliberadamente agredir e humilhar, ignorando-se os princípios da igualdade e isonomia, com base na invocação à liberdade de expressão. Nosso Código Civil expressamente consagra a figura do abuso do direito como ilícito civil (art. 187 do Código Civil), sendo esta claramente a hipótese dos autos. O réu praticou ilícito civil em cristalino abuso ao seu direito de liberdade de expressão”.
A ação foi movida pelo Grupo Diversidade Niterói, Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-íris de Conscientização.
Jair Bolsonaro ainda pode recorrer da decisão. Em sua defesa, o deputado mais votado do Rio nas últimas eleições afirmou que tem imunidade parlamentar, ao que a juíza discordou declarando que suas afirmações haviam sido feitas de acordo com seus sentimentos como cidadão.
Fonte: DN

Charge

Charge

Derrotas para Gugu transformam Ratinho em problema no SBT

Ratinho, do SBT, e Gugu, da Record, disputam audiência

  • Ratinho, do SBT, e Gugu, da Record, disputam audiência
O SBT está com a sua grade da noite estabilizada, pelo menos até 22 horas, quando sai do ar a reprise de "Carrossel".
Na entrega para o Ratinho é que, com o efeito Gugu, começam os problemas.
Situação delicada
Os estudos de audiência realizados acabaram verificando que o crescimento da Record no prime time passou a acontecer a partir deste horário.
E por aí se estabelece uma sinuca de bico. Como existe um contrato de sociedade entre SBT e Ratinho, todo e qualquer investimento no programa – algo que agora se faz necessário - terá que sair do bolso do apresentador.
Diante de tudo...
Resta saber de que maneira isto poderá se resolver. Por mais que se exija da equipe de produção e se tente extrair de todos o máximo de esforço e criatividade, há uma limitação.
Ratinho, se deseja alterar este quadro, terá que gastar mais e se conformar em ganhar menos. O SBT só quer resultados.
*Colaboração de José Carlos Nery
FONTE: UOL

Aos sete meses, grávida de quíntuplos dá à luz em São Paulo

Thamires Andrade
Do UOL, em São Paulo
  • Reprodução/Facebook
    Karina com 27 semanas de gestação em imagem da página do Facebook 'Vem Quíntuplos por Aí'
    Karina com 27 semanas de gestação em imagem da página do Facebook 'Vem Quíntuplos por Aí'

Grávida de quíntuplos e internada desde março, Karina Bárbara Barreira deu à luz os filhos, nesta segunda-feira (13), com 27 semanas de gestação (quase sete meses). Mãe e bebês passam bem, segundo Linus Pauling Fascina, superintendente médico-hospitalar e diretor técnico do hospital Sepaco, em São Paulo. Karina e o marido, João Biagi Júnior, 36, são de Santos, mas precisaram vir para São Paulo, pois a cidade não tinha estrutura para o parto.
Por ser uma gravidez de cinco bebês, esperava-se que Karina não completasse 40 semanas de gestação, mas alcançasse, pelo menos, a 32ª semana. O parto aconteceu ainda mais cedo porque um dos bebês apresentou insuficiência placentária. "O sangue da mãe já não estava sendo passado de forma adequada para uma das crianças, portanto, resolvemos adiantar o parto antes que houvesse qualquer tipo de prejuízo para ela", explica Fascina.
De acordo com o médico, a cesárea teve duração de 40 minutos, e o intervalo de nascimento entre o primeiro e o último bebê foi de três minutos. O primeiro a nascer foi o menino, com 1,185 kg. As quatro meninas nasceram na sequência e pesavam, respectivamente, 905 gramas, 930 gramas, 595 gramas e 715 gramas. "Todos estão bem formados e agora vão passar por um período de crescimento extrauterino. A faixa de peso era a esperada, pois, por restrições anatômicas, não caberia bebês maiores dentro do útero", afirma o superintendente.
Fascina foi um dos coordenadores dos treinamentos realizados pelo Sepaco para o parto dos quíntuplos. Como o nascimento envolveu oito neonatologistas (pediatras especializados em recém-nascidos), três obstetras, dois anestesistas, três enfermeiros, um instrumentador e seis técnicas de enfermagem, os médicos fizeram duas simulações da cesárea de Karina.
Os cinco bebês ficarão na UTI pediátrica do hospital até ganharem peso necessário (1,8 quilos) para terem alta. A estimativa, segundo o diretor técnico do hospital Sepaco, é que eles permaneçam internados por dois a três meses e que ganhem de 10 a 20 gramas por dia. "O objetivo também é que os pulmões possam crescer e amadurecer com conforto", afirma.
Na tarde desta segunda (13), três bebês foram entubados e dois respiram com ajuda de um suporte de oxigênio. De acordo com Fascina, esse tipo de intercorrência é esperado devido à prematuridade. "Nos próximos dez dias, é uma gangorra adaptativa. Em alguns momentos, os bebês prematuros ficam muito bem e, às vezes, pioram. Caso continuem como estão, já é uma grande vitória", afirma.
Karina está estável e sem sinal de qualquer complicação. "A princípio, a alta da mãe será igual a de qualquer outra cesárea, caso não haja nenhuma intercorrência, em 72 horas, e ela poderá ficar como acompanhante dos filhos", afirma Fascina.
O pai dos quíntuplos declarou que não tinha palavras para descrever a emoção do momento do parto. "Não consigo resumir em uma palavra. Acompanhei tudo desde o início e chorei de felicidade quando chegou a hora. Não sabia se gritava para comemorar", afirma.
Biagi contou que ainda não divulgou o nome das crianças, pois ele e Karina precisam definir como se chamará uma das quatro meninas. "Como falta escolher um nome, a gente optou por não divulgar ainda. Assim que definirmos, todos saberão o nome dos quíntuplos", afirma.
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Dos enjoos aos sinais do parto; veja 48 temas que toda gestante deve saber49 fotos

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Envolta em expectativa, a gravidez é uma fase muito especial para a mulher. É também um período de profundas transformações, que geram medo e dúvidas. Para facilitar a vida de quem está vivenciando essa experiência, o UOL Gravidez e Filhos consultou especialistas, que responderam às 48 dúvidas mais comuns das gestantes. O resultado você confere a seguir | Por Rita Trevisan e Suzel Tunes - Do UOL, em São Paulo Getty Images
Fonte: UOL

Gays rejeitados pelos pais são oito vezes mais suscetíveis ao suicídio

É importante que os pais ajudem os filhos gays a compreender a própria sexualidade

"Estranhamente Normal – A Luta de Uma Família para Ajudar Seu Filho Adolescente a Aceitar Sua Sexualidade". Assim pode ser traduzido para o português o título do livro "Oddly Normal – One Family's Struggle to Help Their Teenage Son Come to Terms With His Sexuality" (Gotham Books), escrito pelo americano John Schwartz.

Na obra, o jornalista do New York Times relata a história de seu caçula, Joseph, e todos os percalços que ele, sua mulher, Jeanne Mixon, e o filho enfrentaram desde a infância do garoto até a adolescência, sobretudo na escola. O pano de fundo é o fato de Joe, como muitas vezes é chamado pelo pai no texto, ser gay. 
"Depois de tudo por que passamos, sentimos que outros pais poderiam se beneficiar ao ouvir nossa história", diz, por e-mail, John Schwartz. "O livro conta o que vivenciamos ao criar Joseph e como foi ajudá-lo a superar sua própria infelicidade e isolamento, lidando com escolas e pessoas que praticavam 'bullying'".

É um tema muito sério. Uma pesquisa publicada no periódico científico "Pediatrics" e citada por Schwartz em "Oddly Normal" mostra que crianças LBGT rejeitadas pelos pais correm um risco seis vezes maior de sofrer com níveis altos de depressão e tentam oito vezes mais o suicídio.

"É preciso uma vigilância real na escola e nas famílias", diz Schwartz. Ele sabe do que está falando: logo no prefácio da obra o jornalista descreve a tentativa de suicídio de Joseph, aos 13 anos, após uma querela com colegas do colégio em 2009. Joe resolveu submeter os meninos ao próprio veneno e começou a avaliá-los com notas, de maneira semelhante à que eles faziam em relação às meninas.
 
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"Pai, sou gay"7 fotos

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O industriário Ricardo Reder, 48 anos, conta que o fato de seu filho Victor ter admitido ser homossexual, há cerca de dois anos, caiu como uma bomba na família Leia mais Bob Donask/UOL

Fonte: UOL

5 fatores que podem atrasar sua menstruação e você nem imagina

(Thinkstock)

Menstruação atrasada é sinônimo de preocupação excessiva entre as mulheres, que muitas vezes relacionam o fato à suspeita de gravidez. Mas nem sempre o atraso significa um aviso de gestação; você pode estar com o ciclo desregulado ou até mesmo ter problemas ginecólogicos ou psicológicos que acabaram influenciando na data da sua menstruação.
“O ciclo menstrual é muito influenciado pelos fatores externos ou emocionais, que são suficientes para atrasar a menstruação por alguns dias”, explica a ginecologista e obstetra Dra. Erica Mantelli. Além disso, a ausência da menstruação pode ser causada por hormônios, mau humor e excesso de exercícios.
Se você fizer o teste de gravidez e der negativo, isso significa que o seu atraso tem outras causas, segundo a especialista. “A mulher deve fazer o teste logo pela manhã, pois a primeira urina concentra uma quantidade maior de hormônios, diminuindo as chances do resultar falhar. Se o resultado for negativo, algo pode estar errado no corpo da mulher”, recomenda.

O que pode atrasar menstruação além de gravidez? 


(THINKSTOCK)
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Estresse: Este fator pode alterar o ciclo fazendo com que a mulher não ovule em determinado período e ela acabe não menstruando

ONG lança campanha e oferece exame Eco Fetal gratuito

O instituto fica na rua Núbia Barrocas, número 125, no Parque Manibura
O Instituto do Coração da Criança e do Adolescente,Incor Criança, entidade sem fins lucrativos com sede em Fortaleza, está com uma campanha de conscientização sobre a importância de realizar o exame‘Eco Fetal’.

De acordo com a instituição, o procedimento é essencial para diagnosticar precocemente doenças congênitas do coração, aumentando as chances da criança nos resultados cirúrgicos.
A campanha pede que as mamães contem em suas timelines, através do Facebook, “como foi quando você ouviu pela primeira vez o coração do seu filho bater?”, utilizando as hashtags #coracaodemae e #incorcrianca. As três postagens mais curtidas ganharão um exame, garantido pela instituição, que ressalta “quanto mais cedo as doenças congênitas do coração são diagnosticadas, melhor para a vida da criança”.
O exame de Ecocardiologia Fetal pode ser feito a partir da 24ª semana de gestação e, além de revelar as cardiopatias congênitas, permite programar a data do nascimento e orienta, em casos específicos, terapêutica instraútero. As mães que tiverem interesse em participar da campanha precisam estar com mais de 20 semanas de gravidez.
A validade da promoção é de seis meses e o resultado será divulgado através do Facebook e Instagram do Incor Criança no próximo dia 30 de abril.
A Incor Criança foi fundada em 2003 e oferece atendimento ambulatorial, com realização de consultas, exames de laboratório e especializados, como Eletrocardiograma, Eco Fetal e Ecocardiograma. O foco do instituto é atender crianças carentes, com a proposta de oferecer assistência humanizada.







Após protestos, pressão de grupos anti-Dilma será contra o Congresso


Após duas manifestações de ruas em menos de um mês e certa queda no poder de mobilização, os movimentos de ruas anunciaram aliança e prometem partir para nova etapa na luta por suas reivindicações, a principal delas o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Amanhã, os grupos se reúnem em Brasília para alinhar novas ações e elaborar a Carta do Povo Brasileiro, que deve ser entregue ao Congresso Nacional. 
Gustavo Menescal, que integra Instituto Democracia e Ética (IDE), responsável pelas mobilizações em Fortaleza, afirma que a nova etapa parte da união entre os movimentos para determinar quais serão as próximas ações, além da Carta. O encontro dos grupos, marcado para amanhã, surge da criação da Aliança dos Movimentos Democráticos de Rua do Brasil, anunciada pelo movimento Vem Pra Rua, em São Paulo.

Repercussão
O deputado federal Odorico Monteiro (PT) pontua que as manifestações são parte da democracia. Ele afirma que Dilma foi eleita constitucionalmente. “Não há crise institucional, as denúncias de corrupção estão sendo apuradas e isso deve resultar no esgotamento dos movimentos que têm agenda conservadora”. 
Para o deputado estadual João Jaime (DEM), os protestos devem mudar a atuação daqui para frente. “Você não pode estar todos os dias nas ruas. Os líderes estão falando em marcha para Brasília, creio que o caminho é pressionar o Congresso”, pontua.
“Esse é o momento de analisar o que temos de positivo e pensar nos próximos passos. É preciso ter um norte. Não podem ser apenas manifestações. Temos uma série de deliberações a fazer”, disse Gustavo Menescal. 
Segundo ele, os grupos decidirão, dentre outros temas, sobre realizar ações mais efetivas pelo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e pela cassação do registro do Partido dos Trabalhadores. Ele frisa que independentemente da inclusão de novas bandeiras, o movimento se manterá contra o atual governo.
O professor de Ciência Política da FGV, Cláudio Couto, destaca que a obsessão dos movimentos pelo PT se deve ao tempo de governo (12 anos), à forma como o partido reagiu a crises anteriores - como o caso do mensalão - e à mudança na relação de classes promovida por políticas públicas do PT. 
Gustavo frisa que há insatisfação com outros partidos, mas o fato de o PT “tentar transformar a corrupção em algo virtuoso”, sem punições exemplares aos seus integrantes, piora a situação do partido

Fonte: O POVO

Pesado e dark, 'Demolidor' mostra força da parceria Marvel/Netflix


A série “Demolidor” estreou toda a sua primeira temporada na última sexta-feira (10), no Netflix, com uma missão gigantesca sobre seus ombros. Dela depende o sucesso da parceria entre o serviço de transmissão de conteúdo sob demanda e a Marvel. Baseado em seu desempenho, as duas empresas podem planejar muito mais do que as outras quatro produções que têm engatilhadas juntas. Assista ao vídeo acima.
A série emprega uma atmosfera pesada e urbana para trazer o universo construído pela editora mais próximo à realidade. Mesmo com um ritmo um pouco lento, incomum às produções anteriores da Marvel, o resultado é tão competente que se torna difícil resistir à tentação de maratonar todos os 13 episódios da temporada. Acreditem, eu sei.
Você talvez conheça a história - se viu o filme de 2003 estrelado por Ben Affleck, provavelmente prefira até esquecer. Matt Murdock (Charlie Cox) é um advogado cego que cresceu no perigoso bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, e utiliza seus sentidos sobrehumanos para combater o crime.
Ele conta com a ajuda de Foggy Nelson (Elden Henson), seu sócio, e de Karen Page (Deborah Ann Woll) para derrubar o império do crime construído por Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio). O resultado é uma bela história de origem que se estende pacientemente pelos 13 episódios desta primeira temporada e bebe muito da elogiada passagem do quadrinista Frank Miller pelo título do herói nos anos 1980. É dessa fase que sai o uniforme negro usado pelo herói pela maior parte da temporada.
O Demolidor passa a maior parte da primeira temporada com um uniforme negro (Foto: Divulgação)O herói passa a maior parte da primeira temporada com um uniforme negro (Foto: Divulgação)
O elenco é um dos principais acertos da produção. Cox consegue equilibrar a seriedade da missão de Murdock com a leveza que o personagem necessita. Sua missão é facilitada pela química construída com Henson, um alívio cômico que consegue não parecer forçado. Mas é D’Onofrio quem mais parece estar se divertindo, ao interpretar um personagem que parece ter sido construído para ele.
O mais importante é que a série consegue escapar dos erros cometidos nos outros trabalhos da Marvel para a televisão, “Agents of Shield” e “Agent Carter”. Ao utilizar a experiência bem sucedida da Netflix, “Demolidor” consegue uma produção que parece ter saído dos estúdios de Hollywood. Mesmo com a ausência de poderes chamativos, a fotografia e as locações dão a impressão de um investimento semelhante a “Homem de Ferro”, que em 2008 já custou cerca de US$ 140 milhões.
Além disso, as cenas de luta são provavelmente as melhores já construídas pelos estúdios Marvel, algo vital para um herói tão apoiado em suas habilidades com artes marciais. É possível sentir cada golpe dado ou tomado por Matt, e há sequências que chegam a lembrar a crueza do filme coreano “Oldboy” (2003).
Charlie Cox vive o protagonista da série, Matt Murdock (Foto: Divulgação)O inglês Charlie Cox vive o protagonista da série,
Matt Murdock (Foto: Divulgação)
Não é necessário qualquer conhecimento prévio do personagem ou dos quadrinhos para acompanhar ou entender a série, mas quem lê as HQs também é recompensado. Além de diversas homenagens aos mais de 50 anos de histórias do personagem, o conhecimento prévio também garante umas boas surpresas para quem sabe da importância de algumas pessoas na história.
Em 2008, com o lançamento de “Homem de Ferro”, os estúdios da editora davam início a seu universo cinematográfico, em que diversos heróis dos quadrinhos da editora dividem a mesma realidade. Sete anos, nove filmes, uma série de TV e uma minissérie depois, finalmente surge um herói preocupado não em salvar o mundo - ou a galáxia -, mas apenas sua vizinhança.
Enquanto Capitão América, Homem de Ferro e Thor enfrentam um exército alienígena, a população passa a depender de uma nova geração de heróis para conseguir se reerguer.
A Marvel tem planos ambiciosos para a televisão. Prova disso é que outros três heróis já tem séries em desenvolvimento no Netflix - “A.K.A Jessica Jones”, que deve estrear ainda neste ano, será seguida por Luke Cage e Punho de Ferro. Com uma pegada mais urbana e problemas mais reais, os quatro ainda formarão uma equipe com uma série própria, “Os Defensores”.
Se depender da qualidade da produção e das críticas que este primeiro trabalho vem recebendo, os fãs da Marvel e da Netflix podem encarar essa parceria sem medo.
Fonte: G1