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24 setembro 2015

PDT indica André Figueiredo para Ministério das Comunicações

andre figueiredo
O deputado federal André Figueiredo, que exerce o terceiro mandato na Câmara, foi indicado pelo PDT para assumir o Ministério das Comunicações. A pasta é ocupada hoje pelo deputado federal Ricardo Berzoini (PT) e, no primeiro Governo Lula, tinha como titular o cearense Eunício Oliveira.

A entrada de André Figueiredo faz parte das mudanças promovidas pela presidente Dilma Rousseff no primeiro escalão do Governo. As negociações garantem a permanência do PDT na base aliada ao Palácio do Planalto na Câmara Federal e no Senado.
André é ligado hoje aos irmãos Ferreira Gomes e foi interlocutor para o grupo de Cid e Ciro entrar no PDT. O ex-governador Ciro Gomes se filiou ao PDT na semana passada, em Brasília, e poderá disputar, em 2018, a Presidência da República.
Cid comanda, na próxima segunda-feira, o rebanho do PROS, com o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, que se transfere para o PDT. O mesmo caminho será trilhado por, pelo menos, 65 prefeitos, além de deputados estaduais e federais, vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas municipais.
André Figueiredo foi eleito, em 2002, para o primeiro mandato de deputado federal. Era aliado do então governador Lúcio Alcântara. Em 2006, concorreu à reeleição, mas não conseguiu se reeleger. Em 2010, voltou à Câmara Federal, reelegendo-se em 2014 e, em Brasília, ampliou espaços de atuação dentro do PDT, assumiu a liderança do partido e, agora, é indicado para o cargo de Ministro das Comunicações.
Segundo reportagem do Jornal O Globo, edição desta quinta-feira (24/09), a presidente Dilma Rousseff ofereceu o Ministério das Comunicações ao PDT, seu antigo partido. Os pedetistas ocupam hoje o Ministério do Trabalho, com Manoel Dias. Dilma se reuniu na última terça-feira e, novamente no fim da tarde dessa quarta-feira, com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Do encontro, saiu a indicação de André Figueiredo.
De acordo ainda com a reportagem, o PDT formalizou há poucas semanas “independência” ao governo, depois da aprovação do primeiro pacote de ajuste fiscal com redução da concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários. Dilma tenta reconstruir uma ponte com o ex-aliado. O partido cobra desde sua eleição, em 2010, uma pasta de mais peso político e reclama sistematicamente do fato de o Ministério do Trabalho ter perdido funções ao longo dos anos.
Fonte: Ceará Agora

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