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22 maio 2015

Ofício da CBF indica que Ceará terá que escolher entre a Copa do Brasil ou Sul-Americana

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Técnico Silas, do Ceará, ainda não sabe se sua equipe poderá disputar os dois torneios
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Fac-símile: a reportagem teve acesso ao documento que a CBF enviou ontem à noite, definindo que ninguém poderá disputar os dois torneios simultaneamente
A 3ª fase da Copa do Brasil tem reservado muito suspense para diretoria, jogadores e torcida do Ceará. O Alvinegro vai enfrentar o Tupi/MG. A primeira partida acontece em Fortaleza e a segunda em Minas Gerais. As datas ainda não foram definidas.
O imbróglio, contudo, é saber se vale a pena o Vovô avançar no torneio nacional. Tudo isso porque a CBF só definiu ontem à noite que o campeão do nordeste não pode chegar às oitavas de final da Copa do Brasil e disputar a Copa Sul-Americana. Bem Diferente do ano passado, quando o regulamento da Copa do Nordeste já previa que não seria possível o campeão participar do torneio continental, caso o clube chegasse às oitavas de final da competição nacional.
A reportagem teve acesso a um ofício da CBF, datado de 21 de maio (ontem) e assinado pelo diretor de competições, Manoel Flores, informando que os clubes que tenham obtido vaga para a Copa Sul-Americana de 2015 só disputarão o torneio caso não estejam classificados para disputar as oitavas da Copa do Brasil de 2015, conforme estabelece o regulamento da Série A, no seu artigo 6º. O critério se aplica aos clubes da Série A/15 como também aos clubes oriundos de conquista dos regionais - Ceará pela Copa do Nordeste e Brasília/DF pela Copa Verde.
O presidente alvinegro Evandro Leitão, em contato com a reportagem, se mostrou surpreso com a definição da CBF, já que o clube almejava disputar as duas competições. Com a definição, o mandatário afirmou que a diretoria avaliará a melhor opção. "Se a CBF enviou o oficio, cabe ao clube avaliar a situação".
Premiação
Caso avance no torneio nacional, o Ceará embolsa R$ 690 mil. Já na competição internacional, os valores não foram definidos pela Conmebol, mas ano passado a cota da primeira fase recebida pelos clubes foi de US$ 150 mil (pouco mais de R$ 450mil).
Mário Kempes
Editor Assistente
Fonte: DN

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