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30 novembro 2014

Corpo de Roberto Bolaños é levado para velório no estádio Azteca

Cortejo fúnebre segue neste domingo até local onde fãs farão homenagem.
Criador de 'Chaves' e 'Chapolin' morreu nesta sexta-feira aos 85 anos.

Caixão com o corpo de Roberto Bolaños é levado para o estádio Azteca (Foto: Reprodução/Foro TV)Caixão com o corpo de Roberto Bolaños é levado para o estádio Azteca (Foto: Reprodução/Televisa)
O cortejo fúnebre com caixão com o corpo de Roberto Bolaños partiu da sede da emissora Televisa, às 15h30 deste domingo (30), em direção ao estádio Azteca, na Cidade do México, onde acontece o velório do criador de "Chaves" e "Chapolin". O humorista morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. De acordo com a Televisa, o evento "Chesperirito: Obrigado para sempre" deve começar às 16h (horário de Brasília).
Neste sábado (29), aconteceu uma cerimônia privada na sede do canal, também na capital do país. Mais cedo, familiares haviam se despedido do comediante na casa em que ele vivia, em Cancún.
Polêmica
Na manhã deste domingo (30), Florinda Meza, viúva de Roberto Gómez Bolaños, queria restringir o acesso do ator Carlos Villagrán, o intérprete de Quico em "Chaves", nas homenagens póstumas ao seu marido, informou o jornal "La Opinión".
Segundo a publicação, Florinda, que interpretava Dona Florinda no seriado, queria evitar desencontros ou polêmicas desnecessárias. No entanto, Villágran postou fotos no velório do ator e uma imagem dos dois se abraçando circulava pelas redes sociais de fãs de "Chaves". De acordo com o periódico, Florinda queria restrição "ao homem que durante décadas desqualificou o falecido".
Carlos Villagran abraça Florinda Meza em velório (Foto: Reprodução/Facebook)Carlos Villagran abraça Florinda Meza em velório
(Foto: Reprodução/Facebook)
No dia anterior, Villágran havia lamentado a morte de Bolaños em uma rede social. "Hoje, como raramente acontece, fiquei longe do telefone por umas 4 horas e, quando voltei, havia 71 chamadas perdidas, para me dar a triste notícia da partida de Don Roberto Gómez Bolaños. Sinto muito a morte de um grande homem, amigo, gênio", escreveu Villagrán em seu perfil no Facebook.
Carlos Villagrán foi o primeiro ator a deixar "Chaves", ainda na década de 1970. Ele foi autorizado pelo próprio Bolaños a usar a imagem de Quico em um espetáculo solo, mas o processou mesmo assim, alegando ser o criador do personagem.
Após perder a ação, Villagrán disse que havia saído do programa por "ciúmes e inveja" entre os ex-colegas.
Outra versão é que Villagrán e Bolaños brigaram porque a segunda mulher de Bolaños – a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda de "Chaves" – teve um relacionamento com Villagrán.
Assim, o clima entre os atores já não era bom quando o intérprete de Quico participou de seu último episódio, considerado um dos grandes clássicos da série, em que os personagens fazem uma viagem para Acapulco.
Em seu post no Facebook neste sábado, Villagrán também agradeceu a chance de atuar como Quico e lembrou o sucesso de "Chaves" nos muitos países em que foi exibido.
"Todo México, Brasil, Peru, Chile, Colombia, Venezuela, Argentina, Bolivia e resto do Mundo. Tantos países, tantas pessoas que foram tocadas pelo talento desta grande pessoa. Que me abriu as portas para desenvolver o personagem Quico", escreveu.
"Para ele, todo meu agradecimento, minha tristeza e minha dor. Somente quando se vive a realidade de uma ausência, se descobre o verdadeiro sentimento de uma amizade e um grande mestre. Que descanse em paz!!! Hoje me sinto triste por seu falecimento.
Fonte: G1

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VAGAS ABERTAS - Horizonte divulga 264 oportunidades

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A cerca de 40 Km de Fortaleza, o município de Horizonte tem como padroeiro São João Batista. A população é de pouco mais de 55 mil habitantes
FOTO: ARQUIVO
A Prefeitura de Horizonte, no Ceará, abriu concurso para preencher 264 postos imediatos em diversas áreas.
Aqueles que cursaram até a quarta série do ensino fundamental podem se candidatar às duas vagas para o cargo de operador de máquinas leves. Quem já completou o fundamental concorre ao posto de operador de equipamento de áudio e vídeo. O salário de ambos é de R$ 789,85.
Candidatos com diploma do nível médio/técnico podem se inscrever para agente de administração (76), agente de trânsito (14), auxiliar de saúde bucal (6), auxiliar de laboratório (2), fiscal de vigilância sanitária (4), guarda municipal (45), instrutor de música (5), instrutor de dança (1), técnico em agropecuária (2), técnico em contabilidade (3), técnico em edificações (2), técnico em laboratório de análises clínicas (2), técnico em saneamento ambiental (1), técnico em segurança do trabalho (1) e topógrafo (1). As remunerações vão de R$ 789,95 a R$ 1.040,08.
Formados no ensino superior concorrem às ocupações de administrador (1), arquiteto e urbanista (1), biólogo (1), contador (3), economista (1), engenheiro civil (4), engenheiro elétrico (1), geógrafo (1), jornalista (1), médico I (29), professor - educação infantil (19), professor - ensino fundamental (19) e professor - inglês (3). Os vencimentos oferecidos atingem R$ 5.540,09.
As inscrições seguem abertas até o dia 8 de dezembro no site da Serctam (www.serctam.com.br). As taxas custam R$ 120 (nível superior) e R$ 80 (demais).
Ainda não há data prevista para as provas objetivas.
Fonte: DN

INFECÇÃO RESPIRATÓRIA - Vírus VSR começa a circular em março

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O contágio é extremamente fácil. Ocorre pela mucosa nasal e dos olhos, assim como pelo contato com superfícies porosas (brinquedos)
FOTO: AGÊNCIA DN
Resistente, de contágio extremamente fácil - sobrevive em superfícies porosas (como a de brinquedos) por até seis horas - o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é a causa mais frequente de infecções respiratórias do trato inferior em uma população vulnerável e de alto risco: bebês prematuros (nascidos com ou abaixo de 35 semanas de gestação) ou com cardiopatias congênitas. No Nordeste, a 'estação do vírus' coincide com a quadra chuvosa, em meados de março.
Em crianças maiores de dois anos e adultos sadios, os sintomas do VSR se assemelham aos de uma gripe forte. Detalhe: contrair o vírus não dá imunidade ao portador, sendo uma possível causa de resfriados recorrentes em adultos. No caso de crianças até três anos, o diagnóstico mais frequente decorrente do contágio pelo VSR é o de uma bronquiolite aguda, afirma a Dra. Patrícia Bezerra, pesquisadora do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (PE), uma das palestrantes do simpósio sobre o VSR apresentado durante o 22º Congresso Brasileiro de Perinatologia, realizado este mês, em Brasília.
Prematuridade
Não se sabe ainda ao certo porque, mas o fato é que a incidência de nascimentos prematuros se mantém crescente no Brasil desde 1990 (média de 10%). Estima-se que o índice de bebês prematuros alcance este ano cerca de 14%.
Sem estatísticas que confirmem essa tendência, os médicos supõem que tal condição resulte de uma série de fatores, a começar pelo estilo de vida da mulher contemporânea, que vive às voltas com o enfrentamento diário do estresse, dieta inadequada, infecções recorrentes, tabagismo.
As mudanças observadas no microbioma humano (trilhões de bactérias e vírus que povoam as diferentes partes do corpo) também poderiam explicar o aumento no número de nascimentos prematuros, segundo esclarece o pesquisador e coordenador do Laboratório de Fisiologia Respiratória da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (RS) e coautor do estudo Brevi ("Brazilian Respiratory Virus Study"), Dr. Marcus Jones.
Estudo Brevi
Estudo epidemiológico e prospectivo, o Brevi acompanhou, de 2008 a 2010, 303 bebês nascidos com ou abaixo de 35 semanas de gestação (abaixo de dois quilos), em três centros de pesquisa (Porto Alegre Curitiba e Ribeirão Preto), com apoio da biofarmacêutica AbbVie. O objetivo foi mapear a incidência do VSR em infecções respiratórias graves em bebês que necessitam de internação.
Além do Vírus Sincicial Respiratório, o estudo identificou outros oito vírus respiratórios associados com maior frequência às infecções respiratórias e a infecções graves e seu impacto na saúde já fragilizada do bebê prematuro. Entre os quatro vírus mais associados a quadro graves, o VSR foi o mais frequente, seguido do rinovírus.
"O VSR é o vírus mais malvado para o bebê prematuro", esclarece Dr. Marcus Jones que também coordena os Cursos de Especialização da Faculdade de Medicina da PUC/RS. Publicado em outubro deste ano, o Brevi mostrou que o VSR foi responsável por cerca de 66,7% dos casos de hospitalização de bebês prematuros por problemas respiratórios como agente único ou em coinfecção com outros vírus. A infecção pelo VSR ocorreu em todos os meses do período estudado (entre 2008 e 2010), sendo observado maior pico nos meses de abril a julho.
Presente o ano todo
Embora tenha sua sazonalidade mais definida em outros países (no outono e inverno), no Brasil, o VSR circula praticamente o ano inteiro. Num País com dimensão continental como o nosso, a 'estação do vírus' começa normalmente pela região Norte, seguida do Nordeste, Sudeste e Sul.
Ainda não há uma explicação para o modo como o vírus circula no Brasil. No entanto, é sabido que sua presença não está relacionada a baixas temperaturas.
Não há tratamento para o VSR, somente para amenizar os sintomas, afirma a pesquisadora do IMIP, Dra. Patrícia Bezerra. Para casos mais graves em bebês prematuros há apenas uma medicação, cujo alto custo inviabiliza seu uso.
Uma das questões levantadas pelos pesquisadores diz respeito à falta de um protocolo - medidas profiláticas - voltado especificamente para o prematuro. No âmbito preventivo, existe uma lei federal que determina o uso de um anticorpo monoclonal (injeções mensais) para os bebês do grupo de risco.
"O difícil diagnóstico se deve à falta de uma rotina/condutas a serem seguidas em todas as unidades hospitalares. Também seria necessário haver um exame específico para identificar o VSR", diz a médica. O mesmo não ocorre com outros vírus, a exemplo do influenza, que possui um monitoramento oficial (Fiocruz).
Estudo Previne
Antes do "Brazilian Respiratory Virus Study" (Brevi), a incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) foi objeto de outro estudo, o Previne, realizado em 2012, em quatro capitais nordestinas (Maceió, Aracaju, Salvador e Recife) com um grupo de 500 crianças, de 0 a 2 anos, hospitalizadas por infecção respiratória. As análises foram feitas mediante a coleta de secreção.
Na Região, o estudo observou maior prevalência do vírus em bebês prematuros durante a estação das chuvas, ou seja, a partir de março. No Sul e Sudeste, o pico do VSR costuma ocorrer entre os meses de junho e agosto.
Fique por dentro
NE concentra 14,7% dos partos prematuros
A prematuridade atinge 15 milhões de crianças todos os anos no mundo. No Brasil, 340 mil bebês nasceram prematuros só em 2012, segundo dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos, do SUS e do Ministério da Saúde. Isso significa que nascem 931 prematuros/dia ou 40 por hora, no Brasil, indicando uma taxa de prematuridade de 12.4%, o dobro do índice de alguns países europeus.
Segundo pesquisa da Unicamp, o índice médio de prematuridade foi maior na região Nordeste (14.7%) e menor no Sudeste (11.1%). Cerca de 80% dos nascimentos prematuros ocorreram entre a 32ª e a 36ª semana de gestação e 7.4% antes das 28 semanas.
Entre os diversos riscos pesquisados, 14 são importantes indicadores para a detecção precoce de um nascimento prematuro: gravidez múltipla (de gêmeos ou mais bebês), encurtamento do colo do útero, má formação fetal, sangramento vaginal e menos de seis consultas realizadas durante o pré-natal. Também há risco entre as mulheres que já tiveram uma gravidez no passado, parto prematuro e aborto prévio (e o aumento do volume de líquido amniótico ao redor do feto). Segundo o estudo, a chance de um parto prematuro também foi maior entre mães com menos de 19 anos e sem um parceiro, que fumam e tiveram infecções durante a gestação.
Giovanna Sampaio
Editora do Vida
A jornalista viajou a Brasília a convite da AbbVie
Fonte: DN

Repórter da Globo comete gafe e diz que Pelé toma veneno; assista

'Veno-venenosa'

Repórter da Globo comete gafe e diz que Pelé toma veneno; assista

REPRODUÇÃO/TV GLOBO
Mauro Naves informa estado de saúde de Pelé em frente a hospital em São Paulo, nesta sexta-feira (28)Por REDAÇÃO, em 28/11/2014 · Atualizado às 13h12
O repórter Mauro Naves, da Globo, cometeu um ato falho ao vivo nesta sexta-feira (28) ao falar do estado de saúde do ex-jogador Pelé, 74 anos, que está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com complicações renais. O jornalista disse duas vezes no Globo Esporte que o "Rei do Futebol" está se tratando com uma hemodiálise "veno-venenosa", quando o correto seria "venovenosa".
"No caso do Pelé, está sendo feito um tipo de hemodiálise que é considerada menos agressiva. Os médicos chamam popularmente de prisma, mas o nome oficial é hemodiafiltração veno venenosa. Hemo dialfitração veno venenosa contínua", disse Mauro Naves.
Apresentador interino do Globo Esporte, Léo Bianchi corrigiu o repórter na hora, para não assustar os telespectadores. "É venosa, não é? E não venenosa", disse Bianchi, assustando Naves: "Eu falei venenosa, Léo? Para com isso, Léo! Venovenosa! Pô, nós estamos aqui para tratar o Rei, não é para matá-lo, não, caramba!".
Imediatamente, a gafe virou piada nas redes sociais. "Essa eu vi, hein, Mauro Naves, a CNN matou o Rei e você quer envenenar? Mas você está perdoado", escreveu Marco Aurélio Saraiva no Twitter. "O pessoal do CQC tem que colocar o Mauro Naves no Top Five. Intravenenosa foi f***!", brincou Eduardo Santana.
Pelé foi internado na noite de segunda-feira com uma infecção urinária e transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Albert Einstein na noite desta quinta (27). Em seu perfil no Twitter, a assessoria do ex-jogador esclareceu que ele foi para a UTI para ter mais privacidade. Há duas semanas, ele tirou pedras no único rim (retirou o outro quando ainda jogava futebol).
Assista ao ato falho de Mauro Naves: