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23 novembro 2014

Mãe vende leite dado pela prefeitura

Mãe é indiciada por vender leite em pó fornecido pela prefeitura de Avaré

Mulher comercializava o alimento por um grupo de uma rede social. Ela alegou à polícia que o produto daquela marca não fazia bem à filha.


Uma moradora de Avaré (SP) é investigada pela Polícia Civil suspeita de vender leite em pó fornecido de graça pela prefeitura. Ela usava um grupo de vendas em uma rede social para comercializar o produto abaixo do preço do mercado. A mulher alegou vender o leite em pó para comprar um produto de outra marca que, segundo ela, é melhor para a filha.
Polícia recolheu mais de 10 caixas de leite da casa da mulher (Foto: Reprodução/ TV TEM)Polícia recolheu mais de 10 caixas de leite da casa
da mulher (Foto: Reprodução/ TV TEM)
A Secretaria de Saúde de Avaré ficou sabendo do caso e para comprovar a situação, uma pessoa simulou ter interesse na compra e flagrou a venda. Segundo a secretária de Saúde, Vanda Corina Nassif, após constatar a irregularidade a prefeitura registrou um boletim de ocorrência. “Uma pessoa da nossa confiança se propôs a fazer a aquisição de uma lata, para que conferissimos o lote. Ela fez o contato com a mãe da criança que se dispôs a entregar. A pessoa foi até a casa comprar a lata e nós pudemos comprovar que o lote realmente pertence a compra feita pela Secretaria de Saúde”, afirma.
Depois do registro a polícia esteve na casa da mulher, onde 17 latas do leite em pó foram recolhidas e devolvidas à prefeitura, que por meio do número dos lotes, comprovou que o produto era mesmo doado pelo município. Atualmente 169 crianças estão cadastradas para receber esse tipo de leite, em Avaré.
Em depoimento, a mãe da menina se defendeu dizendo que o produto fornecido não fazia bem à filha. A criança, de 7 meses, sofre de refluxo, mas já recebia o produto receitado para crianças com refluxo ou intolerância à lactose. A secretária de Saúde argumenta que a marca não interfere no tratamento e sim a fórmula do produto. “Se porventura ocorre algum efeito colateral, alguma alteração intestinal com a criança, um problema que a mãe ache que é por causa da utilização do leite, ela tem que retornar ao pediatra da criança para que seja reavaliado e feito uma nova prescrição”, alega.
O delegado que investiga o caso, Levon Torosian Junior, vai ouvir as pessoas envolvidas para tomar as providências necessárias. “Após essas deligências será feita uma análise criteriosa para determinar a pena”, explica.
Secretaria de Saúde imprimiu anúncio da venda do produto (Foto: Reprodução/ TV TEM)Secretaria de Saúde imprimiu anúncio da venda do produto (Foto: Reprodução/ TV TEM)Fonte: G1

Dois ganhadores acertam seis dezenas da Mega-Sena neste sábado

Dois ganhadores acertam seis dezenas da Mega-Sena neste sábado

Cada um dos dois acertadores da sena vai ganhar R$ 67 milhões. Veja as dezenas: 07 - 24 - 28 - 46 - 53 - 56.


 
MEGA-SENA
CONCURSO 1655
7 24 28
46 53 56
Duas apostas acertaram os seis números do sorteio 1.655 da Mega-Sena. Eles vão levar, cada um, R$ 67.657.559,48. Segundo o site da Caixa Econômica Federal, os dois ganhadores são do Rio de Janeiro e de Cianorte (PR).
O valor total de R$ 135 milhões para as seis dezenas foi o maior prêmio da história dos concursos regulares As dezenas foram sorteadas neste sábado (22), em Macatuba (SP).

Veja as dezenas: 07 - 24 - 28 - 46 - 53 - 56.
A quina teve 704 acertadores e cada um vai levar R$ 16.384,73. Já a quadra pagará R$ 415,95 para cada um de seus 39.616 ganhadores.
A estimativa para o sorteio 1.656, a ser realizado na quarta-feira (26), é de prêmio de R$ 2,5 milhões.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.
Fonte: G1

Reveladas as primeiras vítimas do worm Stuxnet

hackerMais de quarto anos se passaram desde a descoberta de um dos mais sofisticados e perigosos programas maliciosos – o worm Stuxnet, considerado a primeira ciber ameaça – mas muitos mistérios ainda rondam esta história. A principal questão é: quais foram os objetivos exatos de toda a operação do Stuxnet? Agora, após analisar mais de dois mil arquivos do Stuxnet coletados em um período de dois anos, os pesquisadores da Kaspersky Labpuderam identificar as primeiras vítimas do worm.
Inicialmente, os pesquisadores não tinham dúvidas de que todo o ataque tinha uma natureza dirigida. O código do Stuxnet parecia profissional e exclusivo; existiam evidências de que vulnerabilidades zero-day extremamente caras haviam sido utilizadas. Porém, ainda não sabíamos quais tipos de organizações foram atacadas primeiro e como o malware invadiu as centrífugas de enriquecimento de urânio em instalações públicas extremamente secretas.
Esta nova análise lança luz sobre essas questões. Todas as cinco organizações que foram inicialmente atacadas atuam na área ICS (Sistemas de Controle Industriais) no Irã, desenvolvendo sistemas ou fornecendo materiais e peças. A quinta organização atacada é a mais intrigante da lista porque, entre outros produtos para automação industrial, produz centrífugas de enriquecimento de urânio. Este é precisamente o tipo de equipamento que acreditamos ser o principal alvo do Stuxnet.
Aparentemente, os criminosos esperavam que essas organizações trocassem dados com clientes – como instalações públicas de enriquecimento de urânio – e isso tornaria possível enviar o malware para essas instalações. O resultado sugere que o plano foi de fato bem sucedido.
“Analisando as atividades profissionais das primeiras organizações vítimas do Stuxnet, conseguimos compreender melhor como toda a operação foi planejada. No fim das contas, este é um exemplo de um vetor de ataque à cadeia de suprimentos, onde o malware é entregue à organização-alvo indiretamente, através de redes de parceiros com que a organização alvo trabalha”, afirmou Alexander Gostev, Chief Security Expert na Kaspersky Lab.
Os especialistas da Kaspersky também realizaram outra descoberta interessante: o Stuxnet não se disseminava apenas por dispositivos USBs contaminados conectados nos PCs. Essa era a teoria inicial e explicava como o malware conseguiria invadir um local sem conexão direta com a internet. Porém, dados compilados enquanto realizávamos as análises do primeiro ataque, mostraram que a primeira amostra do malware (Stuxnet.a) foram compiladas algumas horas após aparecer em um PC da primeira organização atacada. Este curto espaço de tempo faz com que seja difícil de imaginar que um criminoso tenha copiado a amostra em um dispositivo USB e entregue para a organização alvo em apenas algumas horas.
As últimas informações técnicas sobre alguns aspectos antes não conhecidos do Stuxnet podem ser acessados no site Securelist e no livro “Countdown to Zero Day”, da jornalista Kim Zetter. O livro inclui informações não publicadas sobre o Stuxnet; algumas dessas informações são baseadas em entrevistas com membros do Time Global de Analises e Pesquisas da Kaspersky Lab.

LUTO NO CARIRI - Corpo de Seu Lunga é velado

Seu Lunga morava em Juazeiro do Norte, onde mantinha uma loja de sucatas.. Seu velório está sendo acompanhado por muitos populares
Juazeiro do Norte. O corpo de Joaquim Santos Rodrigues, o seu Lunga, que morreu aos 87 anos, na manhã deste sábado, no município de Barbalha, vítima de parada cardíaca e complicações estomacais, está sendo velado desde a tarde de ontem, no Centro de Velório Anjo da Guarda, no Parque São Geraldo, nesta Cidade. O local recebeu a visita de familiares, amigos, curiosos e autoridades locais. A previsão, segundo seus familiares, é que o enterro aconteça às 9 horas no túmulo da família, no cemitério do Socorro, próximo à casa onde ele morava. Uma hora antes acontecerá a missa de corpo presente.
Os amigos se despedem e não deixam de lembrar da imagem de homem sério e honesto, do pai de família que se tornou folclórico e um símbolo da nordestinidade. Ele deixa 13 filhos, entre eles 10 mulheres, e a esposa, Dona Carmelita. Há mais de um ano, Seu Lunga sofria com problemas de saúde. Em julho de 2013, chegou a fazer uma cirurgia no esôfago, no Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, mesmo local onde faleceu às 9h30 deste sábado. Há três dias, foi internado com fortes dores no estômago, mas não chegou a ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Autoridades locais como o prefeito interino Luiz Ivan Bezerra de Menezes estiveram no Centro de Velório, pouco tempo após a chegada do caixão ao local, às 15h. Vereadores da cidade e secretários também marcaram presença. O prefeito Raimundo Macedo se encontra em viagem à Europa. O gestor interino lamentou o ocorrido e destacou suas homenagens ao conterrâneo cearense, natural da cidade de Caririaçu, mas que há muitas décadas residia em Juazeiro. Seu Lunga era comerciante de sucatas e tinha um pequeno comércio no Centro.
Elizângela Santos
Colaboradora