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16 novembro 2014

Miss Bumbum lésbica se separa: ‘Começaram agressões físicas’


Ana Paula Souza, a candidata do Distrito Federal ao Miss Bumbum Brasil 2014, é a mais nova solteira do pedaço. 
Às vésperas da final do concurso – que acontece nesta segunda, 17, em São Paulo – a modelo terminou seu relacionamento de dois anos com Bruna Nunes – com quem chegou a protagonizar um ensaio sensual contra a homofobia – de uma forma nada amistosa. “Somos muito diferentes uma da outra. Tivemos uma fase boa no nosso relacionamento, mas depois começaram as brigas, ciúmes e até mesmo agressões físicas. Aí, decidimos nos separar antes que uma das duas, ou as duas, fossem parar na emergência de algum hospital. Relacionamento entre duas mulheres é muito difícil”, explicou ela em conversa.



Segundo Ana Paula, as agressões físicas aconteciam de ambas as partes. “Eu tinha mais controle do que ela, mas sou muito estourada, do tipo que o que tiver de falar falo mesmo, sem mandar recado. E como ela também é estourada, começavam as agressões. Na maioria das vezes eu me defendia. Fico no meu cantinho, mas não mexe comigo, não”, afirmou ela, que ficou com algumas marcas dessas brigas: “Alguns arranhões sempre tem”.
Além da diferença de pensamentos, Ana Paula confessou que o concurso contribuiu para a crise no relacionamento. “Começaram as viagens e nem sempre ela conseguia me acompanhar, isso foi gerando um certo desconforto para mim e para ela também. Ciúmes, insegurança…”, disse.
‘Conhecendo uma pessoa’
Mesmo tendo terminado sua união há pouquíssimo tempo, Ana Paula já está em outro relacionamento. E dessa vez com um homem. “Estou conhecendo uma pessoa que está me fazendo muito bem, que parece me amar e me entender. O tipo de relacionamento que sempre busquei”, comemorou ela, que se declara bissexual: “Já tive um relacionamento heterossexual que durou seis anos e me deu dois filhos lindos que são tudo para mim”.
‘Pensei em desistir do concurso’
Ana Paula Souza revelou que pensou em desistir do Miss Bumbum Brasil 2014 e até parou de pedir votos – ela está na 13ª posição e foi classificada para a final. Não por conta de seu relacionamento, mas por achar que estão acontecendo injustiças na competição – algumas candidatas disseram que o resultado está comprado, fato negado pela organização do concurso. “Penso que cada uma tem que conquistar seu espaço, independente de dinheiro. Depois fica um concurso só com polêmica. E tem um outro motivo principal que prefiro não falar agora, porque ainda não é o momento certo”, disse ela, fazendo mistério. “Tenho que cumprir o contrato que assinei. Por isso prefiro ficar calada para evitar futuros transtornos”, completou.
‘Namoro entre Misses Bumbum é marketing’
Ana Paula ainda criticou o namoro das candidatas Ana Paula Xavier, do Amapá, e Thaynara Ferreira, da Paraíba. “Claro que é marketing. Só sendo muito trouxa mesmo pra acreditar nessa historinha. Cadê fotos do dia-a-dia delas? Cadê beijo na boca em dias normais? Prefiro nem falar muito sobre isto porque vou acabar me dando mal, já que tudo hoje em dia gera processos”, alfinetou.
Fonte: Com informações do Ego


O remédio brasileiro contra a Aids

O remédio brasileiro contra a Aids

Pesquisadores do País se preparam para testar em humanos medicamento que atinge o HIV escondido nas células - algo que nenhuma droga conseguiu fazer até hoje. A estratégia abre caminho para a cura da doença

Cilene Pereira (cilene@istoe.com.br)
O uso do coquetel de drogas contra o HIV, o vírus causador da Aids, prolonga a vida dos pacientes de forma espetacular. Mas não lhes garante a cura. A razão reside no fato de que, mesmo que a concentração de vírus na corrente sanguínea seja reduzida a níveis indetectáveis, uma parte deles ainda está lá, no organismo, escondida no que os cientistas chamam de “esconderijos”. Trata-se de células localizadas em pontos como o cérebro nas quais o HIV permanece alojado, em estado latente e imune à ação dos medicamentos. A qualquer oportunidade, ele é reativado e inicia novamente sua cadeia de multiplicação. Destruir o vírus que está escondido, portanto, tornou-se um dos maiores desafios para vencer a doença definitivamente. No Brasil, um time de cientistas está somando vitórias nesse sentido. Depois de dois anos de pesquisa em animais, uma medicação desenvolvida pelos pesquisadores conseguiu tirar o HIV dos reservatórios, tornando-o finalmente vulnerável ao ataque das drogas antirretrovirais.
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PROTEGIDO
O HIV permanece em estado latente em algumas células, imune aos remédios
A façanha é de autoria do farmacêutico Luiz Francisco Pianowski, do Laboratório Kyolab, e do pesquisador Amílcar Tanuri, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os dois coordenam os trabalhos, que incluem a participação de cientistas do Hospital Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e do instituto Aurigon, na Alemanha. O relato do que foi obtido até agora está registrado em publicações científicas como a revista americana Plos One e o jornal “Aids”.
A peça-chave para o sucesso observado até aqui do remédio criado pelos brasileiros é seu princípio ativo. Ele é extraído da planta aveloz, de origem africana e cultivada em alguns estados do Nordeste. O composto e seus derivados semissintéticos demonstraram eficácia para deslocar o HIV “adormecido” das células que servem como seu esconderijo para o sangue. Os mecanismos que resultam nesse efeito não estão totalmente esclarecidos, mas o fato é que o vírus, antes latente, fica ativo novamente e cai na corrente sanguínea, onde é combatido pelos remédios que formam o coquetel.
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OTIMISMO
Tanuri coordena os estudos em animais que estão
demonstrando a eficácia da medicação
O impacto foi constatado in vitro, em células de laboratório e também em células extraídas de pacientes com HIV. Depois, ficou evidenciado, em experimentos realizados com macacos Rhesus infectados pelo SIV, um tipo de vírus responsável por uma infecção extremamente parecida com a causada pelo HIV – por isso, é usado como modelo padrão de estudos em animais sobre a Aids. Já foram realizados quatro investigações usando as cobaias e uma quinta está em andamento. Em uma das pesquisas, dois macacos contaminados e não tratados receberam o remédio. Observou-se aumento da carga viral, mostrando que o vírus alojado nos reservatórios se deslocou para a corrente sanguínea.
Outro teste com os macacos foi mais longe. Dois animais infectados e tratados com os remédios receberam a medicação durante 30 dias. Depois de 21 dias, houve o registro da elevação da concentração de vírus no organismo, indicando que aqueles que estavam escondidos haviam ficado expostos. Após um mês, todo o tratamento foi suspenso, inclusive as drogas antirretrovirais. Depois da suspensão, a concentração viral permaneceu em níveis indetectáveis por 47 dias. “Nesse modelo, porém, o normal é que a carga viral volte a subir em menos de seis dias após a retirada dos antirretrovirais”, explica o pesquisador Tanuri. As investigações executadas nos Estados Unidos e na Alemanha revelaram ainda que o remédio consegue atuar inclusive nos reservatórios localizados no cérebro.
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O momento atual da pesquisa – financiada pela Amazônia Fitomedicamentos – é crucial para o futuro do medicamento. “Nesse estudo com macacos, pretendemos estender a pesquisa até que zeremos os reservatórios virais”, informou o farmacêutico Pianowski. “Ficaria assim comprovada, em laboratório, a cura da doença”, afirma. Depois dessa etapa, planeja-se a realização de estudos clínicos, se possível ainda no próximo ano. “Já fizemos todos os estudos toxicológicos em cães e camundongos e dominamos a produção da molécula”, complementa o farmacêutico.
Na opinião do infectologista Edimilson Migowski, diretor-geral do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o trabalho dos colegas brasileiros é realmente interessante. “Ele se encaixa em uma linha de abordagem contra a doença que busca a sua cura, e não apenas o controle da multiplicação do vírus, como fazem hoje os antirretrovirais”, afirma. “Mas é necessário lembrar que ainda é preciso muito mais estudo até que isso se torne uma realidade acessível”, ressalva.
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ATAQUE
Pianowski usa composto tirado da planta aveloz
para acabar com os reservatórios virais
Fotos: Shuttersotck; Masao Goto Filho, Rafael Hupsel – Ag. IstoÉ

Tremor de terra assusta moradores e causa fissuras em casas no Ceará

Tremor de terra assusta moradores e causa fissuras em casas no Ceará

Cidade no interior do Ceará registrou pelo menos quatro tremores recentes. Moradores relatam susto; não houve pessoas feridas, afirma Polícia Militar.


Tremor causou fissura na residência de Raimunda Cecília (Foto: Coreaú Online)Tremor causou fissura na residência de Raimunda
Cecília (Foto: Coreaú Online)
Um tremor de terra assustou os moradores de Coreaú, no interior do Ceará, na madrugada deste domingo (16). O tremor ocorreu por volta de 2h30 da manhã, de acordo com a Polícia Militar e acordou os moradores. “Foi um grande susto. Teve um barulho forte, as pessoas sentiram o chão tremer e foram às ruas para saber o que tinha acontecido”, relata o soldado da Polícia Militar Ricardo Batista.
A força do sismo derrubou parte do telhado e rachou o muro de algumas residências deCoreaú, como na residência de Raimunda Cecília. “Acordei com a casa chacoalhando, fiquei com medo, meus filhos ficaram com medo. As telhas estavam todas tremendo e as paredes também. Na hora a gente temia que acontecesse um desastre, mas foi só um susto”, relata.
A parede da entrada da residência de Cecília ficou ranhuras, marcas do tremor de terra dessa madrugada. De acordo com policiais de Coreaú, não há registro de pessoas feridas ou danos estruturais graves por conta do sismo.
O Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que monitora tremores de terra na região Nordeste, informou que vai divulgar nesta segunda-feira (17) a intensidade, epicentro e mais informações sobre o tremor de terra que atingiu o município.
Coreaú tem pelo menos quatro registros recentes de tremor de terra de baixa intensidade nos últimos anos: em março de 2010, com tremor de 2,5 pontos na escala Richter;  em abril de 2010, com tremor de 2,7 graus; e em 2013, quando houve um sismo de 2,1 graus na escala Richter. O quarto tremor ocorreu nesta madrugada. A escala Richter vai de 0 a 9.
De acordo com o Laboratório de Sismologia, Coreaú – e outras cidades no Norte do Ceará – recebem tremores de terra por conta de uma ranhura da placa tectônica meso-atlântica (entre a América e os continentes africano e europeu) que passa sob a região.
Fonte: G1

Dilma diz que investigações da Lava Jato podem mudar país para sempre

Dilma diz que investigações da Lava Jato podem mudar país para sempre

Na Austrália, presidente falou pela 1ª vez sobre nova etapa da operação. Na sexta, PF prendeu ex-diretor da Petrobras e executivos de empreiteiras.


Em sua primeira manifestação pública sobre a nova etapa da Operação Lava Jato – que resultou, até agora, na prisão de 23 pessoas, entre as quais presidentes de empreiteiras e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque –, a presidente Dilma Rousseff afirmou que as investigações do escândalo de corrupção podem "mudar o Brasil para sempre". A chefe do Executivo comentou a sétima fase da operação policial em coletiva de imprensa concedida, em Brisbane, na Austrália, pouco antes do encerramento do encontro de cúpula do G20.
"Eu acho que isso [investigações da Lava Jato] pode mudar, de fato, o Brasil para sempre. Em que sentido? No sentido de que vai se acabar com a impunidade. Nem todos, aliás, a maioria absoluta dos membros da Petrobras, os funcionários, não é corrupta. Agora, têm pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras", disse a presidente da República.
Eu acho que isso [investigações da Lava Jato] pode mudar, de fato, o Brasil para sempre. [...] Não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores"
Dilma Rousseff, presidente da República
Durante a entrevista em Brisbane, Dilma ressaltou que, na visão dela, é necessário tomar cuidado para não "condenar" a Petrobras pelos atos de corrupção cometidos por alguns funcionários da estatal. A petista destacou ainda que o fato de a Lava Jato ter colocado atrás das grades "corruptos e corruptores" é uma questão "simbólica" para o país.

Confira as fotos do aniversário do Ara Parque

 
 
 

 

 

 
 

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