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08 outubro 2014

Zezinho Albuquerque: "Pesquisa do Ibope agora é zero”

SAM_2136.2O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado reeleito Zezinho Cavalcante, disse na manhã desta terça-feira, 07, em entrevista ao Jornal Alerta Geral, que já não se pode acreditar em pesquisas de intenções de votos. O deputado fez referência à divergência ocorrida no último domingo, quando o candidato da coligação “Para o Ceará seguir mudando”, Camilo Santana, venceu o primeiro turno com 47,81% dos votos válidos.
Antes do fim da votação, pesquisa boca de urna apontava o candidato do PMDB, Eunício Oliveira (PMDB) com 49% das intenções de votos, contra 44% de Camilo Santana (PT). “Nós tínhamos nossos dados internos e quando saiu a pesquisa Ibope não conseguimos entender. Uma pesquisa totalmente fora do contexto de qualquer margem de erro. Um instituto como o Ibope estar errando, ele fez o caixão dele aqui no Ceará mais uma vez. Já tinha com a Maria Luiza e agora errou totalmente”, disse.
Zezinho relatou que na tarde de sábado estava no Interior e um amigo telefonou avisando que Camilo estava perdendo com diferença de seis pontos. “Só se foi uma pesquisa dirigida. A própria militância dizia que algo estava errado. Por sorte teve a Datafolha que a diferença era de três pontos, estava dentro da margem de erro. Mas pesquisa do Ibope não dá mais para acreditar, nem que venha com os números melhores para o lado do nosso projeto, ou para o outro. Pesquisa do Ibope agora é zero”.
O problema em acreditar nas pesquisas, de acordo com o deputado, é o abatimento que pode atingir os militantes e as pessoas que acreditam no projeto. “Encontrei muita gente que me perguntava se ganharíamos no segundo turno e eu dizia que seria logo no primeiro turno. Quer dizer, as pessoas passaram a desacreditar”.

Datafolha e Ibope serão divulgadas na quinta-feira

PESQUISA ELEITORAL
Datafolha e Ibope serão divulgadas na quinta-feira
Primeiras pesquisas de intenções de voto para o segundo turno ouvirão eleitores sobre disputa presidencial.

As primeiras pesquisas Ibope e Datafolha com intenção de voto para o segundo turno da disputa presidencial serão divulgadas na quinta-feira, no Jornal Nacional, da TV Globo.

A pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo deve ouvir 3.010 eleitores entre 7 e 9 de outubro. Já o Datafolha, encomendado pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo, deve ouvir 2.884 eleitores entre 8 e 9 de outubro. Os levantamentos do Ibope e do Datafolha foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-01071/2014 e BR-01068/20014, respectivamente.

* Com informações do Estadão

2º TURNO NO CEARÁ

Até às 20h desta terça-feira (07), nenhum instituto havia registrado, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a realização de pesquisa sobre a opção de voto do eleitorado cearense para o segundo turno da disputa pelo comando do Governado do Estado.

Camilo Santana retoma campanha com visita ao Mercado Central

IÁRIO DO CANDIDATO
Camilo Santana retoma campanha com visita ao Mercado Central

Nesta terça-feira (7), Camilo Santana, retomou a campanha para o governo do Estado, ao revisitar o Mercado Central, no Centro de Fortaleza. Durante a caminhada, ele voltou a agradecer os votos recebidos. “Já passou o primeiro turno. Agradeço aos mais de 2 milhões e 40 mil cearenses que confiaram nesse projeto. Estamos começando hoje a campanha do segundo turno exatamente no mesmo local onde começamos o primeiro”, relembrou em entrevista a um grupo de jornalistas no Mercado Central.

O candidato também ressaltou que manterá, nesta segunda parte da eleição, o foco na apresentação de uma campanha propositiva em defesa de um projeto que tem trazido avanços para o Ceará. Confirmou que manterá a conduta adotada desde o início da corrida eleitoral e acrescentou que vai procurar unir as famílias cearenses, ao sensibilizar eleitores de Eliane, Ailton e do próprio adversário, nesta etapa final do pleito. “Neste início de campanha, eu vou manter a minha postura em respeito ao povo do Ceará. O adversário covardemente me agrediu. Acho que por desespero, o que mostrou exatamente a tendência do eleitorado, que foi contrário às pesquisas. Quero unir as famílias cearenses e mostrar a importância desse projeto e que não podemos correr risco de retroceder nos avanços”, afirmou.

Dilma
O candidato foi enfático quando perguntado pelo apoio à candidatura da presidenta Dilma Rousseff na corrida pelo governo do Ceará. “Eu sempre tenho dito que nunca entrei na política por vaidade ou por realizar um projeto pessoal. Fui escolhido por meu passado e minha história. Disse, desde o primeiro turno, que não seria eu quem criaria constrangimento à presidenta Dilma”, reiterou.

* Com informações da coligação “Para o Ceará seguir mudando”


Fonte: http://www.cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=20917

Camilo ganha Moroni como cabo eleitoral no 2o turno

 O candidato da Coligação ‘Para o Ceará Seguir Mudando’ ao Governo do Estado, Camilo Santana (PT), ganhou, neste começo de campanha ao segundo turno, o deputado federal eleito Moroni Torgan (DEM) como um dos principais cabos eleitorais  na Região Metropolitana de Fortaleza.  Moroni é o campeão de votos das eleições de 2014, com 277.738 votos.
O DEM, sigla a qual Moroni é filiado, integra a Coligação ‘Ceará de Todos’, que tem como candidato a governador o senador Eunício Oliveira, e forma, ao lado do PSDB, o palanque do tucano Aécio Neves no Ceará. Moroni foi contra à aliança do DEM com o PMDB e PSDB, acabou sendo voto vencido quando estavam sendo discutidas as alianças partidárias e, neste segundo turno, se sente livre para pedir votos para Camilo Santana.
A primeira sinalização de integração de Moroni Torgan à Coligação ‘Para o Ceará Seguir Mudando’ aconteceu na noite desse domingo, em Fortaleza. Moroni foi ao comitê central de campanha de Camilo Santana. Ao lado do prefeito de Fortaleza, do governador Cid Gomes e do secretário de Saúde, Ciro Gomes, Moroni comemorou a chegada do petista ao segundo turno e, agora, irá assumir uma coordenações de campanha na Região Metropolitana de Fortaleza.
Ex-vice-governador e ex-deputado federal em dois mandatos, Moroni chegou a disputar três vezes a Prefeitura de Fortaleza. Ao encerrar, em dezembro de 2006, o mandato na Câmara Federal, Moroni decidiu passar uma temporada na Europa cumprindo uma missão da Igreja dos Mormons. De volta ao Ceará, concorreu, em 2012, à Prefeitura de Fortaleza, ficou em quarto lugar e, no segundo turno, apoiou à candidatura vitoriosa de Roberto Cláudio. Com essa articulação, Moroni se aproximou do Governo e da administração Roberto Cláudio e, no segundo turno, quer ajudar Camilo Santana a ser eleito governador do Ceará.

PT articula vinda de Lula ao Ceará

reunio-ptO Diretório estadual do PT se reuniu nesta terça-feira e deixou claro que vai brigar pelo engajamento, no segundo turno, do ex-presidente Lula na campanha de Camilo Santana (Pros).
O presidente do diretório estadual do partido, Francisco de Assis Diniz, disse que viaja para Brasília nesta quarta-feira, 08, onde participa de reunião com a direção nacional do partido e levará a cobrança. “A presidente Dilma é candidata e acho que temos de preservá-la, agora o Lula não”, contou.
Ouça a declaração do presidente De Assis Diniz no player abaixo:

Aliado de Marina, PPS anuncia apoio a Aécio

Eleições 2014

Aliado de Marina, PPS anuncia apoio a Aécio

Partido que apoiou a candidatura de Marina Silva (PSB) se antecipou à reunião com as demais siglas da coligação e fechou aliança com o tucano

Marcela Mattos, de Brasília
Deputado Roberto Freire PPS/SP
O deputado Roberto Freire, presidente do PPS: crítico ferrenho do PT e do governo Dilma Rousseff (Elton Bomfim/Agência Câmara/VEJA)
Integrante da coligação que encampou a candidatura derrotada de Marina Silva (PSB), o PPS decidiu nesta terça-feira, por unanimidade, apoiar o projeto eleitoral de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. “O PPS não aceita nem a posição de neutralidade nem o apoio a presidente Dilma Rousseff”, disse Roberto Freire, presidente da sigla.
Em dezembro do ano passado, a legenda foi procurada por Aécio em busca de uma aliança, mas acabou fechando com Eduardo Campos, então candidato a presidente – morto em agosto numa tragédia aérea. Para interlocutores da legenda, a decisão custou caro: afirmam que Freire não se reelegeu para a Câmara dos Deputados por ter se distanciado do PSDB do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.
Desde a noite de domingo, Marina tem se reunido com aliados para definir o posicionamento no segundo turno. A ex-senadora não esconde o ressentimento com os ataques da petista Dilma Rousseff, mas busca afinar um acordo programático com o tucano para não ser novamente alvo de críticas. Durante toda a campanha, Marina criticou a “velha política” e o domínio do PSDB e do PT nos últimos vinte anos. Em discurso pós-urnas, entretanto, sinalizou apoio a Aécio.
O anúncio oficial de Marina ainda depende de outras negociações. Nesta quarta, a Executiva do PSB vai se reunir em Brasília para decidir se apoia Dilma ou Aécio ou se optará pela neutralidade. Na quinta, os seis partidos que compõem a coligação da ex-candidata também terão encontro para decidir o rumo no segundo turno.
Em nota divulgada nesta terça-feira, sem se posicionar claramente, Marina disse que "os resultados das eleições refletiram uma posição da insatisfação com as condições existentes no Brasil, expressando o sentimento de mudanças”. 
Fonte: VEJA

MP dá prazo para Dilma explicar suspeitas sobre Correios

Eleições 2014

MP dá prazo para Dilma explicar suspeitas sobre Correios

Procurador do DF abre investigação preliminar e cobra resposta da presidente sobre uso irregular de serviços da estatal em Minas e São Paulo

A presidente da república e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante reunião com governadores e senadores, nesta terça-feira (07), em Brasília
A presidente da república e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante reunião com governadores e senadores, nesta terça-feira (07), em Brasília (Evaristo SA/AFP)
O procurador da República Frederick Lustosa de Mello deu prazo de trinta dias para que a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) dê explicações sobre a acusação de uso político dos Correios em benefício de sua campanha à reeleição. Uma investigação preliminar foi instaurada pela Procuradoria da República no Distrito Federal, a partir de representação do PSDB.
O partido afirma que os Correios entregaram 4,8 milhões de panfletos da petista sem chancela ou estampa digital. Além disso, enviaram vídeo em que o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) foi gravado em vídeo dizendo que Dilma só aumentou suas intenções de voto em Minas Gerais porque "tem dedo forte dos petistas dos Correios" atuando na campanha.
O procurador avaliará se há indícios de improbidade administrativa na conduta dos envolvidos no caso. Caso entenda que sim, abrirá inquérito para aprofundar as investigações. Além de Dilma, o procurador também pediu explicações do deputado Durval Ângelo, do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, e dos diretores regionais José Pedro de Amengol Filho (Minas), Divinomar Oliveira da Silva (Interior de São Paulo) e Wilson Abadio de Oliveira (Grande São Paulo).
O ofício endereçado para Dilma ainda precisa ser analisado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que decidirá se vai remetê-lo ou não para a presidente. No entanto, é praxe o envio com pedido de explicações. Até esta terça-feira, o documento ainda estava na procuradoria da República do DF e não havia chegado ao gabinete de Janot.
O PSDB acusa a campanha da presidente Dilma de infringir os artigos 332 e 377 do Código Eleitoral, que caracterizam como crime impedir o exercício de propaganda política – o candidato da oposição, Aécio Neves (PSDB), acusa os Correios de não entregar panfletos de sua campanha em Minas. A legislação citada pelo partido também prevê como crime o uso de empresas públicas para beneficiar partido ou organização de caráter político. A pena é de detenção por até seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa.
(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA

Sem Marina, Dilma desdenha: 'Ninguém é dono do eleitor'

Eleições 2014

Sem Marina, Dilma desdenha: 'Ninguém é dono do eleitor'

Presidente-candidata retoma discurso de luta de classes e não tem mais esperanças de receber apoio da adversária Marina Silva

Gabriel Castro, de Brasília
A presidente da república e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante reunião com governadores e senadores, nesta terça-feira (07), em Brasília
A presidente da república e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante reunião com governadores e senadores, nesta terça-feira (07), em Brasília (Ichiro Guerra/Divulgação)
O PT já não tem mais esperança de receber o apoio de Marina Silva e sabe que o PSB dificilmente ficará ao lado da presidente-candidata Dilma Rousseff no segundo turno. Por isso, a petista afirmou nesta terça-feira, depois de reunião com aliados em Brasília, que os apoios não são decisivos para a segunda etapa da eleição nacional.
"Eu sei perfeitamente, pela experiência política, que ninguém é dono do eleitor. Eu fico muito feliz quando me apoiam. Agora, sei também que ninguém manda no eleitor", disse Dilma. "Cada pessoa tem consciência, cada pessoa é capaz de definir o que quer. E isso é fundamental numa visão de cidadania e de democracia."
A presidente retomou o tradicional recurso petista de divisão de classes ao definir o PSDB como um partido que governa para os ricos. "Está havendo uma oposição entre os ricos e os pobres. Nós faríamos a política dos pobres e eles fariam a política dos ricos. Essa é uma oposição que é parcialmente verdadeira", disse ela, aparentemente mencionando de forma torta uma afirmação dada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que atribuiu parte dos votos de Dilma à falta de informação dos eleitores.
Um dos exemplos citados por ela foi o das obras de metrô pelo país. "Esse Brasil do passado não fazia metrô. O governo era para um terço da população. Se chegasse a dois terços era muito", disse ela. Depois, soltou uma frase que contradiz a própria tese: "O Brasil do passado não fazia metrô porque metrô era coisa para rico".
Dilma afirmou também que pretende apresentar propostas específicas para São Paulo, onde foi derrotada por Aécio Neves (PSDB) com uma diferença de vinte pontos porcentuais no primeiro turno. "Nós achamos São Paulo um estado muito importante. Eu pretendo dar toda atenção a São Paulo, olhar com muito cuidado e, inclusive, [apresentar] propostas específicas para São Paulo", prometeu.
As afirmações da presidente foram dadas em Brasília, após uma reunião com dez governadores e cinco senadores recém-eleitos, além de quatro candidatos a governador que disputam o segundo turno. Dilma pediu o empenho deles para buscar a vitória na corrida pela Presidência da República. Cinco presidentes de partido e seis governadores eleitos também compareceram.
Representantes de estados onde há disputa entre dois candidatos dilmistas não estiveram no encontro. É o caso do Ceará, por exemplo, de Eunício Oliveira (PMDB) e Camilo Santana (PT) no Ceará.
Fonte: VEJA

Apoio a Aécio ainda encontra resistência dentro da Rede

Política

Apoio a Aécio ainda encontra resistência dentro da Rede

Depois de reunião, grupo político de Marina Silva descartou apoio a Dilma Rousseff no 2º turno das eleições – mas nome do tucano não é consenso

A candidata Marina Silva (PSB) e o candidato Aécio Neves (PSDB), durante o intervalo do debate dos presidenciáveis promovido pelo Grupo Bandeirantes, em 26/08/2014
Marina Silva e Aécio Neves durante debate da Band no 1º turno (Ivan Pacheco/VEJA.com)
Depois de uma reunião de quatro horas da Executiva Nacional da Rede, na noite desta terça-feira, o grupo político de Marina Silva descartou definitivamente um apoio a Dilma Rousseff no segundo turno das eleições. "A posição é pela não continuidade do atual governo. Nós queremos uma mudança, mas uma mudança qualificada, com conteúdo, com substância", disse Walter Feldman, coordenador da campanha de Marina e porta-voz nacional da Rede, partido que a ex-senadora tentou fundar antes das eleições, mas que teve o registro barrado pela Justiça Eleitoral.

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Segundo Feldman, pesaram na decisão os duros ataques promovidos pela campanha de Dilma contra Marina e a necessidade de alternância de poder.

Resistência – A opção por um apoio formal a Aécio Neves, no entanto, ainda encontra resistência dentro da Rede. O nome do tucano sequer foi citado no documento que a Executiva preparou para enviar ao Diretório Nacional do grupo, que realiza reunião nesta quarta. "A decisão não está madura para isso", avaliou Feldman, admitindo que ainda não há consenso sobre um apoio explícito da Rede a Aécio no segundo turno.

Terceira colocada nas eleições, com 22,1 milhões de votos, Marina vai anunciar seu posicionamento no segundo turno na quinta, depois de novas reuniões das siglas de sua coligação. A tendência é que a ex-senadora apoie a candidatura de Aécio, desde que o tucano se comprometa com algumas de suas causas, como a preservação ambiental, o fim da reeleição e a continuidade dos programas sociais. Mesmo uma eventual discordância de parte dos membros da Rede não deve alterar o posicionamento de Marina.

Os principais argumentos de resistência ao tucano  são a consideração de que o PSDB não sinaliza avanços na área social e o argumento de que os tucanos, assim como os petistas, trabalharam para desconstruir a imagem de Marina durante a campanha. Além da questão central de a coligação de Marina e a própria Rede terem se fundado no conceito de terceira via, contra a polarização entre PT e PSDB.

Reinaldo Azevedo: Marina já decidiu: vai apoiar Aécio

'Consenso progressivo' – Nos bastidores, membros da Rede ligados à cúpula marineira admitem que a demora em haver uma definição mais clara se deve aos processos internos do grupo, que trabalha com o conceito de “consenso progressivo”, em que se chega às decisões por convencimento em torno de ideias e não por votação tradicional, mas que a tendência é a Rede acabar seguindo Marina no apoio ao tucano. "Há toda uma 'ritualística', mas é apenas uma questão de tempo o apoio ao Aécio", disse um membro da Executiva.

(Com Estadão Conteúdo)
 
Fonte: VEJA