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15 setembro 2014

Alimentos que aumentam o tamanho dos seios

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Alimentos que aumentam o tamanho dos seios são substitutos naturais ao implante. Sem dúvida, é um processo que exige dedicação diária até que se consigam os resultados. E apenas com os alimentos dificilmente o tamanho será triplicado, mas uma “incrementada” sim, é possível. Seios pequenos são uma insatisfação para muitas mulheres, mas felizmente, há uma solução caseira. Veja algumas dicas a seguir.
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Como é possível? Simples: aumentando o nível de estrogênio em seu corpo. É este o hormônio poderoso que entra em ação na puberdade e salienta todas as características femininas. Porém, quando a puberdade cessa, os seios param de crescer. Mas alimentando o nível de estrogênio no seu corpo, poderá fazer com seu organismo volte a ter condições semelhantes as da puberdade. E está cientificamente provado: os seios podem crescer por 1-2 tamanhos de copa.
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Em seu estado ainda selvagem, é encontrado em forma de fito estrogênio. Suas fontes mais ricas estão abaixo. Entretanto há uma ressalva. O consumo de cafeína, seja no próprio café, chás ou refrigerantes, tende a anular a ação do estrogênio no organismo, portanto, terá que evitá-la até conseguir os resultados pretendidos. Em relação à fontes de estrogênio, priorize os orgânicos.
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Quais os alimentos que aumentam o tamanho dos seios

Sementes de linho (linhaça)

As sementes de linho são as fontes mais potentes de fito estrogênio. Há que comer uma porção diariamente. Consuma entre 30 e 50 gramas. Poderá bater as sementes com um copo de água, ou de leite, ou acrescentá-las na salada.

Soja

Poderá escolher qualquer produto de soja e incorporar nas refeições principais. Passe a beber 1 copo de leite de soja também. Embora não seja tão rico como a semente de linho,o grão de soja é outro excelente candidato para incrementar o estrogênio no seu corpo.

Tofu

De amor ou ódio. Estas são as únicas relações possíveis com o tofu. Mas independente disso, é o terceiro alimento no planeta com maior concentração de estrogênio. Se estiver entre as que têm uma relação de amor com este queijo, poderá ser esta a opção para turbinar os seios.

5 coisas que os homens adoram na cama

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Conheça as 5 coisas que os homens adoram na cama. Os dados são de uma pesquisa da famosa Revista Cosmopolitan, na qual perguntaram aos homens suas preferências na hora de estar com uma mulher na cama. Veja os resultados:
  • “Quando a gente está na cama e eu fico fazendo muitos ruídos, minha noiva cobre minha boca com sua mão, e isso me deixa ainda mais maluco. Adoro que ela saiba o que quer (e o que não quer) e que não tenha problemas em me dizer.”
  • “Mesmo quando é legal que uma mulher cuide do seu corpo, o tanquinho na barriga é bastante intimidante. Uma barriguinha suave é mais excitante por ser mais feminino do que o tanquinho.”
  • “Costumava sair com uma mulher que no dia a dia era muito séria e correta mas que, de vez em quando, colocava uma tatuagem falsa para que eu achasse ou extensões de cabelo em cores malucas e isso sempre me deixava selvagem. Eu sentia como se fosse para a cama com uma pessoa completamente diferente.”
  • “Adoro quando minha namorada chega em casa depois da academia. Ela acha que está horrível, mas eu acho muito legal seu corpo suado e seu cabelo desarrumado.”
  • “Quando uma mulher consegue rir durante o sexo é a coisa mais excitante do mundo porque eu sei que ela está curtindo. Nenhum cara deseja uma pessoa que esteja sempre séria.”
O que você acha das opiniões dos homens sobre o que gostam na cama? Toparia elas com seu namorado?

Como fazer a melhor masturbação da vida dele

Como fazer a melhor masturbação da vida dele

Guia reúne técnicas e dicas para masturbar o parceiro de maneira prazerosa e sem se cansar

por Redação

Atenção: Esta matéria contém teor sexual e é imprópria para menores de 18 anos.
Muitas mulheres têm vergonha de masturbar o parceiro por falta de experiência ou medo de desagradar. Porém, a brincadeira faz parte das preliminares e não deve ser deixada de lado, já que ajuda a esquentar (e muito) o clima e aumentar o prazer de ambos. Além disso, se for bem feita, dificilmente será esquecida…

Passo a passo básico da masturbação

O primeiríssimo passo é umedecer as mãos. Aplique um pouco de lubrificante na palma e espalhe pelos dedos, incluindo o dedão. Se tanto a sua mão quanto o pênis dele estiverem muito secos, a masturbação pode se tornar dolorida. Se não tiver lubrificante disponível na hora, use um pouco de saliva (se isso não incomodar vocês).
A masturbação tem começo, meio e fim. Não adianta iniciar com um movimento já intenso, pois isso não será prazeroso para ele ou para você e cansará seu punho muito rapidamente. Muitasmulheres não aguentam masturbar o parceiro por muito tempo porque já começam no ritmo acelerado. Portanto, comece devagar e vá criando a expectativa. Aumente a intensidade aos poucos conforme sentir que a excitação do parceiro está crescendo (e a sua também).
Comece massageando suavemente o órgão, correndo as mãos da ponta à base, porém sem pressionar muito, apenas para deixar o pênis ereto. Você pode rotacionar um pouco o punho para não manter o movimento totalmente monótono.
Se conseguir, mexa nos testículos com uma mão e masturbe-o ao mesmo tempo com a outra mão. Nesse primeiro momento, prefira o toque leve e provocativo. Você pode inclusive usar as unhas para estimular os testículos, mas usando o mínimo de pressão.
A masturbação se torna mais interessante com a expectativa. Não comece com movimentos intensos: vá aumentando o ritmo conforme o clima esquentar (Crédito: Thinkstock)
A masturbação se torna mais interessante com a expectativa. Não comece com movimentos intensos: vá aumentando o ritmo conforme o clima esquentar (Crédito: Thinkstock)
Uma vez ereto, é preciso encontrar um ritmo. A principal dica é nunca diminuir esse ritmo, apenas aumentar. A partir daqui, você vai começar a fazer movimentos um pouco mais rápidos e com uma pegada um pouco mais firme e ritmada.
Neste ponto, seu parceiro deve estar bem excitado. Se você parar ou diminuir o ritmo, provavelmente irá desestimulá-lo. É possível brincar um pouco com os movimentos, trocar a pegada (por cima ou por baixo), intercalar a mão esquerda com a direita, enfim, usar a imaginação para fugir da monotonia, mas sem voltar para a estimulação suave do início.
O último ponto é da estimulação mais rápida e intensa, que levará ao orgasmo.

Técnicas de masturbação no homem

Pegada firme ou solta?

A pegada solta deve ser usada no início da masturbação. Porém, depois que o cara estiver bastante excitado, é preciso firmar a pegada. Você não quer apertar o órgão demais a ponto de machucar, mas sim manter uma pressão constante e estimulante. Você deve colocar a mesma força que usa para abrir uma jarra de vidro, por exemplo.

Posição

A pegada deve ser firme, porém sem machucar. Coloque a mesma pressão que você usaria para abrir um pote de vidro (Crédito: Thinkstock)
A pegada deve ser firme, porém sem machucar. Coloque a mesma pressão que você usaria para abrir um pote de vidro (Crédito: Thinkstock)
Isso é bastante relativo. Alguns caras preferem que a mulher de posicione ao lado dele, de forma que segure o pênis da mesma forma que ele mesmo seguraria durante a masturbação. Esta é um pouco mais fácil de fazer. Outros acham estimulante que a mulher fique ajoelhada entre as pernas do parceiro, segurando o pênis de frente. Você pode variar entre as duas posições e ver qual fica mais confortável para você e para ele. No entanto, tenha em mente que parar no meio do movimento para trocar de posição pode quebrar o clima. Portanto, o mais indicado é que você encontre a pose que mais te deixa confortável logo no início.

Percorrer o pênis todo ou só a base/cabeça?

Isso depende do tamanho do órgão, mas, no geral, você não descerá completamente até a base do pênis quando a velocidade estiver maior. Ao fazer movimentos suaves, é possível percorrer o órgão inteiro, mas, uma vez que a intensidade aumenta, sua mão deve ficar mais concentrada no centro para o topo. Se você puxar a pele demais para baixo, irá machucá-lo.

Preste atenção nele

No sexo, é muito importante prestar atenção nas reações do parceiro. Assim como as mulheres, os homens dão sinais sutis de que estão curtindo (ou não) as preliminares. Atente-se para mudanças na respiração, gemidos e até reflexos das pernas e corpo, que podem indicar desconforto. Outra dica é prestar atenção no pênis em si, que fica muito enrijecido e pulsante quando o homem está bem excitado.
No mais, não tenha medo de perguntar (de maneira cuidadosa e sensual) se ele está gostando do movimento, como prefere, etc. Esse tipo de conversa é excitante e muito útil ao mesmo tempo.

Dicas profissionais

  • Alterne o uso de uma mão e das duas mãos ao mesmo tempo. Isso permite que você estimule tanto a base como o topo do pênis ao mesmo tempo. Para isso, faça movimento de torção (mas tomando cuidado para não apertar demais). Troça as mãos simultaneamente, mas em sentidos opostos, em direção ao centro do pênis e depois de volta para a base/cabeça.
  • Outra técnica estimulante é simplesmente trocar de mão durante a masturbação. Isso tudo mantém a preliminar mais interessante, menos monótona.
  • A cabeça do pênis é a parte mais sensível do órgão e, por isso, merece atenção especial. Para estimulá-la, una seu dedo indicador ou polegar formando um ‘O’. Movimente suavemente para cima e para baixo na região da glande, sem colocar muita pressão e fazendo movimentos curtos. Aproveite que está nesta área e gaste alguns segundos esfregando o dedo de leve sobre o frênulo (que liga a cabeça e o corpo do pênis).
  • Não seja apenas "uma mão": interaja, brinque, faça sons e curta o momento (Crédito: Thinkstock)
    Não seja apenas “uma mão”: interaja, brinque, faça sons e curta o momento (Crédito: Thinkstock)
    No momento em que ele ejacular, o pênis se tornará extrassensível e, por isso, aumentar a força e velocidade pode não ser uma boa ideia. É melhor liberar um pouco da pressão.
  • Qualquer tipo de interação vai contar pontos para você. Se você for apenas “uma mão”, a experiência não será tão proveitosa para ambos, portanto, quanto mais você procurar se divertir também, melhor será. Mantenha contato visual, permita-se soltar gemidos (que não sejam forçados), fale besteira, acaricie ou beije outras partes do corpo dele e tente se estimular também, pressionando seu corpo contra o dele.
  • Brinque um pouco e observe a reação do parceiro. Por exemplo, ao invés de fechar a mão em volta do pênis, use apenas o dedo indicador e o polegar. Coloque outros dedos e adicione um pouco mais de pressão. Veja como ele reage. Tente também fazer movimentos de baixo para cima, soltar o órgão e voltar para a base, ao invés de fazer movimentos intermitentes de baixo para cima.
  • Mescle movimentos curtos na base do pênis com movimentos curtos na ponta do pênis e então movimentos mais compridos ao longo do órgão.
  • Use a boca. Faça movimentos na base do pênis enquanto usa a língua para estimular a cabeça. A combinação dos dois tipos de estímulo (oral e manual) é muito excitante para os homens.

3 coisas que filmes pornô ensinam de errado aos homens

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Homens que são educados com pornografia criam expectativas irreais para as parceiras e si mesmos

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É claro que existem muitas particularidades no sexo: cada pessoa gosta de ser acariciada de uma maneira específica. No entanto, se levarmos em consideração as preferências da maioria população mundial, grande parte daquilo que se vê em filmes eróticos é simplesmente mentiroso. Veja alguns dados:
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11 coisas aleatórias que excitam os homens e você nem imaginava

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Cid Gomes lança nota sobre suposto envolvimento no escândalo da Petrobras

ISTOÉ
Cid Gomes lança nota sobre suposto envolvimento no escândalo da Petrobras
Governador afirma que não manteve relações pessoais com ex-diretor e se diz vítima de ‘armação’ política.

O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), enviou à imprensa, na tarde desta segunda-feira (15), nota em que se posiciona em relação à matéria publica na revista ISTOÉ desta semana, a qual afirma que o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, em delação premiada à Polícia Federal, incluiu o nome de Cid na lista dos supostos beneficiados no esquema de superfaturamento de contatos com a Petrobras.   

Após garantir à revista que não sabia quem era e que nunca havia estado com o delator, o chefe do Executivo cearense foi mais cauteloso e especificou que nunca havia tido nenhum contato pessoal com o ex-diretor, mas sim, contatos institucionais. Com isso, Cid justificou as fotos em que aparece ao lado de Paulo Roberto Costa, quando da reunião de negociação para a implantação da Refinaria Premium II e do lançamento da Pedra Fundamental da refinaria. 

“Não tenho, nem nunca tive, qualquer envolvimento nem qualquer tratativa pessoal com o citado ex-diretor da Petrobras, muito menos qualquer conversa indecente ou corrupta. Todo o meu relacionamento com a Petrobras sempre foi institucional”, disse.

Também em nota, Cid Gomes voltou a dizer que está sendo vítima de um golpe articulado por adversários políticos que visam enfraquecê-lo neste momento de disputa eleitoral e afirmou que está processando a revista ISTOÉ por calúnia, difamação e danos morais.


Leia, abaixo, a nota enviada por Cid Gomes à imprensa:

Em respeito à opinião pública cearense e brasileira, a propósito de infamante citação de meu nome, sem qualquer fundamento ou base, em matéria relativa ao chamado escândalo da Petrobras na edição desta semana da Revista IstoÉ, esclareço:

 1. Estou processando a citada revista por calúnia, difamação e por dano moral por ter abrigado clara armação criada por meus adversários, visando interferir na disputa eleitoral no Ceará;

 2. Não tenho, nem nunca tive, qualquer envolvimento nem qualquer tratativa pessoal com o citado ex-diretor da Petrobras, muito menos qualquer conversa indecente ou corrupta. Todo o meu relacionamento com a Petrobras sempre foi institucional;

 3. Esta clara fraude envolvendo o meu nome em véspera de eleição repete prática imunda que já tive de enfrentar quatro anos atrás, quando da publicação de invenções envolvendo meu nome e o nome do meu irmão, Ciro Gomes, que se revelaram completamente falsas;

 4. O Brasil não suporta mais assistir a corrupção impune nem pode dar aos malfeitores e ladrões do dinheiro público o prêmio da impunidade, senão chegaremos ao fundo do poço em que os salafrários reinarão e ainda se sentirão autorizados a enlamear a honra de quem faz da vida pública uma prática decente. É o caso presente e a justiça tem a obrigação, de, celeremente, achar e punir os culpados.

 Fortaleza, 15 de setembro de 2014
 Cid Gomes
 Governador do Estado do Ceará


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Fonte: http://www.cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=20224

Lidar com o MEDO

Lidar com o MEDO




O clima do planeta pode ter desandado de vez, com consequências terríveis para a humanidade. A inflação pode voltar e levar o seu dinheiro. Você pode apanhar da polícia – ou ser incendiado por black blocs. Pode pegar gripe suína e morrer em dias. Os agrotóxicos da comida podem estar envenenando você. O seu avião pode cair. Você pode ser rejeitado. Fracassar na vida. Aquela dorzinha na barriga… pode ser câncer. E, pior ainda, tudo isso pode acontecer com as pessoas que você mais ama. Nunca houve tantos motivos para sentir medo. E isso está nos afetando. 

Segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, 20,8% das pessoas têm transtorno de ansiedade, ou seja, passam o tempo inteiro com medo de alguma coisa (pois a ansiedade nada mais é do que medo antecipado, de algo que pode ou não ocorrer). É dez vezes mais do que na década de 1980. Mesmo que você não seja uma delas, certamente já se sentiu incomodado por algum tipo de medo. Ele se tornou o maior problema psicológico do nosso tempo – e virou parte do dia a dia de todo mundo.


Nós só estamos aqui, afinal, porque nossos antepassados eram medrosos e viviam fugindo do perigo. O cérebro humano evoluiu para ser extremamente sensível a ele. Mas isso aconteceu há milhares de anos, quando a vida era muito diferente. Hoje, a quantidade de situações e estímulos que podem nos causar receio é incalculavelmente maior. Daí a explosão de medo na cabeça das pessoas. Não precisa ser desse jeito.

O cérebro humano quase triplicou ao longo da evolução. Passou de 600 cm3 no Homo habilis (há 2 milhões de anos) aos 1.400 cm3 do Homo sapiens, 150 mil anos atrás. Nossa massa cinzenta foi crescendo e ganhando camadas, cada uma mais complexa que a anterior, até chegar ao neocórtex – sua parte mais externa, enrolada como uma linguiça, responsável por funções mentais como pensamento e linguagem. Tudo o que você tem de racional está ali. Só que mais para dentro, no miolo do cérebro, existe outra coisa: o chamado sistema límbico. É uma parte mais primitiva, que coordena reações instintivas. Seu pedaço mais importante é a amígdala, que detona as sensações de medo. “Você está caminhando por um bosque, vê uma cobra, se assusta e imediatamente pula para trás, sem sequer pensar a respeito. A amígdala é a responsável por essa resposta”, explica Raül Andero, neurocientista da Emory University, nos EUA. Como as cobras eram um perigo constante para nossos ancestrais, a evolução moldou o cérebro para ter medo delas. Prova disso é que macacos criados em laboratório, que nunca viram uma cobra, se assustam se forem colocados diante de uma (em compensação, se eles tiverem a amígdala retirada, deixam de sentir todos os tipos de medo). Os medos são disparados pela parte primitiva do cérebro.



Quando você anda pela rua pensando nas férias, o seu cérebro avançado está decidindo para onde quer viajar. Mas o cérebro instintivo, sem que você perceba, também está a todo o vapor, de olho nas ameaças imediatas (um buraco no chão, por exemplo). Os dois são interligados, se comunicam, influenciam um ao outro. Por isso, os psicólogos preferem dividir a mente em dois sistemas: o Sistema 1 e o Sistema 2. Cada um é um conjunto de processos mentais envolvendo várias regiões do cérebro.

O Sistema 1 é intuitivo, rápido, emotivo, inconsciente, automático. Sabe aquele pressentimento que você tem quando conhece alguém? É o Sistema 1 em ação. Ou quando volta para casa de forma automática, sem precisar relembrar o caminho? Sistema 1. Tudo o que você faz sem pensar – inclusive sentir medo – é obra do Sistema 1. Já o Sistema 2 é o contrário: ele é o pensamento, lento, consciente, racional. A sua consciência mora dentro dele. “Mas o Sistema 1 é o autor secreto de muitas escolhas e julgamentos que você faz”, explica o psicólogo israelense Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia e autor de Rápido e Devagar, livro que discute a relação entre os dois sistemas.

O Sistema 1 é essencial para a sobrevivência. É o instinto que nos permite reagir rapidamente a ameaças – seja uma cobra ou um ônibus que avança sobre a faixa de pedestres bem na hora que você está atravessando. O problema é que o Sistema 1 usa regras rudimentares, muitas vezes erradas, para dosar o medo que vamos sentir das coisas. Por exemplo. Quanto mais você se lembra (ou é lembrado) de uma ameaça, mais medo o Sistema 1 produzirá, independente do real perigo envolvido. E ele também é fortemente influenciado pelo medo que outras pessoas sentem (medo é contagioso). Tudo isso nos leva a receios exagerados e errados.

Após os atentados de 11 de Setembro, por exemplo, os americanos ficaram com medo de andar de avião. Muito mais gente decidiu viajar de carro. E, por isso, morreram 1.600 pessoas a mais em acidentes de trânsito nos EUA ao longo de um ano. Avião era, e é, estatisticamente muito mais seguro do que carro. Só que as pessoas se lembraram dos atentados, que tinham sido exaustivamente mostrados pela imprensa, e tomaram a decisão errada. Se tivessem superado o medo, e andado de avião, praticamente todas estariam vivas. “Temos pavor de morrer de repente, junto com outras pessoas”, diz o psicólogo Gerd Gigerenzer, do Instituto Max Planck, na Alemanha, que analisou números fornecidos pelo Ministério dos Transportes dos EUA. “Aí tomamos a decisão errada, e pulamos da frigideira para o fogo.

Há inúmeros exemplos assim, de medo irracional. Como a mãe que tem medo que seu filho fume maconha, mas não vê problema se ele encher a cara – sendo que o álcool é comprovadamente mais prejudicial à saúde. A pessoa que tem medo de usina nuclear, mas adora ir à praia se expor à radiação solar, algo muito mais arriscado (só o Brasil registra 120 mil casos de câncer de pele por ano). E você tem mais medo de diabetes, aids, ou acidentes de trânsito? No Brasil, a aids (71%) e os acidentes (58%) lideram com folga. E a diabetes nem é citada em pesquisas sobre temores. Mas, pensando racionalmente, é dela que você deveria ter mais medo: em 2010, essa doença matou 54 mil brasileiros, o mesmo que os acidentes de trânsito (42 mil) e a aids (12 mil) somados. Ocorre que os acidentes aparecem todo dia na TV e nos jornais. E o que você acha que terá mais destaque na imprensa, uma celebridade morrer de diabetes ou de aids?

A mídia escolhe as coisas para chamar sua atenção. E as coisas que mais chamam a atenção do cérebro são, justamente, as que mais assustam.

E esse medo nunca foi tão forte. Nunca estivemos tão ligados uns aos outros, mas, ao mesmo tempo, nunca sentimos tanto medo de não sermos aceitos. Você já deve ter percebido isso quando postou alguma coisa nas redes sociais – e imediatamente ficou ansioso sobre quantos likes aquilo iria ter ou deixar de ter. Um estudo feito pela agência de publicidade JWT com 1.270 americanos e ingleses constatou que 40% dos usuários do Facebook têm medo de não serem incluídos nas conversas online dos amigos. “O mundo exige cada vez mais de nós. Não conseguimos nos desconectar, e aí sentimos mais ansiedade”.

Políticos espalham temores para arrebanhar votos, jornalistas faturam em cima de catástrofes, biólogos citam vírus letais quando querem obter fundos para desenvolver vacinas… Todo mundo propaga o medo. Mas não faz isso só por maldade ou interesse próprio. “Se eu disser que há uma doença mortal se espalhando na sala onde você está, você sairá dela mesmo sem saber se é verdade. E vai avisar as outras pessoas”, diz Lindstrom. “Milhares de anos atrás, também espalhávamos a notícia de uma planta venenosa, porque isso aumentava a chance de sobrevivência do grupo.” Ou seja: conforme cada pessoa absorve mais medo, ela também se torna propagadora, espalha esse medo para os outros. É uma reação instintiva.

Ok, sentimos cada vez mais medo porque nosso pobre cérebro é imperfeito – e o mundo moderno explora seus defeitos como nunca.

Em situações normais, como no cinema ou no parque, a parte avançada do cérebro permanece no comando. Você se diverte porque mantém o controle. O seu instinto de medo é ativado, mas a consciência sabe que não se trata de um perigo real. Então acontece uma descarga de adrenalina acompanhada de dopamina – neurotransmissor associado ao prazer. E você sente aquele gostoso friozinho na barriga.



Mas, em situações de perigo real, como um assalto, isso não acontece. A amígdala passa por cima de todo o resto e impõe um temor incontrolável. Quando alguém desenvolve medo crônico, fobias ou transtorno de estresse pós-traumático, situações cada vez mais comuns no mundo moderno, a amígdala fica disparando o tempo inteiro. “Por isso, a pessoa apresenta grande ansiedade no dia a dia”, explica o neurocientista Raül Andero, da Universidade Emory. Já estão sendo criados medicamentos que podem aliviar ou suprimir o medo (mais sobre isso daqui a pouco), mas, na maioria dos casos, a principal solução é terapia. Não só a terapia feita em consultório. Há coisas que você mesmo pode fazer.
A principal delas se chama Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ela nos ensina a mudar os pensamentos ruins que ficam estimulando a amígdala e gerando ansiedade. “A forma como pensamos influencia a maneira como sentimos. Portanto, mudar o modo como pensamos pode mudar como nos sentimos”, resume o psiquiatra Aaron T. Beck, pai da TCC, no livro The Anxiety and Worry Workbook (“O Manual da Ansiedade e da Preocupação”, inédito no Brasil). Se antes da entrevista de emprego você pensa “Não tenho ideia do que dizer; eles acharão que sou um idiota”, vai se sentir tenso e ansioso. Mas se em vez disso você pensar “Estou bem preparado para a entrevista e vou causar uma boa impressão”, ficará mais calmo e confiante. Pode parecer banal, mas funciona. Tem efeitos neurologicamente comprovados.

A psicanálise e diversas outras terapias também têm se mostrado eficientes para lidar com o medo e a ansiedade. O sucesso não depende da linha terapêutica em si, até porque tudo depende da relação entre o terapeuta e o paciente. Mas existe uma condição básica para que uma terapia dê certo. “O bom atendimento é aquele que não se limita a combater os sintomas. É o que procura entender a causa do problema no cotidiano de cada pessoa”, diz o psicólogo Luís Fernando Saraiva. Faz sentido: você pode tomar calmantes para dormir. Mas se não entender o que está tirando seu sono, pouco adianta.

A maioria de nós passa por algum trauma na vida – assalto, sequestro, acidente, desastre natural, abuso ou a perda repentina de alguém querido. E cerca de 10% dos que vivem um trauma (até 14% no caso das mulheres) vão desenvolver o chamado Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Eles revivem a cena em pesadelos e flashbacks aterradores. Sentem tanto medo que chegam a se isolar do convívio social. Muitos conseguem se curar total ou parcialmente com terapia. Mas algumas pessoas nunca se recuperam. Nesses casos, a grande promessa são os estudos voltados à prevenção do medo. Eles buscam evitar que a emoção negativa seja gravada no cérebro. Fazendo pesquisas em ratos, cientistas descobriram que injeções de substâncias como cortisol reduzem a chance de sofrer os transtornos. Cortisol é o hormônio do estresse. Quanto mais estresse você tem, mais a memória é fixada. No entanto, por um motivo que ainda não é bem compreendido, tomar uma grande dose de cortisol reduz a fixação do trauma.

MEDO DE PERDER AS PESSOAS QUE AMA

O que fazer – Apelar à razão.
Como – É o maior medo social dos brasileiros. Esse receio está enraizado no cérebro humano (pois a espécie é extremamente social, depende da família e do grupo). Não temos como eliminá-lo, mas podemos aprender a conviver com ele. Sempre que você sentir esse temor, lembre-se: ele é inútil, pois não ajuda em nada a proteger quem você ama. E pode atrapalhar a relação entre vocês.

MEDO DA SOLIDÃO

O que fazer – Ficar um dia offline. Ou terapia sistêmica.
Como – Experimente ficar um dia inteiro quietinho, sem falar com nenhum amigo via Facebook, WhatsApp e coisas do tipo. Você verá que a solidão não é tão assustadora quanto parece. Para casos mais intensos, pode valer a pena procurar um psicólogo especializado em terapia sistêmica (linha de análise que estuda a pessoa a partir das relações que ela tem com outras).

MEDO DE LEVAR PÉ NA BUNDA
O que fazer – Mudar o foco.
Como – Ter medo de ser largado pela pessoa amada é uma profecia autorrealizável: quanto mais medo você sente, mais paranoico fica, sem aproveitar os momentos bons a dois. Vira uma pessoa chata – e acaba afastando o outro. Faça de conta que o medo não existe, por mais absurdo que isso possa parecer. Dá resultado.

MEDO DE PERDER O EMPREGO OU FICAR SEM DINHEIRO

O que fazer – Terapia cognitivo-comportamental.
Como – Mentalize o contrário do que dá medo. Sempre que lhe ocorrerem coisas do tipo “vou ser demitido” ou “meu chefe me odeia”, pense em frases contrárias – como “sou bem preparado” e “meu trabalho tem valor”. Pode parecer simplório, mas tem efeito comprovado – e poderoso – sobre o cérebro.

VIOLÊNCIA

Sim, você pode sofrer violências terríveis. mas não faz sentido antecipá-las.

MEDO DE CRIME

O que fazer – Ignorar estímulos negativos.
Como – Já reparou como a TV e os jornais estão cheios de notícias sobre violência? É que esse tipo de coisa ativa a parte primitiva do cérebro – e tem um poder fortíssimo de chamar sua atenção. Mas também faz você sentir que o mundo é mais violento do que realmente é. Evite consumir esse tipo de informação.



Você quer fugir das suas fobias. Mas, para se libertar, tem de abraçá-las.
CRISES DE PÂNICO
O que fazer – Respirar… e buscar ajuda.
Como – Ataque de pânico é uma manifestação extrema de medo, que requer ajuda de um especialista. Há algumas terapias que fazem efeito – como a hipnose, que auxilia o indivíduo a sair do pânico aproveitando os próprios recursos mentais.
MEDO DE ALTURA, INSETOS, LUGARES FECHADOS/LOTADOS
O que fazer – Dessensibilização.
Como – O segredo é se expor gradualmente à situação ou ao objeto ameaçador. Se você tem medo de barata, por exemplo, baixe algumas fotos do inseto na internet, salve no seu computador e se obrigue a olhar uma por dia. Você verá como o medo diminui (quando estiver mais confiante, aumente a exposição – veja um vídeo de baratas no YouTube). A mesma técnica vale para situações como medo de altura e de lugares fechados. Procure se expor um pouco a eles. Mas, nesses casos, leve um amigo junto.
MEDO DE DIRIGIR
O que fazer – Dessensibilização.
Como – O segredo é enfrentar, mas aos poucos. Experimente começar dirigindo aos domingos, quando há menos trânsito, levando um amigo junto. Se você sofreu um acidente e ficou com trauma, vale a pena procurar um analista ou instrutor (há autoescolas especializadas em gente com medo de guiar).
MEDO DE DOENÇA
Todos vamos morrer. Alguns, com sofrimento. Mas isso não é relevante.
MEDO DE ADOECER
O que fazer – Não dar ouvidos à internet.
Como – Se você entrar no Google e começar a pesquisar sintomas, com certeza vai terminar achando que aquela coceira no seu braço esquerdo é sinal de um câncer incurável. Desconfie das coisas escritas na internet (mesmo em fontes confiáveis, pois o que elas dizem não necessariamente se aplica a você). Nada melhor do que marcar uma consulta médica para esclarecer tudo e acabar com as preocupações.
MEDO DE SOFRER
O que fazer – Aceitar. Ou análise.
Como – Todo mundo tem esse medo. É normal. Se ele for muito intenso, e ocupar grande parte do seu tempo, pode valer a pena fazer psicanálise – que tentará encontrar as raízes do temor. Outra opção é o psicodrama, técnica que trabalha as vivências da pessoa por meio de dramatizações, como se fosse uma peça de teatro.

Fonte: Mega Arquivo
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Fonte: http://terapiassexuais.blogspot.com.br/2014/09/lidar-com-o-medo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+TerapiasSexuais+(TERAPIAS+SEXUAIS)