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28 agosto 2014

Desafio do balde de gelo arrecada milhões, mas brincadeira desagrada médico

Camila Neumam
Do UOL, em São Paulo
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Celebridades, políticos e jornalistas aceitam desafio do balde de gelo15 fotos

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20.ago.2014 - Desafiado por Ivete Sangalo, William Bonner também entrou na campanha do balde de gelo Reprodução/Instagram/RealBonner
O "desafio do balde de gelo" divide a opinião de médicos que tratam a esclerose lateral amiotrófica (Ela).
A arrecadação milionária em território americano (US$ 88,5 milhões até 26 de agosto) e a dimensão viral que tomou no Brasil são vistas como positivas para futuros investimentos na pesquisa da doença, mas também negativas por revestirem de humor a doença considerada cruel por ser degenerativa, segundo médicos consultados pelo UOL.
Para Beny Schmidt, chefe do laboratório de Patologia Neuromuscular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que faz a reabilitação de pacientes com a doença, a iniciativa errou ao brincar com coisa séria.
"A campanha foi sensacional para a sociedade de Ela, mas é hipócrita", afirma. "O que é triste é que certas pessoas brincaram com algo muito sério, uma doença das mais terríveis. Temos que ter respeito pelos pacientes. A gente não pode misturar uma doença tão séria, com profissionais tão sérios, com uma atitude que parece um 'big brother'".
Para o neurologista José Luiz Pedroso, professor afiliado do Departamento de Neurologia da Unifesp, a campanha é positiva porque aumenta o interesse da população e de governos pela doença.
"Acho a campanha muito positiva porque desperta a atenção da população e dos governantes para uma doença que ainda não tem cura e que é causa de sofrimento de muitas famílias no mundo inteiro. Ela pode funcionar como um elemento importante na busca por novas pesquisas e novas opções terapêuticas para o controle da doença", diz.

CONFIRA 10 FAMOSOS NO DESAFIO DO BALDE DE GELO

Associações comemoram doações

Élica Fernandes, gerente executiva e social da Abrela, comemora o sucesso da campanha. Segundo ela, antes da existência do desafio, o site da associação sem fins lucrativos recebia em torno de 200 visitas ao mês. Na última semana recebeu 39 mil ao dia.
"Para nós é lógico que é importante o dinheiro, mas o principal é falarem sobre o assunto porque é uma doença pouco conhecida", diz.
Desde que celebridades brasileiras começaram a topar o desafio, a Abrela se juntou a outras duas organizações nacionais para pedir doações a quem quisesse participar: a Associação pró-cura da Ela e o Instituto Paulo Gontijo.
Na última semana, a Abrela conseguiu arrecadar R$ 55 mil em doações, quantia impensável até então pela ONG que vive de doações esporádicas e de alguns patrocínios.
A Abrela pretende injetar o dinheiro nos projetos que mantém com portadores da doença, entre os quais, cursos que ensinam a cuidar dos doentes em parceria com a Unifesp, a realização de simpósios sobre a doença e distribuição de material gráfico em todo o país.
Com trabalho semelhante, a Associação Pró-cura da Ela, com sede em Brasília, arrecadou R$ 255 mil na última semana após pegar carona com o desafio na internet. A associação expandiu seu pedido por doações em sua página no Facebook e conseguiu mais de 3.000 curtidas.
Antes da repercussão, a única fonte de renda da Associação Pró-cura da Ela era de doações de parentes de pessoas com a doença. Voluntários da associação faziam vaquinha para promover eventos de conscientização.
"A gente trabalha na assistência social. Fazemos campanha e trabalhamos na troca de informações porque muitas pessoas já diagnosticadas não têm informação básica sobre a doença, não sabem que precisam de fisioterapia, cuidar da alimentação", diz Sandra Mota, presidente da Associação Pró-cura da Ela.
Segundo Mota, a verba que chegou por doações poderá pagar um sonho antigo da associação, de espalhar o trabalho para todo o país.
"A maioria dos profissionais de saúde não é capacitada para atender pessoas com doenças neuromusculares. Eles precisariam de especialização e isso custa dinheiro e tempo. O ideal era a gente fazer um curso de fisioterapia respiratória em cada estado pelo menos uma vez por ano", diz.
Leia mais em: http://zip.net/bvpp7L

Gravação do menino Bernardo emociona Edu Guedes e revolta Chris Flores

Do UOL, em São Paulo
  • Reprodução/TV Record
    Edu Guedes se emociona ao ouvir gravação do menino Bernardo, que grita por socorro é ameaçado pela madrasta
    Edu Guedes se emociona ao ouvir gravação do menino Bernardo, que grita por socorro é ameaçado pela madrasta
O "Hoje em Dia", da Record, exibiu na manhã desta quinta-feira (28) a gravação de um áudio no qual o menino Bernardo grita por socorro e é ameaçado pela madrasta Graciele Ugolini. A gravação divulgada pela Polícia Civil revoltou a apresentadora Chris Flores, que destilou xingamentos ao vivo, e emocionou Edu Guedes.
Bernardo foi assassinado em abril de 2014. O pai, a madrasta e uma assistente social estão presos e são os principais suspeitos de terem matado o garoto.
"Sua safada, sua ordinária, tomara que você apodreça na cadeia, porque morte para você é pouco. Ele não está mais aqui, mas você está. Apodreça na cadeia, como você mesma falou. Prefere? Então apodreça na cadeia. Safada", gritou Chris Flores, em tom de desabafo.
Após o VT, Edu Guedes não se conteve. "A gente tem um quadro aqui, em que pais e mães, querem ter os seus filhos. Agora é impressionante fazer o mal para uma criança. O pai estava ali do lado.
Entenda o caso
O menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, foi encontrado morto em um matagal no Rio Grande do Sul. Ele foi dopado e morto com uma injeção letal. A informação foi dada à polícia de Três Passos, no norte gaúcho, pela assistente social Edelvânia Wirganovicz, suspeita de ser cúmplice da madrasta do garoto no assassinato.
Edelvânia disse que o crime foi planejado por Graciele Ugolini, casada com o pai de Bernardo, Leandro Boldrini. Elas teriam levado o menino à cidade vizinha de Frederico Westphalen, com a desculpa de comprar uma televisão.

Candidata a Miss Bumbum 2014 do Rio quis ser freira, mas foi expulsa da igreja

do BOL, em São Paulo
  • Divulgação
    Para participar do concurso, a modelo intensificou o treino na academia e reduziu o bumbum de 105 cm para 102 cm
    Para participar do concurso, a modelo intensificou o treino na academia e reduziu o bumbum de 105 cm para 102 cm
Bruna Valentim, 22, que representa o Rio de Janeiro no concurso Miss Bumbum 2014, contou em entrevista ao site Ego que tinha o "sonho de ser freira" desde a sua adolescência. A modelo nasceu no ABC paulista e frequentava uma igreja em Santo André. Sobre o passado religioso, Bruna também relembrou que as beatas pediram para ela deixar de frequentar as aulas de eucaristia, pois seu corpo chamava muito a atenção dos adolescentes.
"As beatas da Igreja de Santo André, que eu frequentava, se reuniram e me pediram para eu deixar de ir lá. Elas disseram que meu corpo chamava a atenção dos adolescentes, que não se concentravam na igreja. Fiquei arrasada, pois tinha o sonho de ser freira", revelou.
Mesmo com a decepção na igreja, Bruna conta que ainda flerta com a ideia de uma vida religiosa. "Acho lindo aquelas roupas as freiras usam. Gosto muito de ajudar os outros e gosto de fazer doações para campanhas beneficentes. Parei de frequentar a igreja, mas quem sabe o que pode acontecer no futuro?".
Após o episódio, Bruna decidiu tentar a carreira de modelo e recebeu o apoio da família quando mudou-se sozinha para o Rio de Janeiro. "Foi a melhor coisa que fiz. Hoje moro sozinha em um apartamento na Barra da Tijuca, e o trabalho vai muito bem".
Para participar do concurso, a modelo intensificou o treino na academia e reduziu o bumbum de 105 cm para 102 cm. Com 1,70 m de altura, a paulista malha de segunda a sábado. "Faço treinamento funcional na praia. Além de ser mais divertido, também deixa o corpo durinho e ainda me mantém bronzeada", explica.
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Miss Bumbum 2014: candidata do Rio de Janeiro tinha o "sonho de ser freira"6 fotos

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22.ago.2014 - Bruna Valentim, 22, que representa o Rio de Janeiro no concurso Miss Bumbum 2014, exibe as curvas em ensaio sensual na praia. A gata tem 1,70 m e, com a rotina de malhação, reduziu o bumbum de 105 cm para 102 cm. Divulgação
(Com informações do site Ego)
Leia mais em: http://zip.net/btpnft

Candidata do PSTU exibe beijo gay durante propaganda eleitoral do Estado de Alagoas

Do BOL, em São Paulo
  • Reprodução
    28.ago.2014 - Propaganda eleitoral do PSTU no Estado de Alagoas exibe beijo gay
    28.ago.2014 - Propaganda eleitoral do PSTU no Estado de Alagoas exibe beijo gay
A propaganda eleitoral do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados), no Estado de Alagoas, chamou atenção ao exibir um beijo gay entre dois homens. A cena acontece antes do discurso da candidata a deputada estadual  Luciane Araújo, estudante de 26 anos.
"Todas as pessoas têm o direito de amar a quem quiser, sem ser recriminadas por isso. Será que mais alguém precisa morrer pra que a gente tome alguma providência? Muitas pessoas sofrem com o preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais. É preciso criminalizar a homofobia. Toda forma de amor vale a pena!", defende Lu, apelido que Luciane adotou em sua campanha.
 
De acordo com informações do partido, o Estado de Alagoas apresentou em 2012 um aumento de 282% no número de agressões a homossexuais em relação a 2011. 
"Mostrar um beijo gay é importante, mas a luta vai além disso. É necessária uma política de criminalização mais efetiva, como o PLC 122 original", afirmou a candidata em entrevista ao Gazeta Web.
 
Essa não é a primeira vez que um partido exibe beijos entre pessoas do mesmo sexo. Em 2010, o candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), Paulo Bufalo, mostrou o beijo entre dois rapazes em seu vídeo de campanha. Na ocasião, o candidato defendia a diversidade sexual com o lema "Você tem opção".
 
No mesmo ano, o PSTU exibiu a campanha "Contra toda forma de opressão". No vídeo, imagens de casais homossexuais foram exibidas. Abaixo, assista ao vídeo com o beijo gay da campanha da candidata Lu, no Estado de Alagoas.
 
Leia mais em: http://zip.net/blppRV

Festival Itaipava Fest terá shows de Safadão, Saulo Fernandes e Cristiano Araújo no Porto das Dunas

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
A primeira edição no Ceará do Itaipava Fest acontecerá dia 18 de outubro no Porto das Dunas, emAquiraz, localizada a 25 km do centro de Fortaleza. Comandada pelo cantor Wesley Safadão, a festa também terá como atração os cantores Saulo Fernandes e Cristiano Araújo.
Com o ritmo forró, Wesley Safadão trará aos palcos novos sucessos, como “100% Muito Loco”, “Eu Tô de Boa” e “Vou Trair”. Já Saulo Fernandes vai contagiar o público com o axé baiano. Para completar o mix, a festa contará com a presença de uma das revelações da música sertaneja no ano de 2014 Cristiano Araújo, cantando sucessos como “Maus Bocados”, “Mente Pra Mim” e “Efeitos”.
Itaipava Fest é uma organização da Social Music e a venda de ingressos começou na última terça-feira (26), nas lojas do Eh Loco e Zefirelli e no site Blueticket. Os setores pista, frontstage e lounge masculino esgotaram o 1º lote ainda no primeiro dia de venda.
Serviço
Local: Arena Social – Porto das Dunas (Via Coletora Litorânea II – A cerca de 500 metros do Parque aquático Beach Park.)
Data: 18 de outubro – sábado
Abertura dos portões: 19 horas
Vendas – online: www.blueticket.com.br
Vendas – físico: Eh Loco (às 09hrs) e Lojas Zefirelli (às 10 hrs) – a partir de terça (26/08).
Valores: R$ 50,00* (pista – meia), R$ 120,00* (camarote – meia), R$ 190,00* (Lounge feminino – meia) e R$ 220,00* (Lounge masculino – meia)
Informações: (85) 3264.8091

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WESLEY SAFADÃO INDICA REVISTA FLASH



Instituto Zaytec divulga nova pesquisa da corrida ao Governo do Estado em Sobral

ELEIÇÕES
Instituto Zaytec divulga nova pesquisa da corrida ao Governo do Estado em Sobral
Eunício aparece com 34,5%, Camilo 24,3%, Eliane 2,3% e Ailton Lopes 1,3%.

O Instituto Zaytec Brasil divulga pesquisa de intenção de voto para Governo do Ceará e Presidência da República, realizada em Sobral, na região Norte. Segundo o levantamento, Eunício Oliveira (PMDB) aparece com 34,5%, Camilo Santana (PT)  24,3%¨, Eliane Novaes (PSB) 2,3 %, Ailton Lopes 1,3%, Branco/Nulo - 13 % e não sabem - 24,6%.

O instituto também questionou sobre a disputa à Presidência da República em Sobral. Confira os números:

Dilma Roussef - 54,5%
Marina Silva - 28,5%
Aécio Neves - 7,0
Pastor Everardo - 1,0
Rui Costa Pimenta - 0,3


A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 00431/2014 e no Tribunal Regional Eleitoral com 00014/2014.


Fonte: http://cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=19695

Gêmeas do Miss Bumbum revelam: 'Já fizemos sexo a três'

Gêmeas do Miss Bumbum revelam: 'Já fizemos sexo a três'

Graziella Fornazieri e Rafaella Fornazieri garantem que não há disputa entre elas e contam que já tiraram vantagem por serem parecidas.

Gêmeas do Miss Bumbum (Foto: Divulgação MBB4)Gêmeas do Miss Bumbum (Foto: Divulgação MBB4)
O concurso Miss Bumbum Brasil deste ano traz pela primeira vez a participação de duas irmãs gêmeas. Graziella Fornazieri e Rafaella Fornazieri, representando os estados do Acre e de Alagoas, respectivamente, de 25 anos, sempre sonharam em participar da competição e acabaram fazendo a inscrição juntas. “Foi tudo inesperado, quando recebemos a ligação de que tínhamos sido selecionadas, não acreditamos”, contam elas em entrevista ao EGO.
As duas garantem que não há disputa entre elas e que torcem para que pelo menos uma chegue à final do concurso. “Somos companheiras, desejamos sorte uma a outra. Estamos sempre juntas, uma ajuda a outra, uma da força para outra e apoia outra sempre, não importa a situação”, afirmam. Aliás, para evitarem possíveis confusões, elas até fizeram um acordo. “Combinamos de não pedir votos para não dividir a família”, explica Rafaella, que diz que elas tiveram o apoio dos pais: “Ficaram contentes e nos desejaram boa sorte”.
Apesar de todo otimismo e apoio uma a outra, elas consideram mais difícil participar do concurso com uma irmã. “Saímos na rua e as pessoas falam ‘olha as gêmeas do Miss Bumbum’ e nos condenam como se não nos amássemos por brigar pelo mesmo título. Somos resolvidas com isso, torcemos uma pela outra”, declara Graziella.
Gêmeas do Miss Bumbum (Foto: Divulgação MBB4)Graziella e Rafaella: sem ciúmes entre elas
(Foto: Divulgação MBB4)
Tirando vantagem de ser gêmeas e sexo a três
Não são só os rostos de Graziella e Rafaella que são iguais. As gêmeas tem as mesmas medidas de corpo: vestem manequim 38, tem 65cm de cintura, 90cm de busto e 98cm de bumbum. E elas já aproveitaram essas semelhanças para se dar bem em algumas situações. “Na escola já trocamos de sala e ninguém percebeu. Também já aconteceu quando minha irmã namorava e foi para balada escondida. Um amigo do namorado viu, mas eu disse que era eu, me passei por ela e tudo deu certo”, lembra Graziella, entre risos.
As irmãs são tão unidas, que até já dividiram um namorado quando eram mais novas. Detalhe: ele não sabia de nada. “Foi antes de termos as tatuagens. Durou uns três meses, ele nem percebeu. Só agora que ele vai saber. Não tínhamos ciúmes entre nós, foi engraçado. E em baladas nós ficávamos com o mesmo garoto, fazíamos muito isso na adolescência. Hoje estamos tranquilas”, recorda Rafaella.
A confiança entre elas é tanta, que Graziella até pediu para que Rafaella a ajudasse a realizar a fantasia de um namorado de transar com duas mulheres ao mesmo tempo. “A Grazi é muito, muito ciumenta e me fez esse pedido e eu aceitei. Minha única experiência de sexo a três foi com minha própria irmã, foi estranho”, revela Rafaella.
Rafaella Fornazieri (Foto: Divulgação MBB4)Rafaella Fornazieri (Foto: Divulgação MBB4)
Graziella  Fornazieri (Foto: Divulgação MBB4)Graziella Fornazieri (Foto: Divulgação MBB4)Fonte: EGO

Veridiana Freitas posa para ensaio sensual e provoca: 'Cadê celulite?'

Veridiana Freitas posa para ensaio sensual e provoca: 'Cadê celulite?'

Modelo divulgou nesta quarta-feira, 27, trabalho que fez em sua terra, Balneário Camboriú, em Santa Catarina.


Veridiana Freitas continua empenhada em resgatar a fama de seu corpão. Depois de ser fotografada na praia com alguns furinhos na perna, a modelo divulgou de um ensaio fotográfico nesta quarta-feira, 27, em que aparece linda e sensual na praia. As fotos foram feitas em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, terra da modelo, e no final, Veridiana ainda provocou: "Cadê celulite?".
Veridiana Freitas (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)Veridiana Freitas em ensaio fotográfico (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)
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Veridiana Freitas (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)A modelo exibindo seu corpão (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)
Veridiana Freitas (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)As pernas da modelo (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)
Veridiana Freitas (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)E sei olhar sensual  (Foto: Divulgação/Andréa Schaefer)Fonte: EGO

Para ser opção ao WhatsApp, app de chat mira público sem smartphone

Para ser opção ao WhatsApp, app de chat mira público sem smartphone

'O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar', diz gerente. 'Msngr' quer ser app levado para smartphone pelo hoje donos de celulares.


Aplicativo de mensagens 'Msngr' foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)Aplicativo de mensagens 'Msngr' foca em usuários que não possuem smartphone. (Foto: Divulgação/Msngr)
Surge a vontade de usar um aplicativo para enviar uma mensagem a um amigo, que, para frustrar o plano, não possui smartphone. É entre esse público, esquecido pelos mais populares app de bate-papo, que quer crescer o “Msngr” – pronuncia-se Messenger, da mesma forma como o app com a mesma função do Facebook.
O Msngr é uma reformulação do antigo Claro Messenger, construído para ser o sistema de comunicação dos clientes da operadora no Brasil. Criado pelo Myriad Group, o bate-papo é fruto de uma parceria entre a empresa e a dona da Claro, a mexicana América Móvil. A partir de julho, o app para Android foi aberto a todos os usuários, não importando de qual operadora é cliente. De saída, o Msngr já nasceu com 67 milhões de usuários, todos clientes da empresa de telecomunicação mexicana e suas subsidiárias.
Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que desenvolve o aplicativo 'Msngr'. (Foto: Divulgação/Msngr)Pompilio Roselli, gerente no Brasil da Myriad, que
desenvolve o aplicativo 'Msngr'. (Foto: Divulgação/
Msngr)
Pompilio Roselli, gerente da Myriad no Brasil, explica que um dos trunfos do Msngr advém dessa antiga parceria: as mensagens enviadas entre os clientes da Claro não são cobradas. Diferentemente do que ocorre quando operadoras liberam o acesso a um determinado app, como já ocorreu com o Facebook e o Twitter, não é preciso que o usuário compre créditos para a gratuidade do Msngr funcionar.
Roselli afirma que outras operadoras devem se tornar parceiras do app. “A gente está conversando com mais uma grande operadora no Brasil”, diz o executivo, acrescentando que “nos próximos dois meses vai ter um avanço importante para o Brasil e para a América Latina”. Isso é impulsionado pela aceitação dos clientes de outras operadoras. Sem revelar números, o executivo diz que 40% dos novos usuários do bate-papo já são clientes de fora da Claro.
O outro ás na manga do Msngr para se tornar uma opção ao WhatsApp é que até quem possui celulares mais simples pode utilizá-lo. Nesses casos, a conexão ocorre por navegação Wap, um ancestral da navegação via aplicativos. A ideia surgiu a partir de pesquisa junto a consumidores.
“A primeira coisa que eles falavam era: ‘Puxa, eu tenho um smartphone, mas meu amigo não tem, não consigo falar com ele’”, diz Roselli. “O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar”, completa.
A Myriad está de olho, porém, em quando esse cliente se livrar do celular convencional. “Os usuários, quando compram um smartphone, têm continuado com o serviço, mas começaram com o Wap.” A empresa quer pegar carona em um processo de migração no Brasil. Em maio, segundo a IDC, 76% dos celulares vendidos no país eram smartphones.
Fonte: G1

Presas de Guarapuava (PR) tiram fotos sensuais e postam na internet

Presas de Guarapuava (PR) tiram fotos sensuais e postam na internet

Detentas são irmãs e estão na cadeia por tráfico de drogas; elas sofreram sanções disciplinares

Duas detentas da cadeia pública de Guarapuava, no Paraná, postaram várias fotos no Facebook. As imagens, publicadas em novembro do ano passado e em abril deste ano, foram tiradas dentro das celas e mostram as presas com roupas íntimas em poses sensuais. Assista ao vídeoReportagem: Márcia Francês, do R7
Duas detentas da cadeia pública de Guarapuava, no Paraná, postaram várias fotos no Facebook. As imagens, publicadas em novembro do ano passado e em abril deste ano, foram tiradas dentro das celas e mostram as presas com roupas íntimas em poses sensuais. Assista ao vídeo

Ousadas: presas fazem ensaio sensual em cela e postam fotos na internet

Algumas presidiárias utilizaram celulares para fazer um ensaio sensual dentro das celas de uma penitenciária feminina e postaram as fotos na internet. As presas receberam uma punição administrativa e tiveram os aparelhos celulares recolhidos.

Quatro presos fogem da Cadeia Pública de Itapiúna.

Quatro presos fogem da Cadeia Pública de Itapiúna.

Equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar estão em busca de detentos que conseguiram fugir da Cadeia Pública da cidade de Itapiúna.

Um agente penitenciário informou que ao abrir o portão do pátio externo para recolher os restos de comida do dia anterior, foi rendido por quatro presos. 

OS detentos dominaram o agente penitenciário, tomaram a chave do portão que de acesso a saída e deixaram o agente trancado na cozinha da cadeia.

Os presos cerraram as grades da cela 03, e estavam no pátio externo, eles dominaram o agente penitenciário, tomaram a chave do portão que de acesso a saída e deixaram o agente trancado na cozinha da cadeia. Ao saírem, os presidiários jogaram a chave de volta no pátio, o agente com uma vassoura conseguiu pegar as chaves e sair do recinto, chamando em seguida o policiamento.

Fugiram: Fernando Delfino, 24 anos, que responde ao art. 213; Manoel  Araújo, 49, responde ao art. 14; Raimundo Nonato, 24, e José Edivan, “, 37, os dois últimos respondem por base na Lei Maria da Penha.

Serviço:
4º Batalhão de Polícia Militar -Canindé
Fones: (85)3343-1190 /1742

Confira na integra a entrevista de Marina Silva ao JN

Marina Silva disse ontem que não tinha informação de qualquer irregularidade envolvendo a contratação da aeronave utilizada na campanha
O Jornal Nacional dá sequência à série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República, em que nós abordamos questões polêmicas das candidaturas e o desempenho deles em cargos públicos. O Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo também vão receber os candidatos nas próximas semanas.

O tempo total da nossa entrevista é de 15 minutos, dos quais nós reservamos, mais uma vez, o último minuto e meio para que o candidato fale resumidamente sobre os projetos que ele considera prioritários se for eleito. E hoje nós recebemos Marina Silva, do PSB.
William Bonner: Boa noite, candidata. 
Marina Silva: Boa noite, William. Boa noite, Patrícia.
William Bonner: Muito obrigado pela sua presença. O tempo da entrevista começa a ser contado a partir de agora. Candidata, o avião que o PSB vinha utilizando na campanha eleitoral, até aquele acidente trágico de duas semanas atrás, está sendo investigado pelas autoridades competentes. Ele foi objeto de uma transação milionária feita por meio de laranjas. Essa transação não foi informada na prestação de contas prévia, parcial, à Justiça Eleitoral. A senhora tem dito que vai inaugurar uma nova forma de fazer política, que todo político tem que ter certeza absoluta da correção de seus atos. No entanto, a senhora usou aquele avião como teria feito qualquer representante daquilo que a senhora chama de velha política. Eu lhe pergunto: a senhora procurou saber que avião era aquele, quem tinha pago por aquele avião, ou a senhora confiou cegamente nos seus aliados?

Marina Silva: Nós tínhamos, William, uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha. E que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato. Existem duas formas, três formas, aliás, de fazer o provimento da campanha: pelo partido, pelo comitê financeiro do candidato e pelo comitê financeiro da coligação. Nesse caso, pelo comitê financeiro do candidato. Essas informações eram as informações que nós tínhamos.

William Bonner: A senhora sabia dos laranjas? Essa informação foi passada para a senhora como candidata a vice-presidente?

Marina Silva: Não tinha nenhuma informação quanto a qualquer ilegalidade referente à postura dos proprietários do avião.
William Bonner: Eu lhe pergunto isso...
Marina Silva: As informações que tínhamos eram exatamente aquelas referente à forma legal de adquirir o provimento desse serviço. Agora, uma coisa que eu quero dizer para todos aqueles que estão nos acompanhando é que, para além das informações que estão sendo prestadas pelo partido, há uma investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. E o nosso interesse e a nossa determinação é de que essas investigações sejam feitas com todo o rigor para que a sociedade possa ter os esclarecimentos e para que não se cometa uma injustiça com a memória de Eduardo.

William Bonner: Candidata, quando os políticos são confrontados ou cobrados por alguma irregularidade, é muito comum que eles digam que não sabiam, que foram enganados, que foram traídos, que tudo tem que ser investigado, que se houver culpados, eles sejam punidos. Este é um discurso muito, muito comum aqui no Brasil. E é o discurso que a senhora está usando neste momento. Eu lhe pergunto: em que esse seu comportamento difere do comportamento que a senhora combate tanto da tal velha política?

Marina Silva: Difere no sentido de que esse é o discurso que eu tenho utilizado, William, para todas as situações. Inclusive quando envolve os meus adversários. E não como retórica, mas como desejo de quem de fato quer que as investigações aconteçam. Porque o meu compromisso e o compromisso de todos aqueles que querem a renovação da política é com a verdade. E a verdade, ela não virá nem apenas pelas mãos do partido e nem, também, apenas pela investigação da imprensa. Que eu respeito o trabalho de vocês. Ela terá que ser aferida pela investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. Isso não tem nada a ver com querer tangenciar ou se livrar do problema. Muito pelo contrário, é você enfrentar o problema para que a sociedade possa, com transparência, ter acesso às informações.
William Bonner: Candidata...
Marina Silva: O compromisso é com a verdade.
William Bonner: Agora, é que a senhora tem uma postura bem rigorosa no que diz respeito à ética, no discurso, quando a senhora se dirige aos seus adversários. Esse rigor ético que a senhora exige dos seus adversários nos faz perguntar e insistir se a senhora antes de voar naquele avião não teria então deixado de fazer a pergunta obrigatória se estava tudo em ordem em relação àquele voo. Não lhe faltou o rigor que a senhora exige dos seus adversários?

Marina Silva: O rigor é tomar as informações com aqueles que deveriam prestar as informações em relação à forma como aquele avião estava prestando serviço. E a forma como estava prestando serviço era por um empréstimo que seria ressarcido pelo comitê financeiro. Agora, em relação à postura dos empresários, os problemas que estão sendo identificados agora pela imprensa, e que com certeza serão esclarecidos pela Polícia Federal, esses, eu, como todos os brasileiros, estou aguardando. E com todo rigor. Eu não uso, William, de dois pesos e duas medidas. Não é? A métrica, a régua com que eu meço os meus adversários, é porque eu a uso em primeiro lugar comigo. E, neste momento, o meu maior interesse é de que tenhamos todos os esclarecimentos. Agora, uma coisa eu te digo: a forma como o serviço estava sendo prestado era exatamente esse do empréstimo, para que depois tivéssemos a forma de ressarcimento pelo comitê financeiro.
Patrícia Poeta: Ok. Candidata, vamos falar agora das eleições de 2010. A senhora obteve uma votação expressiva. Foram quase 20 milhões de votos. Mas o seu desempenho no seu estado, o Acre, onde a senhora fez toda a sua carreira política, onde as pessoas conhecem muito bem a sua forma de atuação e onde suas ideias e as suas ações são de conhecimento amplo por parte dos eleitores, a senhora tirou terceiro lugar. Ficou com metade dos votos do primeiro colocado, o então candidato pelo PSDB, José Serra. Ou seja, o eleitor acreano votou pesadamente na oposição ao governo federal. Aos eleitores dos outros estados do país que não a conhecem tão bem, como é que a senhora explicaria essa desaprovação clara no seu berço político?

Marina Silva: Em primeiro lugar é que esse terceiro lugar não estava tão distante do segundo. Eu fiquei muito próxima do segundo lugar, que foi a presidente Dilma.

Patrícia Poeta: Sim, mas foi metade do primeiro.

William Bonner: Metade do primeiro.

Patrícia Poeta: Metade do primeiro. Eu tenho aqui os números: 23,45%, a senhora; 52,13%, José Serra.

Marina Silva: Tem uma coisa, Patrícia, que até é um provérbio que a gente usa muito: é muito difícil ser profeta em sua própria terra. Sabe por quê? Porque, às vezes, a gente tem que confrontar os interesses. Eu venho de uma trajetória política que, desde os meus 17 anos, eu tive que confrontar muitos interesses no meu estado do Acre ao lado de Chico Mendes, ao lado de pessoas que se posicionaram ao lado da Justiça, da defesa dos índios, dos seringueiros, da ética na política. Isso fez com que eu tivesse que seguir uma trajetória que não era o caminho mais fácil. Aliás, na minha vida, nunca é fácil, não é? E, nesse caso, eu era candidata por um partido pequeno, em que...

Patrícia Poeta: Candidata...

Marina Silva: Não, mas deixa eu esclarecer...

Patrícia Poeta: Então tá, conclua aí para que a gente possa seguir aqui e fazer outras perguntas.

Marina Silva: Exatamente.

Patrícia Poeta: É justo com o telespectador.

Marina Silva: Por um partido pequeno, concorrendo contra duas máquinas muito poderosas, com 1 minuto e 20 segundos de televisão. E, mesmo assim, a candidata do PT, que tinha o governo do estado, senadores, deputados, vereadores, prefeitos... Eu fiquei muito próxima a ela. E isso...

Patrícia Poeta: O que eu estou querendo dizer é o seguinte: o berço político de um candidato é onde ele é mais conhecido pelos eleitores. Isso pode ser uma enorme vantagem para um candidato ou não. No seu caso não foi. Não seria como se os acreanos estivessem dizendo uma variação daquele velho ditado: “Quem não a conhece que vote na senhora”?

Marina Silva: Talvez você não conheça bem a minha trajetória.

Patrícia Poeta: Conheço, conheço, conheço, candidata. Nós estudamos bastante antes de fazer essa entrevista.

Marina Silva: Eu, como senadora... Mas eu faço questão de dizer porque eu acho que você tem um certo desconhecimento do que que significa ser senadora vindo da situação que eu vim. Eu não sou filha de político tradicional, não sou filha de nenhum empresário, porque, no meu estado, até a minha eleição, para ser senador da República, era preciso ser filho de ex-governador, era preciso ser filho de alguém que tivesse, de preferência, um jornal, uma TV e uma rádio para falar bem de si mesmo e falar mal daqueles que ficavam defendendo a Justiça.

Patrícia Poeta: A culpa é dos acreanos então?

Marina Silva: Não, não é culpa dos acreanos. É culpa das circunstâncias. Os acreanos foram muito generosos comigo em muitas vezes. Eu já cheguei a ficar quatro anos sem poder andar na metade do meu estado. Sabe por quê? Porque queriam fazer uma estrada sem estudo de impacto ambiental, sem respeitar terras dos índios e as unidades de conservação. E eu não podia trocar o futuro das futuras gerações pelas próximas eleições.

William Bonner: Candidata...

Marina Silva: Eu preferi pagar o preço de até perder os votos, mas lembra quando eu saí do Ministério do Meio Ambiente, que eu disse que eu perdia o pescoço, mas não perdia o juízo?

William Bonner: Vamos falar da sua chapa, candidata?

Marina Silva: Essa foi a minha trajetória no estado do Acre, essa tem sido a minha trajetória no Brasil e é assim que eu quero governar o Brasil.

William Bonner: Candidata.

Marina Silva: Fazendo aquilo que é necessário para as futuras gerações.

William Bonner: Candidata, me permita interrompê-la...

Marina Silva: E não o que é necessário para ganhar voto para as próximas eleições.

Patrícia Poeta: Daqui a pouquinho a senhora vai poder falar no um minuto e meio.
William Bonner: Me permita interrompê-la só para gente prosseguir com a entrevista. Queria falar sobre a sua chapa.  O vice na sua chapa: Beto Albuquerque. Ele foi um dos principais articuladores no Congresso Nacional da aprovação da medida provisória que aprovou o cultivo da soja transgênica aqui no Brasil. Ele também foi favorável a pesquisas com células-tronco embrionárias, são dois pontos em que eles se opõem a posições suas do passado. Além disso, ele aceitou doações de campanha - quando candidato - de setores da economia que a senhora não admitiria, setor de fabricantes de armas, fabricantes de bebidas. Esses exemplos não mostram que Marina e Beto Albuquerque são a união de opostos, aquela união de opostos tão comum na velha política, apenas para viabilizar uma chapa, para viabilizar uma eleição. O que que há de novo nessa política, candidata?
Marina Silva: Em primeiro lugar, mais uma vez eu quero trazer as informações para que a gente possa trabalhar com a realidade dos fatos. Uma questão fundamental: nós somos diferentes e a nova política sabe trabalhar na diversidade e na diferença. Agora, o fato do Beto ter uma posição diferente da minha em relação a transgênico em um aspecto. Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos. Mas isso não é verdade. Sabe o que que eu defendia quando era ministra do Meio Ambiente? O modelo de coexistência, o que significa áreas com transgênico e áreas livres de transgênico. Infelizmente no Congresso Nacional não passou a proposta do modelo de coexistência. E o Beto votou na proposta que acabou fazendo com que...
William Bonner: Mas na questão das células embrionárias há uma oposição forte...
Marina Silva: Nas células...
William Bonner: Mas eu lhe pergunto.  Veja se eu entendi: quando a união de opostos se dá com a senhora e alguém, então isso é uma união em prol do Brasil, é a superação de divergências. Quando essa união de opostos se dá com adversários seus, aí é o modelo da velha política, é uma conveniência eleitoral.
Marina Silva: Mais uma vez, William, eu quero dizer que você está trabalhando apenas com um lado da moeda.
William Bonner: Por quê?
Marina Silva: Você está trabalhando com o lado das diferenças que eu e Beto temos no episódio das células-tronco, que ele defende...
William Bonner: Não, não. Estou confrontando apenas com posições que a senhora tem assumido sobre a nova política em oposição à velha política. E não está clara para mim a diferença quando a gente vê dois candidatos de posições opostas unidos numa chapa. Era só essa a questão.
Marina Silva: Não está claro pra você, mas eu vou deixar claro para o telespectador. Mais uma vez eu insisto: você está apenas com um lado da moeda. Por exemplo, eu e Beto temos uma visão diferente em relação às células-tronco e em relação a transgênico. Mas tivemos um trabalho juntos, no Congresso Nacional, quando ele foi o relator da Lei de Gestão de Florestas Públicas do Ministério do Meio Ambiente, que criou o Serviço Florestal e que me ajudou a aprovar a lei da Mata Atlântica e tantas outras medidas importantes para o Ministério do Meio Ambiente. A vida não tem essa simplificação que muitas vezes a gente acha. Isso não tem nada a ver com velha política. Eu marquei a minha trajetória de vida trabalhando com os diferentes, na diversidade. E aí você está dando a oportunidade de que os telespectadores possam ver que essa história de que a Marina é intransigente.

Patrícia Poeta: Tá faltando um minuto, candidata.
Marina Silva: Que só conversa com aqueles que pensam igual a ela, não é tão verdade assim.
Patrícia Poeta: A senhora agora pode, então, usar esse um minuto e meio e falar com os seus telespectadores: dos projetos que a senhora tem para o país, quais seriam os prioritários?
Marina Silva: Em primeiro lugar, eu gostaria de poder dizer para os nossos telespectadores que um dos projetos mais importantes, neste momento da história do Brasil, é que a gente possa renovar a política. De que a gente não desista de ter na política aquilo que os brasileiros tanto querem, que é vê-la a serviço de resolver os principais problemas do cidadão. Infelizmente, a política tem sido motivo de apartação, de contenda, da luta do poder pelo poder. Para mim, a política deve ser utilizada para unir as pessoas, para que, mesmo com interesses diferentes, a gente seja capaz de mediar os conflitos e fazer aquilo que é melhor para o benefício do povo brasileiro. Como presidente da República, eu quero que você me ajude a ser presidente da República para ser a primeira presidente que vai, que assume o compromisso de que não vai buscar uma nova eleição, porque eu não quero ter um mandato que comprometa o futuro das próximas gerações.
Patrícia Poeta: OK, candidata.
Marina Silva: Eu quero para que a gente possa ter uma agenda para mudar o Brasil.
Patrícia Poeta: OK, 15 minutos já, 15 minutos e 16 segundos. Obrigada pela sua entrevista.
William Bonner: Muito obrigada candidata Marina Silva pela sua participação, pela sua entrevista no Jornal Nacional.
Fonte: JN