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24 agosto 2014

Mulher Melão mostra corpão em passeio de lancha

Renata Frisson, a Mulher Melão, tirou o final de semana de folga e aproveitou para viajar para Angra dos Reis, cidade litorânia do Rio de Janeiro. A morena exibiu as curvas em um passeio de lancha.
Na semana passada, a Mulher Melão acabou mostrando em foto com Andressa Urach. Em poucos momentos, o Instagram de Urach - que compartilhou a imagem -  foi bombardeado por mensagem dos seguidores. "A Renata botou os peitões de fora", "Gente, pagou peitinho", "Olha a biqueta", foram os comentários dos internautas.
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Mulher Melão (Foto: Divulgação)Mulher Melão (Foto: Divulgação)
Mulher Melão (Foto: Divulgação)Mulher Melão (Foto: Divulgação)
Mulher Melão (Foto: Divulgação)Mulher Melão (Foto: Divulgação)
Mulher Melão (Foto: Divulgação)Mulher Melão (Foto: Divulgação)
Mulher Melão (Foto: Divulgação)Mulher Melão (Foto: Divulgação)Fonte: EGO

A presidente que só pensa em eleição

A presidente que só pensa em eleição

Dilma passou a semana longe do Palácio do Planalto, priorizando a gravação de imagens para a campanha eleitoral. E não vê problema nisso

Gabriel Castro, de Novo Hamburgo
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Presidente Dilma Rousseff chega para o velório de Eduardo Campos no Recife
Presidente Dilma Rousseff chega para o velório de Eduardo Campos no Recife - Talita Fernandes/VEJA.com
No primeiro dia de propaganda eleitoral na televisão, a presidente Dilma Rousseff foi apresentada como uma gerente ocupada, que "acorda cedo, trabalha muito e tenta aproveitar qualquer tempinho que resta para ter uma vida normal, como qualquer pessoa". Surgiram imagens da chefe do governo cortando tomate e colocando macarrão em uma travessa – usando tailleur azul, maquiagem e joias refinadas. Estes seriam os únicos momentos em que ela deixa de lado o papel de chefe da nação. Mas, pela programação de Dilma na última semana, a prioridade não é governar o Brasil. Toda a agenda da semana foi ocupada por eventos de campanha.
Na segunda-feira, Dilma não teve compromissos oficiais: passou o dia se preparando para a entrevista que deu à noite ao Jornal Nacional. Na terça, visitou obras das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Também esteve na linha de transmissão Porto Velho-Araraquara. O evento aconteceu para que ela pudesse gravar imagens para a propaganda eleitoral. Na quarta-feira, a presidente visitou alunos do Pronatec em Belo Horizonte. O objetivo, novamente, era produzir cenas para a TV. Na quinta, outra viagem: Dilma foi a Pernambuco gravar imagens nas obras da Transposição do Rio São Francisco. Ela visitou os trechos do empreendimento (uma das obras mais atrasadas de seu governo) nas cidades de Cabrobó e Floresta.
Depois, almoçou com operários e pegou o avião presidencial rumo a Paulo Afonso (BA). Eis o compromisso de Dilma na cidade, segundo a agenda divulgada pelo Palácio do Planalto: "Visita à Comunidade Batatinha - visita à propriedade da Dona Nalvinha". Dona Nalvinha, que recebeu até implantes dentários para poder participar da gravação, é atendida pelo programa federal Água Para Todos. Sexta-feira foi a vez de ir a Porto Alegre – e não é a primeira vez que Dilma arranja uma agenda na cidade para, em seguida, aproveitar o fim de semana ao lado da família. À tarde, andou de trem metropolitano para filmar cenas para a TV. Às 19 horas, a presidente participou de um comício ao lado de políticos locais. Antes disso, a agenda estava vazia: Dilma passou a maior parte do tempo com filha e o neto, que vivem na cidade. A equipe de campanha ainda agendou para o sábado uma série de encontros com prefeitos gaúchos. 
As visitas a obras para gravar peças de propaganda começaram há três semanas. À frente nas pesquisas e já conhecida pelos eleitores, a presidente (que tem sido vaiada em suas últimas aparições públicas sem plateia domesticada) priorizou o horário eleitoral na TV. O fato de o PT ter quase 11 minutos em cada bloco, quase o dobro de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) juntos, ajuda. As bem elaboradas peças publicitárias, coordenadas pelo marqueteiro João Santana, são a arma na qual o partido confia para assegurar a vitória.
O dilema da presidente-candidata é o mesmo enfrentado por Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva. Mas, nos casos dos antecessores, havia uma tentativa de discrição que Dilma parece ter abandonado. A petista ainda restringe sua participação em comícios a eventos realizados à noite. Mas a gravação de imagens para a propaganda eleitoral é feita no meio do que seria o expediente de trabalho, com a frágil desculpa de que a chefe de governo está cumprindo agenda mista.
Questionada pelo site de VEJA na última sexta-feira, no Rio Grande do Sul, a chefe do governo respondeu que a vistoria das obras também é papel de presidente. E sinalizou ser onipresente: "Estamos numa época bendita: a tecnologia permite que eu acompanhe tudo o que eu quiser em tempo real. Você passa a ser múltipla: ao mesmo tempo em que você está fazendo uma coisa, você está fazendo outra".

Fonte: VEJA

Demissões começam a ganhar força no Brasil às vésperas da eleição

Mercado de trabalho

Demissões começam a ganhar força no Brasil às vésperas da eleição

Grandes empresas têm cortado postos de trabalho devido a prognósticos ruins da economia, com crescimento baixo, inflação elevada e dólar desvalorizado

Brasil gerou menos de 12 mil postos de trabalho em julho, o pior desempenho para o mês em quinze anos
Brasil gerou menos de 12 mil postos de trabalho em julho, o pior desempenho para o mês em quinze anos (Reinaldo Canato/VEJA)
Grandes empresas no Brasil, incluindo varejistas e montadoras de veículos, estão demitindo funcionários por causa dos prognósticos ruins da economia, em um desafio para a campanha de Dilma Rousseff à reeleição. As demissões não são novidade na indústria. Desde o ano passado, postos de trabalho têm sido cortados em vários setores, desde o têxtil até a siderurgia, por causa do fraco crescimento econômico, da inflação alta e do dólar baixo. Mas agora as demissões alcançam setores como o comércio, construção e indústria de alimentos, que estiveram entre os maiores geradores de emprego ao longo da década passada e são menos expostos à conjuntura internacional.
Somente o varejo perdeu mais de 78.000 empregos em termos líquidos – já descontando novas contratações – nos sete primeiros meses do ano. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho, foram criados em média 41.000 empregos no mesmo período dos três anos anteriores. As montadoras de veículos, que estiveram entre os segmentos que mais ganharam com o forte crescimento do Brasil na década passada, também têm demitido milhares de funcionários com a queda da produção. Evandro Dias, de 27 anos, está entre aqueles que perderam o emprego nas últimas semanas. Ele trabalhava em uma loja de eletrônicos. “As vendas antes da Copa foram ruins, mas todo mundo esperava uma melhora. Só que ficou pior ainda. Por isso estou aqui”, afirmou Dias, enquanto homologava sua demissão em um sindicato de São Paulo.
De todo modo, o emprego ainda é a grande força da economia brasileira. O mercado de trabalho escapou das crises globais recentes e gerou mais de 15 milhões de vagas desde 2004, a maioria das quais continua intacta. A taxa de desemprego também continua perto das mínimas histórias, em torno de 5%, fato que é alardeado com frequência pela campanha de Dilma. Mas, a cada dia, esses números representam mais o passado e menos a situação atual da economia. Em julho, por exemplo, o Brasil gerou menos de 12.000 postos de trabalho, o pior desempenho para o mês em quinze anos. O número insuficiente para absorver o crescimento da população mostra que, ao longo do tempo, a taxa de desemprego deve voltar a subir. 
Por ora, grandes empresas têm evitado demissões em massa. Mas as companhias já vêm cortando algumas centenas de postos por vez ou deixando vagas ociosas, o que, aos poucos, pode contaminar a confiança do eleitorado e o debate político. "Esse tipo de informação, se chegar ao eleitor, pode criar uma apreensão em relação ao que vai acontecer com o mercado de trabalho daqui para frente", disse o analista político da MCM Consultores, Ricardo Ribeiro. "A probabilidade de que notícias ruins sobre emprego pipoquem no noticiário é relativamente alta. Não dá para fazer nenhuma injeção de recursos para evitar isso em dois meses."
Venda em queda - As demissões têm se espalhado entre grandes empresas do Brasil. A rede varejista Grupo Pão de Açúcar (GPA), maior empregadora do país no setor privado, eliminou cerca de 3.000 postos entre abril e junho, maior corte trimestral em mais de quinze anos. O GPA encerrou as atividades 24 horas nos supermercados em abril e tem fechado lojas de eletrodomésticos desde a fusão que criou a Via Varejo. Executivos da GPA afirmaram que os funcionários das lojas que sofreram cortes receberam ofertas em outros locais.
O presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da central sindical União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, afirmou que a situação só não é pior porque os donos de lojas aguardam as festas de fim de ano. Mas no primeiro teste do comércio após a Copa do Mundo, as vendas de Dia dos Pais caíram pela primeira vez em cinco anos. "Se a situação grave que estamos vivenciando nesse ano se aprofundar, janeiro vai ser o mês das dispensas mais numerosas da história do nosso comércio", disse Patah.
O ex-presidente do grupo GPA e atual presidente do Conselho de Administração da BRF, Abilio Diniz, também promoveu cortes na maior exportadora de aves do mundo. A tarefa foi cumprida pelo presidente-executivo da empresa, Claudio Galeazzi, apelidado de “mãos de tesoura” pelas demissões que realizou em outras companhias como Lojas Americanas e a fabricante de cerâmicas Cecrisa. Como parte do plano para modernizar operações e aumentar a produção no exterior, a BRF reportou 73 milhões de reais em custos de rescisões no segundo trimestre relacionados a “ajustes no quadro de funcionários”. A BRF se recusou a detalhar os cortes. Galeazzi disse este mês que planeja entregar o cargo em dezembro próximo.
Construção civil - A construção civil, onde em média foram criados cerca de 200.000 empregos ao ano nos últimos três anos, gerou apenas18.000 vagas nos últimos doze meses. Empreiteiras e construtoras diminuíram o número de novos projetos diante da baixa procura. A regiões com pior desempenho no setor foram Bahia e Pernambuco, onde as empresas já cortaram mais de 14.000 postos neste ano. 
O lançamento de novos projetos imobiliários no Brasil, importante indicador antecedente de empregos na área, caiu 25% no segundo trimestre sobre um ano antes entre as construtoras e incorporadoras listadas na Bovespa. As informações são de analistas do JPMorgan. “Não há nenhuma previsão nos próximos seis meses, ou até o fim do ano, de melhora na contratação de empregados pela construção”, disse o economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Danilo Garcia. Segundo ele, as concessões públicas de portos, rodovias e ferrovias, grande aposta de Dilma para uma recuperação da economia, não conseguiram compensar o enfraquecimento do mercado imobiliário até agora.
Ameaça dos sindicatos - Mesmo nos setores aos quais Dilma tem oferecido subsídios há anos, a maré está mudando no pior momento possível. As montadoras de veículos, que representam um quinto da produção industrial brasileira e vêm se beneficiando de cortes de impostos e crédito mais barato, reduziram sua mão de obra em quase 5% de janeiro a julho diante do encolhimento da demanda doméstica e da queda das exportações. Empresas como Volkswagen e Peugeot Citroen têm reduzido a produção de carros com férias coletivas e programas de demissão voluntária.
Mas nem todos os trabalhadores estão partindo em silêncio. Um sindicato de metalúrgicos bateu de frente com a General Motors, que pretende suspender temporariamente o contrato de quase mil empregados de uma fábrica em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A GM prometeu não demitir os funcionários durante dez meses. Segundo a montadora, a medida visa ajustar os níveis de produção à queda na demanda por parte dos consumidores brasileiros. O sindicato, entretanto, afirma que o plano é eliminar vagas. "Apesar de todos os incentivos, a presidenta Dilma não teve a coragem de proteger nossos empregos”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, Antônio Ferreira de Barros.
Quando anunciou a prorrogação dos benefícios para a indústria automotiva em junho, o governo federal disse que as empresas concordaram em evitar demissões em massa. Mas Barros afirmou que o acordo verbal não evitou os cortes. “Se a empresa não desistir, estamos preparando passeatas, greve, protestos em Brasília. Vamos seguir a campanha dela (Dilma) até qualquer canto do país para chamar atenção", disse o sindicalista.
(Com agência Reuters)
Fonte:VEJA

Eleitores brasileiros no exterior vão votar em 168 cidades

Eleitores brasileiros no exterior vão votar em 168 cidades


Cidades em que os eleitores vão votar no exterior
Os eleitores brasileiros que moram fora do país vão votar em 168 cidades estrangeiras nas eleições deste ano, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). São quase 354,2 mil eleitores aptos a votar fora do Brasil, em 120 países ao redor do mundo.

A cidade com a maior quantidade de eleitores brasileiros é Miami, nos Estados Unidos. São 22,3 mil pessoas. Outras duas cidades americanas aparecem em seguida no ranking: Nova York (21,1 mil eleitores) e Boston (18,2 mil). A capital de Portugal, Lisboa (17,3 mil), e a capital inglesa, Londres (16,9 mil), completam a lista das 5 cidades com mais eleitores brasileiros.

Há três cidades que têm apenas um brasileiro apto a votar. São elas: Cotonou, no Benin; Iquitos, no Peru; e Nouakchott, na Mauritânia. Já Chuí, no Uruguai, e Conacri, no Guiné, têm apenas dois eleitores do Brasil.Para quem é domiciliado no exterior, o voto é obrigatório para o cargo de presidente. A inscrição, transferência ou revisão do título têm que ser feitas até 151 dias antes do pleito, prazo já encerrado. As faltas precisam ser justificadas.Fonte: G1

Com paciência oriental, Brasil vence Japão e conquista deca do Grand Prix

Com paciência oriental, Brasil vence Japão e conquista deca do Grand Prix

Seleção brasileira obtém o triunfo que precisava por 3 sets a 0 e faz a festa em Tóquio, deixando claro que ela vai com tudo em busca do título mundial, na Itá



A seleção brasileira feminina de vôlei é realmente a principal fornecedora de alegria do esporte nacional. O motivo para celebrar muito neste domingo foi a conquista do décimo título do Grand Prix – os outros canecos vieram em 1994, 96, 98, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013. Atuais bicampeãs olímpicas, as meninas souberam usar a principal arma da rival, a paciência oriental – principalmente no duro terceiro set –, e alternar muito bem tranquilidade e agressividade para bater as japonesas por 3 sets a 0, com parciais de 25/15, 25/18 e 27/25, em 1h28min, na Arena Ariake, em Tóquio, no Japão (assista ao vídeo com os melhores momentos da "final"). A vitória levou o Brasil aos 13 pontos, superando as donas da casa, que ficaram com 12, na fase final disputada em sistema de pontos corridos. Por terem melhor campanha até então, as nipônicas seriam campeãs se tivessem vencido dois sets.
Para obter o decacampeonato do Grand Prix, a seleção brasileira venceu 13 das suas 14 partidas, deixando claro que vai mais forte do que nunca em busca do único título que ela ainda não tem na elite do esporte: o mundial. E ele pode ser alcançado em breve, no Mundial da Itália, entre 23 de setembro e 12 de outubro. 
Brasil campeão pódio Grand Prix vôlei (Foto: AFP)Seleção brasileira faz a festa com o troféu e as medalhas de campeão do Grand Prix (Foto: AFP)

A maior pontuadora da partida foi a oposta Sheilla, que assinalou 16 pontos, demonstrando mais uma vez que ela cresce em momentos decisivos. Fabiana (dez), Jaqueline (nove) e Thaisa (seis) também foram bem importantes no ataque. Merece destaque também a bela atuação da líbero Camila Brait, que defendeu bolas muito difíceis e armou vários contra-ataques. 
Poucos antes do embate entre Brasil e Japão, a Rússia assegurou a terceira colocação no Grand Prix ao bater a China, de virada, por 3 sets a 2 (21/25, 14/25, 25/22, 25/20, 15/13), na madrugada deste domingo (tarde no Japão). Com o resultado, as russas chegaram aos sete pontos, um a mais do que a China, que ficou com a quinta colocação. O quarto lugar ficou com a Turquia, que foi aos sete pontos após fechar a sua participação no Grand Prix com uma vitória sobre a Bélgica por 3 sets a 1 (24/26,  25/21, 25/23 e 25/20). As belgas perderam os seus cinco jogos na fase final e ficaram com a sexta colocação.
O JOGO

Pai do vocalista Dinho dos Mamonas mantém acervo da banda em sítio

Pai do vocalista Dinho dos Mamonas mantém acervo da banda em sítio

'Chácara dos Mamonas' fica em Itaquaquecetuba (SP).
Local abriga fantasias, perucas e discos de ouro e platina.


Hidelbrando Alves com uma camiseta autografada pelo filho Dinho (Foto: Douglas Pires / G1)Hidelbrando Alves com uma camiseta autografada pelo filho Dinho (Foto: Douglas Pires / G1)
Um sítio de aproximadamente 5 mil metros quadrados, em Itaquaquecetuba (SP), abriga objetos e lembranças da extinta banda Mamonas Assassinas. O grupo de rock agitou o Brasil com um sucesso meteórico nos anos de 1995 e 1996, até que um acidente aéreo matou todos os cinco integrantes da banda. No imóvel na região metropolitana de SP estão guardadas fantasias de super-heróis, vestidos, perucas e pantufas usadas pelos integrantes durante os shows, além de pôsteres, disco de ouro, platina, dupla platina, quadros e fotos.
O acervo é mantido por Hidelbrando Alves, de 66 anos, pai de Alecsander Alves Leite, o vocalista Dinho, que tinha 24 anos quando o jato Learjet caiu na Serra da Cantareira. Segundo ele, o local que ficou conhecido como "Chácara dos Mamonas" já foi palco de festas e comemorações durante os sete meses de sucesso da banda, "Nós [família] e os meninos [músicos] passamos o Ano Novo de 1995 para 1996 aqui. Foi um dia inesquecível. Todos eles se divertindo no churasco e no futebol. Compramos essa chácara porque o Dinho quis, na época", diz o pai do vocalista.
Figurinos espalhados na cama (Foto: Douglas Pires / G1)Figurinos espalhados na cama
(Foto: Douglas Pires / G1)
O espaço não pode ser visitado pelo público. Mesmo assim, Alves abriu as portas do sítio à reportagem do G1 e mostrou todos os objetos que mantém no imóvel. A esposa dele, Célia Alves não pôde comparecer. "Ela está viajando”, justificou o pai.
O sítio fica no bairro Scaffid II, quase no limite com a cidade de Arujá. São 26 quilômetros do Parque Cecap, em Guarulhos, onde Alves mora, até a propriedade rural em Itaquaquecetuba. 
O pai de Dinho diz que o imóvel foi comprado em setembro de 1995. "O Bento [guitarrista da banda] morava neste bairro e o Dinho vivia na casa dele. Certa vez, meu filho viu que este sítio estava a venda e cismou em comprá-lo, ele gostava daqui", explicou Alves.
Sítio fica no bairro Sacaffid II em Itaquaquecetuba (Foto: Pedro Carlos Leite /G1)Sítio fica no bairro Sacaffid II em Itaquaquecetuba
(Foto: Pedro Carlos Leite /G1)
Logo na entrada, ao lado do portão, uma pequena placa com a descrição "Chácara dos Mamonas". Nas ruas estreitas e asfaltadas no entorno da chácara quase todo mundo sabe onde fica a casa que já foi frequentada pelos integrantes da banda que cativou o Brasil e se transformou em fenômeno musical na década de 90.
Na parede da sala são 16 quadros com fotos, matérias de jornal, quadros e pôsteres. Um mergulho no passado. "Resolvemos trazer esses objetos para cá porque moramos em apartamento e estávamos sem espaço lá em Guarulhos. De vez em quando aparece um fã e nós acabamos abrindo o sítio. Já recebi uma banda cover dos Mamonas. Eles ficaram hospedados uns dias aqui", lembra o pai. Boa parte do figurino do grupo ficou com os pais do Dinho. “Os instrumentos musicais dos Mamonas estão com a família do Bento".
Quadro dos integrantes da banda e disco de platina (Foto: Pedro Carlos Leite/ G1)Quadro dos integrantes da banda e disco de
platina (Foto: Pedro Carlos Leite/ G1)
As lembranças na parede são resultado do que o grupo representou para a música brasileira e a indústria fonográfica na época. Além do sucesso no Brasil, naquele ano, Dinho, Sérgio e Samuel Reoli, Bento e Julio Rasec, haviam alcançado a venda de 80 mil discos em Portugal. Ainda em meio às lembranças na parede da sala há uma chamada na capa de uma revista norte-americana especializada em música, falando sobre o sucesso da banda.
Atualmente o sítio passa por reformas. Alves conta que está reconstruindo a piscina. "Eu não venho com muita frequência aqui, mas tem os caseiros que cuidam do sítio", conta. A quadra onde os Mamonas sempre jogavam futebol, segundo o pai disse várias vezes durante a entrevista, está um pouco deteriorada por causa da ação do tempo. No sítio ainda há animais. Por lá vivem cinco cachorros, quatro bodes e uma família de gansos. "Minha esposa gosta de criar estes animais", explica.
Perucas e pantufas
Além da sala, a propriedade ainda possui dois quartos, banheiro e cozinha. Em um dos aposentos, os pais de Dinho guardam várias fantasias que foram usadas pelo grupo durante as apresentações Brasil afora. Afinal, essa era uma das marcas da banda: subir ao palco com roupas de super-heróis e personagens infantis.
Dinho usava perucas e diferentes roupas e acessórios nos shows (Foto: Reprodução/RBS TV)Dinho usava perucas e diferentes roupas e
acessórios nos shows (Foto: Reprodução/RBS TV)
O figurino fazia parte do escracho e das coreografias engraçadas. A pedido da reportagem, as peças de roupas foram colocadas sobre uma cama de casal. E lá estava o vestido usado por Dinho quando interpretava a canção Robocop Gay, a camiseta do He-Man e as pantufas do personagem Pernalonga. "Lembro que eram eles mesmos que inventavam tudo isso", conta o pai sorrindo.
Neste momento, Alves começou a recordar e contar histórias. Entre as fantasias, havia uma camiseta branca com o nome da banda. Perto da gola, na parte da frente, um autógrafo de Dinho. Mesmo com o passar dos anos a tinta de caneta ainda estava marcada no tecido de algodão: "É só mexer com essas coisas que as lembranças voltam. Eu adoro esse chapéu verde e amarelo [disse segurando]. Lembro do Dinho com ele na cabeça certa vez quando fui buscá-lo no aeroporto", contou o pai sorrindo sentado em uma cama ao lado.
Fantasias usadas pelos integrantes da banda nos shows (Foto: Pedro Carlos Leite/ G1)Fantasias usadas pelos integrantes da banda nos
shows (Foto: Pedro Carlos Leite/ G1)
Os Mamonas morreram na noite de um sábado, dia 2 de março de 1996, após o jato em que viajavam ter arremetido o pouso no Aeroporto Internacional de Guarulhos e colidido em seguida com a Serra da Cantareira. Alves diz que as lembranças vieram à tona nas últimas semanas com a morte do governador Eduardo Campos, que também foi causada pela queda de um avião.
O jato ocupado pelo político caiu em Santos, no litoral Sul de São Paulo. “Não tem como não lembrar. Volta tudo à mente e fica como se tivesse acontecido com meu filho ontem. Acidente é acidente. Me lembro do governador dando entrevista na televisão no dia anterior. Eu não acredito em destino, mas no caso da morte do meu filho, me recordo que o Julio [tecladista] previu o acidente ao contar um sonho que teve e, naquele dia, antes de ir para Brasília, ele chegou em cima da hora ao aeroporto”, explica pai de Dinho.
Café e pipoca
A tarde caiu e o tempo começou a esfriar. Um café foi providenciado por uma caseira a pedido do Sêo Hidelbrando, que interrompeu a entrevista para vestir uma blusa. Da cozinha também vinha um aroma de pipoca feita na panela. A entrevista migrou para o último cômodo da casa. Com o clima de descontração, Alves começou a mostrar mais seu lado humorístico, característica que cativou o Brasil por meio do filho Alecsander Alves, o Dinho. “Meu celular é bem antigo. Não tira foto e nada. Olha só [apontando o aparelho]. Ele é tão velho que quando eu o esqueço nos lugares as pessoas me chamam rápido para devolver”, disse rindo.
Se estivesse vivo, Dinho teria 43 anos. “Ele teria alguns cabelos brancos e filhos para nos alegrar. Tenho certeza. E é assim que ele ficou em minha memória. Lembro somente da alegria do meu filho. Ele era daquele jeito. Não havia tristeza para ele”, diz. Atualmente, Alves trabalha como corretor de imóveis e mora em Guarulhos. "Acredita que já me chamaram para ser candidato político? Mas eu nunca aceitei. Não gosto. Eu acredito em Deus e em mim mesmo", finaliza.
Fonte: G1


Aécio promete reajustar Bolsa Família para reduzir pobreza no Nordeste

Aécio promete reajustar Bolsa Família para reduzir pobreza no Nordeste

Benefício básico é R$ 77; tucano promete US$ 1,25 por dia, cerca de R$ 85. Tucano lançou em Salvador projeto com 44 ações para a Região Nordeste.


O senador Aécio Neves durante lançamento do Nordeste Forte, em Salvador (Foto: Valma Silva / G1)O senador Aécio Neves durante lançamento do Nordeste Forte, em Salvador (Foto: Valma Silva / G1)
O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), lançou neste sábado (23) pacote com 44 propostas que visam o desenvolvimento da Região Nordeste, entre elas o reajuste do benefício básico do Bolsa Família.
O programa é carro-chefe da política do governo da presidente Dilma Rousseff e o benefício básico, atualizado em junho deste ano, é de R$ 77.
Quando o governo anunciou o reajuste, Aécio fez críticas de que o valor básico não atendia ao critério estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para determinar se uma pessoa está acima ou abaixo da linha de extrema pobreza. A ONU adota critério do Banco Mundial segundo o qual é considerado miserável quem vive com menos de US$ 1,25 dólar por dia (R$ 85, na cotação atual).
Aécio prometeu que, se eleito, vai aumentar o benefício para que o menor benefício seja equivalente a US$ 1,25 diários por pessoa.
"US$ 1,25 per capita por dia é o valor mínimo estabelecido pela ONU para que se esteja fora da linha de pobreza absoluta. O mínimo que podemos fazer é estabelecer esse valor, para garantir condições de dignidade à população", afirmou.
Segundo o candidato, o pacote de propostas, chamado Plano Nordeste Forte, visa possibilitar que a região tenha os mesmos índices de desenvolvimento que outras localidades do país.
"O conjunto de ações visa que o Nordeste alcance pelo menos os índices de desenvolvimento iguais aos do restante do país. A região não pode depender da boa ação dos políticos, mas sim avançar a partir das próprias potencialidades, que são muitas", frisou.
Outra proposta apresentada é a ampliação de repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e mais investimentos no transporte escolar. O candidato tucano afirmou ter visitado escolas públicas em situação "vergonhosa".
"Durante a campanha tenho visitado cidades no interior do Nordeste e encontrei uma situação vergonhosa em muitas escolas. Nosso plano é adotar as escolas com pior desempenho no Ideb, melhorar todas as condições necessárias para quem em dez anos elas tenham o índice pelo menos semelhante a média nacional. Além disso, vamos dobrar o valor destinado para o Fundeb, ampliando assim os investimentos em educação, dando a prioridade que merece", disse Aécio Neves.
Segundo ele, os estudantes não podem ir para escola "em um transporte de péssima qualidade, correndo riscos". "Vamos aumentar os investimos especificamente em transporte escolar, até mesmo por uma questão de segurança das nossas crianças."
Fonte: G1

Sextoys beneficiam a saúde sexual

Sextoys beneficiam a saúde sexual



Todos os dias percebo nos atendimentos que faço que o maior medo da mulher perante um vibrador é o de puro pré-conceito. É preferível dizer “não preciso” a “quero conhecer”. 

O que tento explicar é que o vibrador tem uma função quase que fisiológica numa relação amorosa. É comprovado que a vibração do brinquedo melhora a irrigação sanguínea da região intima (e de toda a área em que for aplicado). E não é obrigatório que o brinquedo tenha de ser introduzindo em orifícios. Você pode utilizá-lo para fazer uma deliciosa e excitante massagem ou para potenciar o momento do sexo oral no parceiro (massajando a zona púbica). O que indico é que cada mulher tem um estilo próprio para os brinquedos eróticos. 

Existem no mercado inúmeros modelos, com texturas diferentes e potenciais incríveis. O importante é seguir duas regras básicas: 

• Primeira: se for comprometida, pergunte ao amado (ou amada) o que ele(a) pensa sobre o uso de brinquedos sexuais. Nada de fazer surpresas. Você pode sair surpreendida nesta história. E acredite numa conversa franca e bem humorada a respeito do assunto: sextoys! Isso pode render uma noite inesquecível. 

• Segunda: se o parceiro for machista ou “meio Sherek”, prefira objetos que não tenham formato fálico e que sejam pequenos. Homem, na cama, detesta comparação e competição. E saiba conversar! Ninguém fica com ciúmes disto! 

Geralmente, os vibradores achatados e com formato de C são para penetração dupla ou estimulo duplo. Brinquedos com ponta curvada ou com esfera na ponta são destinados ao prazer clitoriano. Os demais acessórios são para estimular a região vaginal, proporcionando maior circulação sanguínea. 

Não esqueça que as mulheres têm uma genitália diferente dos homens, porém a forma de excitação é muito semelhante! Uma "massagem" bem feita e com intensidade vibratória pode ser a condição perfeita para o alcance de um prazer intenso. 

Muitas pessoas pensam que quando é necessário comprar um vibrador para ter prazer é por que a relação “morreu”. Sabemos que as coisas não são bem assim! Diversos estudos referem que a fase de paixão dura apenas 24 meses. O amor, teoricamente, irá florescer junto, mas podem surgir dificuldades para manter o desejo e a novidade dentro da relação. Por isso, visitar uma Sex Shop, pode ser bastante benéfico para os casais. 

Se não tiver muita experiência no assunto, pesquise antes de comprar. Nunca compre apenas por que uma amiga disse que é bom. Lembre-se que o que é bom para umas nem sempre é bom para outras. Cada caso tem a sua particularidade. 

Existem mulheres que gostam de mais (em quantidade e intensidade) estimulo na região do clitóris outras preferem penetração e outras só alcançam o clímax se estimuladas na região perianal. E há mulheres que precisam de todos os estímulos e carícias juntos! 

Existem vibradores para todos os tipos de mulheres e situações – basta você procurar uma boa loja que tenha artigos de qualidade e obter informações pertinentes ao seu estágio de relacionamento. Procure por modelos silenciosos, discretos e macios. Dê preferência aos acessórios recarregáveis – as pilhas podem falhar no momento menos oportuno! 

Procure ser feliz, realize-se sexualmente, divirta-se, tenha e dê prazer. E se para isso for necessário o uso de algum brinquedo erótico, livre-se deste pudor arcaico embutido pelas gerações e busque a sua forma de liberdade e saciedade.



Fonte: Labareda