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21 agosto 2014

Conheça as posições de Campos e Marina em relação a temas polêmicos

Conheça as posições de Campos e Marina em relação a temas polêmicos

Após morte de presidenciável, Marina, que era vice, encabeçará chapa.  Saiba como se posicionaram sobre questões sociais e econômicas.


Em 19 de dezembro de 2013, Eduardo Campos e Marina Silva participam da cerimônia de filiação ao PSB da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon,  em ato realizado no espaço Unique, na Avenida Tancredo Neves, em Salvador. (Foto: Raul Spinassé / Ag. A TARDE )Campos e Marina em 19 de dezembro de 2013, em
Salvador (Foto: Raul Spinassé / Ag. A Tarde)
Desde que se uniram para disputar a eleiçãodeste ano, Eduardo Campos e Marina Silva evitaram explicitar divergências políticas e ideológicas.
Com a morte do ex-governador de Pernambuco em acidente aéreo, a ex-senadorafoi oficializada pelo PSB como candidata a presidente. Ela afirmou que, se eleita, pretende manter os compromissos assumidos por Eduardo Campos.
Veja abaixo como os dois se posicionaram em relação a diferentes temas.
Economia
Campos e Marina defenderam a austeridade e o tripé macroeconômico adotado entre 1998 e 2006, na gestão de Fernando Henrique Cardoso: metas de inflação, câmbio flutuante e superávit fiscal.
Banco Central
Os dois também pregavam a independência do Banco Central. Caso fosse eleito, Campos pretendia consolidar a autonomia da autarquia através de uma lei que desse um mandato de três anos ao presidente do BC, período em que ele não poderia ser demitido. Marina defende que é preciso dar autonomia ao Banco Central, mas sem a necessidade de formalização dessa medida.
Fator previdenciário
Durante a campanha da presidência de 2010, Marina Silva afirmou que, se fosse eleita presidente, vetaria qualquer lei que extinguisse o fator previdenciário, criado na gestão de Fernando Henrique Cardoso para dificultar a aposentadoria precoce. Em entrevista ao G1, em 11 de agosto, Campos afirmou que sua equipe estudava uma proposta sobre o assunto e que “é preciso um olhar para rever o fator previdenciário”.
Agronegócio
Durante a campanha, Campos afirmou algumas vezes que sua legenda não tem “preconceito” contra produtores rurais. À frente do governo de Pernambuco, ele estimulou o agronegócio e o setor petroleiro. Marina, porém, sempre teve atritos com o agronegócio. Ela defende que o setor seja mais produtivo e tenha certificação ambiental. Marina também afirma que é possível desenvolver a Amazônia integrando todos os segmentos produtivos. “Não é preciso abrir mão do agronegócio para ter agricultura familiar, abrir mão da indústria para ter extrativismo”, disse durante a campanha de 2010.
Código Florestal
Em 2011, a ex-senadora afirmou que o Código Florestal é o “maior retrocesso da história da legislação ambiental brasileira”. Segundo ela, os piores “erros” são a anistia aos desmatadores, a possibilidade de se reduzir reserva legal e de plantar em nascentes e topo de morro. Durante a votação do código, o PSB aprovou o projeto quase por unanimidade. Em entrevista ao Jornal Nacional, Campos afirmou que, durante a votação, defendeu a posição de Marina. Em evento no início deste mês em Brasília, porém, ele falou que seu posicionamento a respeito do assunto é “cumprir a lei”.
Energia
Quando era ministro de Ciência e Tecnologia, Campos defendeu a construção da usina nuclear de Angra 3, avaliando a finalização do empreendimento como uma alavanca para o desenvolvimento do programa nuclear brasileiro. Já a então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, era contra a construção da usina. Apesar das divergências, o plano de governo do PSB pende para o lado da ex-senadora, defendendo a ampliação de fontes limpas e renováveis e o desenvolvimento de energia eólica, solar e biomassa (cana de açúcar).
Casamento gay
Em entrevista ao G1, Campos afirmou que era a favor do casamento gay. Marina, porém, é contra por considerar o casamento “um sacramento”. Em 2010, ela afirmou que aceitá-lo iria contra suas convicções religiosas. Apesar disso, ela é a favor da “união de bens”. “Eu defendo os direitos civis da comunidade gay assim como eu tenho direito”, disse.
Alianças partidárias
Campos tinha uma postura mais flexível em relação a alianças partidárias. Apesar de ter afirmado em junho deste ano que é preciso “tirar as velhas raposas da cena da política”, quando foi governador de Pernambuco, sua gestão teve a participação de políticos mais tradicionais, como o deputado Inocêncio Oliveira (PR) e o o ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti. Marina, porém, tem restrições em relação às alianças, como a do PSB com o PSDBpara eleger Geraldo Alckmin como governador de São Paulo. Também em junho deste ano, ela disse que não subiria em palanque para apoiar o tucano.
Fonte: G1

Estado do Rio é condenado a pagar R$ 780 mil à família de Patrícia Amieiro

Estado do Rio é condenado a pagar R$ 780 mil à família de Patrícia Amieiro

Decisão é da 10ª Vara de Fazenda Pública; ainda cabe recurso.
Quatro PMs vão a júri popular por morte de engenheira em 2008.


Um painel de quatro metros de altura com a imagem de Patrícia foi colocado com dizeres “5 anos em busca de justiça”. (Foto: Felipe Branco Hersen / Divulgação)No ano passado, painel sobre desaparecimento de engenheira foi exposto no acesso à Barra da Tijuca, perto de onde o carro foi achado (Foto: Felipe Branco Hersen / Divulgação)
A família da engenheira Patrícia Amieiro – desaparecida desde julho de 2008 após sair de uma festa no Morro da Urca, na Zona Sul, em direção à Zona Oeste – conseguiu na Justiça que o Estado do Rio pague uma indenização no valor de R$ 780 mil por danos morais. Quatro PMs são acusados pelo homicídio qualificado e vão a júri popular. De acordo com José Tancredo, advogado da família, que falou com o G1 nesta quinta-feira (21), o Estado ainda pode recorrer da decisão.
Para a família, a sentença, divulgada pelo colunista Alcelmo Gois do jornal O Globo, já é um reconhecimento da culpa dos policiais militares, que são acusados de atirar contra o carro de Patrícia na saída de um túnel na Autoestrada Lagoa-Barra. “São mais de quatro anos pedindo que seja feita a justiça e isso prova que o juiz tem consciência. [A decisão] Mostrou que o Estado está errado, que os policiais é que são os bandidos”, contou o pai da engenheira, Antônio Celso Amieiro.
Crítica à sentença
Segundo o advogado José Tancredo, o juiz  Ricardo Coimbra Barcelos, da 10ª Vara da Fazenda Pública do Rio, determinou uma indenização de valor moderado, ressaltando na decisão que a atitude de Patrícia – que supostamente teria "furado" uma blitz da PM – teria contribuído para o crime. A sentença foi alvo de crítica por parte da defesa da família da engenheira.
“Isso é um absurdo. Essa decisão acaba por prestigiar o comportamento da polícia de sair atirando em qualquer carro que fure uma blitz. Estava escuro, ela pode ter se confundido e, além do mais, existem blitzes falsas organizadas por criminosos”, argumentou José Tancredo.
Ainda de acordo com a defesa da família, a indenização contempla cinco parentes. O pai e a mãe ficariam com R$ 250 mil cada um, visto que o dano para eles é presumido no processo de danos morais. Os dois irmãos serão ressarcidos com R$ 100 mil cada e um avô da vítima, com R$ 80 mil. Tancredo afirmou que o forte vínculo dos irmãos e avô com Patrícia foi provado a partir de fotos e registros e, por isso, houve a partilha da indenização.
PMs vão a júri popular
O caso Patrícia Amieiro corre com dois processos judiciais. Um deles é o cível, que trata da indenização da família; e o outro é o criminal, que busca julgar os acusados pelo desaparecimento da engenheira. Em ambos os processos, há possiblidade de recorrer das sentenças. Em âmbito criminal, o caso será levado a júri popular, ainda sem data marcada.
José Tancredo acredita que a indenização só será paga daqui a cerca de quatro ou cinco anos, quando as possibilidades de recurso do Estado se esgotam.
“O Estado deve recorrer até o final. O dinheiro não vai substituir a dor da família, mas é uma forma de reconhecer a culpa dos policiais e esclarecer o crime. Na época, houve tentativa de coação das testemunhas para fazer a Justiça acreditar que ela tinha dívida com traficantes da Rocinha, mas agora podemos provar o contrário”, declarou.
Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) desta quinta (21), os quatro policiais militares acusados – Marcos Paulo Nogueira Maranhão, Willian Luis do Nascimento, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos – respondem por homicídio qualificado. A assessoria de imprensa informou ao G1 que eles não respondem mais por ocultação de cadáver. O Tribunal de Justiça negou ainda que Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos respondam por fraude processual.
Equipes recomeçam buscas por corpo de engenheira desaparecida (Foto: Rodrigo Vianna/G1)Em 2013, equipes faziam buscas por corpo de engenheira desaparecida (Foto: Rodrigo Vianna/G1)Fonte: G1



Vítimas de Abdelmassih procuram a polícia após ameaças por telefone

Vítimas de Abdelmassih procuram a polícia após ameaças por telefone

Ex-pacientes de SP criaram página no Facebook para procurar ex-médico. Três receberam telefonemas anônimos mandando parar de 'mexer no caso'.


Pefil da associação de vítimas divulga nota sobre a prisão  (Foto: Reprodução Facebook)Perfil da associação de vítimas divulga nota sobre a prisão (Foto: Reprodução Facebook)
Três mulheres, que foram pacientes de Roger Abdelmassih e acusaram o ex-médico de tê-las estuprado em sua clínica em São Paulo há mais de três anos, registraram boletim de ocorrência em julho deste ano na Polícia Civil como vítimas de ameaças.
Elas relataram que passaram a receber telefonemas anônimos ameaçadores depois quecriaram uma página no Facebook para denunciar o abuso sexual que alegam ter sofrido de Abdelmassih. As ligações se intensificaram depois que as ex-pacientes começaram a investigar por conta própria o paradeiro do ex-médico, foragido mais procurado do estado. Na terça-feira, ele foi preso no Paraguai, onde estava escondido desde 2011.

'Ela que vá mandar na Rede dela', diz dirigente do PSB sobre Marina Silva

'Ela que vá mandar na Rede dela', diz dirigente do PSB sobre Marina Silva

Carlos Siqueira, secretário do partido, deixou coordenação da campanha. Para Marina, saída do ex-coordenador é fruto de um 'equívoco'.


Carlos Siqueira fala com a imprensa após participar de reunião do PSB  (Foto: Filipe Matoso/G1)Carlos Siqueira fala com a imprensa após
participar de reunião do PSB (Foto: Filipe Matoso
/G1)
Um dia após o PSB oficializar a candidatura de Marina Silva para a Presidência, o coordenador-geral da campanha de Eduardo Campos , Carlos Siqueira, anunciou nesta quinta-feira (21) seu desligamento do posto alegando divergências com a ex-senadora. Ao sair de reunião do PSB, Siqueira – que é secretário-geral do partido –, mandou um recado para Marina:“ela que vá mandar na Rede dela”, disse o dirigente, referindo-se ao grupo político da presidenciável, a  Rede Sustentabilidade. Tentando evitar polêmicas com a cúpula do PSB, Marina disse que a divergência era motivada por um "mal entendido".
Quadro histórico do PSB, Siqueira confirmou sua saída da coordenação da campanha na manhã desta quinta, pouco antes de os dirigentes socialistas se reunirem, em Brasília, com os demais partidos da coligação. Indagado por repórteres se estava magoado com a candidata ao Planalto, o secretário-geral criticou o fato de Marina ter feito indicações para cargos-chave da campanha sem consultar o PSB.
“Magoado, eu não estou, não. Não tenho mágoa nenhuma dela. Apenas acho que quando se está numa instituição como hospedeira, como ela [Marina] é, tem que se respeitar a instituição, não se pode querer mandar na instituição. Ela que vá mandar na Rede dela porque no PSB mandamos nós”, disse Siqueira.
O ex-coordenador da campanha disse ainda que Marina não representa o legado deEduardo Campos e que, por isso, não vai fazer campanha para ela.
“Acho que ela não representa o legado dele [Eduardo Campos] e está muito longe de representar o legado dele. Eu não vou fazer campanha para ela porque eles eram muito diferentes, politicamente, ideologicamente, em todos os sentidos”, afirmou Siqueira.
O ex-coordenador também criticou o fato de, na opinião dele, Marina ter feito alterações na equipe da campanha sem consultar o PSB.
“Ora, ela nomeou o presidente do comitê financeiro da campanha, cuja responsabilidade da prestação de contas é do partido. Ela não perguntou nada ao PSB, ao invés de discutir o assunto com o partido […] Nós não podemos oferecer o partido a uma candidatura que procede dessas maneiras”, disse.

Quem falou menos durante o 'JN': Aécio, Dilma ou Eduardo?

Ele falou menos

bonner
Aécio: primeiro a ser entrevistado falou menos
Um levantamento feito pelo Controle da Concorrência revela que Aécio Neves foi o candidato com menos espaço para falar na entrevista do Jornal Nacional.
Entrevistado no dia 11, Aécio falou por 9 minutos e 51 segundos. Ficou atrás do Pastor Everaldo com dez minutos de fala; seguido de Eduardo Campos com 10 minutos e 35 segundos; e Dilma Rousseff, com 11 minutos e 4 segundos.
Por Lauro Jardim
Fonte: VEJA

Graciella Carvalho posa saradíssima para campanha

Graciella Carvalho posa saradíssima para campanha

A morena aparece de biquíni, top e calça colada no ensaio.


Graciella Carvalhomostrou que está em plena forma no ensaio fotográfico que fez para a marca Fit Club Brasil. A modelo posou no Studio Woody, em São Paulo, usando biquíni, tops e calça colada para a campanha de moda fitness.
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Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)
Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)
Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)
Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)Graciella Carvalho (Foto: Studio Woody/Divulgação)Fonte: EGO

Izolda Cela conversa com professores e profissionais da educação

'DIÁLOGOS NA TENDA'
Izolda Cela conversa com professores e profissionais da educação
Evento faz parte da série de encontros temáticos que integram a construção do Plano de Governo para o quadriênio 2015/2018, da coligação.

Professores e outros profissionais da educação participaram, na noite dessa terça-feira (19), do “Diálogos da Tenda”, série de encontros temáticos que integram  a construção do Plano de Governo para o quadriênio 2015/2018, da coligação “Para o Ceará seguir mudando”.  O evento foi comandado pela  vice-governadora na chapa de Camilo Santana e ex-secretária da Educação, Izolda Cela. O evento contou, ainda, com a presença dos candidatos a deputado federal pela coligação.

Na ocasião, Iozolda defendeu a importância da boa política dentro de um Estado tão cheio de adversidades e fragilidades. “Nós temos o sentimento de que muita coisa evoluiu. Estão aí os índices da educação, que não nos deixam mentir. Mas, a gente sabe que muita coisa há para fazer ainda. Por isso eu peço a todos vocês para aderirem a esse novo projeto, que elege Camilo Santana governador e Mauro Filho senador, com Dilma na presidência”, enfatizou a candidata.

Para o coordenador do Plano de Governo da coligação, Eudoro Santana, “todo o esforço e investimento do governo Cid para o crescimento da Educação do Ceará deve ter um projeto de continuidade”, avaliou.

Eudoro ainda destacou a importância da escola de tempo integral. “Este modelo representa não só o aperfeiçoamento dos nossos estudantes, mas também o afastamento deles do mundo das drogas, que consequentemente traz violência. E o Camilo, com a ajuda de sua vice Izolda, vai projetar essa realidade para todas as cidades do Ceará. Então, um projeto dessa magnitude deve ser continuado”, defendeu.

Trabalho e Renda

Paralelamente ao evento na Tenda, o grupo ligado à área Trabalho e Renda reuniu-se para debater sobre temas como criação/implantação de Centros de Trabalhadores Autônomos; modernização da rede de atendimento ao trabalhador, no âmbito do Estado (Sine/IDT); e a criação do Programa Estadual de Feiras Populares e Agroecológicas. A reunião teve a representação da Sociedade Civil, Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social, Secretaria das Cidades, Sine/IDT, Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Secretaria Municipal de Educação.

Direitos Humanos


O eixo “Direitos Humanos” também foi discutido como o objetivo de estabelecer um cronograma de trabalho voltado para fortalecer a área para o próximo governo, ajudando nas diretrizes gerais para a elaboração do Plano de Governo. O grupo debate ideias para trabalhar em prol de portadores de necessidades especiais, que debate a desigualdade racial, a segurança, a cultura, etc. O objetivo é pensar o Ceará diferente, que se respeita e respeita as diferenças, cada uma com suas especificidades.

Presentes representantes das áreas ligadas aos Direitos Humanos, médicos, advogados, coordenadores de idosos, de pessoas portadoras de deficiência auditiva, assistentes sociais, psicólogos, da área da igualdade social, representantes da sociedade civil e do movimento Vida.


Fonte: Assessoria da coligação “Para o Ceará seguir mudando”.

Amanda Rivieira 21 anos, nova sedutora do programa "Teste de Fidelidade"
















Fonte: BOL




Graciella Carvalho


Fotos da modelo e apresentadora Graciella Carvalho

20.ago.2014 - Graciella Carvalho postou uma imagem para deixar os fãs babando no Instagram. Na foto, a beldade aparece de maiô superdecotado em uma praia, evidenciando as curvas do corpão que faz sucesso. "Mais uma foto incrível por Angelo Pastorello para o calendário Sirena. Amando cada foto que vejo", completou a morena Reprodução/Instagra
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