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12 julho 2014

José Mourinho pode ser o novo técnico do Brasil

José Mourinho pode ser o novo técnico do Brasil

Polêmico técnico português pode assumir a seleção brasileira em 2017


De acordo com o diário espanhol Marca, José Mourinho, treinador do Chelsea da Inglaterra pode ser o novo técnico da seleção brasileira. Representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) teriam entrado em contato com o português para assumir a Seleção e não houve negativa, porém o treinador deseja cumprir seu contrato com o clube londrino até 2017 e depois comandar a seleção do Brasil.
Mourinho está bastante animado com o novo projeto do Chelsea e motivado para conseguir os títulos que não alcançou na temporada anterior, mas o desejo de assumir uma seleção é antigo e o Brasil pode ser um caminho provável. O português durante a Copa do Mundo deu várias declarações a respeito do time comandado por Felipão, mostrando grande interesse pela seleção brasileira.
Alguns pontos corroboram para um possível acordo. A barreira linguística não seria problema, José Mourinho possui um nome de prestígio internacional, ideal para comandar a reformulação necessária após a campanha vexatória protagonizada pelo Brasil.
Dirigentes da CBF devem embarcar para Londres nos próximos dias para conversar com o treinador português e seu empresário, Jorge Mendes, para tentar convencer o treinador Luso a assumir a seleção imediatamente ou pelo menos deixar um acordo "costurado" para o final do seu contrato com os "Blues" caso Mourinho não aceite de imediato.

Uma triste despedida: Brasil perde outra e amarga 4º lugar

Uma triste despedida: Brasil perde outra e amarga 4º lugar

Em mais uma pane brasileira logo no início do jogo, Holanda fez 2 a 0. Diante de uma seleção perdida, fez o terceiro num adeus melancólico dos donos da casa

Giancarlo Lepiani, de Brasília
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Neymar conversa com Daniel Alves no jogo contra a Holanda no Mané Garrincha, em Brasília
Neymar conversa com Daniel Alves no jogo contra a Holanda no Mané Garrincha, em Brasília - Ivan Pacheco/VEJA.com
Assim como no jogo contra a Alemanha, a seleção brasileira estreava uma formação que não tinha entrosamento algum. O time da casa se despede com catorze gols sofridos, a pior defesa da competição
Nada de despedida honrosa: a seleção brasileira encerrou sua participação na vigésima Copa do Mundo em quarto lugar, com mais uma derrota, agora na decisão do bronze, 3 a 0 para a Holanda, neste sábado, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. Os gols foram de Robin Van Persie, Daley Blind e Georginio Wijnaldum. O Brasil, com seu futebol anacrônico, limitado e incrivelmente decepcionante, voltou a sofrer diante de uma seleção bem preparada, bem organizada e mais equilibrada, tanto no aspecto tático como na parte emocional. Diante de uma Holanda moderna, armada com inteligência pelo técnico Louis Van Gaal, o improvisado time de Felipão fechou uma campanha sofrível, pelo menos quando se trata da maior vencedora da história das Copas, jogando em casa e com apoio permanente da torcida – que, até mesmo neste sábado, teve até mais paciência do que seria razoável esperar dela. Ainda sem saber quem será seu treinador a partir de agora, o Brasil volta a campo já no início de setembro, para disputar dois amistosos nos Estados Unidos, contra Colômbia e Equador. Em outubro, pega a Argentina, finalista da Copa, em Pequim, e em novembro, viaja a Istambul para encarar a Turquia, que não participou do Mundial. Serão os primeiros passos de uma caminhada difícil: a seleção brasileira terá muito trabalho para restaurar sua reputação, ferida por uma campanha mais do que frustrante no segundo Mundial realizado em seus domínios. Foram três vitórias, dois empates e duas derrotas, com catorze gols sofridos e onze marcados. Foi apenas a terceira vez que o Brasil amargou duas derrotas consecutivas numa Copa (isso já tinha ocorrido em 1966 e 1974).
Decepção - Com apenas um minuto e meio de jogo, Arjen Robben, apontado por Luiz Felipe Scolari como o melhor jogador da Copa, recebeu de Van Persie em velocidade, sozinho, numa incrível bobeada da defesa, e foi derrubado por Thiago Silva enquanto invadia a área. O zagueiro alegou ter cometido falta antes da linha, mas o juiz logo apontou para a marca do pênalti, convertido por Robin Van Persie, com perfeição, sem chance para Júlio César, aos 2 minutos. O juiz errou duas vezes: o replay mostrou que Robben estava mesmo fora da área – mas Thiago Silva deveria ter sido expulso por ter interrompido uma clara jogada de gol (levou só amarelo). A torcida continuou gritando “Brasil”, mas o time não contribuía: a Holanda mantinha a posse de bola, trocando passes com calma, enquanto a equipe de Felipão custava a se encontrar em campo. Assim como no jogo contra a Alemanha, a seleção brasileira estreava uma formação que não tinha entrosamento algum. O time da casa já somava doze gols sofridos, a pior defesa da competição. Mas não parava por aí: aos 16, a Holanda ampliou. David Luiz rebateu mal um cruzamento, devolvendo para o meio da área, e o ala Daley Blind aproveitou, dominando sozinho e matando Júlio César. O primeiro bom lance do Brasil veio só aos 21 minutos, em lance individual de Oscar, que saiu driblando pelo meio e finalizou rasteiro, para defesa segura de Cillessen. O jogo coletivo, entretanto, não funcionava, e a seleção ficava presa na excelente organização tática da equipe de Van Gaal.
Oscar reeditava o papel de Neymar no início da campanha: num time sem imaginação, ele tentava carregar o Brasil sozinho ao ataque. Aos 27, ele fez boa jogada pela direita e sofreu falta na lateral da área. O próprio camisa 11 cobrou, mas Jô, que penava em cada domínio de bola, não acertou a cabeçada. Aos 32, num raro contragolpe encaixado pelo Brasil, Maicon recebeu pela direita, cortou e sofreu falta no bico da área. Oscar levantou com perigo mas Wijnaldum desviou para escanteio. Em mais uma falta bem cruzada por Oscar, Luiz Gustavo desviou e Paulinho ficou a centímetros de empurrar para o gol, aos 37 minutos. Visivelmente abalado pela goleada sofrida para a Alemanha na semifinal, David Luiz, um dos destaques do início da campanha do Brasil, errava demais, tanto nas saídas de bola, em jogadas temerárias, como nos cortes defensivos. E no meio, o trio formado por Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires não conseguia conter as tabelas envolventes dos holandeses e ainda levava a cabo uma saída de bola sofrível para o ataque. A seleção brasileira chegou ao fim da primeira etapa com mais tempo de posse de bola (57% contra 43%) e com mais finalizações, 6 a 4 – mas, assim como na semi, sofria com a imprecisão no ataque e com a vulnerabilidade da defesa. Mesmo com um dia a mais de descanso e diante de uma seleção cujo técnico afirmou abertamente não ter interesse algum na disputa de terceiro lugar, o Brasil pouco criava, defendia mal e estendia o pesadelo iniciado na terça-feira em Minas Gerais. 
Plano fracassado - Na volta para a segunda etapa, Felipão trocou Luiz Gustavo por Fernandinho. Além de não melhorar a produção do meio, o volante cometeu falta violentíssima em Van Persie e levou cartão amarelo aos 12 minutos. Antes, Ramires já havia acertado Robben de forma grosseira. Em mais uma tentativa de Scolari de acertar o setor-chave do jogo, Paulinho deu lugar a Hernanes aos 11 minutos. Aos 14, Ramires deu o primeiro susto em Cillessen no segundo tempo, entrando pelo meio e batendo cruzado, mas para fora. Aos 18, David Luiz teve uma falta frontal para bater, mas chutou nas mãos do goleiro holandês. Aos 22, depois de uma dividida com Blind, Oscar desabou na área e o Brasil pediu pênalti. O árbitro argelino Djamel Haimoudi viu tentativa de simulação de falta do brasileiro, advertido com o cartão amarelo. Curiosamente, Blind acabou tendo de ser substituído logo depois do lance (Janmaat entrou). Aos 26, Felipão fez sua última substituição, colocando Hulk no lugar de Ramires. Três minutos depois, ele soltou a bomba ao ser lançado por Jô, mas o chute saiu pelo alto. Oscar, o único brasileiro a levar perigo ao gol holandês, seguia tentando de forma solitária, com um cruzamento aos 32 e um chute com efeito aos 33, mas sem acertar o alvo. Mesmo diante de uma Holanda cada vez mais desinteressada, o gol brasileiro não saía, e parte da torcida manifestava sua frustração, gritando "olé" nas trocas de passes do adversário. Nos acréscimos, Wijnaldum ainda ampliou, aproveitando passe de Janmaat. O plano de Felipão de se despedir de forma honrosa e digna fracassava: apesar do esforço desordenado e infrutífero dos jogadores, o Brasil dava um adeus melancólico à sua segunda Copa em casa.
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Torcedor brasileiro aguarda o início do jogo contra a Holanda no Mané Garrincha, em Brasília
Torcedor brasileiro aguarda o início do jogo contra a Holanda no Mané Garrincha, em Brasília - Ivan Pacheco/VEJA.com



Qual é a desculpa?


Confira os resultados do mata-mata na Copa do Mundo

Holanda 3 x 0 Brasil


No jogo pela honra após o vexame do 7 a 1, o Brasil tomou um novo passeio: 3 a 0 para a Holanda neste sábado (12), em Brasília, no estádio Mané Garrincha. Dois gols saíram logo no começo do primeiro tempo, com Van Persie, cobrando pênalti, e Blind. No final do segundo tempo, Wijnaldum marcou mais um. Durante toda a partida que decidia o terceiro colocado da Copa do Mundo, o Brasil não conseguiu ameaçar a meta holandesa e se despede como o time que mais tomou gols em Mundiais, desde que o torneio é disputado por 32 equipes - Júlio César foi vazado 14 vezes.

Fonte: http://esportes.br.msn.com/copa-2014/galerias/confira-os-resultados-do-mata-mata-na-copa-do-mundo#image=1

Brasil perde com erros da defesa, é vaiado e dá adeus de forma melancólica


Brasil e Holanda disputam o terceiro lugar da Copa no Mané Garrincha60 fotos

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Van Persie comemora com seus companheiros de Holanda após marcar o primeiro gol contra o Brasil, no Mané Garrincha EFE/EPA/KOEN VAN WEEL

A nova derrota contraria Felipão em sua tese de que o vexame diante dos alemães foi apenas uma "pane inexplicável" e de que o "trabalho foi bom". O Brasil se despediu sem apresentar uma atuação convincente em nenhuma partida nesta Copa e com seu prestígio extremamente arranhado. Neste adeus melancólico, até a arbitragem foi mal. Marcou pênalti inexistente no primeiro gol holandês, não deu impedimento no segundo e deixou de anotar penalidades para ambos os lados. Nada, porém, que justificasse mais uma tarde ruim dos anfitriões. Agora, a definição é se o treinador continua ou não no cargo. A comissão técnica deve se reunir com o comando da CBF na próxima semana, quando o futuro de Scolari na seleção será decidido.
Nunca uma disputa de terceiro lugar valeu tanto para o Brasil. Humilhada diante da Alemanha na semifinal, a seleção precisava de uma vitória em seu último jogo na Copa do Mundo para ao menos se despedir com um pouco de dignidade. Mas nem isso conseguiu. Novamente apresentou desatenção defensiva, perdeu para a Holanda por 3 a 0, neste sábado, em Brasília, e terminou o Mundial na quarta colocação.
As fases do jogo: O jogo mal começou e o Brasil já estava perdendo. Com 1 minuto de jogo, Robben foi derrubado por Thiago Silva na entrada da área. O árbitro deu pênalti, convertido por Van Persie. Sobrava vontade, mas também erros táticos e individuais. O lado esquerdo da defesa era uma avenida e os holandeses se aproveitaram. Blind ampliou aos 15, após bola mal rebatida por David Luiz. Na base da garra, os brasileiros até equilibraram o jogo no restante da etapa inicial. Cillessen, porém, não precisou fazer sequer uma defesa.
A partida caiu de ritmo na etapa final. Recuados, os holandeses ficaram à espera de um contra-ataque para ampliar o placar. Felipão mexeu no time, mandou Hulk, Hernanes e Fernandinho a campo, tentou pressionar. Mas o Brasil seguiu com problemas para criar boas chances de gol. Foi demais para os torcedores, que suportaram o mau futebol até os 40 do segundo tempo. As vaias vieram com força e os europeus passaram a tocar a bola sob os gritos de 'olé' das arquibancadas. Wijnaldum, já nos acréscimos, ainda marcou o terceiro. Despedida mais melancólica, impossível.
O melhor: Robben – Candidato a melhor jogador da Copa, o atacante se despediu com mais uma boa atuação. Em duas arrancadas, deu origem às jogadas que resultaram nos dois gols da Holanda nos primeiros 15 minutos. Ainda deu muito trabalho aos defensores no restante da partida. Só faltou balançar as redes para coroar seu adeus ao Mundial.
O piorDavid Luiz – O jogador mais querido pela torcida depois de Neymar não foi bem. Com excesso de vontade, esteve mal postado taticamente em diversos momentos e comprometeu a defesa. No primeiro gol holandês, subiu ao meio-campo para dar combate e deixou a zaga descoberta na arrancada de Robben. No segundo tento, rebateu mal cruzamento, cabeceando para o meio da área.
A chave do jogo: Descontrole total no primeiro tempo – Assim como contra a Alemanha, o Brasil teve 15 minutos para esquecer na etapa inicial. O meio-campo voltou a deixar a defesa desprotegida, mesmo com três volantes. O buraco entre os dois setores foi bem explorado pelos holandeses, que abriram 2 a 0 logo no começo da partida. O Brasil até tentou durante todo o restante do jogo reverter o prejuízo, mas sucumbiu diante da marcação adversária e pouco criou.
Toque dos técnicos: Seja pelo desastre na terça-feira, seja para dar oportunidade a quem pouco havia jogado, Felipão finalmente mexeu no time. O contestado Fred perdeu seu lugar entre os titulares, assim como Marcelo, Fernandinho, Hulk e Bernard. Jô, Maxwell, Paulinho, Ramires e Willian foram os escolhidos. Mudaram os nomes, mas os problemas continuaram. O Brasil seguiu cedendo muito espaço aos adversários, sem compactação, e com problemas na armação de jogadas, forçando demais nas ligações diretas defesa-ataque.
Para lembrar:

Neymar fica no banco. 
Mesmo machucado, camisa 10 fez questão de seguir os mesmos rituais que os demais atletas da seleção brasileira. Colocou chuteira e uniforme, acompanhou os companheiros no aquecimento e sentou-se entre os reservas durante a partida contra a Holanda. Foi ovacionado pelos torcedores.

Felipão e Fred vaiados. A torcida parece ter escolhido os vilões pela eliminação vexatória da seleção brasileira nas semifinais. Tanto o treinador quanto o centroavante foram muito hostilizados pelas arquibancadas nas vezes em que apareceram no telão.
Lesão durante o aquecimento. A Holanda ganhou um desfalque de última hora. Sneijder sentiu a coxa ao arriscar um chute e acabou vetado minutos após a Holanda divulgar sua escalação. Quem ganhou a vaga foi De Guzmán.
Técnicos ficam 'de bem'. Após troca de farpas em entrevistas, Felipão e Van Gaal parecem ter se acertado. Os dois treinadores se cumprimentaram de forma calorosa antes da partida e o holandês ainda ganhou um presente do brasileiro.
Neymar 'toma' lugar do técnico. Com Felipão apático diante de mais uma atuação ruim, coube ao camisa 10 a tarefa de dar algumas instruções aos companheiros. Durante atendimento médico em campo, Thiago Silva foi ao banco de reservas beber água e recebeu alguns toques do atacante.

BRASIL 0 X 3 HOLANDA

Brasil: Júlio César; Maicon, Thiago Silva, David Luiz e Maxwell; Luiz Gustavo (Fernandinho), Paulinho (Hernanes), Ramires (Hulk), Oscar e Willian; Jô. Técnico:Luiz Felipe Scolari

Holanda: Cillessen (Vorm); Vlaar, Martins Indi e De Vrij; Kuyt, Wijnaldum, Clasie (Veltman), De Guzmán e Blind (Janmaat); Robben e Van Persie. Técnico: Louis Van Gaal

Data: 12/07/2014 – 17h
Local: Mané Garrincha (Brasília)
Árbitro: Djamel Haimoudi (ALG)
Auxiliares: Redouane Achik (MAR) e Abdelhak Etchiali (ALG)
Cartões amarelos: Thiago Silva, Fernandinho e Oscar (Brasil); Robben e De Guzmán (Holanda)
Gols: Van Persie, aos 2 min, e Blind aos 15 min do 1º tempo; Wijnaldum aos 45 min do 2º tempo

Brasil se despede da Copa com derrota

Brasil se despede da Copa com derrota (AFP)

Nem o quarto lugar. O Brasil cedeu dois gols à Holanda nos primeiros 16 minutos de partida e termina a Copa do Mundo em casa sem sequer uma medalha de bronze. Wijnaldum fechou o placar aos 45 minutos do segundo tempo
O cronômetro mal tinha virado o primeiro minuto, no Mané Garrincha, e o Brasil cometeu o primeiro erro. Van Persie conseguiu girar e tocar para Robben. Em velocidade, o atacante holandês entraria na área sozinho para concluir não fosse um puxão na camisa de Thiago Silva. O árbitro enxergou falta dentro da área e marcou pênalti. Van Persie bateu no alto e abriu o placar.
Sem se encontrar em campo, a Seleção Brasileira assustava apenas com Oscar. Em outro erro, sofreu o segundo gol. Aos 16 minutos, De Guzmán recebeu em impedimento na ponta direita. O auxiliar nada marcou e o camisa 8 lançou para dentro da área. David Luiz escorou de cabeça para a frente e Blind, sozinho, bateu com o pé direito no ângulo de Julio César.
Felipão tentou mexer no time com as mesmas peças. Luiz Gustavo se fixou como terceiro zagueiro e viu a Seleção chegar três vezes em bolas paradas. Porém, sem conseguir mandar nenhuma para as redes. Na primeira etapa, foram seis conclusões e nenhum gol brasileiro. Os holandeses marcaram duas vezes em quatro finalizações.
Veja as melhores imagens de Brasil x Holanda:
Fernandinho retornou no meio campo no lugar de Luiz Gustavo, e Hernanes entrou logo aos 11 minutos. No lance de maior perigo, aos 15 min, o juiz argelino Djamel Haimoudi deu cartão amarelo para Oscar por simulação. Ele foi tocado por Blind e caiu, mas a arbitragem não deu pênalti.
Sem reação, Wijnaldum fechou o placar aos 45 minutos do segundo tempo. Ele recebeu sozinho na pequena área e concluiu rasteiro.

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Mourinho no Brasil?

Segundo jornal, CBF quer José Mourinho para comandar a seleção

De acordo com o ‘Marca’, mudança imediata é improvável. Desempenho irregular no Chelsea poderia facilitar uma negociação

POR 
MADRI - José Mourinho é o alvo principal da CBF para comandar a seleção brasileira pensando na disputa da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, segundo matéria do “Marca”, da Espanha. De acordo com o jornal, o português é visto como peça chave para recuperar o futebol brasileiro. Porém, uma mudança imediata não estaria nos planos do treinador, tendo em vista que toda a preparação para a próxima temporada à frente do Chelsea, da Inglaterra, já está em andamento.