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02 fevereiro 2014

Ele queria compartilhar o nosso amor', diz noiva de piloto morto

Ele queria compartilhar o nosso amor', diz noiva de piloto morto

Arthur morreu na quarta (29), no avião em que pediu Thays em casamento.
Antes do acidente, instrutor de voo publicou imagens do pedido na internet.


"Ele queria compartilhar o nosso amor com todos", disse ao Fantástico Thays Pereira da Cruz, noiva do catarinense Arthur Pansera Demétrio, de 22 anos, que morreu na última quarta-feira (29) no mesmo avião em que a havia pedido em casamento 43 dias antes. "Pena que foi de uma forma tão trágica. Mas ele está vendo", completou, sorrindo.
O noivo de Thays morreu após o avião que ele pilotava cair em Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul. Ele havia pedido a jovem em casamento na aeronave e filmado as cenas. Dois dias antes do acidente, Arthur postou as imagens na internet. Numa das últimas conversas com Thays, o rapaz pediu que o vídeo fosse bastante divulgado na rede. Até este domingo (2), as imagens haviam tido mais de 600 mil visualizações.

Após sentir dores no peito e ser examinado, Genoino deixa hospital

Após sentir dores no peito e ser examinado, Genoino deixa hospital

Ex-deputado foi internado na manhã deste domingo para realizar exames.
Incor diz apenas foi feita avaliação cardiovascular e que ele recebeu alta.


genoino deixa hospital neste domingo 02/02/14 (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Genoino deixa hospital neste domingo
(Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O ex-deputado José Genoino, que cumpre pena domiciliar por ter sido condenado no julgamento do mensalão, foi examinado no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) após sentir dores no peito e já foi liberado. Ele deixou o hospital na tarde deste domingo (2).
"O Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) informa que na tarde deste domingo, o paciente José Genoíno Neto deu entrada na emergência da instituição para avaliação cardiovascular. O paciente realizou exames e recebeu alta hospitalar", se limitou a informar o hospital, por meio de boletim médico divulgado à imprensa.

Programa e coerência decidirão eleições, diz Marina


Programa e coerência decidirão eleições, diz Marina


“Quem vai ganhar essas eleições não é tempo de TV, marketing ou recursos financeiros, não são as velhas estruturas. Estas eleições serão ganhas por uma postura, por um programa, por aquilo que é coerente”, afirmou Marina Silva neste sábado (1) no primeiro encontro programático entre a Rede e o PSB no Acre. “A sociedade está cansada da velha política”, disse a ex-senadora.
Segundo Marina, a disposição da aliança Rede-PSB é de manter as conquistas das políticas econômicas e das políticas sociais, mas não ser complacente com os erros. “E um erro grave é a governabilidade com base na distribuição de pedaços do Estado. Hoje a presidente da República pode até tirar ministro, mas é o partido que vai dizer se ela bota esse ou aquele. Quem deveria fazer isso é o programa”.
As diretrizes do programa de governo da aliança Rede-PSB serão apresentadas nesta terça-feira (4) na Câmara dos Deputados, em Brasília.  No encontro em Rio Branco, Marina afirmou que a lógica da velha política deve ser superada. “Não temos uma visão de destruição, de oposição por oposição. A oposição por oposição só vê defeitos, mesmo quando as qualidades saltam às vistas. Eu não faço parte desse jogo. O Eduardo Campos não faz parte desse jogo. A situação por situação é um mal igual. Pode fazer o que quiser de ruim, ele vai dar um jeito e dizer que está bom”, afirmou Marina.
“A sociedade está no mundo inteiro fazendo manifestações. Ou os políticos têm consciência do que está acontecendo ou o processo histórico vai atropelar todo mundo. A sociedade quer  aqueles que assumem posição. Qual nossa posição sobre educação, saúde, segurança, infraestrutura. Qual nossa posição sobre dar R$ 9 bilhões para o Eike Batista e não ter dinheiro para a educação? Sim, nossa posição é contra. Mas, se o governo apresenta um projeto de 10% para educação, vamos ser contra? Temos de ser favoráveis. Essa é a nova linguagem para quebrar a polarização. Essa é a nova linguagem para que a gente, com tranquilidade e sem ódio, façamos o debate nos Estados, façamos no plano nacional.”
Em entrevista, afirmou que a posição sobre a eleição no Acre ainda não foi tomada.  ”Vamos começar esse debate depois do dia 4 de fevereiro”. Disse que o único Estado que essa discussão foi realizada, antecipada pelas próprias circunstâncias, foi em São Paulo. “Nos outros lugares os dois partidos estão buscando sempre fazer algo em convergência. Nós temos o principio dos consensos progressivos, onde isso não é possível, aí os partidos tem autonomia”.

Crônicas dos enjeitados - 48 horas de convivência com a escassez ...

Crônica dos enjeitados

Na última semana, dois repórteres do o povo acompanharam, durante 48 horas, a rotina de uma família de agricultores à mercê da falta d'água





O menino mais novo encosta-se ao pai, que o enxota. “Vá brincar”, diz. “Brincar mais quem?”, pergunta o filho. Não há ninguém em casa além da mãe e dos bichos enjeitados. Os irmãos aprendem as letras na escola indígena, a única naquele pedaço esturricado de Canindé. 
O cachorro espalha-se na sombra do pé de marmeleiro, um fiapo de verde na amarelidão sertaneja. Num canto do alpendre, a cabra rumina o bocado engolido no almoço. Debaixo do sol de 40° C, Evenílson, 12 anos, dispara. Chuta uma bola que só existe na imaginação de menino criado no chão esquecido da comunidade de Santa Maria, zona rural do município.

Após protestos, Corinthians perde a terceira seguida e se afunda em crise

Após protestos, Corinthians perde a terceira seguida e se afunda em crise

Com a derrota para a Ponte, o Timão ficou na lanterna do Grupo B

Mano Menezes tinha um teste de fogo neste domingo (2). No Moisés Lucarelli, o treinador comandou o Corinthians após os protestos dos torcedores no dia anterior, que invadiram o CT do clube e causaram pânico nos jogadores. Ou o time vencia o jogo e se livrava da crise ou mergulhava de cabeça nela. E foi o que aconteceu. O clube alvinegro perdeu por 2 a 1 para a Ponte Preta, em jogo válido pela 5° rodada do Campeonato Paulista, e encara a primeira turbulência da era Mano Menezes.

Classificação e jogos
Apesar de terem demonstrado vontade de não entrarem em campo, os jogadores do Corinthians foram para o jogo. Logo nos primeiros minutos, a equipe, que já estava abalada psicologicamente, sofreu o primeiro golpe. Após mais uma falha de marcação da equipe, a Macaca abriu o placar com Alemão. A partir daí, a Ponte tentou segurar o jogo, mas o Timão não desistiu de lutar e foi para cima. Após tanto tentar, Uendel empatou a partida depois de cruzamento de Guilherme. Emerson Sheik (um dos mais cobrados pela torcida) foi o principal jogador da equipe na pressão exercida sobre a Ponte no final da primeira etapa, entretanto, as equipes foram para o intervalo com o empate.
Na volta do vestiário, com nenhuma alteração, o Corinthians recebeu um balde de água fria. Após bela jogada do lateral Ferrugem, a Macaca marcou o segundo gol e voltou a ficar na frente no placar. Após o gol, Mano Menezes tentou mudar o panorama do jogo, mas foi em vão. Alexandre Pato e Douglas entraram nos lugares de Guerrero e Danilo, mas o jogo só caminhou para a tensão. O Corinthians tentando o empate e a Ponte se defendendo de todas as formas possíveis. A maior demonstração do nervosismo em campo foi a expulsão do zagueiro Gil, do Timão, após chutar um jogador da Macaca.
No fim, Rodriguinho entrou no lugar de Romarinho, mas teve tempo apenas para ver o também zagueiro Paulo André ser expulso e a torcida alvinegra protestar contra o time.
Com a derrota em Campinas, o Timão ficou na lanterna do Grupo B, com apenas seis pontos em cinco jogos, e vê o Botafogo distante na liderança com três pontos de vantagem.
O próximo compromisso do Corinthians é contra o Bragantino, quarta-feira (5), no Pacaembu, às 22h.
Fonte: R7

Promessa é dívida! Cássio desfila de biquíni fio-dental e mergulha na piscina

Promessa é dívida! Cássio desfila de biquíni fio-dental e mergulha na piscina


FrancieleTatiele e Roni ajudam Cássio a se arrumar no Quarto do Líder. O figurino é um roupão e um biquíni.  Na Festa Cats, o brother apostou que se Letícia virasse uma lata de cerveja em 30 segundos, ele desfilaria de biquíni pela casa. Como promessa é dívida, o brother cumpre a sua parte!
O gaúcho vai para o jardim e abre o roupão arrancando risadas dos confinados e, em seguida, mergulha na piscina. Diego incentiva: "Vai ter que desfilar", implica. Angelapede: "Vai, Cássio! Estou supertriste hoje Você precisa me animar!", tentando convencer o Líder a desfilar. Junior também dá pitaco: "Você vai ter que dar um mortal de biquíni", diz.
Cássio faz pose, tampa o nariz e pula de novo na piscina. Os brothers batem palma e consideram cumprida a promessa do gaúcho.
Fonte: Gshow

'A gente só entrou no quarto', despista Clara sobre noite com Vanessa

'A gente só entrou no quarto', despista Clara sobre noite com Vanessa


Na Sibéria, ClaraDiegoFranciele e Valter conversam sobre a agitação de Clara eVanessa no quarto. Diego vê a cama de Angela arrumada e pergunta: "Não dormiu ninguém ali não?". Clara comenta rindo que Angela reclamou com ela e Vanessa do barulho. "À noite, a Angela pediu para gente calar a boca". 
Valter confessa que também acordou com o entra e sai das duas sisters. "Eu acordei era uma gargalhada e dizendo: 'vem cá, vem cá'. Você não escutou?", ele pergunta a Diego. O carioca admite que não ouviu nada. "Não", responde. O rapper continua contando o que Clara e Vanessa fizeram à noite. "Elas entravam e saiam. Vanessa chamava e Clarinha descia". "Estava fugindo da Vanessa, Clarinha?", brinca Diego. "A gente só entrou no quarto", diz Clara. "Aham", diz Diego, sem acreditar muito no que Clara disse.
Fonte: gshow

Walcyr Carrasco vibra com desfecho de Amor à Vida: 'Um marco'

Walcyr Carrasco vibra com desfecho de Amor à Vida: 'Um marco'

Autor assistiu ao último capítulo da novela junto do elenco e da equipe

Walcyr Carrasco abraça Mateus Solano ao fim do capítulo (Foto: Pedro Curi/TV Globo)Walcyr Carrasco abraça Mateus Solano ao fim do capítulo (Foto: Pedro Curi/TV Globo)
Uma das pessoas mais realizadas ao fim do último capítulo de Amor à Vida era Walcyr Carrasco. Reunido com o elenco e a equipe da novela para assistir ao desfecho da trama, o autor se mostrou feliz com o resultado final do trabalho.
"Um marco em termo de quebra de paradigmas, de abertura para a sociedade e uma demonstração da convivência de diferentes. O mundo é para todos. E acho que a novela conseguiu dizer isso", disse Walcyr Carrasco.
Fonte: Gshow

As 10 músicas mais chatas de todos os tempos

As 10 músicas mais chatas de todos os tempos

Não dá para conceber a vida sem música. Deus, antes de fazer o mundo e, consequentemente, a música, deve ter sofrido à beça ensimesmado em breu e silêncio. Suponho até que o criador tivesse criado a criatura humana para que ela criasse música, ao invés de problemas. O som explosivo do “Big Bang” provavelmente terá sido o primeiro grande solo de bateria do universo, um ruído incrível à altura da performance do baterista Roger Taylor em “We will rock you”, da banda Queen.
Não dá pra sacudir o esqueleto sem música. Não dá pra fazer sexo sem música. Não dá pra seguir um séquito sem a marcha fúnebre de Chopin (o terceiro movimento da sonata número 2 para piano em si bemol menor). Não dá pra fazer churrasco sem música. Não dá pra fazer a faxina sem música. Não dá pra tomar banho sem música. Não dá pra tomar vinho sem música. Não dá pra tomar um rumo na vida sem música.
Não dá pra folhear álbuns de fotografia, se entupir de barbitúricos e fortalecer as fraquezas interiores sem ouvir a “Tocata e fuga em ré menor”, de Johann Sebastian Bach. Não dá pra curtir a solidão sem música, principalmente, se ela for a dois. Não dá pra dançar de cuecas na sala de estar, quando ninguém está por perto, sem música. Não dá pra multidão aflita suplicar a Deus que os acuda sem música, música bem alta, diga-se de passagem, pois o céu… ah!… o céu fica longe, gracinha.
Por outro lado, os brutos que também amam têm lá as suas preferências musicais, até mesmo nos momentos de bruteza quando nem de perto estão dispostos a amar (quando muito, demonstram algum afeto por alicates, paus-de-arara e fios desencapados). Dá pra torturar, arrancar a orelha de um prisioneiro ouvindo música: tente assistir à impressionante cena em que Mr. Blond (personagem de Michael Madsen) castiga um policial ao som de “Stuck in the middle with you”, da banda Stealers Wheel, no instigante filme “Cães de Aluguel”, de Quentin Tarantino.
Nas torturas da vida real, nos truculentos e duros anos de ditadura militar no Brasil, o pau também cantava sem escala de dó nem piedade no lombo dos “comunistas subversivos”, em delegacias e quartéis, com música alta de fundo — geralmente, “música subversiva brasileira”, que era pra humilhar, subjugar, diminuir ainda mais o torturado —  para encobertar os gritos de suplício.
Dá pra conquistar o mundo, bombardear creches e hospitais ouvindo música em alto volume: veja em “Apocalipse Now”, de Francis Ford Coppola, quando o Coronel Bill Kilgore (personagem de Robert Duvall) comanda um espetacular e sanguinário bombardeio a uma aldeia vietnamita ao som da “Cavalgada das Valquírias” do alemão Richard Wagner. Não se engane. É a arte que imita a vida. Hitler também se amarrava nas óperas de Wagner.
Ressalvada toda a relevância da música para a minha sobrevivência e da raça humana nessa esfera azul (haverá vida e música noutros planetas?), vamos agora brincar. Caro leitor, qual a música mais chata que você já ouviu em todos os tempos? Fiz uma enquete virtual com amigos e contatos nas redes sociais e, listei a seguir as muito provavelmente 10 Músicas Mais Chatas de Todos os Tempos.
Mesmo sabendo que os nossos chatos são melhores que os chatos de outras nações, por uma questão de bairrismo, de reserva de mercado da chatice, e para evitar bullying por todo território nacional, poupei o pessoal da MPB deste ranking às avessas. Confira aí se a brincadeira faz sentido ou se foi eu que acordei chato à beça hoje.

Je T’aime… Moi Non Plus (versão de Serge Gainsbourg e Jane Birkin)

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Uma das músicas mais tocadas em motéis, prostíbulos, fuscas, chevettes, becos escurinhos e afins na história da humanidade. Entretanto, para mim, esta canção  sempre teve um efeito contrário, broxante, por mais que a streaper se esforçasse em rebolar dentro da gaiola.

Mamy Blue (versão de Ricky Shayne)

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A estória de desencontros entre mamãe e filhinho na letra desta canção pode até ser tocante, porém, a irritação ao ouvi-la vai tomando uma crescente, igualzinho às vozes do back vocal. Duvido que alguma mãe se comova e perdoe o filho por tamanha chatice.

Não se Reprima (versão do Menudo)

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Não me sinto nem um pouco reprimido em confessar o quanto esta música cantada em português tosco por Rick Martin e seus colegas me chateou em priscas eras.

We Shall Dance (versão de Demis Roussos)

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Verdadeiro presente de grego do cantor grego Demis Roussos. É só ouvi-la que a coisa vai ficando assim meio russa pro meu lado, entende? Gostaram do trocadilho infame? E eu também não gosto desta música. Pronto: empatamos.

Build (versão do The Housemartins)

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Com uma construção dessas a casa só tinha que cair. Vai ser chata assim lá no Reino Unido.

Manuela (versão de Julio Iglesias)

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Será que alguma Manuela deixou-se seduzir por uma trilha sonora tão enfadonha? Provavelmente, sim. Afinal, Julio até que era boa pinta, além de famoso e podre de rico. Se eu me chamasse Manuela, cairia rapidinho nos seus braços com um bom tapa-ouvidos.

Fernando (versão do ABBA)

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Pelo amor de Deus, Fernando, volta logo pra essa mulher, senão ela não para de cantar!

Macarena (versão de Los Del Rio)

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No auge do sucesso de “Macarena”, em toda festa que a gente ia, os anfitriões obrigavam os convidados a participarem de uma divertida (e famigerada) coreografia. Missão nada simples para quem já tivesse tomado uns goles de birita e perdido boa parte da coordenação motora.

You’re Beatiful (versão de James Blunt)

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A moça pode até ser bonita, James. Mas a música é feia e chata.

Baby (versão de Justin Bieber)

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O excesso de chatice a que foi submetido o jovem prodígio Justin Bieber parece ter provocado nele sequelas graves. Pra ser sincero, eu preferia muito mais me chatear ouvindo suas músicas bobocas do que as notícias sensacionalistas do protótipo de bad-boy metido com drogas, bebidas e comportamento antissocial. O show business é cruel e não perdoa. A chatice não. A chatice pega bem mais leve. Dá até pra brincar com ela.
Fonte: Revista Bula