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16 maio 2014

Copa 2014: Brasil não consegue driblar má publicidade da violência

foto copa propaganda negativa
Assim como na seleção brasileira, a defesa tem sido o ponto fraco na publicidade da Copa do Mundo do Brasil. Redes sociais em todo o mundo alertam seus compatriotas para a violência no Brasil, principalmente assaltos. As imagens do vandalismo no Recife, por causa da greve da PM, já correm o mundo. Lojas são invadidas por vândalos e caminhões atacados em meio ao tráfego.
Dias antes, o governo belga orientou seus torcedores a separarem um dinheirinho para o assaltante. Agora é o governo alemão, que trata assalto como “rendição involuntária”. O site oficial do governo australiano sugere que seus cidadãos acompanhem os noticiários brasileiros, como forma de mapear as principais áreas da violência. “A incidência de crimes violentos, incluindo assaltos, roubo à mão armada, sequestros e agressão sexual, é significativo”, ressalta o site australiano.
Um site norte-americano diz que estrangeiros que não falam a língua portuguesa são os principais alvos dos assaltantes, pois quase sempre não registram a ocorrência, diante da dificuldade de comunicação.
Além da violência, as redes sociais estrangeiras também alertam para doenças, como os casos de sarampo que recentemente ocorreram em Fortaleza e Recife.
Como se não bastasse a má publicidade estrangeira, brasileiros também apontam a violência nas cidades-sedes da Copa, por meio do Facebook. Um brasileiro que se identifica como Hudson Santinni diz que uma pessoa é assassinada em Fortaleza, a cada 40 minutos, enquanto assalto ocorre a cada segundo.

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